Petrobras reduz preço do diesel em 4,6%; valor ao consumidor deve cair R$ 0,15 por litro

Corte anunciado pela estatal entra em vigor nesta terça-feira (1º) e pode impactar custos do frete e transporte público

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (31) uma redução de R$ 0,17 por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras. A medida, que passa a valer a partir desta terça-feira (1º), representa uma queda de 4,6%, fazendo com que o litro do diesel A passe a custar, em média, R$ 3,55. Segundo a estatal, considerando a mistura obrigatória com biodiesel, a expectativa é que o preço final ao consumidor caia R$ 0,15 por litro.

O anúncio foi feito pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, durante a apresentação do programa ambiental Pró-Floresta+, parceria entre a companhia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em seu discurso, Chambriard destacou que a redução no preço do combustível pode trazer impactos positivos na economia, especialmente nos setores de transporte e logística.

A queda ocorre pouco mais de um mês após um reajuste de 6,28% aplicado em fevereiro. Desde dezembro de 2022, o diesel vendido pela estatal acumula uma redução de R$ 0,94 por litro, equivalente a 20,9%. Corrigido pela inflação, o recuo chega a 29%, conforme dados divulgados pela própria companhia. Além do diesel, a Petrobras também anunciou uma nova redução no preço do querosene de aviação (QAV), que agora acumula uma queda de 36,4% desde dezembro de 2022.

A expectativa do mercado é que a redução no valor do diesel impacte diretamente o custo do frete e do transporte público, setores que dependem fortemente do combustível. Consequentemente, a medida pode contribuir para amenizar a pressão inflacionária sobre o preço de bens e serviços.

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Bahia Farm Show 2025 será apresentada para a imprensa e autoridades do Oeste baiano

Evento acontece na próxima terça-feira (01/04) em Barreiras e trará detalhes sobre a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, que ocorre em junho, em LEM

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) apresentará, na próxima terça-feira (1), os detalhes da Bahia Farm Show 2025 para a imprensa e autoridades do Oeste do estado. A coletiva acontece às 11h, no auditório da Aiba/Abapa, em Barreiras, reunindo prefeitos, representantes do setor agrícola e jornalistas para discutir as novidades da 19ª edição do evento.

Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a feira será realizada entre os dias 9 e 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, e promete destacar inovações tecnológicas para o agronegócio. Mais de mil marcas expositoras participarão da edição, trazendo soluções em inteligência artificial, energia renovável e agricultura de precisão, consolidando o evento como um dos mais importantes do país no setor.

A Bahia Farm Show se firma como um ambiente estratégico para a geração de negócios e a difusão de tendências, atraindo investidores, pesquisadores e produtores rurais. Em 2024, a feira alcançou recordes em volume de negócios e público visitante, e a expectativa para 2025 é ainda maior.

A coletiva de imprensa em Barreiras marca a etapa regional de apresentação do evento, que já teve seu lançamento oficial realizado em Salvador. A iniciativa reforça a importância do Oeste baiano na economia agrícola e destaca o papel da tecnologia na produção sustentável.

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Tarifa zero no transporte público avança no Brasil: De 145 cidades à proposta de um “SUS da Mobilidade”

O modelo de gratuidade no transporte coletivo ganha força no país, impulsionado por iniciativas municipais e pela PEC 25/23, que busca universalizar o acesso e garantir financiamento sustentável, inspirada no Sistema Único de Saúde (SUS)

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Brasil testemunha um crescimento notável na implementação da tarifa zero no transporte coletivo por ônibus. Atualmente, 145 municípios, abarcando mais de 5,4 milhões de habitantes, oferecem gratuidade parcial ou total no sistema. Desses, 120 adotam o benefício integralmente, todos os dias. Esse movimento, intensificado nos últimos cinco anos, representa uma mudança significativa no financiamento do transporte urbano, especialmente em cidades menores, onde 61% dos municípios com tarifa zero possuem menos de 50 mil habitantes. Caucaia (CE), com 375 mil habitantes, é o maior município a adotar a tarifa zero integralmente.

A expansão da tarifa zero, que saltou de 20 cidades em 2019 para 145, reflete uma crescente preocupação com o acesso à mobilidade, especialmente para trabalhadores, estudantes e pessoas em situação de vulnerabilidade. Os defensores do modelo argumentam que a gratuidade reduz desigualdades, melhora o trânsito e incentiva o uso do transporte coletivo.

