Ato pró-Bolsonaro em Copacabana reúne 18,3 mil pessoas, aponta estudo da USP

Pesquisa do Monitor do Debate Político no Meio Digital estimou o público presente na manifestação que pedia anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estimam que o ato realizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo (16) em Copacabana, no Rio de Janeiro, reuniu 18,3 mil pessoas no momento de maior concentração. A manifestação, que interditou um trecho da Avenida Atlântica, teve como principal pauta a anistia para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O levantamento foi realizado pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, que analisou fotos aéreas captadas às 12h. As imagens foram processadas por um software de inteligência artificial, utilizando a metodologia Point to Point Network (P2PNet), com margem de erro de 12% para mais ou para menos.

O número de participantes ficou abaixo de outros eventos liderados por Bolsonaro. Em 7 de setembro de 2022, quando ainda era presidente, um ato convocado por ele no mesmo local reuniu 64,6 mil pessoas, segundo o mesmo Monitor do Debate Político no Meio Digital. Em abril de 2024, outra manifestação em seu favor atraiu 32,7 mil apoiadores. O próprio Bolsonaro havia manifestado o desejo de reunir um milhão de pessoas no evento deste domingo.

O protesto ocorreu uma semana antes do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode tornar Bolsonaro réu em uma denúncia da Procuradoria-Geral da República.

Durante o ato, uma faixa com a frase “Sem anistia”, exibida em um prédio próximo ao local da manifestação, viralizou nas redes sociais. O PL da Anistia, projeto que busca perdoar os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, é um dos temas centrais da manifestação.

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ABL marca presença na posse da nova diretoria da Academia de Letras da Bahia

Vice-presidente da Academia Barreirense de Letras prestigia evento em Salvador e reforça laços com a ALB, celebrando o futuro da literatura baiana

Caso de Política com informações ABL | Míriam Hermes – A Academia Barreirense de Letras (ABL) marcou presença na solenidade de posse da nova diretoria da Academia de Letras da Bahia (ALB), realizada no dia 10 de março, em Salvador. O vice-presidente da ABL, Théo Santos, representou a instituição no evento que reuniu membros da ALB, autoridades, artistas e escritores de 38 academias de letras que integram a Rede de Integração Cooperativa das Academias de Letras da Bahia (Rica).

Aleilton Fonseca e Edvaldo Brito assumiram, respectivamente, os cargos de presidente e vice-presidente da ALB, com mandato até março de 2027. A nova diretoria, eleita no final de 2024, tem como um dos principais objetivos o fortalecimento da Rica, através de iniciativas que visem incentivar a leitura e a escrita em diversos formatos nos municípios baianos.

A cerimônia foi abrilhantada pela apresentação da Camerata Quadro Solar, da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). Théo Santos aproveitou a oportunidade para presentear Aleilton Fonseca com um conjunto de livros de autoria dos membros da ABL, que agora integrarão o acervo da biblioteca da ALB.

“Acreditamos que a presidência de Aleilton Fonseca representa um marco para a cultura literária baiana, considerando sua atuação à frente da Rica nos últimos anos, incentivando o protagonismo de autores de todas as regiões do estado”, declarou Théo Santos.

O vice-presidente da ABL também destacou a fala de Edvaldo Brito sobre a importância de uma literatura que revele a cultura popular e as lutas dos povos contra a opressão.

“O evento foi um momento de celebração, com a participação de diversas autoridades dos campos científico, artístico e literário, renovando a esperança no poder da escrita em nosso estado”, concluiu Santos.

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Barreiras celebra mulheres: câmara municipal presta homenagens e oferece café da manhã especial

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Legislativo de Barreiras reconheceu a importância feminina com sessão solene, homenagens e um café da manhã dedicado às servidoras

Caso de Política com ASCOM CMB – A Câmara Municipal de Barreiras, na Bahia, celebrou o Dia Internacional da Mulher com uma série de eventos em reconhecimento à importância e atuação feminina na sociedade. Na quarta-feira (12), uma sessão solene homenageou 17 mulheres de destaque no município, enquanto as servidoras da Casa foram agraciadas com um café da manhã especial na segunda-feira (10).

