Professora Nilza, em entrevista fala sobre a necessidade de uma Barreiras mais justa e humanizada

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na noite desta quinta-feira, 16 de maio, a pré-candidata a vereadora Professora Nilza (PT), participou de uma entrevista no podcast Bastidores da Política, onde em um bate-papo com a competente âncora Rose Mota, ofereceu uma visão detalhada sobre sua trajetória de vida e política, além de abordar importantes questões relacionadas ao cenário político local e nacional.

Nilza Martins, reconhecida por seu engajamento em causas de direitos humanos e minorias, mãe, ex-vereadora e vice-prefeita de Barreiras, compartilhou sua origem em Volta Redonda, Rio de Janeiro, e como sua consciência cidadã foi moldada pela Igreja Católica. Sua entrada na política se deu através do Partido dos Trabalhadores (PT), destacando-se por sua atuação como vereadora de oposição e defensora dos direitos dos consumidores, além de experiências marcantes em sua carreira política.

Durante a entrevista, Professora Nilza enfatizou a importância do gestor público se preocupar com toda a sociedade, defendendo a independência da Câmara de Vereadores para fiscalizar melhor o Poder Executivo. Além disso, mencionou os investimentos dos governos Estadual e Federal em Barreiras, como projetos de agronegócio, moradia, educação, reforçando seu compromisso com uma gestão inclusiva e comprometida com as demandas da comunidade.

Um ponto destacado durante a conversa foi a defesa enfática de Tito como pré-candidato a prefeito, visto por ela como uma grande oportunidade para uma Barreiras mais inclusiva e próxima aos governos Estadual encabeçado pelo governador Jerônimo Rodrigues e no plano nacional com o presidente Lula. Nilza ressaltou a importância de uma gestão alinhada com os ideais humanísticos e sociais do PT, buscando uma Barreiras mais justa e participativa.

Ao encerrar, a pré-candidata agradeceu aos apoiadores e reforçou a importância da participação política e da educação para a transformação da sociedade, destacando seu compromisso com uma gestão transparente e voltada para as necessidades da comunidade.

Assista ao vídeo clicando aqui.

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Da solidariedade à política: O caminho de Mônica Patrícia para a Câmara de Vereadores

Tenho sonhos para Barreiras e transformando desafios em oportunidades”, manifesta Mônica Patrícia

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na noite desta quinta-feira, 16 de maio, no Clube dos Gaúchos, em Barreiras, o lançamento simultâneo das pré-candidaturas de Mônica Patrícia para vereadora e de Danilo Henrique para prefeito marcou um momento de grande significado político. Esta é a primeira incursão de Mônica no mundo das eleições, e ela escolheu iniciar sua jornada política ao lado de Danilo Henrique, fortalecendo ainda mais o grupo com seu dinamismo e comprometimento.

Ao centro, Mônica Patrícia cercada por apoiadoras durante o lançamento de sua pré-candidatura a vereadora pelo partido Solidariedade

Mônica Patrícia conquistou reconhecimento na região oeste da Bahia como a mente por trás da Agência Solidária, um projeto sem fins lucrativos que há mais de sete anos atua intermediando mão de obra e oferecendo qualificação profissional gratuita. Seu trabalho, fundamentado em ações sociais, a colocou em destaque no cenário político local, sendo reconhecida como uma mulher dinâmica e bem articulada.

“Mais do que uma candidatura, vejo este momento como uma chance de trazer para a política uma abordagem mais inclusiva, participativa e comprometida com as reais necessidades da população. Estou aqui para ouvir cada voz, cada preocupação e cada esperança”, disse Mônica Patrícia, enfatizando seu compromisso com a representação genuína dos cidadãos de Barreiras.

Após criteriosa análise partidária, Mônica optou por se filiar ao partido Solidariedade, visando fortalecer a base do pré-candidato a prefeito, Danilo Henrique. Aproveitando sua influência nas redes sociais, ela tem direcionado conteúdo criativo e inteligente para promover e ampliar o alcance do nome de Danilo Henrique, uma parceria que vem potencializando a sua própria pré-candidatura.

Além de participar ativamente do evento de lançamento das pré-candidaturas, Mônica Patrícia utiliza seu dia a dia para promover reuniões e bate-papos, divulgando suas ideias e coletando sugestões da comunidade. Esse período que antecede o período eleitoral se revela crucial para o diálogo com os eleitores e o fortalecimento de sua plataforma política.

“Escolhi Danilo Henrique porque me identifiquei com a força jovem e a coragem para plantar e colher. