PDT acelera aproximação com Jerônimo: Prefeitos defendem integração à base aliada durante posse na UPB

Prefeitos do PDT presentes na posse de Wilson Cardoso na UPB defendem abertamente a integração do partido à base do governo Jerônimo Rodrigues, visando fortalecer o municipalismo e as perspectivas para as eleições de 2026

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Dois dos principais prefeitos do PDT na Bahia, Heldinho Macedo (Euclides da Cunha) e Keinha Jesus (Araci), aproveitaram a posse de Wilson Cardoso (PSB) como novo presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) para manifestar o desejo de que o partido se junte formalmente à base de apoio ao governo Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração, que evidencia o crescente alinhamento entre o PDT e o governo estadual, sinaliza um possível fortalecimento da base aliada e novas perspectivas para as eleições de 2026. A informação é do Política Livre.

Keinha Jesus, prefeito de Araci, expressou o desejo de que o PDT integre a base do governo Jerônimo, afirmando já ter conversado sobre o assunto com o governador e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).

“Esse é um desejo meu e dos prefeitos do PDT. Já falei isso com o governador e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). Sempre torci por isso, e tenho conversado com o presidente estadual do meu partido, o deputado federal Félix Mendonça Júnior. Tenho certeza que, pela vontade de Félix, o PDT já está com os dois pés na base do governo”, declarou Keinha.

Heldinho Macedo, prefeito de Euclides da Cunha, também defendeu a integração do PDT à base aliada, argumentando que a medida fortalecerá o partido e abrirá novas oportunidades para as eleições de 2026.

“Não tenho dúvidas de que isso fortalecerá o nosso partido, até para as eleições de 2026. Eu, em Euclides da Cunha, nosso grupo já é parceiro do PT. Temos dialogado com o deputado Félix e acho que as negociações estão avançando”, frisou Heldinho.

Além de defenderem a aproximação com o governo Jerônimo, os prefeitos do PDT também elogiaram a posse de Wilson Cardoso na presidência da UPB, destacando a importância da entidade para o fortalecimento do municipalismo e a defesa dos interesses dos municípios baianos.

“É uma expectativa muito grande porque Wilson chega para fazer um novo trabalho, e nós, prefeitos da região do sisal, precisamos dessa parceria com a UPB. A entidade é fundamental para cobrar políticas públicas municipalistas, e o nosso novo presidente tem experiência suficiente para isso”, pontuou Keinha.

A declaração dos prefeitos do PDT durante a posse de Wilson Cardoso na UPB reforça a tendência de aproximação entre o partido e o governo Jerônimo, sinalizando um possível fortalecimento da base aliada e novas perspectivas para as eleições de 2026. A integração do PDT à base do governo estadual pode trazer benefícios para os municípios baianos, com a ampliação do diálogo e a busca por soluções conjuntas para os desafios locais.

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De Hanoi para a Bahia: Lula e Jaques Wagner abençoam posse de Wilson Cardoso na UPB e defendem novo refis da Previdência

Em mensagem direto do Vietnã, o presidente Lula e o senador Jaques Wagner saudaram a posse de Wilson Cardoso na presidência da UPB, reiterando o apoio do governo federal aos municípios baianos e a importância da aprovação da PEC 66, que trata do parcelamento de dívidas previdenciárias

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Wilson Paes Cardoso, atual prefeito de Andaraí, assume nesta sexta-feira (28) a presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB) para o biênio 2025-2026, com o desafio de fortalecer a representação dos municípios baianos e defender as pautas municipalistas em todas as esferas políticas. A posse, que marca o início de uma nova fase para a UPB, recebeu o apoio do presidente Lula e do senador Jaques Wagner, que enviaram mensagens de incentivo direto de Hanoi, capital do Vietnã, onde cumprem agenda oficial.

Em sua mensagem, o senador Jaques Wagner destacou a importância da posse de Wilson Cardoso e Sivaldo (que assume na Federação) para o fortalecimento do municipalismo na Bahia, reiterando o compromisso do governo federal em auxiliar os municípios baianos, em parceria com o governador Jerônimo Rodrigues e o ministro Rui Costa.

“Olá, amigas e amigos da UPB. Olá, meu amigo Wilson Cardoso, que está tomando posse hoje como presidente. […] É um presente que eu quero mandar para você e desejar muita sorte para você, muito trabalho. […] E dizer a todos que eu tenho certeza que vocês vão fazer um belo trabalho junto com o nosso governador Jerônimo, ministro Rui Costa e eu evidentemente aqui sempre ajudando. […] A PEC 66 já passou no Senado, só está faltando passar na Câmara com a concordância do presidente Lula”, afirmou Jaques Wagner.

O presidente Lula, por sua vez, desejou boa sorte a Wilson Cardoso e reforçou o compromisso do governo federal em atender às demandas dos prefeitos baianos.

“Wilson, um abraço, boa sorte. Eu posso dizer para vocês que agora, como você vai ser presidente de todos os prefeitos da Bahia, que você pode contar com o governo federal, pode levar a demanda do prefeito, porque lá na presidência você vai ter um amigo dos prefeitos do Brasil. Boa sorte, que Deus te ajude e você trate de ajudar o Jerônimo também, porque o Gerônimo é o nosso companheiro de sempre. Um abraço!”, disse Lula.

A posse oficial de Wilson Cardoso como novo presidente da UPB está marcada para o dia 28 de março

Wilson Cardoso, eleito pela chapa “União de Verdade”, traz para a presidência da UPB uma sólida trajetória de liderança política, empresarial e municipalista. Com quatro mandatos como prefeito de Andaraí, Cardoso se destacou pelo fortalecimento do municipalismo e pela defesa dos consórcios públicos, tendo presidido o Consórcio Chapada Forte e a Federação dos Consórcios Públicos do Estado da Bahia (FECBAHIA).

Ao assumir a presidência da UPB, Wilson Cardoso tem como prioridade a aprovação da PEC 66, que institui um novo Refis da Previdência para os municípios.

“Nós assumimos com o compromisso com pautas municipalistas muito importantes, como a PEC 66, que é o novo Refis da previdência. O sistema previdenciário virou uma bola de neve inviabilizando muitas administrações de pequenos municípios. Nós vamos pra cima agora, junto com os nossos deputados, para aprovação da PEC 66 e também para a redução, para que a alíquota do INSS retorne para os 8% nos municípios de pequeno porte”, declarou Wilson Cardoso em publicação na página da UPB.

A PEC 66, já aprovada no Senado, visa abrir um novo prazo de parcelamento especial de débitos dos municípios com seus Regimes Próprios de Previdência Social dos Servidores Públicos e com o Regime Geral de Previdência Social, oferecendo condições mais favoráveis para que os municípios regularizem suas dívidas previdenciárias e possam investir em outras áreas prioritárias.

Com essa nova liderança e o apoio do governo federal, a UPB se prepara para continuar sua missão de representar e fortalecer os municípios baianos, promovendo um trabalho conjunto e eficaz para um estado mais justo e próspero.

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Com saída de Tum da Seagri, Pablo Barrozo é o nome forte para assumir a pasta, Zé Carlos é cotado para Superintendência

Na imagem, Pablo Barrozo, Ronaldo Carleto, Jerônimo Rodrigues e Zé Carlos

Com a iminente saída de Tum, Pablo Barrozo surge como o favorito para a Secretaria de Agricultura, enquanto o ex-prefeito de São Desidério, Zé Carlos deve assumir uma superintendência, reforçando a influência do Avante no governo Jerônimo e a atenção ao Oeste Baiano

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) se prepara para uma importante mudança em sua liderança. Wallison Oliveira Torres, o Tum, ex-deputado estadual filiado ao Avante, está de saída, e o nome mais cotado para substituí-lo é o de Pablo Barrozo, atual secretário-geral do partido na Bahia. A movimentação, fruto de um acordo entre o governador Jerônimo Rodrigues e o presidente estadual do Avante, Ronaldo Carletto, sinaliza uma nova fase para a pasta e reforça a influência do partido no governo.

Pablo Barrozo, com experiência como ex-deputado estadual e ex-aliado do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, é visto como um nome estratégico para impulsionar o desenvolvimento do setor agropecuário na Bahia. Sua indicação, antecipada pela coluna Radar do Poder, demonstra o reconhecimento de sua capacidade e conhecimento das demandas do setor.

Além da possível nomeação de Barrozo para a Secretaria, outro nome do Avante ganha destaque: o ex-prefeito de São Desidério, Zé Carlos, que deve assumir uma superintendência na Seagri. A movimentação reforça a atenção do governo Jerônimo ao Oeste Baiano, região de grande importância para a economia do estado e onde Zé Carlos possui forte atuação política.

A escolha de Pablo Barrozo para a Seagri e a indicação de Zé Carlos para uma superintendência são resultado de um acordo mais amplo entre o Avante e o governo Jerônimo. O partido, que ofereceu três nomes para a substituição de Tum, também garantiu duas diretorias na Embasa, com Vinícius Sousa e Christiano Barbosa. A articulação demonstra a força política do Avante e sua capacidade de influenciar as decisões do governo.

A saída de Tum foi motivada por uma avaliação negativa de seu desempenho por parte do governador Jerônimo e pelo desejo de Ronaldo Carletto de emplacar um nome mais próximo à sua gestão. A indicação de Pablo Barrozo e a chegada de Zé Carlos à Seagri representam, portanto, uma nova fase para a pasta, com a expectativa de um trabalho mais alinhado aos objetivos do governo e com foco no desenvolvimento do setor agropecuário em todo o estado, com ênfase no Oeste Baiano.

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Em Barreiras, burocracia travada na Inscrição Municipal contrapõe agilidade do MEI e freia desenvolvimento

Enquanto abertura de MEI e inscrição estadual são ágeis, demora de até 30 dias para obter Inscrição Municipal em Barreiras emperra negócios e prejudica arrecadação. Em Luís Eduardo Magalhães, processo é exemplo de rapidez

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em um cenário nacional que incentiva o empreendedorismo com a promessa de agilidade na formalização, a realidade em Barreiras, Bahia, apresenta uma dissonância preocupante. Enquanto a obtenção do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) para Microempreendedores Individuais (MEI) leva poucos minutos e a inscrição estadual é relativamente rápida, o processo para conseguir a Inscrição Municipal (IM) pode se arrastar por até 30 dias, gerando transtornos e prejuízos para os empreendedores e para o próprio município. Em contrapartida, em diversas cidades da região, como Luís Eduardo Magalhães, o processo de obtenção da Inscrição Municipal é significativamente mais rápido, servindo como exemplo de eficiência e desburocratização.

A Inscrição Municipal, registro essencial para que o MEI possa operar legalmente no município, em alguns casos, essencial para emitir notas fiscais de prestação de serviços e obter o alvará de funcionamento, se torna um gargalo que freia o desenvolvimento local. A demora, frequentemente justificada pela burocracia interna da prefeitura, contrasta com a facilidade oferecida por outras instâncias de poder e com a agilidade observada em municípios vizinhos.

A agilidade na obtenção do CNPJ e da inscrição estadual demonstra um esforço do governo federal e estadual em desburocratizar a abertura de empresas, impulsionando a formalização e o crescimento econômico. No entanto, a lentidão no processo municipal em Barreiras cria um entrave que frustra as expectativas dos empreendedores e desestimula a formalização.

A burocracia excessiva não apenas dificulta a vida do MEI, que muitas vezes depende da agilidade para iniciar suas atividades, mas também acarreta prejuízos para o município. A demora na obtenção da Inscrição Municipal impede que os empreendedores emitam notas fiscais, o que impacta diretamente na arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS), uma importante fonte de receita para a prefeitura. Além disso, a lentidão no processo pode afastar potenciais investidores e desestimular a criação de novos negócios, prejudicando o desenvolvimento econômico local.