A sessão solene, realizada no Plenário Dr. Aroldo Cavalcante, reuniu autoridades, lideranças comunitárias e familiares das homenageadas. O presidente da Câmara, Yure Ramon, convidou as vereadoras Delmah Pedra, Dicíola Figueirêdo, Heleina Braz, Izabel Rosa, Graça Melo e Thaislane Sabel para comporem a mesa, com a vice-presidente Carmélia da Mata presidindo a solenidade.

As homenageadas, indicadas pelos vereadores, receberam flores e placas de reconhecimento, compartilhando relatos sobre suas trajetórias e desafios superados. A Banda 26 de Maio emocionou o público com a música “Como é grande o meu amor por você”, além de executar os hinos nacional e de Barreiras.

Na segunda-feira, as servidoras da Câmara foram homenageadas com um café da manhã especial, que incluiu a palestra “Cuidando de quem cuida: a importância do bem-estar feminino”, ministrada pela psicóloga Rayssa Pessoa. O evento também contou com sorteio de brindes e um provador de maquiagem.

Confira a lista das homenageadas na sessão solene:

  • SGT PM Sueli Alves dos Santos Nascimento
  • Diana Teresinense Nóbrega de Souza
  • Vanderlúcia Araújo Teixeira
  • Leuseny Pereira de Oliveira
  • Patrícia Manuela Monteiro Mascarenhas
  • Neiva Beatriz Jaskulski
  • Idalina Rabello Coité Silva (representada por Arabela Rabelo Leite Barbosa)
  • Antoniele Ribeiro Lima Matos
  • Solange Caitana dos Santos
  • Kelmann Oliveira dos Santos
  • Maria Reis da Rocha Conceição
  • Maria de Fátima Ferreira Gomes Lins
  • Maria Rodrigues de Carvalho e Silva
  • Claudia Menezes Oliveira (representada pela vereadora Beza)
  • Nauanny Sabel Pereira
  • Romenia Barbosa de Carvalho
  • Sandra Fonseca Avelino
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Exército Brasileiro perto de quebrar barreira de gênero e promover primeira general

Disputa entre duas coronéis médicas pode marcar um novo capítulo na história da Força Armada, após mais de dois séculos de existência

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Exército Brasileiro pode estar a poucos meses de promover sua primeira mulher ao posto de general, um marco histórico em seus mais de 200 anos de existência. As coronéis Carla Maria Clausi e Carla Lobo Loureiro, ambas da turma de oficiais médicos de 1997, são as principais candidatas ao generalato.

A decisão final será tomada em outubro pelo Alto Comando, liderado pelo general Tomás Paiva, com a possibilidade de efetivação da promoção a partir de novembro deste ano. A escolha, que será submetida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva através do Ministério da Defesa, representa um passo significativo em direção à inclusão feminina nas Forças Armadas.

A potencial promoção ocorre em um momento importante, após a autorização do alistamento voluntário de mulheres, em vigor desde este ano, reforçando o compromisso do Exército com a igualdade de gênero.

Apesar de rara, a prerrogativa de vetar a indicação é do presidente da República, que recebe a sugestão do Ministério da Defesa. No entanto, há grande expectativa de que o Alto Comando indique uma mulher para a patente até o início de 2026.

Para alcançar o generalato, as coronéis Clausi e Loureiro atendem a rigorosos critérios, incluindo idoneidade moral comprovada, aptidão física e mental, tempo mínimo de serviço, especialização militar e experiência em funções de comando. Além disso, aguardam a abertura de vagas, que ocorre com a ida de um general para a reserva.

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Reviravolta no STF: mudança em cálculo eleitoral derruba mandatos de 7 deputados

Decisão apertada da Suprema Corte impacta as eleições de 2022, alterando a composição da Câmara dos Deputados e reacendendo o debate sobre a segurança jurídica no processo eleitoral

Caso de Política com Agência STF – Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (13) aplicar a mudança no cálculo de distribuição das sobras eleitorais já nas eleições de 2022. A decisão implica a anulação dos mandatos de sete deputados federais, que serão substituídos por outros sete, alterando a composição da Câmara dos Deputados.

A reviravolta no entendimento da Corte decorre de um recurso do partido Rede, que questionou a modulação dos efeitos da decisão anterior, tomada em fevereiro de 2023. Na época, o STF derrubou cláusulas que condicionavam a distribuição das sobras eleitorais ao desempenho dos partidos, mas decidiu não afetar os mandatos já conquistados. O Rede argumentou que a modulação exigiria maioria qualificada de 2/3 dos ministros, o que não ocorreu.

O voto decisivo foi do ministro Cristiano Zanin, que alterou o posicionamento inicial do seu antecessor, Ricardo Lewandowski, abrindo caminho para a retroatividade da decisão. Zanin não se manifestou sobre o mérito em 2023, mas pôde votar no recurso, alinhando-se à corrente que defendia a aplicação imediata da mudança.

A decisão reacendeu o debate sobre a segurança jurídica no processo eleitoral, com críticas à possibilidade de alterações nas regras após a diplomação dos eleitos. O ministro André Mendonça, um dos divergentes, manifestou preocupação com o precedente criado pela decisão.

Entenda as Mudanças:

Quem sai: Professora Goreth (PDT-AP), Silvia Waiãpi (PL-AP), Sonie Barbosa (PL-AP), Gilvan Máximo (Republicanos-DF), Lebrão (União Brasil-RO) e Lázaro Botelho (PP-TO).

Quem entra: Professora Marcivânia (PCdoB-AP), Paulo Lemos (PSol-AP), André Abdon (PP-AP), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Rafael Bento (Podemos-RO) e Tiago Dimas (Podemos-TO).

Como ficam as bancadas:

  • PDT: de 18 para 17 deputados.
  • PCdoB: de 8 para 9 deputados.
  • PSB: de 15 permanece com 15 deputados.
  • PSol: de 13 para 14 deputados.
  • PL: de 92 para 91 deputados.
  • PP: de 50 permanece com 50 deputados.
  • Republicanos: de 44 para 43 deputados.
  • União Brasil: de 59 para 58 deputados.
  • Podemos: de 15 permanece com 16 deputados.

A Justiça Eleitoral será responsável por aplicar a decisão, garantindo o rito de ampla defesa na Câmara dos Deputados.

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PEC da Segurança Pública: Governo Federal finaliza texto e encaminha ao Congresso Nacional

Proposta visa criar um “SUS da segurança pública”, com recursos próprios e integração das forças policiais, além de constitucionalizar o papel das Guardas Municipais

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Governo Federal concluiu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que será encaminhada ao Congresso Nacional pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13) pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, após consenso entre os membros do governo sobre a maturidade do texto. A PEC busca criar um Sistema Único de Segurança Pública (Susp) constitucional, similar ao SUS, com recursos próprios, integração das forças policiais e a inclusão das Guardas Municipais no rol dos órgãos de segurança pública.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, agendará uma reunião com os líderes das duas casas legislativas e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, para definir o momento mais oportuno para o envio da matéria.

