Ao menos R$ 5,4 milhões na avenida: Carnaval de Barreiras vai custar mais que nova ponte e ignora apelo da saúde

Gastos milionários com o “Barreiras Folia” contrastam com a crise nos serviços públicos e o desamparo de servidores demitidos, acendendo o debate sobre prioridades na gestão municipal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Barreiras, localizada no oeste da Bahia, vive uma dicotomia que gera crescente desconforto entre os moradores da cidade. Enquanto o “Barreiras Folia 2025” promete movimentar as ruas com atrações de peso, como Olodum, Diego e Victor Hugo, e Tayrone, o valor de R$ 5.436.500,00 destinado à festa gera inquietação. O montante, que supera o orçamento para a construção de uma nova ponte sobre o Rio Grande, se soma à falta de soluções para problemas estruturais e sociais que afligem a população.

De acordo com o detalhamento do investimento, 11 atrações foram confirmadas para o evento, com destaque para o valor dispendido na contratação de artistas e na locação de trios elétricos e minitrios, que representam quase metade do orçamento total. Esses gastos chamam atenção diante de uma realidade em que a cidade enfrenta uma grave crise nos serviços públicos. Em postos de saúde, a falta de medicamentos é uma constante, e os atendimentos médicos se tornam cada vez mais escassos, enquanto a população se vê sem alternativas.

O contraste entre o glamour do carnaval e as dificuldades cotidianas é nítido. Servidores contratados, que haviam sido demitidos nos últimos meses, continuam lutando na justiça para garantir seus direitos trabalhistas. A alegada falta de recursos para pagar esses direitos soa como um contraste absurdo diante do investimento multimilionário na festa.

A distribuição dos gastos revela ainda a disparidade entre o que é investido em diversão e o que se destina ao atendimento básico da população. A locação de trios elétricos e minitrios, elementos fundamentais para a realização do evento, consome R$ 2.642.500,00. Esse montante, que garante a animação nas ruas, escancara a negligência com a cultura local e o descontentamento dos donos de blocos carnavalescos, que se sentem marginalizados e desvalorizados pela gestão municipal. Em um desabafo que ecoou nas redes sociais, líderes de blocos acusaram a prefeitura de “apadrinhamento” e falta de transparência na distribuição dos recursos, alegando que, enquanto milhões são investidos em atrações de renome, os grupos locais lutam para garantir o mínimo necessário para colocar seus blocos na avenida. A falta de comunicação e o descaso com as demandas dos blocos menores geram um clima de revolta e questionamentos sobre as prioridades da administração, que parece priorizar o brilho da festa em detrimento do apoio à cultura local e ao desenvolvimento dos artistas da cidade.

A lista de atrações confirmadas inclui:

  • Swing do Leva: Banda baiana conhecida pelo ritmo contagiante e letras que celebram a cultura local. (R$ 100.000,00)

  • Patchanka: Grupo que mistura ritmos africanos com elementos da música pop, prometendo agitar o público. (R$ 220.000,00)

  • Diego e Victor Hugo: Dupla sertaneja em ascensão, com sucessos românticos e hits dançantes. (R$ 350.000,00)

  • Olodum: Grupo percussivo símbolo da Bahia, conhecido por sua batida inconfundível e engajamento social. (R$ 250.000,00)

  • Di Propósito: Grupo de pagode que conquista o público com letras irreverentes e melodias envolventes. (R$ 250.000,00)

  • DJ Jiraya Uai: DJ e influenciador digital que mistura funk, eletrônico e outros ritmos em sets explosivos. (R$ 220.000,00)

  • Tayrone: Cantor de arrocha conhecido por suas letras românticas e sofridas, que embalam os corações apaixonados. (R$ 300.000,00)

  • Oz Bambaz: Banda de pagode baiano que agita o público com sucessos que celebram a alegria e a irreverência. (R$ 150.000,00)

  • Hungria Hip Hop: Rapper que mistura rimas afiadas com batidas envolventes, abordando temas como amor, superação e realidade social. (R$ 250.000,00)

  • Locação de Trios Elétricos e Minitrio: Essenciais para o carnaval, os trios elétricos e minitrios levam a música e a animação para as ruas da cidade. (R$ 2.642.500,00)

Esses valores, somados, não incluem outros gastos como segurança, infraestrutura e alimentação das equipes, elevando ainda mais o custo total da festa.

Enquanto a folia se aproxima, a população de Barreiras se sente cada vez mais desamparada. A falta de medicamentos nos postos de saúde impede o tratamento de doenças, enquanto servidores demitidos lutam para receber seus direitos trabalhistas. A combinação de crise na saúde, desemprego e priorização do carnaval gera um clima de incerteza e revolta na cidade.

A pergunta que fica é: qual será o legado do “Barreiras Folia 2025”? Apenas alegria que se finda na 4ª feira de cinzas ou um rastro de dívidas e problemas para a população?

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Ovo registra o preço mais alto em 22 meses no Brasil

Calor e aumento no custo do milho explicam os valores mais altos do alimento

Caso de Política com UOL – O preço dos ovos chegou ao nível mais alto em pelo menos 22 meses. O custo do ovo branco aumentou 69% entre janeiro e fevereiro para o revendedor. O preço da caixa com 30 dúzias saltou de R$ 134 para R$ 227. O ovo vermelho registrou alta de 61%, ao passar de R$ 156, em 17 de janeiro, para R$ 252 um mês depois. O relato foi publicado no Portal Uol e foi divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com as associações do setor, o forte calor diminui a produção de ovos. A consequência é a queda de 5% a 10% na produção de ovos, afirmou Tabatha Lacerda, diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil e coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal.

“As altas temperaturas registradas no início do ano afetaram a produtividade das aves, impactando diretamente a oferta e os custos de produção”, afirmou o Instituto Ovos Brasil (IOB).

As galinhas são animais de sangue quente, com temperatura corporal constante. Depois de ficarem expostas ao calor, essas aves fazem uso de energia extra para regular a temperatura do corpo e reduzir o estresse térmico.

O Cepea informou que a cifra mais alta cobrada pela caixa com 30 dúzias de ovos brancos foi R$ 203 em junho de 2023, 12% mais barato.. O ovo vermelho chegou a custar R$ 225, em média, em maio daquele ano, também 12% mais barato.

A partir de julho de 2023, o preço do ovo branco sempre ficou abaixo de R$ 200. A mínima foi registrada em setembro do ano passado: R$ 127. Naquele mês, as 30 dúzias de ovos vermelhos foram vendidas a R$ 143, valor mais baixo da série.

Milho

A alimentação das galinhas é à base de soja, que fornece proteína, e milho, carboidrato que dá energia às aves. O preço da saca de 60 quilos (kg) aumenta desde setembro do ano passado, quando ficou acima de R$ 60 e não parou de subir. Este mês custava R$ 79 —32% de aumento.

“A elevação dos custos tornou inevitável o repasse para o consumidor final, o que onera o produtor”, afirma o Instituto Ovos Brasil . A volta às aulas também eleva o preço do ovo.

O governo dos Estados Unidos aumentou a importação de ovos brasileiros. Foram 220 toneladas em janeiro, 22% mais ovos do que em janeiro do ano passado, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal.

Após um surto de gripe aviária, os americanos chegaram a pagar o equivalente a R$ 60 pela dúzia de ovos. Por enquanto, a alta nas exportações não interfere nos preços no Brasil.

“Toda a produção brasileira é destinada ao mercado interno, com exportações representando menos de 1% do total”, disse o instituto. Mas o cenário pode mudar se os EUA continuarem aumentando a importação de ovos e, por consequência, o Brasil reduzir a oferta doméstica no mercado doméstico..

O brasileiro consome mais ovos. Em 2023, o consumo foi de 242 unidades e subiu para 269 em 2024 e “com expectativa de alcançar 272 unidades por pessoa em 2025”, prevê o instituto.

“Caguei para prisão”, diz Bolsonaro após denúncia da PGR

Em primeiro discurso após ser denunciado pela PGR, ex-presidente ignora possível condenação e foca em estratégia digital do partido para as próximas eleições

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (20) que não se preocupa com uma eventual condenação no processo em que é acusado de tentar impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante evento do Partido Liberal (PL) em Brasília, Bolsonaro reagiu com desdém à possibilidade de ser preso.

“Caguei para prisão”, declarou.

A fala ocorre dois dias após a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar uma denúncia contra o ex-presidente e outros 33 aliados, sob a acusação de conspirar contra o Estado Democrático de Direito. Bolsonaro é acusado de cinco crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, participação em organização criminosa armada, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Especialistas estimam que as penas somadas podem variar entre 12 e 43 anos de prisão, caso o ex-presidente seja condenado. A defesa de Bolsonaro nega as acusações e afirma que a denúncia tem motivação política.

O evento do PL, intitulado “1º Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal”, reuniu políticos da sigla e representantes de grandes plataformas digitais, como Google, X (ex-Twitter) e Kwai. O foco do encontro foi traçar estratégias para as eleições municipais de 2026. Entre os temas abordados estavam a segmentação de conteúdo, métodos de impulsionamento digital e a organização de campanhas online.

A programação incluiu painéis sobre engajamento digital e discursos de diversas lideranças do PL. Entre os presentes estavam Valdemar Costa Neto, presidente do partido; o senador Rogério Marinho (PL-RN); e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada na Câmara. Bolsonaro e Valdemar, no entanto, não se encontraram, pois estão impedidos de manter contato por decisão judicial.

No local, banners destacavam a relação entre as big techs e o partido. “O Partido Liberal e as big techs unidos pela liberdade de expressão” e “As maiores big techs do mundo com o maior partido do Brasil” eram algumas das frases expostas.

Bolsonaro também usou o evento para reforçar a mobilização para os protestos do dia 16 de março e defender a aprovação do projeto de anistia a envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O ex-presidente segue inelegível até 2030, mas busca manter sua influência política dentro da sigla.

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Crise faz preço da dúzia de ovos nos EUA disparar e atingir R$ 74

Alta nos preços e escassez do produto geram impactos econômicos e mudanças no comportamento dos consumidores americanos

Caso de Política com DCM – Os Estados Unidos enfrentam uma grave crise no mercado de ovos, com alta expressiva nos preços e escassez do alimento em diversas regiões. Em Los Angeles, o valor de uma dúzia ultrapassa US$ 13 (cerca de R$ 74), enquanto em Nova York, já chega a US$ 9,99 (R$ 57). Desde o início do ano, consumidores relatam dificuldades para encontrar ovos nos supermercados, além de valores cada vez mais elevados. O aumento só entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024 foi de 15%, segundo dados do setor.

A alta nos preços é impulsionada pelo impacto do surto de gripe aviária causado pelo vírus H5N1, que desde 2022 afeta milhões de aves nos EUA. Mais de 130 milhões de animais já foram abatidos desde o início da crise sanitária, reduzindo drasticamente a oferta do produto no mercado. O vírus também já foi detectado em vacas, gatos domésticos e trabalhadores de granjas, aumentando preocupações sobre a cadeia produtiva.

Curiosamente, ovos orgânicos e de galinhas criadas livres, que tradicionalmente são mais caros, estão sendo vendidos por valores menores, como US$ 5,59 (cerca de R$ 32). Isso ocorre porque contratos de distribuição garantem preços reduzidos para essas fazendas, embora especialistas alertem que essa vantagem pode acabar com o fim dos acordos vigentes.

A situação também tem levado a episódios inusitados. No início de fevereiro, uma carga de 100 mil ovos avaliada em US$ 40 mil (cerca de R$ 228 mil) foi roubada na Pensilvânia, destacando o alto valor agregado do produto. Com a escassez, alguns consumidores estão buscando soluções alternativas, como criar galinhas em casa para garantir o abastecimento de ovos. Apesar da gravidade do cenário, não há previsão para uma normalização no setor.

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Moraes manda X pagar multa de R$ 8,1 milhões por descumprir ordem judicial

Plataforma de Elon Musk não entregou dados do blogueiro Allan dos Santos e teve recurso negado pelo STF

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a rede social X, de Elon Musk, efetue o pagamento imediato da multa de R$ 8,1 milhões por não cumprir uma ordem judicial que exigia a entrega dos dados da conta do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. A decisão, proferida nesta quinta-feira, foi encaminhada à empresa por meio de seus advogados, estabelecendo a necessidade da transferência integral do valor.

O impasse teve início em julho de 2023, quando Moraes ordenou o bloqueio da conta de Allan dos Santos na plataforma e a apresentação de seus dados cadastrais. Caso a determinação não fosse cumprida, a empresa deveria pagar multa diária de R$ 100 mil. Embora o X tenha confirmado o bloqueio da conta, a plataforma recorreu da exigência de fornecimento dos dados, argumentando que não coleta esse tipo de informação. O recurso foi rejeitado pela Primeira Turma do STF em novembro do mesmo ano.

Em agosto, Moraes reforçou a ordem para entrega dos dados, mas a plataforma manteve sua posição. Com o impasse, em outubro o ministro recalculou a penalidade, elevando o valor para R$ 8,1 milhões. Diante da cobrança, a X informou que realizaria o pagamento, ainda que discordasse da decisão, e solicitou confirmação da conta bancária para a transferência.

A rede social já esteve no centro de outra decisão de Moraes, quando, ainda em 2023, o ministro determinou a suspensão temporária de seu funcionamento no Brasil devido ao não cumprimento de ordens judiciais de bloqueio de perfis. O acesso foi restabelecido após a empresa ceder às determinações do STF.

Com a nova ordem de pagamento, o caso reacende o embate entre o Supremo Tribunal Federal e a plataforma de Elon Musk, que já enfrentou sanções em outros países por questões relacionadas à moderação de conteúdo e descumprimento de ordens judiciais.

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PP deve retornar à base de Jerônimo após acordo entre Jaques Wagner e Ciro Nogueira

Negociações avançam e PP deve oficializar apoio ao governo Jerônimo Rodrigues, garantindo o comando da Seplan e do Detran com total autonomia

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Partido Progressista (PP) está prestes a oficializar seu retorno à base do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). O entendimento foi consolidado após uma conversa entre o senador Jaques Wagner (PT) e o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI). No diálogo, Ciro garantiu que a direção do partido no estado tem autonomia para formalizar a aliança, sem interferências da cúpula nacional.

O acordo prevê a entrega da Secretaria de Planejamento (Seplan) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) ao PP, com gestão em “porteira fechada”. Cláudio Cajado (PP) será responsável pela indicação do novo titular da Seplan, enquanto Mário Negromonte Júnior, presidente estadual da legenda, indicará o comando do Detran. Entre os nomes cotados, destacam-se Andréia Xavier, ex-prefeita de Dias D’Ávila, e Edson Antonio de Souza Pinto, conhecido como Binho, assessor de Cajado. Para o Detran, o favorito é Gilvan Lima, ex-diretor da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento (Cerb) e primo de Negromonte Júnior.

As articulações ganharam corpo nos últimos meses e devem ser oficializadas após o Carnaval. O governador Jerônimo Rodrigues ainda se reunirá com Mário Júnior para selar a entrada oficial do partido em sua base. Paralelamente, a Executiva estadual do PP será consultada antes do anúncio definitivo.

A adesão do PP ao governo petista marca uma reaproximação estratégica, encerrando o distanciamento iniciado antes das eleições de 2022. A maioria dos prefeitos pepistas apoia a decisão, incluindo Zé Cocá, de Jequié, que já abriu canais de diálogo com Jerônimo. No entanto, ainda há resistências dentro da sigla, principalmente de Cacá Leão, deputado federal João Leão e Jabes Ribeiro, que defendem a permanência do partido no grupo de ACM Neto (União Brasil).

O cenário também é observado de perto pelos cinco vereadores do PP em Salvador, que mantêm alinhamento com a Prefeitura, mas demonstram insatisfação com Bruno Reis e Cacá Leão. Entre eles, Maurício Trindade e Sidninho têm sinalizado incômodo com a atual gestão.

Com a definição da nova composição política, o PP busca fortalecer sua presença nas eleições de 2026 e ampliar espaço nas disputas proporcionais. A formalização da adesão do partido ao governo Jerônimo Rodrigues deve ocorrer até março.

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Carmélia da Mata denuncia falta de pagamento a vigilantes e porteiros em Barreiras

Vereadora cobra prefeito sobre rescisões e critica tratamento dado aos trabalhadores

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora de Barreiras, Carmélia da Mata (PP), usou suas redes sociais no início da tarde desta quinta-feira (20) para denunciar a falta de pagamento das rescisões de vigilantes e porteiros que prestaram serviço para a Prefeitura. Em tom de surpresa e indignação, a parlamentar relatou que tomou conhecimento da situação através de um munícipe que a abordou na rua.

A questão não é apenas de inadimplência, mas do que a vereadora classificou como uma tentativa de justificar o não pagamento. Segundo Carmélia, os trabalhadores foram mantidos em atividade durante o mês de dezembro, mesmo após o fim do vínculo contratual, e a gestão municipal teria alegado que o período trabalhado foi uma forma de compensar as rescisões devidas. A parlamentar rejeitou essa justificativa, afirmando que a prática é injusta e, possivelmente, ilegal.

Eu fui comprar a ração dos meus cachorros e fui abordada por um ex-vigilante da Prefeitura, que me relatou que não recebeu sua rescisão. Quando questionei, ele afirmou que o prefeito divulgou nas redes sociais que os pagamentos foram feitos, mas a realidade é outra”, declarou a vereadora.

Para Carmélia, a situação evidencia um desrespeito com os servidores que dedicaram anos ao serviço público municipal e que, agora, sofrem com a incerteza financeira. Ela destacou que essas são categorias menos favorecidas, que dependem diretamente do pagamento correto dos direitos trabalhistas.

Eles deixaram os vigilantes e porteiros trabalhando em dezembro e, agora, dizem que isso foi o pagamento da rescisão? Isso não é justo. O Ministério do Trabalho deveria intervir. Prefeito Otoniel, essas pessoas são humildes, precisam desse dinheiro. A rescisão é um direito. Honre esse compromisso”, cobrou a vereadora.

A falta de pagamento a servidores terceirizados tem sido uma queixa recorrente em Barreiras, e a cobrança de Carmélia da Mata amplia a pressão sobre a Prefeitura para que dê uma resposta concreta aos trabalhadores afetados.

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“O entorno da feira pode se tornar uma cracolândia”, alerta João Felipe sobre aumento do uso de drogas em área comercial de Barreiras

Durante evento com empresários, parlamentar destacou preocupação com o crescimento do consumo de drogas no entorno da feira e cobrou medidas urgentes para evitar que a região se transforme em uma cracolândia.

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador João Felipe (PCdoB) fez um alerta preocupante sobre o avanço do consumo de drogas em Barreiras. Durante um café da manhã promovido por empresários e comerciantes na sede do Clube de Dirigentes Lojistas (CDL), na manhã desta quinta-feira (20), o parlamentar chamou a atenção para a situação no entorno da feira, onde comerciantes já relatam dificuldades para manter seus negócios devido ao aumento da presença de usuários de substâncias ilícitas.

O vereador expressou sua preocupação com o impacto do problema tanto para os comerciantes quanto para a população em geral, destacando que a cidade precisa agir antes que a situação se torne incontrolável.

“Quando a gente chega ali para o setor da feira, o comércio de alunos ao redor da feira, aquilo ali está se transformando em uma cracolândia, e os companheiros de vocês que são filiados aqui, que vivem com aquilo ali, estão em desespero. Nós precisamos fazer alguma coisa! A gente está no municipal, os vereadores, a CDL, nós precisamos nos unir para que a nossa cidade não tenha uma cracolândia, porque isso não faz bem para o comércio, não faz bem para a cidade e, principalmente, não faz bem para essas pessoas que estão nessa situação.”

A preocupação dos comerciantes é crescente. Muitos relatam que clientes evitam frequentar a área devido à presença constante de usuários de drogas, o que tem impactado as vendas e gerado um clima de insegurança. Para João Felipe, o problema não pode ser tratado apenas como uma questão de segurança pública, exigindo uma abordagem mais ampla.

Em resposta ao Portal Caso de Política, o vereador reforçou que o simples aumento do policiamento não será suficiente para solucionar a questão. Ele defendeu uma ação integrada que contemple não apenas a repressão ao tráfico e consumo de drogas, mas também medidas de revitalização da área e um programa efetivo de atendimento social.

“Não basta colocar somente mais viaturas e policiais na região. O que precisamos é de um projeto integrado e consistente de revitalização da feira e das ruas ao redor, dando mais vida ao local e afastando esse cenário de abandono. Mas, além disso, a prefeitura precisa agir com uma política social forte, oferecendo acolhimento e tratamento para essas pessoas. Sem isso, só vamos enxugar gelo.”

Além de enfatizar a necessidade de um esforço conjunto entre o poder público, comerciantes e entidades para encontrar uma solução antes que a situação se agrave, ele sugeriu a criação de um grupo de trabalho para debater propostas e apresentar alternativas concretas para combater o problema.

A preocupação de João Felipe ecoa entre os comerciantes, que veem a degradação da área como um risco não apenas para seus negócios, mas para toda a cidade. A expectativa agora é que a prefeitura se posicione e apresente medidas para lidar com a questão antes que a região se torne um ponto crítico de vulnerabilidade social e insegurança.

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Mãe denuncia transporte inseguro para crianças em Barreiras, e vereador João Felipe cobra providências

Crianças de um a quatro anos estão sendo transportadas em ônibus sem cintos suficientes, climatização e com estrutura precária; vereador do PCdoB classifica situação como irresponsável

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador de Barreiras João Felipe (PCdoB) divulgou nesta quinta-feira (20) um vídeo em suas redes sociais com um depoimento preocupante de uma mãe de aluno da rede municipal de ensino. No relato, a mulher denuncia que crianças de um a quatro anos da creche Semei São Francisco estão sendo transportadas em um ônibus escolar inadequado, sem estrutura e segurança para passageiros dessa idade. A retirada da van que realizava o transporte anteriormente gerou revolta entre os pais, que cobram providências da Secretaria Municipal de Educação.

Segundo a mãe, a falta de estrutura do ônibus coloca as crianças em risco diário. A insegurança vai além da falta de cintos de segurança, já que o veículo apresenta diversas falhas estruturais.

“Gente, venho aqui fazer um apelo à Secretaria Municipal de Educação de Barreiras. Nós, pais dos alunos da creche Semei São Francisco, estamos preocupados com a segurança dos nossos filhos. São bebês de um a quatro anos de idade que estão sendo transportados em um ônibus escolar inapropriado para a idade deles.”

Ela relata que o ônibus disponibilizado pela prefeitura não atende às necessidades das crianças, trazendo riscos evidentes à segurança delas.

“Um ônibus onde poucas poltronas possuem cinto de segurança, que não possui climatizador, várias poltronas estão sem almofadas, tem ferro solto dentro do ônibus. As poucas poltronas que têm cinto estão sendo divididas com até quatro bebês usando um único cinto.”

O problema se torna mais grave porque, no ano passado, as crianças eram transportadas em uma van adequada, que foi retirada sem explicações. A mãe questiona o motivo dessa substituição e cobra esclarecimentos da prefeitura.

“Eu queria saber por que foi retirada a van que já atendia as crianças. Porque ano passado tinha van, própria para eles. Tinha climatizador, tinha cinto de segurança.”

A insegurança ficou evidente quando ela percebeu que sua própria filha viajava sem cinto, podendo sofrer um acidente a qualquer momento.

“Hoje eu vou buscar minha filha e me deparo com ela em pé no banco, porque quando o ônibus parou, ela estava sem cinto e levantou. Vou pegar meu filho molhado de suor, dividindo a mesma poltrona com outros três bebês, todos chorando, magoados, porque estavam dividindo o mesmo cinto.”

A mãe enfatiza que não fala apenas em nome dos próprios filhos, mas de diversas outras famílias que compartilham a mesma preocupação e já tentaram buscar respostas da Secretaria de Educação.

“Então, eu gostaria de saber – não só por mim, mas por todas as mães que estão suplicando segurança pelos filhos. Já foi procurada a Secretaria de Educação e a resposta é só: ‘vamos providenciar’. Quando vão providenciar? Algo que não era nem para ter sido retirado.”

O desabafo da mãe também critica o que ela considera uma inversão de prioridades por parte da gestão municipal. Para ela, há gastos elevados com eventos festivos, enquanto o essencial para as crianças foi cortado.

“Eu ouvi dizer que foi para economizar. Quer dizer que se faz um carnaval caríssimo e se economiza na segurança das crianças? Foi isso que eu entendi. Então, acredito que a vida delas vale menos, né?”