A morosidade na emissão da Inscrição Municipal é vista como um entrave extremamente negativo para o ambiente de negócios em Barreiras. A burocracia excessiva dificulta a vida do empreendedor, prejudica a arrecadação municipal e desestimula o desenvolvimento econômico local. É fundamental que a prefeitura de Barreiras reveja seus processos internos e adote medidas para agilizar a emissão da Inscrição Municipal, buscando inspiração em modelos de sucesso como o de Luís Eduardo Magalhães, garantindo que os MEIs possam operar legalmente e contribuir para o crescimento do município.

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Lula lidera preferências para 2026, aponta Ipespe, mas desafios persistem

Pesquisa revela que Lula se mantém como o nome preferido para 2026, com 41% de aprovação ao governo, indicando força eleitoral, mas alta rejeição acende alertas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A corrida para as eleições presidenciais de 2026 já movimenta o cenário político, e uma pesquisa recente do Ipespe, divulgada nesta quarta-feira (27), coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na dianteira como o nome mais lembrado para o futuro do país. Lula é apontado por 40% dos entrevistados como um bom presidente, o maior percentual entre os nomes testados. No entanto, a pesquisa também revela um desafio considerável: 57% dos entrevistados acreditam que ele não seria uma boa escolha para a presidência.

O levantamento, realizado entre os dias 20 e 25 de março com 2.500 pessoas e margem de erro de dois pontos percentuais, buscou identificar os potenciais candidatos com melhor avaliação para o próximo pleito. Além de Lula, foram considerados os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Eduardo Leite (RS), Ronaldo Caiado (GO) e Ratinho Júnior (PR), os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento), o ex-ministro Ciro Gomes, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o empresário Pablo Marçal.

Embora Tarcísio de Freitas apareça como um nome a ser considerado, com 35% dos entrevistados o vendo como um bom candidato, o favoritismo ainda reside em Lula. Ciro Gomes, por sua vez, enfrenta um cenário mais adverso, com 68% de rejeição. A pesquisa indica que Eduardo Bolsonaro, apesar de representar um segmento fiel do eleitorado conservador, não demonstra o mesmo potencial de crescimento de outros nomes, frustrando as expectativas de parte da extrema direita.

A pesquisa também avaliou a aprovação do governo Lula, que se mantém em 41%. A desaprovação é de 54%. A região Nordeste é a única onde a aprovação supera a desaprovação (50% a 45%), demonstrando a força do presidente nessa região.

Os dados da pesquisa Ipespe confirmam a relevância de Lula no cenário político nacional. A liderança nas intenções de voto demonstra a força de seu legado e a capacidade de mobilização de seu eleitorado. A aprovação de 41% do governo, embora não seja maioria, indica uma base de apoio consolidada, especialmente na região Nordeste.

No entanto, a taxa de rejeição de Lula representa um desafio a ser superado. Essa rejeição pode ser atribuída à polarização política, às críticas à condução econômica do governo e à resistência de setores conservadores da sociedade.

A presença de Tarcísio de Freitas como um nome a ser observado indica a busca por alternativas dentro do campo da direita, mas seu desempenho ainda não ameaça a liderança de Lula. A inclusão de nomes como Fernando Haddad e Simone Tebet demonstra a estratégia do PT de ter alternativas caso a candidatura de Lula não se confirme.

O governo Lula precisa trabalhar para ampliar sua base de apoio, melhorar a avaliação da economia e dialogar com setores da sociedade que ainda resistem ao seu projeto político. A capacidade de Lula de superar esses desafios será fundamental para o sucesso de sua candidatura em 2026.

Os dados da pesquisa Ipespe confirmam a relevância de Lula no cenário político nacional. A liderança nas intenções de voto demonstra a força de seu legado e a capacidade de mobilização de seu eleitorado. A aprovação de 41% do governo, embora não seja majoritária, indica uma base de apoio consolidada, especialmente na região Nordeste.

No entanto, a alta taxa de rejeição de Lula representa um desafio a ser superado. Essa rejeição pode ser atribuída à polarização política, às críticas à condução econômica do governo e à resistência de setores conservadores da sociedade.

A presença de Tarcísio de Freitas como um nome a ser observado indica a busca por alternativas dentro do campo da direita, mas seu desempenho ainda não ameaça a liderança de Lula. A inclusão de nomes como Fernando Haddad e Simone Tebet demonstra a estratégia do PT de ter alternativas caso a candidatura de Lula não se confirme. A menção de governadores como Eduardo Leite, Ronaldo Caiado e Ratinho Júnior aponta para a diversidade de opções dentro do espectro da direita.

A pesquisa indica que Eduardo Bolsonaro, apesar de representar um segmento fiel do eleitorado conservador, não demonstra o mesmo potencial de crescimento de outros nomes, frustrando as expectativas de parte da extrema direita.

A maior popularidade de Lula oferece um potencial significativo de mobilidade eleitoral em relação a um candidato menos conhecido nacionalmente, como Tarcísio de Freitas. Lula possui um reconhecimento de nome quase universal, uma base de apoio consolidada e um capital político construído ao longo de sua trajetória. O legado de Lula como presidente, com programas sociais de grande impacto e um período de crescimento econômico, confere a ele um capital político importante. Muitos eleitores associam seu nome a um período de prosperidade e esperança, o que pode influenciar suas escolhas em 2026.

Em suma, a pesquisa Ipespe mostra que Lula se mantém como o principal nome para 2026, mas enfrenta desafios significativos. A polarização política, a avaliação do governo e a capacidade de Lula de superar a rejeição serão fatores determinantes para o resultado das próximas eleições.

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Prefeito de Santa Maria da Vitória sinaliza apoio a Jerônimo Rodrigues e pode deixar o União Brasil

Tonho de Zé de Agdônio se coloca à disposição para trocar de legenda e engrossa a lista de prefeitos oposicionistas que aderem ao governo estadual

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O prefeito de Santa Maria da Vitória, Tonho de Zé de Agdônio, reeleito em 2024 pelo União Brasil, surpreendeu ao declarar apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e manifestar disposição para deixar a sigla. “Às vezes tivemos posições contrárias na política, isso faz parte, mas estou disposto a sair do partido para somar com o senhor. Nosso projeto é a sua eleição”, afirmou Tonho, durante encontro com o governador.

A movimentação do prefeito é parte de um fenômeno que tem se intensificado desde o início do ano. Jerônimo Rodrigues já recebeu 65 prefeitos de diferentes partidos em seu gabinete, consolidando uma estratégia de atração de lideranças locais para fortalecer sua base para 2026. Tonho foi o sétimo prefeito do União Brasil a ser recebido e o quinto a sinalizar apoio ao governador. Entre os que também aderiram estão os gestores de Mata de São João, Cairu, Sítio do Mato e Buerarema.

O União Brasil, principal partido de oposição na Bahia e liderado por ACM Neto, elegeu 39 prefeitos em 2024. Com mais de 10% deles já alinhados ao governo estadual, a deserção de lideranças preocupa aliados da legenda. Nos bastidores, governistas argumentam que o número pode ser ainda maior se forem incluídos prefeitos de partidos coligados com o grupo oposicionista. Já a oposição minimiza os efeitos das adesões, sustentando que prefeitos podem mudar de lado, mas isso não significa transferência automática de votos — um argumento que o histórico eleitoral baiano desmente.

A aproximação de prefeitos do União Brasil ao governo do PT é um reflexo da dinâmica política baiana, onde alianças são frequentemente moldadas pelas necessidades locais e pelo acesso a investimentos estaduais. O impacto dessas adesões nas eleições de 2026 ainda está em aberto, mas a estratégia do governo de cooptar prefeitos oposicionistas pode redesenhar o xadrez político no estado.