A PEC, resultado de um amplo debate coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e com contribuições de governadores e da sociedade civil, tem como pontos centrais:

  • Constitucionalização dos Fundos Nacional de Segurança Pública (FNSP) e Penitenciário Nacional (Funpen): Garantia de que os recursos sejam compartilhados entre todas as unidades da Federação, sem possibilidade de contingenciamento.
  • Criação do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social: Órgão com representantes da União, estados, Distrito Federal, municípios e sociedade civil para estabelecer diretrizes para a segurança pública.
  • Inclusão das Guardas Municipais como órgãos de segurança pública: Formalização do papel das corporações no policiamento ostensivo e comunitário, em consonância com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Acolhimento de Sugestões e Nova Dinâmica

Ao longo da formulação da PEC, o ministro Lewandowski acolheu sugestões de governadores e da sociedade civil, promovendo um debate amplo e participativo. A nova redação da PEC explicita que as novas atribuições concedidas à União em relação à segurança pública “não excluem as competências comum e concorrente dos demais entes federados”, “nem restringem a subordinação das polícias militares, civis e penais e a dos corpos de bombeiros militares aos governadores dos estados e do Distrito Federal”.

Além disso, a PEC busca modernizar as competências das forças federais, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que passará a atuar no policiamento ostensivo em rodovias, ferrovias e hidrovias federais, e a Polícia Federal (PF), que terá sua atuação ampliada em crimes ambientais e ações contra organizações criminosas e milícias privadas.

Objetivos da PEC
  • Integrar os entes federados, conferindo status constitucional ao Susp.
  • Atualizar as atribuições da PF e da PRF.
  • Constitucionalizar o FNSP e o Funpen.
  • Padronizar protocolos essenciais, como boletins de ocorrência e mandados de prisão.
  • Garantir recursos contínuos para a segurança pública.
O que não muda

A PEC não interfere na autonomia dos estados e municípios, que continuarão responsáveis pelo comando e gestão de suas polícias. Também não haverá centralização dos sistemas de tecnologia da informação, e a proposta não cria novos cargos públicos.

A expectativa é que a PEC da Segurança Pública, ao ser aprovada, fortaleça o combate ao crime organizado e promova uma maior integração e eficiência das forças de segurança em todo o país.

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Barreiras ignora Piso Nacional e precariza salários de Professores em novos contratos

Gestão municipal de Otoniel Teixeira (União Brasil) oferece remuneração 5,88% abaixo do mínimo estabelecido pelo MEC, impactando a economia local e a valorização dos profissionais da educação

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em um cenário de crescente valorização da educação, a prefeitura de Barreiras, sob a gestão de Otoniel Teixeira (União Brasil), enfrenta críticas por desrespeitar o piso salarial nacional dos professores da rede pública da educação básica. A denúncia ganha força após a publicação no Diário Oficial do Município, edição 4372, de 14 de março de 2025, de 300 contratos de prestação de serviço temporário para professores de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com salários muito abaixo do estipulado pelo Ministério da Educação (MEC).

A Portaria MEC nº 77, de 29 de janeiro de 2025, definiu o reajuste de 6,27% para o Piso Salarial Profissional Nacional do magistério público, fixando o valor mínimo em R$ 4.867,77. No entanto, os contratos firmados pela prefeitura de Barreiras, datados de 31 de janeiro de 2025, preveem o pagamento mensal de R$ 2.290,28 em 12 parcelas iguais, totalizando um contrato de R$ 26.719,93.

Considerando que os contratos são para uma jornada de 20 horas semanais, o valor pago pela prefeitura representa uma defasagem de 5,88% em relação ao piso nacional, ou seja, R$ 143,22 a menos por mês. Ao longo de um ano, cada professor contratado deixa de receber R$ 1.718,64.

A dimensão do problema se agrava ao constatar que esses 300 contratos divulgados, em um único mês, essa diferença salarial representa um impacto significativo na economia local, com R$ 42.966,00 a menos circulando mensalmente e R$ 515.592,00 a menos injetados na economia ao longo de um ano.

A atitude da prefeitura de Barreiras levanta questionamentos sobre o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais da educação e com o cumprimento das leis que regem a categoria. A decisão de pagar abaixo do piso nacional precariza o trabalho dos professores, desmotiva a categoria e compromete a qualidade do ensino oferecido aos alunos da rede pública. É importante ressaltar que a Lei do Piso Salarial Nacional dos Professores tem como objetivo valorizar a carreira do magistério e garantir uma remuneração digna para os profissionais da educação. O descumprimento da lei não apenas prejudica os professores de Barreiras, mas também compromete a qualidade do ensino e o futuro das novas gerações.

