Saiba como consultar seu CPF e evitar cancelamentos por irregularidades

Receita Federal exige regularidade cadastral para uso do Pix, visando combater fraudes e garantir a segurança das transações. Descubra por que sua chave pode ser cancelada e aprenda a consultar sua situação em poucos passos!

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Pix, a ferramenta que revolucionou os pagamentos no Brasil, está sob novas regras para garantir ainda mais segurança e combater fraudes. O Banco Central (BC) determinou que CPFs e CNPJs com pendências ou irregularidades cadastrais podem ter suas chaves Pix canceladas. Mas, afinal, quais são os motivos que podem levar ao cancelamento da sua chave e como evitar essa dor de cabeça?

Por que chaves Pix podem ser canceladas?

A medida do Banco Central visa fortalecer a segurança do sistema Pix, que, apesar da sua praticidade, também se tornou alvo de fraudes e golpes. Ao exigir a regularidade do CPF e CNPJ, o BC busca dificultar a ação de criminosos que utilizam dados falsos ou irregulares para realizar transações fraudulentas.

Os principais motivos para o cancelamento da chave Pix são:
  • CPF com status “Suspenso”: Indica inconsistências nos dados cadastrais, como informações desatualizadas ou incorretas. Isso pode acontecer, por exemplo, se você mudou de endereço e não atualizou seus dados na Receita Federal.
  • CPF com status “Pendente de Regularização”: Significa que você deixou de entregar alguma Declaração de Imposto de Renda nos últimos cinco anos. Mesmo que você não tenha imposto a pagar, a falta de entrega da declaração pode levar à suspensão do seu CPF.
  • CPF com status “Cancelado”, “Nulo” ou “Titular Falecido”: Nesses casos, a situação é irreversível. O status “Cancelado” ocorre quando há duplicidade de registros, “Nulo” está associado a fraudes, e “Titular Falecido” indica o óbito do titular do CPF.
  • CNPJ com status “Suspenso”: Indica inconsistências nos dados cadastrais ou pendências fiscais, como falta de pagamento de impostos ou entrega de declarações.
  • CNPJ com status “Inapto”: Ocorre quando a empresa não entrega declarações contábeis por dois anos consecutivos.
  • CNPJ com status “Baixado” ou “Nulo”: O status “Baixado” indica que a empresa solicitou a desativação do cadastro, enquanto “Nulo” está associado a duplicidade de inscrição municipal ou estadual. Nesses casos, não é possível regularizar o CNPJ.
Como consultar a situação do seu CPF e CNPJ para evitar o cancelamento da chave Pix

A melhor forma de evitar surpresas desagradáveis é consultar regularmente a situação do seu CPF e CNPJ na Receita Federal. O processo é simples, rápido e gratuito:

Consulta de CPF:
  1. Acesse o site da Receita Federal: Vá para a página oficial de consulta de CPF: https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-cadastro-de-pessoas-fisicas
  2. Preencha os dados: Informe o número do seu CPF e sua data de nascimento nos campos solicitados.Realize a verificação de segurança: Complete o “captcha” para provar que você não é um robô.
  3. Clique em “Consultar”: O sistema exibirá a situação cadastral do seu CPF, informando se está “Regular”, “Suspenso”, “Pendente de Regularização” ou em outra situação.
Consulta de CNPJ:
  1. Acesse o site da Receita Federal: Vá para a página oficial de emissão de comprovante de inscrição e de situação cadastral: https://www.gov.br/pt-br/servicos/emitir-comprovante-de-inscricao-e-de-situacao-cadastral-cnpj
  2. Informe o CNPJ: Digite o número do CNPJ que você deseja consultar.
  3. Clique em “Consultar”: O sistema exibirá o comprovante de inscrição e de situação cadastral do CNPJ, informando se está “Ativa”, “Suspensa”, “Inapta”, “Baixada” ou em outra situação.
O Que Fazer Se a Situação Estiver Irregular?

Ao constatar alguma irregularidade, siga as orientações da Receita Federal para regularizar a situação o mais rápido possível. Em geral, você precisará atualizar seus dados cadastrais, entregar declarações pendentes ou quitar débitos fiscais. Não deixe para a última hora! Regularizar sua situação o quanto antes garante que sua chave Pix continue funcionando normalmente e evita transtornos futuros.

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“Qual o nome dele mesmo?” Jerônimo e o “apagão” que iluminou a folia em Barreiras!

Em um momento “Arquivo Confidencial”, governador diverte ao ter um “branco” com o nome do prefeito, mas a situação vira samba e articulação garantiu um Carnaval histórico para os blocos da cidade!

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Quem nunca sentiu a memória dar uma “bugada” em um momento crucial, que atire a primeira serpentina (já usada)! O governador Jerônimo Rodrigues (PT), em um instante de pura descontração durante seu podcast “Fala, Jero”, provou que até as maiores autoridades têm seus momentos “branco total” ao dar um “apagão” estratégico no nome do prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira (União Brasil). A cena, que rendeu boas gargalhadas nas redes sociais, mostrou um lado mais acessível e bem-humorado do governador, que encarou a situação com leveza. Afinal, quem nunca precisou de uma “cola” mental, que se manifeste!

Mas, por trás da diversão, a história é de pura ação política e paixão pela cultura. Mesmo com a “pane” momentânea, Jerônimo e sua equipe demonstraram um olhar atento para as necessidades de Barreiras, unindo forças com a oposição local para garantir um Carnaval que entrou para a história para os blocos culturais da cidade.

Em uma jogada de equipe, os vereadores Yure Ramon (PRD), Carmélia da Mata (PP), Delmah Pedra (PSD), Dra. Graça Melo (Solidariedade), João Felipe (PCdoB), Beza (PSB), Rodrigo do Mucambo (MDB), Irmã Silma (Progressistas), Tatico (Podemos) e Allan do Allanbick (MDB), junto com Danilo Henrique, somaram forças com o Governo do Estado para resgatar a animação dos blocos “Raparigas”, “Nigrinhas”, “Rôla”, “Príncipe e Princesa”, “Filhos de Nina”, “Zé de Hermes” e tantos outros que abrilhantaram Barreiras.

Graças à visão do Secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, do próprio governador Jerônimo Rodrigues, do deputado Antônio Henrique Jr. e do ex-deputado Tito, os grupos receberam o incentivo necessário para incendiar a avenida. A parceria entre governo e oposição comprovou que, quando o foco é o bem-estar da população e a exaltação da cultura, as cores partidárias se misturam em um desfile de alegria.

“Com esse grupo de oposição, ajudamos os blocos a realizarem um grande carnaval em Barreiras”, celebrou Danilo Henrique, evidenciando que a colaboração foi essencial para o sucesso da festa.

E para que a folia transcorresse sem percalços, o Governo do Estado preparou um esquema especial para o “Barreiras Folia 2025”. Dispositivos de reconhecimento facial, centro integrado de operações e um contingente policial reforçado asseguraram a paz e a segurança dos foliões. Afinal, a euforia do Carnaval só é completa quando acompanhada da tranquilidade e do contentamento de todos.

Com o “apagão” divertido do governador e a convergência de esforços entre governo e oposição, o Carnaval de Barreiras foi um sucesso!

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Fake News contra o Pix: Governo Lula amplia alerta e desmascara narrativas oposicionistas

Banco Central endurece regras para chaves Pix irregulares e enfrenta onda de desinformação orquestrada por bolsonaristas, reacendendo teorias conspiratórias e expondo motivações obscuras por trás dos ataques

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O governo Lula elevou o tom do alerta contra a crescente onda de desinformação que tomou as redes sociais após o anúncio do Banco Central (BC) sobre a exclusão de chaves Pix vinculadas a CPFs e CNPJs com situação irregular na Receita Federal. A medida, que visa combater fraudes e inconsistências cadastrais, desencadeou uma enxurrada de notícias falsas propagadas por setores da oposição, em especial, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O chefe adjunto do Departamento de Competição e Estrutura de Mercado Financeiro do BC, em declaração enfática, ressaltou o objetivo central da medida: “A gente não quer morto fazendo Pix”. A fala expõe a gravidade da situação, com criminosos utilizando dados de pessoas falecidas para realizar transações ilícitas, incluindo acertos de contas ligados ao tráfico de drogas, grupos de extermínio e tráfico de pessoas. A nova regra impede o uso do Pix em casos de CPF cancelado, suspenso, nulo ou de titular falecido. CPFs pendentes de regularização, por outro lado, continuam aptos a utilizar o sistema.