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Zambelli acredita em reviravolta no STF e teme arrastar deputados e 80 milhões do PL em caso de cassação

Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) detalhou sua defesa no caso do porte de arma, expressou esperança em reverter a maioria no STF e revelou o temor de que sua possível cassação arraste outros deputados e cause a devolução de R$ 80 milhões ao PL

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) concedeu entrevista exclusiva ao programa Bastidores CNN nesta quinta-feira (27), onde abordou o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o porte de arma, a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a luta contra a depressão.

Zambelli se mostrou esperançosa em reverter a maioria formada no STF, principalmente após o pedido de vista do ministro Nunes Marques. A deputada argumenta que possuía porte federal de arma na época do incidente, o que a autorizaria a portar o armamento, exceto em locais próximos a escolas.

“Eu tenho esperança porque no pedido de vista dele, a gente já tem uma esperança de que ele possa analisar os fatos com mais, ah, mais profundidade. Eh, na verdade, eu tô sendo, ah, condenada a 4 anos de prisão por por porte ilegal de arma e 1 ano e 3 meses, ah, por outro outra outra questão”, disse a deputada.

A parlamentar explicou que, no dia do ocorrido, estava sob forte pressão após o vazamento de seu celular e recebimento de ameaças de morte. Ela alega que agiu em legítima defesa após ser xingada, cuspida e ter seu filho empurrado por um grupo de homens.

“Quando ele foge e começa a correr, ele me chama de prostituta. E eu tava na frente do meu filho, naquele momento eu perdi a cabeça, me arrependo disso, Gustavo e Isabel É, mas eu não tava com com arma sacada naquele momento. Eu só saco a arma depois que eu ouço o estampido de tiro e que mais tarde eu via saber que na verdade foi o policial que caiu com com a distensão que ele teve na coxa e e acabou acabou soltando um tiro sem querer”, relatou.

Zambelli manifestou arrependimento pelo episódio, mas ressaltou que sua intenção era se defender e proteger seu filho. Ela também criticou a interpretação da lei utilizada para condená-la, argumentando que, mesmo com o porte de arma, foi penalizada como se não o tivesse.

Temor de cassação e impacto no PL

A deputada expressou preocupação com a possibilidade de cassação de seu mandato e o impacto que isso pode ter no Partido Liberal (PL). Ela teme que a anulação de seus votos possa levar à perda de mandatos de outros dois a três deputados e à devolução de R$ 80 milhões em recursos do fundo partidário.

“Isso porque se meus votos forem cancelados, de dois a três deputados podem perder o mandato e 80 milhões de fundo, de fundo do PL podem ser devolvidos. Porque como eu tive mais ou menos 1 milhão de votos, a mulher tem R$ 80 por voto, né? São mais ou menos 80 milhões que eu consegui arrecadar para o Partido PL com a minha votação”, afirmou Zambelli.

Relação com Bolsonaro e saúde mental

Zambelli revelou que não tem conversado com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que a culpa pela derrota nas eleições em São Paulo. Ela se disse entristecida com a declaração e negou ser a responsável pelo resultado.

A deputada também falou sobre sua luta contra a depressão, revelando que sofre com a doença desde 2022. Ela explicou que decidiu publicizar a questão para encorajar outras pessoas a buscarem ajuda e para combater o estigma em torno da saúde mental.

“Eu resolvi falar porque muitas pessoas que sofrem disso de depressão acham que são exclusivas, né? Que só ela sofre ou que que eventualmente uma depressão pode acabar com a vida da pessoa. Eu hoje estou afastada, né? Eu tinha pego um mês de afastamento, mas eu continuo votando”, disse Zambelli.

A deputada mencionou um projeto de lei de sua autoria que visa criar um “voucher psicólogo e voucher psiquiatra” para facilitar o acesso da população mais carente a serviços de saúde mental.