Embora predominante em cidades pequenas, a gratuidade começa a ser testada, ainda que de forma limitada, em capitais como São Paulo, Maceió, Florianópolis, Palmas, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e São Luís, com gratuidades em dias específicos ou para grupos selecionados.

Luiza Erundina (Psol) propõe a criação do Sistema Único de Mobilidade (SUM) para gratuidade no transporte público em todo o Brasil

No centro do debate sobre a universalização do acesso ao transporte público está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/23, de autoria da deputada Luiza Erundina (PSOL-SP). A PEC propõe a criação do Sistema Único de Mobilidade (SUM), um “SUS do transporte”, que estabelece o transporte público gratuito como um direito social a ser assegurado pelo Estado. A proposta busca regulamentar o direito ao transporte público coletivo urbano, com diretrizes de universalidade, integração modal, descentralização e participação social.

Erundina, que enfrentou forte oposição à tarifa zero quando prefeita de São Paulo, argumenta que o transporte não pode ser um privilégio, mas sim uma condição para o exercício de outros direitos fundamentais. A PEC determina que o transporte público coletivo urbano seja prestado de forma gratuita, entendendo a tarifa como uma barreira para o acesso a serviços essenciais.

Para garantir a sustentabilidade financeira do SUM, a PEC propõe um financiamento coletivo, com recursos dos orçamentos públicos das três esferas de governo e uma nova contribuição pelo uso do sistema viário, incidente sobre proprietários de veículos automotores (nos municípios e no DF) e empregadores (na União), substituindo o atual modelo de vale-transporte. A proposta permite ainda o uso de outras fontes complementares, como receitas de estacionamento e valorização imobiliária.

Apesar do avanço da tarifa zero, desafios persistem. A Pesquisa de Mobilidade da CNT revela que 58% da população das cidades com gratuidade aprovam a medida, mas 56,7% notaram aumento na lotação dos ônibus. A insatisfação com a segurança, o conforto e os horários rígidos também são queixas frequentes entre os usuários do transporte público.

A PEC 25/23 recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, mas ainda aguarda inclusão na pauta de votação. Aprovada, a proposta poderá transformar o cenário da mobilidade urbana no Brasil, garantindo o acesso universal ao transporte público e abrindo caminho para um futuro mais justo e sustentável.

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Perfil do Golpista: PGR tentou acordo com réus do 8 de janeiro, mas muitos recusaram

Dos 1.604 processados, 546 aceitaram acordos com a PGR, enquanto 237 recusaram e foram condenados. Maioria é homem, branco e de baixa renda

Caso de Política com DCM e Congresso em Foco – Os julgamentos dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 seguem em ritmo acelerado, com um misto de acordos, condenações e revelações sobre o perfil socioeconômico dos participantes. Enquanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) firmou acordos com 546 réus, o Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 500 pessoas, com penas que variam de um ano de prisão (convertida em medidas alternativas) até 17 anos para os casos mais graves de depredação.

Dos 1.604 réus processados por participação nos atos antidemocráticos, 546 fecharam acordo com a PGR para evitar condenações e antecedentes criminais. Os acordos de não persecução penal (ANPP) se aplicam a réus sem antecedentes e cujos crimes tenham pena mínima inferior a quatro anos. Para aderir, os envolvidos devem confessar o crime e pagar multa de R$ 5 mil a R$ 50 mil. Em troca, o processo é suspenso, com a possibilidade de arquivamento definitivo em caso de cumprimento integral das condições.

Outros 237 réus rejeitaram o acordo e foram condenados a um ano de prisão, tendo a pena substituída por serviços comunitários e restrição ao uso de redes sociais, além de outras medidas restritivas e uma indenização coletiva de R$ 5 milhões. Há ainda condenações mais severas, de até 17 anos de prisão, para acusados de envolvimento direto na depredação das sedes dos Três Poderes. Tanto os que firmaram acordo quanto os que foram condenados deverão assistir ao curso obrigatório “Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado”, elaborado pela PGR.

Levantamentos mostram que a maioria dos golpistas condenados pelo 8/1 é homem, branco, recebe até dois salários mínimos (R$ 3.036) por mês e tem, no máximo, o Ensino Médio completo. A faixa etária predominante entre os manifestantes era de 45 a 54 anos, e a maior parte atuava como profissional autônomo (43,2%) ou estava desempregada (18,7%). Um dado relevante é que 41% dos presos informaram ter recebido o auxílio emergencial. A maior parte dos detidos veio das regiões Sul e Sudeste, sendo São Paulo e Minas Gerais os estados com maior número de réus identificados.

