Vereadores, Valdir Nunes e Sargento Alan cobram política para o combate ao tabagismo em Ribeirão Pires

O debate vai além da saúde, envolvendo a conscientização sobre os riscos do tabagismo e a busca por uma comunidade mais saudável

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – Na última sessão da Câmara Municipal, a introdução do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) no âmbito municipal foi o assunto em destaque. O requerimento 0696/2023, proposto pelo vereador Valdir Nunes e endossado pelo vereador Sargento Alan, despertou grande interesse entre os presentes.

O vereador Valdir Nunes usou o requerimento como ferramenta para obter esclarecimentos sobre a situação do PNCT no município:

“Nosso pedido à Secretaria de Saúde visa sensibilizar sobre a importância de implementar esse programa em nossa cidade. O tabagismo está relacionado a cerca de 50 doenças graves. Nossa solicitação é que a Secretaria de Saúde promova ampla divulgação desse programa para que a população tenha acesso ao tratamento e ao acompanhamento. Muito obrigado, presidente, vereadores e vereadoras”, disse o vereador Valdir Nunes.

O vereador Sargento Alan, como ex-fumante, compartilhou uma história pessoal em apoio à causa:

“Parabéns, Valdir, pelo requerimento. Hoje, fazem exatamente três meses que parei de fumar. Ouvi o que foi dito e quero apoiar. O cigarro é uma droga legalizada, uma questão universal. Meu filho me fez perceber o quão importante é estar presente para ele. Ainda sinto tentações, mas estou firme nessa luta. Que Deus abençoe a todos.”

O Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) busca estabelecer uma rede de tratamento no SUS para lidar com o tabagismo. A iniciativa inclui campanhas de conscientização e ambientes livres de fumaça de tabaco, representando um avanço na saúde pública e na redução de doenças associadas ao tabaco.

É fundamental destacar que o tabagismo é um fator de risco para várias doenças desde a década de 1950. Movimentos de controle do tabagismo surgiram nos anos 1970 no Brasil, liderados por profissionais da saúde. O governo engajou-se na causa em 1985, formando o Grupo Assessor para o Controle do Tabagismo, e em 1986, lançando o Programa Nacional de Combate ao Fumo.

O debate em torno do PNCT vai além da saúde, envolvendo a conscientização sobre os riscos do tabagismo e a busca por uma comunidade mais saudável e próspera.

Leia o Requerimento de Informações

valdir e alan 17082023Valdir Nunes 17082023

Vereadores de Ribeirão Pires rumam para o PL enquanto rumores cercam possível mudança de Rato Teixeira para o MDB

O Partido Liberal será a maior força no legislativo local, ocupando 06 das 17 cadeiras consolidando uma expressiva representação de 35%

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – À medida que as eleições se aproximam, o cenário político de Ribeirão Pires se agita. Os bastidores estão movimentados, com os atores políticos buscando solidificar suas posições antes da janela eleitoral que se abrirá em abril de 2024. A Câmara Municipal emerge como o epicentro dessas atividades políticas, com três vereadores notáveis – Lau Almeida (PSDB), Leandro Tetinha (PTB) e Valdir Nunes (Podemos) – aceitando o convite feito pelo influente líder local do Partido Liberal (PL), Nonô Nardeli.

Da esquerda para a direita: Lau Almeida, Valdir Nunes, Nonô Nardeli e Leandro Tetinha

Esses vereadores estão garantindo seus futuros políticos por meio de um acordo estratégico que os alinha com o Partido Liberal. O peso dessa mudança é enfatizado pelos números que respaldam esses legisladores. Nas eleições de 2020, Leandro Tetinha obteve 1.506 votos (2,48%), Lau Almeida conquistou 1.217 votos (2,00%) e Valdir Nunes angariou 1.057 votos (1,74%). Com a confirmação dessas três adesões, o Partido Liberal se estabelece como a maior força no legislativo local, ocupando 06 das 17 cadeiras disponíveis e consolidando uma expressiva representação de 35%. Atualmente, a bancada do PL é composta pelos vereadores, Sargento Alan, Paulo César (PC) e Léo Biazi.

Rato Teixeira: afirma estar focado no mandato de vereador

Entretanto, a dinâmica política não se limita a um único partido. Nos círculos políticos da cidade, há rumores intrigantes. Desde 14 de agosto, o ex-prefeito Kiko Teixeira assumiu a liderança da Comissão Provisória do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Ribeirão Pires. Sugestões cada vez mais contundentes indicam que Rato Teixeira, o vereador mais votado nas eleições de 2020, com 1.586 votos, está sendo sondado para integrar o MDB.

MDB RP 17082023

No entanto, em resposta a essas especulações, Rato Teixeira, quando abordado pelo Repórter ABC durante a Sessão Legislativa desta quinta-feira (17), manteve uma postura tranquila e respostas objetivas. Ele deixou claro que, até o momento, não recebeu convite algum do MDB. De maneira enfática, reafirmou seu compromisso em focar no cumprimento do mandato para o qual foi eleito. Quanto à possibilidade de mudar de partido, Rato Teixeira indicou que essa decisão pode ou não se concretizar até a janela eleitoral, um marco que tradicionalmente se repete em abril a cada ano eleitoral.

Em meio a esse panorama, surge outra informação relevante vinda dos bastidores. A vereadora Amanda Nabeshima (PTB), uma defensora dos direitos dos animais, também está sendo sondada pelo PL Municipal. Nas eleições municipais de 2020, Amanda Nabeshima conquistou 1.135 votos (1,87%). Essa peça adicional no tabuleiro político apenas contribui para os ajustes em constante evolução na cidade de Ribeirão Pires.