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Em primeiro discurso após se tornar réu, Bolsonaro mente sobre 8 de Janeiro e eleições

Horas após se tornar réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado e outros crimes, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reciclou uma série de desinformações sobre o sistema eleitoral brasileiro, o 8 de Janeiro e o seu governo em entrevista a jornalistas diante do Congresso Nacional.

Repetindo uma estratégia adotada ao longo de todo o seu mandato — o ex-presidente disseminou mentiras sobre o sistema eleitoral ao menos 350 vezes, de acordo com o contador de declarações do Aos Fatos — Bolsonaro desinformou ao afirmar que as urnas eletrônicas não são auditáveis e que teria havido fraude nas eleições de 2018.

O ex-presidente também enganou ao afirmar que não teriam sido encontradas armas com os manifestantes golpistas do 8 de Janeiro e desqualificou a denúncia aceita pelo STF.

A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, apontou que a disseminação reiterada de mentiras sobre o sistema eleitoral foi uma das estratégias adotadas por Bolsonaro e aliados para abrir espaço para um eventual golpe de Estado.

“Evidenciou-se a intenção dos denunciados de propagar informações sem lastro, inverídicas, sobre o sistema eleitoral. A concitação expressa às Forças Armadas marca o início da execução do plano de ruptura com o Estado Democrático de Direito”, afirmou Gonet no relatório.

Veja abaixo, em resumo, o que checamos:

  1. Bolsonaro afirmou que investigação do PSDB sobre as eleições de 2014 concluiu que as urnas são inauditáveis. Mas, além do partido ter voltado atrás, a alegação é enganosa: há meios de auditar as eleições, como o boletim de urna e o Registro Digital do Voto;
  2. Ao alegar que o TSE agiu em favor de Lula em 2022, o ex-presidente também omitiu que sua campanha pediu para a Justiça Eleitoral retirar do ar propagandas petistas e foi atendida;
  3. Diferentemente do que alegou Bolsonaro, seu partido não foi multado em 2022 apenas por peticionar um questionamento das eleições, mas sim porque o relatório foi feito de maneira irregular e foi considerado como litigância de má-fé;
  4. O ex-presidente afirmou que, durante live realizada em 2021, apenas leu informações de um inquérito que provava fraude eleitoral. Além de a investigação citada não comprovar irregularidade no pleito presidencial, Bolsonaro citou inúmeras outras desinformações sobre o sistema eleitoral no evento;
  5. Bolsonaro também disse que não foram encontradas armas no 8 de Janeiro, o que invalida a tese de tentativa de golpe. As investigações, no entanto, encontraram granadas, coquetéis molotov e barras de ferro com os manifestantes, além de terem sido registrados roubos de armamentos do GSI;
  6. Ao afirmar que montou um ministério técnico, Bolsonaro omite que teve ministros indicados por critérios políticos e que nem todos os nomes escolhidos tinham experiência na área da pasta a que foram nomeados;
  7. O ex-presidente disseminou ainda uma desinformação já desmentida sobre o Brasil ter entregado urânio para a China. Na verdade, a alegação tira de contexto a venda de uma empresa privada de mineração para uma controladora chinesa. A operação não teve qualquer ingerência do governo federal;
  8. Ao afirmar que foi proibido de veicular uma propaganda que relaciona Lula a ladrões de celular, Bolsonaro omite que o conteúdo suspenso era uma peça de desinformação criada a partir de uma montagem de trechos descontextualizados;
  9. Dados e estudos dos principais institutos de segurança pública desmentem a relação citada por Bolsonaro de que uma maior quantidade de armas em circulação leva à queda no número de homicídios. As conclusões, na realidade, vão pelo caminho oposto.