Para especialistas, o perfil dos participantes da ação terrorista do 8/1 é semelhante ao identificado em pesquisas sobre o eleitorado de Bolsonaro. A precarização do trabalho, a instabilidade econômica e a disseminação de desinformação durante a pandemia são apontados como fatores que alimentaram ressentimentos e favoreceram a adesão a discursos extremistas.

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Grok, IA de Elon Musk, expõe suspeitas sobre patrimônio de Flávio Bolsonaro

Inteligência artificial levanta questionamentos sobre a compra de uma mansão de R$ 5,97 milhões, com pagamento de R$ 2,87 milhões em dinheiro vivo, pelo senador

Caso de Política com 247 – A inteligência artificial Grok, desenvolvida pela xAI de Elon Musk, tem sido utilizada por internautas brasileiros para investigar e questionar o patrimônio do senador Flávio Bolsonaro (sem partido). O foco das análises recai sobre a compra de uma mansão em Brasília, no valor de R$ 5,97 milhões, com destaque para o pagamento de R$ 2,87 milhões em dinheiro vivo.

De acordo com levantamentos realizados na plataforma, a discrepância entre o salário de R$ 33,7 mil do senador e o montante pago à vista na aquisição do imóvel tem gerado uma série de questionamentos sobre a origem dos recursos. Internautas apontam que, ao longo de seis anos, Flávio Bolsonaro teria acumulado aproximadamente R$ 2,43 milhões, valor inferior ao desembolsado na compra da mansão.

Em resposta às indagações, a Grok tem fornecido reações e resumos de informações que indicam que o pagamento à vista pode ter sido proveniente de economias, negócios familiares ou até de esquemas de “rachadinha”, termo utilizado para descrever desvios de salários de servidores públicos.

Embora a IA ressalte que as fontes do enriquecimento de Flávio Bolsonaro permanecem em aberto, sem provas concretas que comprovem as acusações até março de 2025, a plataforma enfatiza a importância da transparência para garantir a confiança da população nas autoridades públicas.

A Grok também destaca que, como o senador Flávio Bolsonaro é inocente até que se prove o contrário, as suposições e teorias não devem ser tratadas como fatos até que a justiça se pronuncie. A plataforma afirma que foi projetada para buscar a verdade e corrigir possíveis falácias.

O uso da Grok para investigar figuras públicas levanta questionamentos sobre a possível influência de Elon Musk sobre os dados manipulados pela plataforma. No entanto, evidências apontam que a xAI mantém a fidelidade à missão de correção e análise imparcial, apesar do histórico controverso de Musk com desinformação.

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Prefeito de Luís Eduardo Magalhães critica ACM Neto e revela impressões sobre Bolsonaro e Lula

Júnior Marabá detona ACM Neto e revela decepção com Bolsonaro após encontro na Bahia Farm Show

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em entrevista ao programa “Se Liga Bocão” da Rádio Baiana FM (89,3FM), o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá (PP), teceu duras críticas à postura política de ACM Neto (União Brasil), afirmando que o ex-prefeito de Salvador não valoriza os aliados do interior. Marabá também compartilhou suas impressões sobre os ex-presidentes Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), revelando ter se decepcionado com o primeiro e surpreendido positivamente com o segundo.

A declaração do prefeito ganha destaque em um cenário onde Luís Eduardo Magalhães, município que leva o nome do tio de ACM Neto e se destaca como polo do agronegócio, foi um dos únicos dois na Bahia a dar a vitória a Bolsonaro (54%) sobre Lula (41,43%) nas eleições de 2022. Na cidade, ACM Neto também foi o candidato a governador mais votado (41,62%), seguido por João Roma (PL) e Jerônimo Rodrigues, atual governador.

Marabá questiona a atuação de Neto, afirmando que ele prioriza os grandes centros e negligencia os municípios menores, que dependem do apoio do governo estadual.

“Na verdade você nunca se sente reconhecido por ACM Neto, isso aí não sou eu que falo, todo mundo fala isso, então assim, eu nunca me senti reconhecido pelo que nós entregamos, 70% dos votos, em Luís Eduardo e ajudei na região, mas nunca fiz parte do meio, nunca fui inserido, nunca me senti relacionado”.