Eleições 2024: Redução no Número de Candidatos a Vereador Apresenta Desafios para Partidos e Candidatos

Uma mudança aparentemente sutil, mas de grande impacto nos bastidores, está prestes a redefinir o cenário das eleições municipais em 2024. A medida, que já esteve em vigor nas eleições gerais de 2022, chegará agora às disputas locais, gerando um novo conjunto de desafios para partidos e candidatos. Diferentemente de pleitos anteriores, nos quais os partidos podiam apresentar uma lista de candidatos correspondente ao total de vagas na Câmara de Vereadores, mais metade (150%), a regra foi reajustada. Cada partido ou federação terá como limite o número total de cadeiras, mais um (100% mais um).

Tomando como exemplo Ribeirão Pires, onde a Câmara é composta por 17 vereadores, cada partido agora pode inscrever, no máximo, 18 candidatos, uma redução significativa comparada aos 27 que eram permitidos até 2020.

Essa alteração, proveniente da lei 14.211/21, pretende impulsionar uma seleção mais criteriosa dos candidatos. Porém, traz consigo algumas consequências imprevistas, como a possibilidade de políticos de partidos maiores, excluídos pela nova régua de corte, migrarem para siglas menores. Além disso, há o temor de que a redução possa desestimular o surgimento de novas lideranças políticas.

“Essa mudança não é positiva em minha opinião. Para atrair jovens, mulheres e novos líderes, a manutenção do critério de 150% seria mais vantajosa. Quanto mais pessoas forem protagonistas, como candidatos, melhor”, argumentou um dirigente partidário entrevistado pelo Repórter ABC.

Essa nova regra também se aplica a federações formadas para as eleições de 2020, que, por quatro anos, atuarão como um único partido, conforme estabelece a lei. Isso significa que a lista final de candidatos a vereador será uma lista unificada, contendo nomes de todas as siglas que compõem uma federação.

Com essa mudança, surge um novo desafio para os partidos: realizar um levantamento das capacidades eleitorais de seus membros.

Impactos nas Eleições Majoritárias

Outro aspecto crucial é o papel dos candidatos às vagas proporcionais no apoio às campanhas majoritárias. Com listas menores de candidatos, a alteração também terá impacto nas campanhas para prefeito e vice-prefeito. A eleição proporcional depende dos votos na legenda. Mesmo os candidatos com poucos votos contribuem para a tomada de decisão do partido nas eleições.

Com a redução, há uma concentração maior de opções disponíveis. Os efeitos são altamente dinâmicos e, embora não possamos prever todos eles, a tendência é que a oferta seja reduzida, concentrando esforços nas candidaturas mais expressivas.

Essa concentração também pode fomentar migrações durante a janela partidária. Com o foco nas principais candidaturas, não será surpresa ver políticos mudando de partido para concorrer como vereadores e, mais ainda, reforçar as campanhas dos candidatos a prefeito por meio de coligações. Para alguns, no entanto, essa mudança está interligada à ideia de diminuir o número de partidos, um processo que teve início com o fim das coligações proporcionais, já aplicado nas últimas eleições municipais.

Gabriel Roncon, ex-vice-prefeito ataca Guto Volpi e se omite em sua trajetória

Isso não orna!

Luís Carlos Nunes – Preparem os chapéus e segurem os forninhos, porque o ex-vice-prefeito Gabriel “Nostalgia das Contas Rejeitadas” Roncon esteve em ação novamente!

Nesta quarta-feira (16), as redes sociais pegaram fogo quando Gabriel decidiu sair da tumba política e dar umas cutucadas no atual prefeito, Guto Volpi. Quem diria, o homem que adora rejeições resolveu mostrar que ainda tem uns truques na manga.

Tudo começou quando o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) fez uma jogada ousada e decidiu rejeitar as contas do Guto Volpi referentes ao glorioso ano de 2021. O motivo? Parece que o simpático Guto Volpi, que na época era o presidente da Câmara de Ribeirão Pires, não estava tão afiado nas finanças, cometendo erros graves.

Segundo narrou Gabriel Roncon em seu vídeo, entre outras coisas, o TCE alegou falta de controle interno, umas irregularidades aqui e ali, e até mencionou uma licitação suspeita para comprar móveis para a câmara.

Será que teve concurso entre Guto, Kiko Teixeira e Gabriel Roncon para saber quem erra mais?

E o enredo fica ainda mais emocionante quando Roncon cita sobre o processo licitatório para a compra de móveis para a Casa de Leis. A narrativa sobre a trama da família é quase digna de um folhetim mexicano.

Segundo Gabriel Roncon, aparentemente, a licitação em questão teve até um toque de drama familiar, “com duas empresas concorrentes que, pasmem, pertenciam à mesma família”.

Alguém chama o Sílvio Santos, porque essa história tá precisando de um jogo dos pontinhos.

Ah, e não podemos esquecer da cereja do bolo: o pai de Guto, o ilustre Clóvis Volpi, também teve suas contas rejeitadas quando esteve na cadeira de prefeito. Parece que a família Volpi é especial”, disse sem pestanejar ou ficar vermelho, o intrépido ex-vice-prefeito de Ribeirão Pires.

Entra gestão, sai gestão, Ribeirão Pires parece que se tornou craque em colecionar rejeições, transformando a política local em um verdadeiro legado de contas rejeitadas. Não é todo mundo que consegue carregar esse título com tanto orgulho, não é mesmo?

E enquanto Gabriel desfiava seu rosário de críticas ao atual prefeito, não podia deixar de dar um toque especial em sua própria trajetória. Afinal, ele não era apenas um espectador nessa novela de contas rejeitadas; ele tinha participado de um capítulo importante como vice-prefeito na gestão de Kiko Teixeira, mesmo não tendo responsabilidade e poder de ordenamento, esteve lá ativamente, fazendo política. Neste então governo, encabeçado por Kiko, que não contente com uma ou duas contas rejeitadas, foi além e atingiu a marca de três rejeições, alcançando um patamar quase mítico.

A ironia aqui é tão espessa que você poderia cortá-la com uma tesoura enferrujada. Gabriel Roncon, que uma vez aplaudiu e defendeu a reeleição do parceiro de chapa Kiko Teixeira, agora se coloca como o guardião da transparência e responsabilidade fiscal. Seria um caso clássico de “faça o que eu digo, não faça o que eu apoio”? Ou talvez tenhamos tropeçado em uma cápsula do tempo que nos levou de volta a um universo paralelo, onde a amnésia política é o estado de espírito predominante.

A conclusão é clara: Ribeirão Pires merece mais do que essa troca de farpas regada a contas rejeitadas. A cidade merece líderes que possam olhar para o passado com aprendizado, em vez de usar uma tática desgastada de apontar dedos para desviar a atenção de suas próprias falhas. E enquanto Gabriel tenta arrancar risadas nas redes sociais com suas investidas sarcásticas, os cidadãos esperam por alguém que possa trazer um sorriso genuíno ao apresentar um plano sólido, transparência e um compromisso real com a gestão pública.

Afinal, risadas são ótimas, mas uma administração eficiente e ética é o que realmente faz uma cidade prosperar. Enquanto o ex-prefeito Gabriel Roncon se diverte com seus ataques hilariantes, os cidadãos estão atentos, esperando por líderes que sem circo oportunizem o pão. O Cidadão muito anseia por líderes que levem a sério o bem-estar da cidade e a confiança depositada neles. Será que um dia veremos a era das contas aprovadas dominar a política local? Só o tempo dirá.

Definitivamente, a atitude de Roncon não orna ou acrescenta!

Guto Volpi desrespeita limites orçamentários: alerta de possível responsabilidade criminal emana do TCE

Investimentos em áreas importantes e reajuste salarial de todos os servidores podem estar comprometidos

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – O impacto devastador das ações do prefeito Guto Volpi atinge Ribeirão Pires em cheio, gerando um clima de incerteza financeira que agora é intensificado por um alarmante aviso do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE). Este alerta (veja ao final ) ressalta de forma gritante as consequências graves e sombrias que emergem da audácia de Guto Volpi em ultrapassar os limites orçamentários estabelecidos. O atual cenário político da administração municipal se torna um campo minado de desafios que ameaçam as fundações do equilíbrio financeiro.

No recente mês de junho de 2023, a equipe do TCE, com meticulosidade cirúrgica, escrutinou os dados que envolvem a gestão de Luiz Gustavo Pinheiro Volpi à frente da Prefeitura de Ribeirão Pires. Os números lançam um alerta estridente sobre a situação calamitosa das finanças locais, em que a arrecadação e as despesas, desencontradas e desproporcionais, ecoam o lamento de uma gestão fiscal precária e irresponsável.

O olhar se volta ao cumprimento, ou melhor, ao desrespeito flagrante ao artigo 167-A da Constituição Federal de 1988. Este artigo, concebido para ser um alicerce de prudência financeira nas esferas públicas, é amplamente ignorado pelo prefeito Guto Volpi. As cifras apresentadas são chocantes: uma receita corrente arrecadada pela Prefeitura e seus braços administrativos que alcançou a espantosa cifra de R$ 436.008.597,31, enquanto as despesas correntes liquidadas somaram uma totalização assombrosa de R$ 424.949.056,56. E a consequência direta dessa discrepância escandalosa é um percentual de gastos que escapa completamente das rédeas da responsabilidade fiscal, atingindo os espantosos 97,46% – um abismo em relação ao limite legal estabelecido na Constituição, que é de 95%.

Esta flagrante transgressão dos limites orçamentários evocou a ira do (TCE), que ergueu um alerta sombrio e estrondoso na direção de Luiz Gustavo Pinheiro Volpi. As palavras do tribunal soam como trovões: a ultrapassagem dos limites orçamentários não é mera infração administrativa, mas sim uma bomba-relógio de consequências potencialmente criminais. O órgão, agora em posição de confronto, clama por ações urgentes e eficazes para corrigir a dantesca distorção financeira, cuja persistência pode acionar uma onda de sanções tanto administrativas quanto penais.

As ramificações dessa monumental irresponsabilidade são profundas e abrangentes. A aplicação das medidas legais torna-se uma “espada de Dâmocles” sobre a gestão de Guto Volpi, carregando consigo a ameaça de uma catástrofe legal. Mas não é apenas o aparato legal que está em jogo. O alerta do Tribunal de Contas joga luz sobre o cenário terrível das finanças de Ribeirão Pires e acende um farol sobre a situação delicada das reposições salariais de todos servidores públicos – aqueles que constituem a espinha dorsal da comunidade. Suas garantias financeiras estão à beira do abismo, aguardando ações corretivas que podem muito bem chegar tarde demais.

Investimentos em em áreas como saúde, educação, atendimento social podem ser comprometidos gravemente.

A cidade agora está em uma encruzilhada, à mercê das decisões festivas, megalomaníacas e precipitadas do prefeito Guto Volpi. A saga de incertezas e trevas financeiras em Ribeirão Pires atinge um ponto crítico, com o futuro da população pendendo precariamente nas mãos do gestor municipal.

É urgente que se apresente resoluções que reafirmem a saúde financeira e a prosperidade duradoura de Ribeirão Pires – uma busca pela luz em meio a um túnel obscuro e repleto de incertezas.

O que diz a Constituição Federal

De acordo com o artigo 167-A da Constituição Federal, quando se constata que, durante um período de 12 meses, a relação entre despesas correntes e receitas correntes ultrapassa 95% no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, diversos órgãos governamentais, como os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública, têm a faculdade de aplicar um mecanismo de ajuste fiscal. Este mecanismo restringe várias ações com o objetivo de controlar as despesas públicas, em um esforço para garantir a estabilidade econômica.

As principais sanções e restrições contidas no artigo 167-A incluem:

a. Impedimento de conceder vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração para membros de Poder, órgãos, servidores, empregados públicos e militares, exceto nos casos em que decorram de sentença judicial transitada em julgado ou determinação legal anterior ao início das medidas estabelecidas no artigo.

b. Proibição de criar cargos, empregos ou funções que impliquem aumento de despesa.

c. Vedação de realizar alterações na estrutura de carreira que resultem em aumento de despesa.

d. Restrição à admissão ou contratação de pessoal, exceto em situações específicas, como reposições de cargos de chefia e direção que não gerem aumento de despesa, reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios, contratações temporárias nos termos do inciso IX do artigo 37 da Constituição e reposições de temporários para serviço militar e alunos de instituições de formação de militares.

e. Proibição de realizar concursos públicos, exceto para reposições de vacâncias previstas no inciso IV.

f. Impedimento de criar ou aumentar auxílios, vantagens, bônus, abonos, verbas de representação ou benefícios de qualquer natureza para membros de Poder, Ministério Público, Defensoria Pública, servidores, empregados públicos e militares, a menos que decorram de sentença judicial transitada em julgado ou determinação legal anterior ao início das medidas estabelecidas.

g. Vedação de criar despesas obrigatórias.

h. Restrição à adoção de medidas que impliquem reajuste de despesas obrigatórias acima da variação da inflação, garantindo a preservação do poder aquisitivo.

i. Proibição de criar ou expandir programas, linhas de financiamento, bem como de remissão, renegociação ou refinanciamento de dívidas que aumentem as despesas com subsídios e subvenções.

j. Impedimento de conceder ou ampliar incentivos ou benefícios de natureza tributária.

Além disso, o artigo estabelece procedimentos adicionais, como a possibilidade de aplicar essas medidas de ajuste fiscal quando a despesa corrente superar 85% da receita corrente, porém sem exceder o percentual de 95% mencionado anteriormente. Também define que os atos que implementam essas medidas devem ser submetidos à apreciação do Poder Legislativo em regime de urgência, e prevê prazos e condições para a perda de eficácia desses atos.

Vale ressaltar que as disposições do artigo não suspendem dispositivos constitucionais e legais relacionados a metas fiscais ou limites de despesas, e não estabelecem obrigações de pagamento futuro ou direitos de terceiros sobre o erário. Adicionalmente, quando a situação descrita no artigo ocorre, é vedada a concessão de garantias por outros entes da Federação ao ente em questão, bem como a realização de operações de crédito entre esses entes, exceto em casos específicos.

[Nota: A expressão “espada de Dâmocles” refere-se a uma ameaça constante e iminente, em referência a uma história da Grécia Antiga onde uma espada estava pendurada por um fio sobre a cabeça de Dâmocles, simbolizando o perigo constante que o ameaçava.]

alerta TCE 15082023

Justiça revê condenação e absolve Clóvis Volpi que poderá disputar eleições em 2024

Arquivo Repórter ABC: Foto de 23/05/2017, data em que as contas de Volpi foram rejeitadas pela Câmara de Ribeirão

Volpi carimba passaporte eleitoral e ensaia candidatura a prefeito em Mauá

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – Nesta quarta-feira, 16 de agosto de 2023, um importante desdobramento judicial pode ter consequências significativas no cenário político da região e em especial na cidade de Mauá. A 9ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reformou uma sentença que havia condenado o ex-prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi, por improbidade administrativa. A decisão, tornada pública nessa quarta-feira, absolve Volpi das acusações de crimes de improbidade, abrindo um caminho potencial para que ele possa desafiar sua inelegibilidade e possivelmente concorrer na corrida eleitoral para prefeito nas eleições municipais de 2024.

A reviravolta no caso foi conduzida pelos desembargadores Oswaldo Luiz Palu, Décio Notarangelli e Rebouças de Carvalho, este último atuando como relator. Eles acolheram o recurso da defesa de Clóvis Volpi, argumentando que a condenação original foi baseada em uma legislação que posteriormente sofreu modificações.

O processo que havia levado à condenação de Volpi foi iniciado em junho de 2020 pelo juiz da 1ª Vara de Ribeirão Pires, Bruno Dello Russo Oliveira, em resposta a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público. As acusações alegavam que, durante o primeiro mandato de Volpi em 2012, ele havia infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal ao deixar a administração de Ribeirão Pires com sérios problemas de gestão, incluindo aumento de despesas e contratações de pessoal em ano eleitoral.

Além disso, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) orientou pela rejeição das contas do governo de Volpi em 2012, decisão que foi confirmada pela Câmara Municipal, culminando na cassação do mandato de Volpi pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2021.

Entretanto, a reviravolta no caso veio com a consideração do relator Rebouças de Carvalho, que destacou a revogação do inciso I do artigo 11 da Lei nº 8.429/1992 pela Lei nº 14.230/2021. O acórdão do STF no Recurso Extraordinário nº 843.989/PR, de relevância em razão da Repercussão Geral nº 1199, presidido pelo Ministro Alexandre de Moraes, também enfatizou essa nova dinâmica.