Por fim, ela cobra medidas concretas e urgentes, alertando para o risco de uma tragédia caso providências não sejam tomadas.

“Vamos providenciar mesmo? Porque já foi procurada a Secretaria e não providenciou até agora por quê? Está esperando a doença cair? Está esperando acontecer o pior? Porque exemplo a gente tem. Então, por quê? Quando que vão providenciar? Quando que a van vai voltar? Porque o ônibus escolar está dando dúvidas.”

Cobrança pública do vereador João Felipe

A denúncia repercutiu fortemente e gerou indignação entre os moradores de Barreiras. O vereador João Felipe, ao compartilhar o vídeo, criticou a postura da administração municipal e exigiu providências imediatas. Segundo ele, permitir que crianças sejam transportadas sem segurança é um ato irresponsável que coloca vidas em risco.

“É revoltante ver nossas crianças sendo transportadas dessa maneira, sem nenhuma segurança! Como podemos aceitar isso calados? Onde está o compromisso com a vida e o bem-estar das nossas crianças? É um absurdo completo, uma irresponsabilidade que coloca em risco o futuro da nossa cidade!

Quem tem coragem de defender um descaso desses? Quem se cala diante disso se torna cúmplice! Nós exigimos respeito e soluções imediatas!”

A polêmica reforça a cobrança por investimentos no transporte escolar de Barreiras. Para os pais, a substituição da van pelo ônibus foi um retrocesso que compromete a segurança dos alunos. A Secretaria de Educação, até o momento, não apresentou uma solução concreta para o problema. A pressão popular e a mobilização política podem acelerar as providências, evitando que uma tragédia ocorra antes que medidas sejam tomadas.

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Vereadora Delmah Pedra articula políticas de combate às drogas em Brasília

Imagem das Redes Sociais

Durante viagem à capital federal para curso de gestão pública, parlamentar se reúne com coordenador nacional de políticas sobre drogas e discute estratégias para Barreiras

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora Delmah Pedra (PSD) está em Brasília participando de um curso de gestão pública, mas aproveitou sua passagem pela capital federal para articular políticas de combate ao uso de drogas e entorpecentes para Barreiras. Com uma trajetória de décadas no trabalho social voltado à juventude e à população em situação de vulnerabilidade, Delmah busca ampliar ações voltadas à prevenção, acolhimento e tratamento de dependentes químicos na cidade.

Durante sua agenda, a parlamentar se reuniu com o coordenador nacional de políticas sobre drogas, Dr. Samio, para discutir estratégias que possam ser implementadas em Barreiras. A reunião abordou não apenas a repressão ao uso abusivo de substâncias psicoativas, mas também iniciativas voltadas à prevenção e assistência social, pilares fundamentais no enfrentamento da dependência química.

Construção de políticas públicas para Barreiras

Ao longo dos anos, Barreiras tem enfrentado desafios crescentes relacionados ao consumo de drogas, principalmente entre jovens. A necessidade de um trabalho integrado entre diferentes esferas do poder público e instituições sociais é um dos pontos defendidos por Delmah, que reforça a importância de ampliar o acesso a programas de tratamento e ressocialização.

A vereadora destaca que a reunião em Brasília é um passo inicial na construção de políticas mais estruturadas para o município, que devem envolver campanhas de conscientização, fortalecimento da rede de assistência e maior articulação com o governo federal para captação de recursos.

“Hoje aqui em Brasília tive a oportunidade também de me encontrar com um coordenador nacional das políticas sobre drogas, Dr. Osami, onde nos recebeu com muito carinho e aí tratamos de assuntos pertinentes ao combate ao uso abusivo de substâncias psicoativas, como também a gente falou a respeito da prevenção, do cuidado, do acolhimento. E isso é só início de políticas públicas, principalmente sobre a dependência química e outras ações que a gente quer construir na nossa cidade de Barreiras”, afirmou Delmah.

A parlamentar pretende levar ao Executivo municipal as propostas discutidas na reunião, com o objetivo de implementar medidas que garantam suporte a pessoas em situação de vulnerabilidade devido ao uso de drogas. Segundo ela, o desafio exige um trabalho contínuo e políticas bem estruturadas para que os resultados sejam efetivos no longo prazo.

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