Diante deste cenário, fica a pergunta: qual o real compromisso da gestão Otoniel Teixeira com a educação em Barreiras? A economia nos salários dos professores justifica o impacto negativo na qualidade do ensino e no desenvolvimento da cidade? A sociedade civil, os sindicatos e os órgãos de fiscalização precisam estar atentos e exigir que a prefeitura cumpra a lei e valorize os profissionais que dedicam suas vidas à formação das futuras gerações.

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Bahia Farm Show 2025 chega a 95% do espaço comercializado

A feira agrícola transformará Luís Eduardo Magalhães (BA) entre os dias 9 a 14 de junho na capital nacional da tecnologia agrícola

A Bahia Farm Show, uma das maiores e mais importantes feiras agrícolas do Brasil, está chegando com grandes expectativas de negócios e difusão de conhecimento e tecnologia. A apenas três meses do seu início, o evento chega a 95% do espaço destinado às empresas expositoras comercializado. Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a 19ª edição da feira pretende, mais uma vez, ser a grande vitrine de novas tecnologias e soluções para o setor agrícola, ampliando as parcerias e negócios entre expositores, agentes financeiros e agricultores.

O grande interesse dos expositores é reflexo da confiança depositada na feira e da projeção do agronegócio da Bahia e do Matopiba”, afirma o presidente da Bahia Farm Show, Moisés Schmidt. “Na área externa, os espaços estão praticamente fechados com as tradicionais revendas que trazem as grandes máquinas agrícolas e insumos, como sementes e, que sempre destacam o que há de mais moderno com as melhores condições de negócio”, reforça Schmidt, que também é o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

No pavilhão coberto, a feira agrícola tem ganhado espaço para startups com soluções em inteligência artificial, automação, energia renovável e agricultura de precisão, que prometem aumentar a eficiência e otimizar os custos no campo. “Temos também uma área dedicada às inovações sustentáveis, com tecnologias que agregam em todas as etapas do negócio, na produção, gestão de pessoas, logística e comercialização da safra”, afirma Schmidt.

Com uma infraestrutura que só cresce e com uma operação que se aperfeiçoa a cada edição, os expositores e visitantes da Bahia Farm Show terão acesso a um complexo com ruas asfaltadas, com parte delas cobertas, auditórios climatizados, pista de test drive, áreas de alimentação, espaço para as crianças e amplo estacionamento com capacidade para mil vagas. Em 2024, o evento ocupou 246 mil metros quadrados, reunindo 434 empresas expositoras e representando mais de mil marcas de produtos e serviços voltados ao agronegócio.

Durante os cinco dias de feira, também serão realizados leilões de gado de corte, demonstrações e lançamentos de produtos, palestras, oficinas, treinamentos e espaço destinado à comercialização de produtos da agricultura familiar. A Bahia Farm Show 2025 é uma realização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) e Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba).

SERVIÇO:

Bahia Farm Show 2025

Data: 9 a 14 de junho

Local: Complexo Bahia Farm Show – BA 020/242, km 535, Luís Eduardo Magalhães – Bahia

Mais informações: www.bahiafarmshow.com.br

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Em audiência tensa, ANTT debate FICO FIOL e traçado centrado no oeste baiano em meio a disputas políticas regionais

Sessão da ANTT em Brasília escancara divergências sobre a Ferrovia Oeste Leste e o traçado que corta a Bahia, enquanto governo busca equilibrar interesses regionais e viabilidade do projeto

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A audiência pública da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sobre a concessão da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) e da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (FIOL) foi palco de intensos debates nesta terça-feira (11), em Brasília. Em pauta, as implicações do projeto para o desenvolvimento do país, a sua viabilidade econômica e, principalmente, a definição do traçado, elemento central de uma acirrada disputa política e econômica que envolve o futuro do oeste baiano. As próximas sessões da audiência, em Salvador (12/03) e Cuiabá (14/03), prometem ampliar a discussão e trazer novas perspectivas sobre a questão.