Essas mudanças legais influenciaram a decisão da 9ª Câmara de Direito Público, que considerou que a conduta de Volpi não mais se enquadrava nos critérios de improbidade administrativa previamente utilizados. Isso resultou na reformulação da sentença inicial, levando à absolvição de Volpi. Esta mudança de entendimento também cria um novo cenário para Clóvis Volpi, que agora se coloca como pré-candidato à prefeitura de Mauá. Em setembro de 2022, Volpi havia sido formalmente cassado e a cidade passou por uma nova eleição, na qual seu filho Guto Volpi foi eleito para comandar a prefeitura até 2024.

Clóvis Volpi, ao receber a notícia da decisão, expressou seu contentamento e já vislumbra a possibilidade de apresentar sua candidatura novamente nas próximas eleições. Ele ressaltou: “O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reconheceu, no meu processo de contas de improbidade administrativa, que, de fato não houve isso. Acolhendo nossa apelação, fez uma revisão do processo dando ganho de causa a mim. Dessa forma, o processo estará completamente nulo.”

É importante observar que a decisão ainda pode ser alvo de recurso por parte do Ministério Público. A reviravolta nesse caso não apenas influencia o destino político de Clóvis Volpi, mas também destaca a relevância das mudanças legislativas e das interpretações judiciais em relação à improbidade administrativa. A decisão da 9ª Câmara de Direito Público não apenas reflete uma revisão do caso específico de Volpi, mas também abre precedentes para outros casos similares que possam ser afetados pelas novas disposições legais.

O Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também desempenhou um papel fundamental na trajetória deste caso. Sua presidência no Recurso Extraordinário nº 843.989/PR, que tratou da Repercussão Geral nº 1199, teve um impacto direto na fundamentação da decisão da 9ª Câmara de Direito Público. O acórdão do STF influenciou a interpretação das alterações legislativas e forneceu diretrizes que contribuíram para a nova avaliação da conduta de Clóvis Volpi.

Enquanto a absolvição de Clóvis Volpi lhe permite voltar à arena política e considerar uma candidatura futura, ela também levanta questões sobre a integridade dos processos judiciais, a evolução das leis e o papel dos tribunais na administração da justiça. A capacidade do sistema judiciário de se adaptar a mudanças na legislação e de reavaliar casos anteriores é um aspecto essencial da manutenção da confiança pública no sistema de justiça.

Agora, com essa reviravolta, o cenário político na região se torna mais incerto e dinâmico. A possível candidatura de Clóvis Volpi nas eleições municipais de 2024 traz um novo elemento à competição eleitoral, enquanto também coloca em evidência a importância das questões legais e judiciais no âmbito político.

No entanto, é fundamental lembrar que, mesmo com a decisão de absolvição, Clóvis Volpi ainda enfrentará os desafios e debates inerentes à política, incluindo as opiniões diversas sobre sua administração anterior e sua idoneidade. A trajetória política é frequentemente repleta de altos e baixos, e o futuro eleitoral de Volpi dependerá tanto da decisão dos eleitores quanto das complexidades do ambiente político em constante mudança.

Portanto, à medida que a história de Clóvis Volpi continua a se desenrolar, a interseção entre a justiça, a política e a sociedade permanecerá como um tema central, destacando como as decisões judiciais têm o poder de influenciar diretamente o destino dos indivíduos e moldar o curso da vida política de uma região.

barbinha

TCE rejeita Contas de 2021 de Guto Volpi, ex-Presidente da Câmara de Ribeirão Pires por má gestão

Tribunal encontrou falta de controle interno, irregularidades em repasses financeiros, resultados financeiros e econômicos, desacordo no quadro de pessoal, gratificações e possivel direcionamento de licitação

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – Nesta terça-feira, 15 de agosto, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) proferiu decisão de rejeição das contas referentes ao exercício de 2021 da Câmara Municipal de Ribeirão Pires, período em que Guto Volpi ocupava a presidência. O veredicto ocorreu após detalhada análise das ações administrativas da gestão no referido ano.

A decisão foi divulgada nesta terça-feira, 15 de agosto de 2021

Segundo noticiou o Repórter ABC, em matéria datada de 12 de junho de 2023, o relatório de Fiscalização das Contas Anuais da Câmara de Ribeirão Pires do ano de 2021 revelou que a administração liderada pelo ex-presidente Guto Volpi (PL), incorreu em séria irregularidade no tocante a um processo licitatório voltado para a aquisição de móveis de escritório destinados à Casa de Leis.

A análise, conduzida pelo Conselheiro Dr. Renato Martins Costa do TCE de São Paulo, revelou que a Carta Convite nº 002/2021, que visava a obtenção de mobiliário de escritório apresentou deficiências críticas. De acordo com as informações extraídas do Sistema Audesp, tal carta convite atuou como etapa preliminar para a seleção de candidatos a participarem do procedimento licitatório, sendo direcionada a determinadas empresas previamente cadastradas na instituição.

No decorrer da análise presencial dos documentos, constataram-se irregularidades no processo licitatório, que consistiu na recepção de três propostas via correio eletrônico. As empresas envolvidas, juntamente com seus administradores, foram identificadas conforme detalhado na tabela abaixo:

Em destaque, chamou-se a atenção para a conexão entre os sobrenomes compartilhados entre os sócios das empresas Fast Móveis e Resimaq. Diante dessa constatação, optou-se por aprofundar a análise do processo de aquisição para averiguar indícios de conluio entre empresas de caráter familiar.

Com base nas informações do Sistema Audesp, confirmou-se não apenas a interligação entre as duas empresas mencionadas, mas também a relação de parentesco entre os sócios e uma terceira empresa, Vonil. O fato de que todas as três empresas participantes do processo licitatório pertencem ao mesmo grupo familiar/empresarial lançou luz sobre um possível direcionamento no procedimento licitatório.

As implicações das conexões familiares nas licitações foram ressaltadas pelo TCE: “Essa situação compromete o processo de aquisição de bens mobiliários da Câmara Municipal, resultando em uma clara violação ao artigo 3º da Lei Federal nº 8.666/93 e aos Princípios da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade e Eficiência estabelecidos no artigo 37 da Constituição Federal.”

O quadro gráfico abaixo, elaborado pelo TCE ilustra bem as ligações familiares entre os sócios das empresas convidadas pela administração Guto Volpi para participar do processo:

Os fiscais destacaram ainda que o propósito das licitações é assegurar a igualdade entre os participantes, selecionar a proposta mais vantajosa para a administração pública e promover o desenvolvimento sustentável. No entanto, as relações familiares entre os participantes no caso presente comprometeram esses objetivos, minando a transparência e a competição.

Essa constatação levanta suspeitas de conluio entre as empresas envolvidas na Carta Convite nº 002/2021, o que representa uma séria questão na gestão pública relativa a aquisições de bens e serviços, assim como à modernização das compras públicas na era do Governo Digital. Adicionalmente, aponta para a possibilidade de o gestor do órgão ser alvo de ações enquadradas na lei de improbidade administrativa.

Dentro desse contexto, é válido relembrar que a improbidade administrativa acarreta uma série de penalidades para os agentes públicos, incluindo a perda de bens ou valores acrescidos indevidamente ao patrimônio, a restituição integral de bens ou dinheiro, o pagamento de multa, a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, e a proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios e incentivos fiscais, mesmo através de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.

Outras Irregularidades Identificadas pela Fiscalização do TCE no Exercício de 2021

A análise minuciosa da gestão de 2021 também revelou uma série de irregularidades que afetam a transparência, legalidade e eficiência na administração dos recursos públicos. Esses problemas abrangem diferentes áreas, incluindo planejamento de políticas públicas, controle interno, repasses financeiros, resultados financeiros e econômicos, quadro de pessoal, gratificações, formalização de licitações e aderência às determinações constitucionais e legais relativas à transparência.

No que diz respeito ao planejamento de políticas públicas, ficou evidente que as audiências públicas realizadas para debater projetos de lei relacionados ao orçamento foram agendadas em horários comerciais de dias úteis, dificultando assim a participação da população. A ausência de divulgação das atas dessas audiências também vai contra o princípio constitucional da transparência.

Outra irregularidade observada diz respeito à falta de um setor técnico ou comissão de vereadores responsáveis pela supervisão da execução orçamentária e outras políticas públicas municipais. Esse vácuo de controle externo contraria as disposições da Constituição Federal.

No âmbito do controle interno, destaca-se a nomeação de um servidor detentor de cargo de direção como encarregado pelo Controle Interno, uma situação que pode sinalizar um potencial conflito de interesses e prejudicar a autonomia dessa função.

Em relação aos repasses financeiros, constatou-se a má contabilização dos rendimentos de aplicações financeiras e sua transferência à Prefeitura Municipal, assim como o cancelamento inadequado dos saldos dos restos a pagar não processados. Essas práticas estão em desacordo com o princípio contábil da evidenciação e comprometem a transparência e o controle dos recursos públicos.

Além disso, o resultado financeiro negativo apresentado no exercício de 2021 revela graves inconsistências contábeis, demonstrando o descumprimento do princípio da evidenciação contábil e dificultando a supervisão adequada dos recursos públicos.

No que tange ao quadro de pessoal, foram identificadas irregularidades na exigência de escolaridade para cargos específicos, sem considerar as respectivas competências e responsabilidades. Ademais, a proporção de cargos em comissão ocupados ultrapassa o limite estabelecido, violando as regras do concurso público e prejudicando a imparcialidade e a eficiência administrativa.

Uma prática condenada tanto pelo Tribunal de Contas quanto pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi igualmente detectada: servidores recebendo gratificação por escolaridade que já era requerida para o exercício de seus cargos.

Em suma, a decisão do TCE de rejeitar as contas de 2021 de Guto Volpi, durante seu mandato como presidente da Câmara Municipal de Ribeirão Pires, baseou-se em evidências de irregularidades, incluindo um processo licitatório que indicava possíveis conexões familiares e um conluio entre empresas participantes. A análise minuciosa das ações administrativas revelou também uma série de outras falhas que comprometeram a transparência, legalidade e eficiência na gestão dos recursos públicos ao longo do referido ano.”

Em conclusão, a decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) de rejeitar as contas do ano de 2021 da Câmara Municipal de Ribeirão Pires, durante a gestão presidencial de Guto Volpi, reflete uma série de irregularidades identificadas pela análise minuciosa realizada. A principal questão envolveu um processo licitatório marcado por suspeitas de conluio entre empresas pertencentes ao mesmo grupo familiar, comprometendo os princípios de isonomia e transparência no processo.

A investigação conduzida pelo TCE expôs conexões familiares entre os participantes, o que contraria os objetivos das licitações públicas de garantir a competitividade e a busca pela melhor proposta. Além disso, outras áreas da gestão pública também foram apontadas como problemáticas, incluindo falhas no controle interno, irregularidades nos repasses financeiros, ausência de controle externo efetivo e desvios em práticas de pessoal e gratificações.