A polêmica gerada pelas novas regras motivou uma análise do Valor Econômico, assinada por Alvaro Campos, que questiona o motivo de tanta resistência a aprimoramentos na segurança do Pix. A resposta, segundo fontes do governo, reside nos interesses de indivíduos e grupos que se beneficiaram de esquemas ilícitos, como desvio de dinheiro público através de “rachadinhas” e funcionários fantasmas. Essas pessoas, identificadas por sistemas de monitoramento como o COAF, nutrem um ódio visceral por qualquer tipo de fiscalização e se organizam nas redes sociais para defender seus interesses obscuros.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), apontado como um dos principais disseminadores de desinformação, utilizou suas redes sociais para acusar o Banco Central de “tomar medidas de controle social”. A narrativa oposicionista busca desacreditar a iniciativa do BC, distorcendo seu propósito e gerando pânico entre os usuários do sistema.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reafirmou o compromisso da instituição em aprimorar a segurança do Pix, dificultando a ação de fraudadores e protegendo os cidadãos. O BC reitera que a medida não tem cunho fiscal, buscando apenas corrigir erros e inconsistências cadastrais que facilitam a aplicação de golpes.

Ainda sem data definida para entrar em vigor, as novas regras prometem gerar um impacto significativo no combate à criminalidade e na proteção dos usuários do Pix. O governo Lula, por sua vez, intensifica o monitoramento das redes sociais e se prepara para desmascarar as fake news e defender a integridade do sistema de pagamentos instantâneos.

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Guerra comercial: Agro dos EUA teme perder espaço para o Brasil e alerta Trump

Produtores de soja americanos criticam políticas protecionistas e preveem que o Brasil se beneficiará da disputa com a China, ocupando o espaço deixado pelos EUA no mercado chinês. Alckmin busca diálogo com Washington para evitar tarifas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em meio a crescentes tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, o setor agrícola americano demonstra preocupação com as possíveis consequências das políticas protecionistas implementadas pelo governo de Donald Trump. Produtores de soja alertam que o Brasil pode se tornar o grande vencedor dessa disputa, consolidando sua posição como principal fornecedor para o mercado chinês.

O alerta surge em um momento em que o governo brasileiro busca uma solução diplomática para evitar a imposição de tarifas por parte dos EUA, mencionadas recentemente por Trump durante um discurso no Congresso. O vice-presidente Geraldo Alckmin se reunirá virtualmente com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, nesta quinta-feira (6), para discutir o assunto.

A pressão sobre Washington se intensifica à medida que o setor agrícola americano, um dos poucos com superávit comercial na relação com a China, teme perder ainda mais espaço para os produtores brasileiros. As recentes tarifas adicionais de 10% impostas pelos EUA sobre as importações chinesas geraram medidas retaliatórias por parte de Pequim, incluindo uma tarifa de 10% sobre a soja americana e outras restrições.

Caleb Ragland, presidente da Associação de Produtores de Soja do Kentucky, expressou a frustração dos agricultores americanos:

“As tarifas não apenas atingem nossas empresas familiares em cheio, mas também abalam um princípio fundamental das relações comerciais: a confiabilidade.”

Ele destacou que a soja, principal cultura de exportação agrícola dos EUA, é desproporcionalmente afetada por interrupções no fluxo comercial, especialmente com a China, o maior mercado consumidor.

Ragland também alertou que o Brasil está pronto para ocupar o espaço deixado pelos produtores americanos, com colheitas abundantes e capacidade de suprir a demanda chinesa. Em 2024, a China já importou quase 69 milhões de toneladas de soja do Brasil, pagando cerca de US$ 30 bilhões. Acordos firmados entre os dois países durante a visita de Xi Jinping ao Brasil no ano passado ampliaram ainda mais a abertura do mercado chinês para produtos brasileiros, com potencial comercial de até US$ 500 milhões por ano.

Caso a guerra comercial se intensifique, o Brasil poderá aumentar suas exportações de milho e soja em até 8,9 milhões de toneladas por ano, consolidando sua posição como principal fornecedor desses produtos para a China. A situação representa um desafio para o governo Trump, que enfrenta a resistência do setor agrícola e a ameaça de perder um importante mercado para o Brasil.