Governo Lula investe na saúde de Barreiras: nova UBS para Santa Luzia, sai do papel

Imagem de divulgação

Publicação do aviso de licitação marca o início da construção da UBS Porte 2, equipada para atender milhares de moradores e desafogar o sistema de saúde local

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Moradores do bairro Santa Luzia, em Barreiras, já podem comemorar o anúncio da construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS). Foi publicada nesta terça-feira (26), o aviso de licitação para a contratação da empresa responsável pela obra, que será financiada com recursos do Novo PAC, programa do Governo Federal.

A nova UBS, do tipo “Porte 2”, terá uma estrutura ampla e moderna, projetada para atender milhares de moradores do bairro Santa Luzia e áreas adjacentes. A abertura da licitação está agendada para 10 de abril de 2025.

Segundo apuração do Portal Caso de Política, a UBS oferecerá uma gama completa de serviços, incluindo atendimento médico e odontológico, vacinação, acompanhamento de gestantes, crianças e idosos. O objetivo é ampliar o acesso à saúde na região e aliviar a demanda sobre as demais unidades da cidade.

A construção da UBS representa um avanço significativo para a qualidade de vida dos moradores de Santa Luzia, que há anos reivindicavam uma estrutura de saúde no bairro. O investimento do Governo Lula, através do Novo PAC, demonstra o compromisso com a melhoria da saúde pública e o bem-estar da população.

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Bahia Farm Show 2025: “Agro Inteligente, Futuro Responsável” impulsiona o agro baiano

Maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, com lançamento em Salvador, promete inovações e sustentabilidade para o setor, com apoio do governo estadual

Caso de Política com informações da AIBA – A Bahia Farm Show 2025, agendada para os dias 9 a 14 de junho, foi oficialmente lançada nesta quarta-feira (26) em Salvador, reunindo o governador Jerônimo Rodrigues, o secretário de Agricultura, Wallison Tum, e lideranças do agronegócio baiano. A 19ª edição da feira, que se consolidou como a maior vitrine de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, promete impulsionar o setor com o tema “Agro Inteligente, Futuro Responsável”.

O evento, que acontecerá em Luís Eduardo Magalhães, promete apresentar as mais recentes inovações para o setor, com foco na sustentabilidade e na eficiência da produção agrícola.

O presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), Moisés Schmidt, destacou a ampliação de parcerias para trazer tecnologias de ponta ao setor agrícola baiano.

“Durante a feira, será montada uma verdadeira cidade de 246 mil metros quadrados, reunindo empresas com mais de mil marcas. Além do tradicional maquinário agrícola, teremos startups com soluções inovadoras em inteligência artificial, energia renovável e agricultura de precisão, que integram a sustentabilidade ao agronegócio”, afirmou Schmidt.

 

O governador Jerônimo Rodrigues enfatizou a importância da Bahia Farm Show para o desenvolvimento socioeconômico do estado e reiterou o apoio do Governo.

“A Bahia Farm Show é um espaço estratégico para inovação e desenvolvimento sustentável. Todos os anos, movimenta diferentes setores, gerando empregos e fortalecendo tanto o agronegócio quanto a agricultura familiar”, declarou o governador Jerônimo Rodrigues.

O secretário de Agricultura, Wallison Tum, reforçou o compromisso do governo estadual em promover o acesso às inovações que impulsionam o crescimento do setor na Bahia.

“Estaremos em Luís Eduardo Magalhães com toda a nossa estrutura para incentivar a produção agrícola e promover o acesso às inovações que impulsionam o crescimento do setor no estado”, garantiu Tum.

Durante os cinco dias de feira, serão realizados leilões de gado de corte, demonstrações e lançamentos de produtos, palestras, oficinas, treinamentos e um espaço dedicado à comercialização de produtos da agricultura familiar. A Bahia Farm Show 2025 é uma realização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) e Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba).

Serviço:

  • Bahia Farm Show 2025
  • Data: 9 a 14 de junho
  • Local: Complexo Bahia Farm Show – BA 020/242, km 535, Luís Eduardo Magalhães – Bahia

Mais informações: www.bahiafarmshow.com.br

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