Essas constatações sugerem um cenário de má administração dos recursos públicos, prejudicando a eficiência e a integridade da gestão. A rejeição das contas é um alerta quanto à necessidade de atuar em conformidade com os princípios legais e éticos que regem a administração pública. Diante disso, espera-se que medidas sejam tomadas para corrigir as irregularidades identificadas e garantir uma gestão transparente, justa e eficaz para o benefício da comunidade de Ribeirão Pires.

Da decisão cabe recurso e caso se confirme a decisão Guto Volpi pode ficar inelegível e impedido de disputar sua reeleição em 2024.

Servidores da UPA refutam declarações de Gabriel Roncon e defendem excelência no atendimento

Servidores indignados afirmaram que não compactuarão com mentiras e inverdades

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – Na noite de quarta-feira (09), os médicos e profissionais de enfermagem da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Luzia, sob a liderança do diretor clínico da unidade, gravaram um vídeo em resposta às declarações feitas por Gabriel Roncon. O ex-prefeito e candidato derrotado nas eleições suplementares havia alegado falta de médicos na UPA em um vídeo anterior.

Assista ambos os vídeos ao final.

Em seu vídeo divulgado, carregado de apelo emocional e gene sensacionalista, Gabriel Roncon, afirmava ter recebido diversas mensagens de pessoas que relatavam longas esperas na UPA devido à suposta falta de médicos. Segundo ele, havia apenas um médico atendendo e outro teria chegado de última hora.

“Gente mais um dia de desespero na saúde aqui de Ribeirão Pires. Eu recebi um monte de mensagens sobre a situação aqui da UPA. Pessoas relatando horas de espera porque só tem um médico atendendo. Chegou um segundo médico agora de última hora mas a situação ainda não foi resolvida”, disse Gabriel Roncon em tom atônito.

Contudo, essa versão foi prontamente contestada pelo diretor clínico da UPA, Dr. Manoel Justino, acompanhado por quatro médicos e seis enfermeiros. Eles desmentiram as alegações de Roncon e fizeram duras críticas às suas declarações, acusando-o de agir de maneira imoral e antiética.

No vídeo resposta, intitulado “Não ataque os profissionais da saúde”, Dr. Manoel Agripino enfatizou:

“Nós temos hoje aqui o Dr. Antônio, Dra. Patrícia, Dr. Michele e Dr. Nilsone, que estão aqui na UPA. Então não compactuamos com esse tipo de inverdade. (…) Nós somos surpreendidos hoje por uma declaração do ex-prefeito Gabriel Roncon, que esteve aqui na UPA hoje alegando sobrecarga de atendimento e falta de médicos no local.”

Dr. Manoel, que acumula 40 anos de experiência no atendimento médico na cidade, destacou ainda:

“Eu digo a todos vocês que eu tenho respeito, a minha vida é pautada pelo respeito a todos, de uma maneira infinita, mas nós não podemos compactuar com a mentira, com a inverdade. A dinâmica aqui da UPA, do atendimento, toda a população sabe disso.”

O diretor clínico ressaltou o compromisso da UPA com a excelência no atendimento médico, afirmando que a unidade é referência na região.

“Só para o Dr. Gabriel se situar, a UPA de Ribeirão Pires é excelência no atendimento em todo ABC. Nós somos procurados por cidadãos de Mauá, de Ribeirão, de Rio Grande das Serra, de Suzano, justamente por este atendimento de qualidade.”

De forma mais incisiva, Dr. Manoel apontou motivações políticas por trás das declarações de Roncon:

“Nós não aceitamos de maneira nenhuma que alguém, por motivos políticos ou qualquer outro motivo, venha trazer injúrias ao atendimento da UPA de Ribeirão Pires, trazer injúrias aos colegas que atendem aqui.”

Em um tom mais calmo e direto, Dr. Manoel relatou que Roncon havia visitado recentemente a UPA e foi atendido com respeito:

“Então, se o Dr. Gabriel, que é testemunha até que ele esteve aqui recentemente, ele e uma outra acompanhante, e foi atendido nessa UPA de maneira respeitosa.”

Ao final, uma das servidoras apelou por respeito aos profissionais de saúde:

“Nós dizemos não ataquem os profissionais da saúde.”

A resposta em vídeo dos médicos e enfermeiros destaca a preocupação da equipe em preservar a integridade da instituição, a qualidade do atendimento e a reputação dos profissionais envolvidos, reforçando o compromisso com a verdade e a ética em meio a um cenário político sensível.

Sucesso e Tradição: 13ª Festa Julina da Matinha encanta moradores e visitantes do Jd. Caçula

Apoio Cultural e Comunitário: Vereador Lau Almeida e Esposa Impulsionam Arraial da Mata”

Aconteceu neste sábado (08), a 13ª Edição da Festa Julina da Matinha, o Arraial da Mata. O evento tradicionalmente organizado no Jardim Caçula contou com atrações musicais, com shows das bandas Forró Cheiro de Maçã e Lúcio Moura, além de comidas típicas.

Os moradores do bairro contribuíram com doações de dinheiro para fazer quentão e levaram doces e salgados que foram distribuídos gratuitamente ao participantes.

O evento conta com o apoio cultural do vereador Lau Almeida e sua esposa Lu Almeida, além de estabelecimentos comerciais do bairro e empresas da região.

“Foi lindo, foi maravilhoso a festa da 13’edicão da arraiá da mata. Agradeço de coração a todos os patrocinadores,colaboradores e em especial aos moradores que ajudaram a realizar essa linda festa. São Pedro mandou a chuva que atrapalhou um pouco, mas nos deixou de alma lavada. Um beijo no coração de cada um de vocês do Lau Almeida e a dona lu Almeida deixa Se Deus permitir o ano que vem tem mais,” disse Lau.