Robson Crepaldi, Ouvidor da ANTT, coordenou a sessão, que contou com a participação de Leonardo Ribeiro, Secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Marcelo Fonseca, Superintendente de Concessão de Infraestrutura da ANTT, Huber Tokunaga, Presidente da audiência, e Diogenes Alvares, Superintendente de Projetos Ferroviários da Infra S.A.

Ribeiro enfatizou a importância estratégica do corredor Leste-Oeste FICO Fiol para a segurança alimentar global, justificando a reavaliação do traçado como forma de atrair o interesse do setor privado. Marcelo Fonseca detalhou os objetivos, estudos técnicos e o modelo regulatório, destacando que a integração com a Ferrovia Norte-Sul visa criar um “cruzamento” no país, dividindo-o em quadrantes e otimizando a logística nacional.

O vereador Rider Castro, da Câmara Municipal de Barreiras, expressou o apoio da região à implantação da FIOL, destacando a importância da ferrovia para o desenvolvimento regional:

“Em Barreiras, e em toda a região, aguardamos ansiosamente a concretização da Fiol. Reconhecemos a sua importância não apenas para o Brasil, mas especialmente para o nosso oeste baiano, um grande produtor de grãos. Esperamos que, em breve, a ferrovia esteja em plena operação, impulsionando a nossa logística e o desenvolvimento de toda a região.”

Entretanto, a aparente convergência de opiniões daria lugar a questionamentos e divergências. Fernanda Rodrigues levantou dúvidas sobre a viabilidade econômica do projeto, alertando para as dificuldades da Bamin e o possível desinteresse da Vale em investir na ferrovia. Suas declarações sinalizaram uma preocupação com a sustentabilidade financeira do projeto.

“Após analisar os documentos, vejo um edital comprometido, distante da realidade do setor. A modelagem da FICO Fiol se baseia em premissas frágeis e ignora riscos que podem condenar o projeto ao fracasso. A situação da Bamin é alarmante: não consegue concluir a Fiol 1 nem o Porto Sul, essenciais para o escoamento da ferrovia. Sem essa conexão eficiente com o litoral, como garantir a viabilidade econômica?

A possível aquisição da Bamin pela Vale adiciona mais incerteza. Se a Vale condicionar a compra à paralisação do FICO 1, a concessão se torna insustentável. E o Porto Sul em Ilhéus… Insistir nessa construção em uma área turística e ecologicamente sensível é uma aberração logística e ambiental! Não há precedentes de sucesso sem um porto funcional.

Diante disso, os riscos são altíssimos, afastando investidores e comprometendo o sucesso da concessão. É preciso rever urgentemente essa modelagem, sob pena de vermos mais um megaprojeto ferroviário fracassar por falta de realismo econômico e planejamento adequado.”

Oziel Oliveira, ex-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, que teve participação on-line, expressou uma visão divergente, defendendo a manutenção do projeto original, com o Porto Seco em Barreiras e a ligação com o Porto de Ilhéus. Em sua fala, Oziel Oliveira declarou:

“É importante que o Porto Seco, que está estabelecido já no projeto original que é no município de Barreiras, que atende toda essa dinâmica já instalada da indústria. […] Nós precisamos primeiro da condição de ter o Porto Seco, aqui no município de Barreiras, que já tá definido o projeto e também do Porto Sul”.

O ex-prefeito enfatizou a importância do Porto Seco para o desenvolvimento da indústria local e a ligação com o Porto de Ilhéus como essencial para o escoamento da produção regional. Essa defesa explicita a disputa de interesses entre os municípios do oeste baiano e a articulação de forças políticas e econômicas para influenciar o projeto.

Outras vozes se fizeram ouvir na audiência. Edeon Vaz Ferreira (Apro Soja) defendeu um modelo de concessão mais competitivo. Daniel Monteiro Ferreira questionou a obrigatoriedade de investimento na Fiol 3, propondo uma reavaliação do projeto. Daniel Keller (Una Partners) expressou preocupações com as incertezas e riscos, sugerindo a necessidade de maior segurança jurídica para atrair investidores.

A polêmica sobre o traçado da Fiol também veio à tona, com alguns participantes defendendo um projeto que atendesse aos interesses de outras regiões. Embora as críticas não tenham sido direcionadas explicitamente ao oeste baiano, elas evidenciam a existência de diferentes visões sobre o futuro da ferrovia e a necessidade de equilibrar os interesses regionais.

Em resposta aos questionamentos, os representantes da ANTT e do Ministério dos Transportes reafirmaram o compromisso de analisar as sugestões apresentadas. Uber Tokunaga ressaltou o caráter inovador do projeto, com a incorporação de mecanismos de mitigação de risco, enquanto Marcelo Fonseca enfatizou a importância do debate para aprimorar o projeto e garantir o seu sucesso.

As próximas audiências em Salvador e Cuiabá prometem trazer novas perspectivas para o debate, enriquecendo a análise das questões técnicas, econômicas e políticas que envolvem a FICO Fiol. A expectativa é que a ANTT consiga construir um modelo de concessão que seja viável, sustentável e que impulsione o desenvolvimento do país, sem negligenciar os interesses do oeste baiano.

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Deputados do PL destinam R$ 860 mil em verbas públicas para documentário de ex-assessor de Mário Frias

Produção intitulada “Genocidas” recebeu recursos via emendas parlamentares de Eduardo Bolsonaro, Mário Frias e Marcos Pollon, gerando questionamentos sobre uso de dinheiro público e críticas anteriores à Lei Rouanet

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Deputados do Partido Liberal (PL) destinaram R$ 860.896,00 em recursos públicos para a produção do documentário “Genocidas”, idealizado por um ex-assessor de Mário Frias. Os valores foram repassados por meio de emendas parlamentares de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Mário Frias (PL-SP) e Marcos Pollon (PL-MS), levantando questionamentos sobre a destinação de verbas públicas e a coerência dos parlamentares.

Os pagamentos, efetuados nos dias 7 e 11 de fevereiro, conforme informações do Portal da Transparência, somam R$ 500 mil de Eduardo Bolsonaro, R$ 180 mil de Mário Frias e R$ 100 mil de Marcos Pollon. Os recursos são oriundos do Ministério da Cultura.

A produção do documentário está a cargo da associação Passos da Liberdade, presidida por Rodrigo Cassol Lima, que atuou como número dois da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Cultural durante o governo Bolsonaro, período em que o órgão era subordinado a Mário Frias.

A associação, registrada desde 2008, possui um canal no YouTube criado no ano passado, com apenas um vídeo publicado. Em seu site, a Passos da Liberdade menciona parcerias com órgãos internacionais e iniciativas culturais, sem detalhar quais.

A destinação de recursos públicos para o documentário contrasta com as frequentes críticas dos deputados que destinaram as emendas a artistas que recorrem à Lei Rouanet. Os parlamentares costumam classificar o uso da lei como “mamata” com dinheiro público.

A sinopse do documentário “Genocidas” sugere uma comparação entre genocídios históricos na Europa e eventos contemporâneos na América Latina. O orçamento do filme inclui despesas com passagens e hospedagens em diversos países, como Armênia, Hungria, Itália, Rússia, Alemanha e Polônia.

Rodrigo Cassol confirmou que as emendas serão utilizadas para a produção, mas não forneceu mais detalhes. As assessorias dos deputados não retornaram aos pedidos de contato.

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