Ele ainda complementa:

“Se você for ver, Neto participa nos municípios de grande centro, conquista, feira, só que a Bahia é composta por municípios de médio e pequeno porte, e é esse município de médio e pequeno porte que dá voto. O que acontece na eleição? A população daquela comunidade específica. Quem que interfere no voto dela? Quem está com ela no dia a dia? Quem vive as dores dela? Quem vive o sofrimento dela? O prefeito. O prefeito é as lideranças, o vereador. E com quem que esses vereadores, essas lideranças têm relacionamento? O governo do Estado. Porque é presente, é cordial, dá atenção, agrega, soma, varre para dentro”.

O prefeito também relatou sua experiência ao receber Bolsonaro na Bahia Farm Show em 2022, descrevendo o ex-presidente e sua equipe como “mal educados” e “hostis”.

“Eu recebi o Bolsonaro ali quando presidente e a equipe dele muito mal educada, ele também muito mal educado, por diversas vezes fui empurrado pela equipe dele, pela equipe de segurança, enfim, foram bem hostis conosco, e nós recebendo ele mediante um município que tem um viés conservador. No ano seguinte, nós recebemos Lula com uma identidade totalmente diferente. Então, para você ter ideia, o Bolsonaro nem mesmo olhou no meu olho quando ele desceu da aeronave”.

Em contraste, Marabá elogiou a postura de Lula, que visitou o mesmo evento um ano depois, destacando a cordialidade e o respeito demonstrados pelo presidente e sua equipe.

“Quando fui receber Lula, me cumprimentou, olhou nos meus olhos, conversou comigo, perguntou sobre o Luís Eduardo Magalhães, fui muito bem tratado por toda a equipe, inserido em todo cerimonial, citado. Então eu acho que educação sempre se cabe, certo? Você pode ter ali uma ideologia política, você pode ter seu viés político, mas ser estadista e ser educado sempre cabe e eu vejo que existe um contraponto nisso”.

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Confissão e mistério: Bolsonaro admite discussão sobre golpe em entrevista sem assinatura na Folha

Ex-presidente revela ter avaliado estado de sítio e intervenção, mas diz que opções foram descartadas. Ausência de assinatura na matéria levanta suspeitas sobre os procedimentos editoriais do jornal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), agora réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, admitiu ter discutido com assessores, em 2022, a possibilidade de decretar estado de sítio, estado de defesa e intervenção federal. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele afirmou que essas opções foram “descartadas logo de cara”, mas a declaração reforça as acusações de que tentou se manter no poder por meios antidemocráticos.

A entrevista, no entanto, chamou atenção por um detalhe incomum: a ausência de assinatura dos jornalistas responsáveis pela reportagem. O padrão da Folha é creditar seus repórteres nas matérias, o que levanta questionamentos sobre os procedimentos editoriais adotados na publicação desse conteúdo.

Na conversa com o jornal, Bolsonaro justificou a discussão sobre medidas extremas ao alegar que a contestação do resultado eleitoral foi arquivada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, com a imposição de uma multa de R$ 22 milhões ao seu partido. Ele ainda questionou a ação da Polícia Federal e de ministros da Suprema Corte.

“Aqui (Constituição) é a minha Bíblia. Tenho um problema, recorro a isso aqui. Agora, se não se pode falar estado de defesa, de sítio, se revoga isso aqui. Pronto”, afirmou.

A entrevista também gerou reações políticas. A presidente nacional do PT e ministra da Articulação Política, Gleisi Hoffmann, classificou as declarações de Bolsonaro como uma “confissão de culpa”. Segundo ela, o ex-presidente admitiu que não aceitou o resultado das eleições e cogitou medidas autoritárias para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

Gleisi também apontou para a falta de assinatura na matéria, sugerindo que o episódio pode indicar uma tentativa de ocultar responsabilidades. O silêncio da Folha sobre essa questão levanta suspeitas sobre os bastidores da publicação, alimentando especulações sobre pressões ou estratégias internas do jornal.

Bolsonaro ainda afirmou que uma eventual prisão representaria “o fim da minha vida”, alegando que não há provas concretas contra ele. Contudo, a sua própria declaração sobre ter debatido possibilidades de ruptura institucional adiciona novos elementos ao processo em curso no STF.

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VÍDEO: União em Hanói: Lula divide mérito da abertura do mercado vietnamita com Câmara e Senado

Diplomacia Suprapartidária: Presidente ressalta o papel fundamental de Hugo Motta e Davi Alcolumbre no avanço das negociações para a exportação de carne bovina brasileira

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em um gesto de reconhecimento à força do diálogo institucional, o presidente Lula atribuiu o sucesso das negociações que resultaram na abertura do mercado vietnamita para a carne bovina brasileira à colaboração dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. O anúncio, feito em vídeo divulgado após reunião com o primeiro-ministro vietnamita, celebra um marco histórico para o agronegócio brasileiro. Assista o vídeo aofina da matéria.