Sineduc realiza Semana da Saúde Mental e Bem-estar para 480 servidores da educação.

Um dos pontos de destaque no encontro foi a discussão sobre a Síndrome de Burnout na Educação, um distúrbio emocional que causa exaustão extrema, estresse e esgotamento físico

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – O Sineduc, Sindicato dos Educadores de Ribeirão Pires, promoveu nos dias 3 e 4 de julho a Semana da Saúde Mental e Bem-estar, direcionada aos profissionais que atuam na Secretaria Municipal de Educação. O evento, realizado no Anfiteatro Arquimedes Ribeiro, teve como objetivo abordar questões relacionadas à saúde psicológica de professores, coordenadores, diretores e agentes escolares.

Ao longo de cada dia, os participantes tiveram a oportunidade de dedicar quatro horas ao aprofundamento dessas temáticas, totalizando 10 horas de certificado para cada participante. Essa certificação poderá ser utilizada posteriormente, de acordo com a conveniência individual, para enriquecer a pontuação profissional. Aqueles que participaram dos dois dias do evento acumularam 20 horas de certificado, o que certamente contribuirá para valorizar seus currículos.

Um dos pontos de destaque no encontro foi a discussão sobre a Síndrome de Burnout na Educação, um distúrbio emocional que causa exaustão extrema, estresse e esgotamento físico. Durante as atividades, enfatizou-se a importância da prática de atividades físicas e da qualidade do sono como estratégias para lidar com esse problema.

A palestra principal abordou o tema “Saúde Mental”, tendo como palestrante a renomada psicóloga Ananaíra Alves Goulart. Graduada pela Universidade Metodista de São Paulo, especializada em Neuropsicologia e com doutorado em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP), a palestrante compartilhou seus conhecimentos nesse campo tão relevante.

Ao todo, 480 educadores da rede municipal de ensino participaram da ação, demonstrando a importância atribuída ao cuidado com a saúde mental no ambiente de trabalho.

No dia 4 de julho, o foco da palestra foi a Síndrome de Burnout, um fenômeno cada vez mais presente no ambiente profissional. Ananaíra Alves Goulart, psicóloga renomada e especialista em Neuropsicologia, abordou os principais aspectos dessa síndrome, bem como estratégias eficazes para a sua prevenção e proteção.

Durante as manhãs e tardes dos dias 3 e 4 de julho, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre os sinais e sintomas da Síndrome de Burnout. Além disso, aprenderam estratégias práticas para prevenir e lidar com o esgotamento profissional, garantindo um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

A iniciativa reforça a importância de cuidar de si mesmo e dos que estão ao seu redor, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. Com a ação inédita, Sineduc, demonstrou todo o seu compromisso com a saúde mental e o bem-estar dos profissionais da educação de Ribeirão Pires.

Ribeirão Pires anuncia shows do 14º Festival do Chocolate

Roupa Nova fará show de abertura do festejo gastronômico; Henrique e Diego, Falamansa e Biquini Cavadão também são destaques da programação

A tão aguardada agenda de shows do 14º Festival do Chocolate de Ribeirão Pires foi anunciada pela Prefeitura durante o Concurso Princesa do Chocolate, realizado nesse domingo (2). De volta ao calendário oficial da cidade após três anos, o evento, um dos maiores do Estado, terá atrações para todos os gostos e idades, inclusive para o público infantil.

Para abrir o calendário do palco principal do Festival do Chocolate, a banda de rock Roupa Nova será atração da primeira sexta-feira, dia 28. No sábado, o grupo de pagode Atitude 67 será destaque e, no domingo, dia 30, show de Luna e Isabella Taviani são atrações.

O segundo fim de semana será marcado por nostalgia e homenagens. Demônios da Garoa abrirá a agenda com show no dia 4 de agosto. No dia 5, a cantora Ana Cañas trará sucessos de Belchior e Paula Lima, compositora brasileira de MPB, soul e funk, fará homenagem à Rainha do Rock Brasileiro, Rita Lee, que faleceu este ano em decorrência de um câncer de pulmão. A atração infantil Bob Zoom e a banda de forró Falamansa fecham o segundo fim de semana com apresentações no dia 6.

No dia 11, a dupla Henrique e Diego abrirá introduz ao cardápio cultural do Festival do Chocolate o ritmo sertanejo. No dia 12, Gian e Giovani cantam seus sucessos. O último dia de festa será marcado pela atração infantil Mundo de Kaboo e o show de encerramento ficará por conta de uma das maiores bandas de rock do Brasil, Biquini (antigo Biquini Cavadão).

O 14º Festival do Chocolate está marcado para acontecer em três finais de semana, às sextas, sábados e domingos, entre 28 de julho e 13 de agosto, no Complexo Ayrton Senna (Avenida Prefeito Valdírio Prisco, 193 – Centro).

Além dos shows, a gastronomia também será protagonista da festa, com opções de doces e salgados, além de artesanato. Os ingressos para o 14º Festival do Chocolate serão trocados por um quilo de alimentos não perecíveis, exceto sal e açúcar, ou ração para cães e gatos.

Confira a agenda de shows:

  • 28/07 – Roupa Nova
  • 29/07 – Atitude 67
  • 30/07 – Show da Luna
  • 30/07 – Isabella Taviani
  • 04/08 – Demônios da Garoa
  • 05/08 – Ana Cañas (canta Belchior) e Paula Lima (canta Rita Lee)
  • 06/08 – Bob Zoom
  • 06/08 – Falamansa
  • 11/08 – Henrique e Diego
  • 12/08 – Gian e Giovani
  • 13/08 – Mundo de Kaboo
  • 13/08 – Biquini (Cavadão)