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Plano Safra 2024/2025 injeta R$ 43,3 bilhões na agricultura familiar e amplia acesso a crédito rural

Volume contratado supera safra anterior em 6,4%, com destaque para assentados da reforma agrária, indígenas, quilombolas, jovens e mulheres, além do avanço na mecanização do setor

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Nos primeiros sete meses do Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, a agricultura familiar brasileira movimentou R$ 43,3 bilhões em financiamentos, um crescimento de 6,4% em relação ao mesmo período da safra anterior. O balanço, divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), aponta que já foram realizadas 1.078.789 operações de crédito, beneficiando agricultores familiares, agroindústrias e cooperativas em todo o país. As informações são do Ministério do Desenvolvomento Agrário (MDA).

Com um total de R$ 76 bilhões disponibilizados nesta edição do Plano Safra, os recursos têm impulsionado a produção sustentável de alimentos e ampliado o acesso ao crédito para públicos historicamente marginalizados. O Pronaf A, voltado a assentados da reforma agrária, indígenas e quilombolas, registrou crescimento de 105% no valor financiado, saltando de R$ 116 milhões para R$ 239 milhões. O número de operações também aumentou 49% nesse segmento.

Linhas de financiamento voltadas à sustentabilidade também apresentaram forte crescimento, com destaque para o Pronaf Bioeconomia (+51%), Pronaf Semiárido (+49%) e Pronaf Floresta (+64%). Além disso, o acesso ao crédito para jovens e mulheres cresceu 76% e 25%, respectivamente. Entre as regiões que mais acessaram o crédito rural do Pronaf, o Nordeste lidera com 52% das operações, seguido pelo Sul, com 29%.

A mecanização da agricultura familiar também avançou no período, com R$ 9 bilhões aplicados na compra de máquinas, equipamentos e implementos, um aumento de 18,6% em relação à safra anterior. Entre os itens mais adquiridos estão tratores (+30%), equipamentos de irrigação (+26%) e máquinas para armazenagem e beneficiamento (+65%).

No financiamento de produtos da alimentação básica, o feijão se destacou com um aumento de 22% no valor contratado. Outros alimentos essenciais na mesa do brasileiro, como cebola (+64%), beterraba (+90%), cenoura (+53%) e repolho (+40%), também registraram crescimento expressivo. A redução da taxa de juros para custeio desses produtos tem estimulado a produção, refletindo diretamente na oferta e nos preços ao consumidor.

Com números em alta e maior inclusão no acesso ao crédito, o Plano Safra 2024/2025 consolida seu papel na estruturação da agricultura familiar brasileira, garantindo investimentos em produção sustentável, modernização e segurança alimentar.

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Real lidera valorização global e registra maior alta frente ao dólar em 29 meses

Moeda brasileira supera 32 divisas internacionais após decisão de Trump adiar tarifas sobre importados, enquanto mercado reage à retomada pós-feriado e à redução de incertezas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O real registrou na quarta-feira (5) a maior valorização global frente ao dólar, encerrando o dia com alta de 2,72% e cotado a R$ 5,755. A queda da moeda norte-americana representou o maior recuo percentual em 29 meses, desde outubro de 2022, quando o dólar caiu 4,03% em meio ao período eleitoral.

O movimento ocorre após dias de forte oscilação no mercado financeiro. Antes do feriado de Carnaval, na sexta-feira (28), o dólar havia atingido R$ 5,918, no maior patamar desde janeiro, acumulando alta semanal de 3,25% e avanço de 1,39% no mês. O cenário começou a mudar com a decisão do governo de Donald Trump de adiar em um mês as tarifas sobre carros importados do México e do Canadá, reduzindo pressões sobre moedas emergentes, incluindo o real.

A reversão da tendência de alta do dólar também reflete a retomada do apetite por risco no mercado. Operadores voltaram a investir em ativos brasileiros, impulsionados pelo alívio nas tensões comerciais e pela reabertura da Bolsa após o feriado. Especialistas destacam que, apesar da valorização expressiva, a volatilidade cambial permanece como um fator de atenção, uma vez que o câmbio segue influenciado por fatores externos, como a política monetária dos Estados Unidos.

A desvalorização do dólar tem efeitos diretos sobre a economia brasileira, reduzindo os custos de importação e aliviando pressões inflacionárias em setores dependentes de insumos estrangeiros. No entanto, economistas alertam que o movimento pode ser temporário, dependendo dos próximos desdobramentos da política econômica global e das sinalizações do Federal Reserve sobre os juros nos EUA.

Com o real assumindo a liderança entre 32 moedas globais, o cenário abre espaço para novos ajustes no câmbio, enquanto investidores monitoram os desdobramentos no cenário externo e suas repercussões no Brasil.

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Guerra comercial de Trump causa inflação imediata nos EUA

Tarifas sobre importações de parceiros comerciais geram alta de preços em alimentos, combustíveis e automóveis, impactando o bolso do consumidor americano e gerando incertezas na economia

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A população dos Estados Unidos já sente os efeitos das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos importados do Canadá, México e China. Anunciadas na terça-feira (4) sob o lema “Make America Great Again”, as medidas visam, segundo o presidente, fortalecer o mercado interno e impulsionar a produção nacional. No entanto, o aumento nos preços de produtos essenciais tem pesado no bolso dos consumidores.

Economistas apontam que, após um breve período de otimismo pós-eleitoral, os consumidores demonstram pessimismo crescente em relação à economia do país. Um levantamento do Instituto Peterson de Economia Internacional estima que o “tarifaço” pode representar um custo adicional de mais de US$ 1,2 mil (cerca de R$ 7 mil) por ano para a família norte-americana média.

A empresa de análise de mercado InMarket revelou que os consumidores estão trocando marcas tradicionais por opções mais baratas e diversificando os locais de compra para encontrar melhores ofertas. Até mesmo os consumidores de renda mais alta têm recorrido a marcas econômicas para itens como água engarrafada, vegetais congelados, aves, ovos e queijos.

As novas taxas incluem um aumento de 25% sobre produtos do Canadá e do México, além de uma tarifa adicional de 10% sobre produtos chineses, atingindo diretamente aliados estratégicos dos EUA e provocando ameaças de retaliações comerciais.

Segundo Brian Cornell, CEO da rede varejista Target, os consumidores notarão rapidamente a alta de preços em frutas e hortaliças importadas do México, como morangos, bananas e abacates. Dados apontam que os preços dos alimentos subiram 28% desde 2020, com um salto de 0,5% apenas entre dezembro e janeiro, a maior alta mensal em mais de dois anos.

Na região da Nova Inglaterra (Maine, Vermont, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut e Rhode Island), o preço da gasolina deve subir entre 20 e 40 centavos por galão nos próximos dias, segundo Patrick De Haan, analista-chefe da GasBuddy, devido à dependência de refinarias canadenses para abastecimento de combustíveis e óleo de aquecimento.

O setor automobilístico também será severamente afetado. Os novos impostos impactam a importação de veículos prontos, motores, transmissões e componentes essenciais para a produção de carros nos EUA, que já estão próximos de níveis recordes. A General Motors, maior montadora dos EUA, será uma das mais prejudicadas, pois cerca de 40% de seus veículos na América do Norte são produzidos em fábricas no Canadá e no México.

O secretário de Comércio, Howard Lutnick, sugeriu que o governo estuda reverter algumas das tarifas aplicadas ao Canadá e ao México, sem fornecer detalhes sobre possíveis flexibilizações.

Diante das incertezas, empresas estão reduzindo contratações, os pedidos na indústria manufatureira caíram e a compra de imóveis desacelerou, indicando um cenário econômico cada vez mais instável.

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ÁUDIO: Discurso histórico de Rubens Paiva contra o golpe de 64 ressurge meio século depois

Deputado cassado e morto pela ditadura militar conclamou resistência pacífica em pronunciamento na Rádio Nacional. Família luta por justiça e é tema de filme premiado no Oscar

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na madrugada de 1º de abril de 1964, em meio ao golpe militar, o deputado federal Rubens Paiva (PTB-SP) proferiu um discurso histórico na Rádio Nacional, conclamando o povo à resistência pacífica contra a destituição do presidente João Goulart. O áudio, redescoberto em 2014 nos arquivos da EBC, revela um apelo à legalidade e à defesa das reformas de base propostas por Jango.

Ouça o áudio abaixo

Em seu pronunciamento, Paiva criticou duramente o governador de São Paulo, Ademar de Barros, um dos articuladores do golpe, e convocou trabalhadores e estudantes a se unirem em defesa da legalidade, acompanhando as transmissões da Rádio Nacional e outras emissoras engajadas.

“Está lançada inteiramente para todo o país o desafio: de um lado, a maioria do povo brasileiro desejando as reformas e desejando que a riqueza se distribua ao lado da legalidade do presidente João Goulart; do outro, estão os golpistas, que devem ser repelidos e, desta vez, definitivamente para que o nosso país veja realmente o momento da sua libertação raiar”, declarou o deputado.

A resistência de Paiva custou caro. Em 10 de abril, foi cassado pelo AI-1, o primeiro ato institucional da ditadura. Em 1971, foi sequestrado, torturado e morto nas dependências do DOI-Codi no Rio de Janeiro. Seus restos mortais nunca foram encontrados, e seus assassinos permanecem impunes.

A história de Rubens Paiva e sua família, em especial a luta de sua esposa, Eunice Paiva, por justiça e memória, ganhou destaque com o filme “Ainda Estou Aqui”, que conquistou o primeiro Oscar do cinema brasileiro no último domingo (2).

O caso de Rubens Paiva e de outros opositores do regime militar é tema central de um debate no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a abrangência da Lei da Anistia em crimes de sequestro e cárcere privado durante a ditadura. A decisão, com repercussão geral, pode reabrir processos contra os responsáveis pela morte do deputado.

São acusados de matar e ocultar o cadáver de Rubens Paiva o general reformado do Exército José Antônio Nogueira Belham e os militares Rubens Paim Sampaio, Raymundo Ronaldo Campos, Jurandyr Ochsendorf e Jacy Ochsendorf. Desses, apenas o primeiro e o último estão vivos. Eles foram denunciados pelo Ministério Público Federal. Caberá ao STF determinar o andamento do caso ou não.

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Folia sem pose: Danilo Henrique esbanja carisma e espontaneidade no Carnaval de Barreiras

Presença do político na festa popular demonstra forte conexão com a população, que o abordou com carinho para fotos e vídeos

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Longe dos palanques e perto do povo, Danilo Henrique aproveitou o Carnaval de Barreiras ao lado da esposa e amigos, esbanjando carisma e espontaneidade. A leveza e naturalidade com que interagiu com o público chamaram a atenção, rendendo demonstrações de carinho e inúmeros pedidos de fotos e vídeos.

A cena se repetiu durante toda a festa, com Danilo sendo constantemente abordado por foliões que queriam registrar o momento ao seu lado.

“Ele parou para ver o show de Tayrone e várias pessoas na pipoca pararam para falar e tirar foto com ele”, relatou Paulo Alexandre em suas redes sociais, evidenciando a receptividade do público.

A espontaneidade de Danilo Henrique e a forma calorosa como foi recebido pelos foliões demonstram a forte ligação construída ao longo dos anos com a população de Barreiras. A cena reforça que, independentemente do contexto político, o respeito e a admiração permanecem, transcendendo as disputas e celebrando a alegria do Carnaval.

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Capitã da PM morre vítima de H1N1 em Barreiras; corporação lamenta perda

Foto: reprodução

Milena Miranda, de 38 anos, estava lotada no Comando de Policiamento da Regional Oeste e teve complicações causadas pelo vírus influenza A

Caso de Política com Correio da Bahia – A capitã da Polícia Militar Milena Miranda, de 38 anos, morreu na última terça-feira (4) em Barreiras, no Extremo-Oeste baiano, após complicações causadas pelo vírus H1N1. A causa da morte foi confirmada por familiares.

Milena atuava há dois anos no Comando de Policiamento da Regional Oeste (CPR-O) e era casada com o capitão da PM Paulo Acyoli Ribeiro. A morte da oficial causou grande comoção entre colegas de farda e autoridades locais. Em nota, a Polícia Militar lamentou a perda e manifestou solidariedade à família e amigos.

A Prefeitura de Barreiras também se pronunciou sobre o falecimento da capitã, destacando sua dedicação ao serviço público e seu compromisso com a segurança da cidade. “[Agora] deixa um legado de força de vontade, perseverança e amor ao trabalho da segurança pública estadual”, afirmou a gestão municipal.

O velório ocorreu ainda na terça-feira (4) no Cemitério Campo Santo, no bairro da Federação, em Salvador. O sepultamento foi marcado para a quarta-feira (5), às 11h, no mesmo local.

A H1N1 é uma infecção causada pelo vírus influenza tipo A e pode ser transmitida por meio de gotículas respiratórias ou contato com superfícies contaminadas. A vacinação é a principal forma de prevenção, reduzindo os riscos de complicações. Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o primeiro caso do vírus da influenza A (H1N1) no estado foi registrado em 11 de junho de 2009, em Salvador.

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