Lula, demonstrando um espírito de liderança que valoriza a união de esforços, destacou a importância da presença dos chefes dos poderes legislativos para o êxito da missão.

“Eu estou chegando agora no hotel num dia muito proveitoso para o Brasil. Tivemos uma reunião com o presidente, com o presidente da Assembleia, com o secretário-geral do partido, mas a reunião que nós tivemos agora foi com o primeiro-ministro. E qual foi a alegria que nós estamos aqui? É que depois de muitos anos de tentativa, o primeiro-ministro anunciou que finalmente vai comprar a carne brasileira para o mercado do Vietnã.”

O presidente enfatizou o caráter estratégico da conquista, que representa uma oportunidade de expandir as exportações brasileiras para um mercado com mais de 100 milhões de habitantes e consolidar o Vietnã como um parceiro comercial chave no Sudeste Asiático.

Ainda em sua fala, Lula não hesitou em dividir os créditos pelo avanço nas negociações, sublinhando que o apoio do Congresso Nacional foi determinante para convencer as autoridades vietnamitas sobre o potencial do Brasil.

“Eu acho que o que causou essa aceitação do ministro foi a presença do presidente do Senado e do presidente da Câmara, que mostrou a força da amizade que nós queremos ter com o Vietnã. Eu acho que foi uma viagem extraordinária. Já vamos embora amanhã, mas eu volto feliz para o Brasil porque o Brasil estava há mais de 20 anos tentando vender carne aqui, não conseguia, e nós estamos tentando ainda vender os aviões da Embraer porque é um avião extremamente importante para a defesa.”

Ao final da gravação, em clima de celebração, Lula cumprimentou efusivamente os presidentes da Câmara e do Senado, selando o momento de união e reconhecimento.

Com população de mais de 100 milhões, a abertura do mercado vietnamita representa uma oportunidade significativa para os produtores brasileiros, que agora poderão atender à demanda crescente por carne bovina no país, que importa cerca de 300 mil toneladas anualmente. O Vietnã já é o quarto maior destino das exportações agropecuárias brasileiras, atrás apenas de China, União Europeia e Estados Unidos.

Além do impacto imediato nas exportações de carne, o acordo tem um objetivo estratégico de longo prazo. O presidente Lula expressou o desejo de transformar o Vietnã em “uma plataforma de exportação para o Sudeste Asiático”, consolidando a posição do país como um parceiro comercial estratégico para o Brasil na região. O governo brasileiro também busca expandir a colaboração com o Vietnã em outros setores, como a produção de café.

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Vietnã abre portas para carne bovina brasileira após acordo histórico

Mercado estratégico: Decisão impulsiona exportações brasileiras e consolida Vietnã como parceiro-chave no Sudeste Asiático

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em um marco para o agronegócio brasileiro, o Vietnã abriu oficialmente seu mercado para a carne bovina do Brasil. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) durante visita oficial do presidente Lula ao país asiático, sinalizando um novo capítulo nas relações comerciais entre as nações.

A abertura do mercado vietnamita representa uma oportunidade significativa para os produtores brasileiros, que agora poderão atender à demanda crescente por carne bovina no país, que importa cerca de 300 mil toneladas anualmente. O Vietnã, com uma população de mais de 100 milhões de habitantes, já é o quarto maior destino das exportações agropecuárias brasileiras, atrás apenas de China, União Europeia e Estados Unidos.

O acordo foi selado durante um encontro entre o presidente Lula e o Secretário-Geral do Partido Comunista do Vietnã, Tô Lâm. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, a presença do presidente Lula foi fundamental para concretizar a reabertura do mercado.

“Estamos empenhados em fortalecer o comércio de produtos agropecuários com o Vietnã”, afirmou Fávaro.

Um dos diferenciais do mercado vietnamita é a preferência por cortes de carne bovina menos tradicionais no Brasil, o que minimiza a competição interna e maximiza o potencial de exportação.

Além do impacto imediato nas exportações de carne, o acordo tem um objetivo estratégico de longo prazo. O presidente Lula expressou o desejo de transformar o Vietnã em “uma plataforma de exportação para o Sudeste Asiático”, consolidando a posição do país como um parceiro comercial estratégico para o Brasil na região.

O governo brasileiro também busca expandir a colaboração com o Vietnã em outros setores, como a produção de café. Ambos os países são grandes exportadores do produto e enfrentam desafios relacionados às mudanças climáticas, abrindo espaço para parcerias em tecnologias e práticas sustentáveis.

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De Hanoi para a Bahia: Lula e Jaques Wagner abençoam posse de Wilson Cardoso na UPB e defendem novo refis da Previdência

Em mensagem direto do Vietnã, o presidente Lula e o senador Jaques Wagner saudaram a posse de Wilson Cardoso na presidência da UPB, reiterando o apoio do governo federal aos municípios baianos e a importância da aprovação da PEC 66, que trata do parcelamento de dívidas previdenciárias

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Wilson Paes Cardoso, atual prefeito de Andaraí, assume nesta sexta-feira (28) a presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB) para o biênio 2025-2026, com o desafio de fortalecer a representação dos municípios baianos e defender as pautas municipalistas em todas as esferas políticas. A posse, que marca o início de uma nova fase para a UPB, recebeu o apoio do presidente Lula e do senador Jaques Wagner, que enviaram mensagens de incentivo direto de Hanoi, capital do Vietnã, onde cumprem agenda oficial.

Em sua mensagem, o senador Jaques Wagner destacou a importância da posse de Wilson Cardoso e Sivaldo (que assume na Federação) para o fortalecimento do municipalismo na Bahia, reiterando o compromisso do governo federal em auxiliar os municípios baianos, em parceria com o governador Jerônimo Rodrigues e o ministro Rui Costa.

“Olá, amigas e amigos da UPB. Olá, meu amigo Wilson Cardoso, que está tomando posse hoje como presidente. […] É um presente que eu quero mandar para você e desejar muita sorte para você, muito trabalho. […] E dizer a todos que eu tenho certeza que vocês vão fazer um belo trabalho junto com o nosso governador Jerônimo, ministro Rui Costa e eu evidentemente aqui sempre ajudando. […] A PEC 66 já passou no Senado, só está faltando passar na Câmara com a concordância do presidente Lula”, afirmou Jaques Wagner.

O presidente Lula, por sua vez, desejou boa sorte a Wilson Cardoso e reforçou o compromisso do governo federal em atender às demandas dos prefeitos baianos.

“Wilson, um abraço, boa sorte. Eu posso dizer para vocês que agora, como você vai ser presidente de todos os prefeitos da Bahia, que você pode contar com o governo federal, pode levar a demanda do prefeito, porque lá na presidência você vai ter um amigo dos prefeitos do Brasil. Boa sorte, que Deus te ajude e você trate de ajudar o Jerônimo também, porque o Gerônimo é o nosso companheiro de sempre. Um abraço!”, disse Lula.

A posse oficial de Wilson Cardoso como novo presidente da UPB está marcada para o dia 28 de março

Wilson Cardoso, eleito pela chapa “União de Verdade”, traz para a presidência da UPB uma sólida trajetória de liderança política, empresarial e municipalista. Com quatro mandatos como prefeito de Andaraí, Cardoso se destacou pelo fortalecimento do municipalismo e pela defesa dos consórcios públicos, tendo presidido o Consórcio Chapada Forte e a Federação dos Consórcios Públicos do Estado da Bahia (FECBAHIA).

Ao assumir a presidência da UPB, Wilson Cardoso tem como prioridade a aprovação da PEC 66, que institui um novo Refis da Previdência para os municípios.

“Nós assumimos com o compromisso com pautas municipalistas muito importantes, como a PEC 66, que é o novo Refis da previdência. O sistema previdenciário virou uma bola de neve inviabilizando muitas administrações de pequenos municípios. Nós vamos pra cima agora, junto com os nossos deputados, para aprovação da PEC 66 e também para a redução, para que a alíquota do INSS retorne para os 8% nos municípios de pequeno porte”, declarou Wilson Cardoso em publicação na página da UPB.

A PEC 66, já aprovada no Senado, visa abrir um novo prazo de parcelamento especial de débitos dos municípios com seus Regimes Próprios de Previdência Social dos Servidores Públicos e com o Regime Geral de Previdência Social, oferecendo condições mais favoráveis para que os municípios regularizem suas dívidas previdenciárias e possam investir em outras áreas prioritárias.

Com essa nova liderança e o apoio do governo federal, a UPB se prepara para continuar sua missão de representar e fortalecer os municípios baianos, promovendo um trabalho conjunto e eficaz para um estado mais justo e próspero.

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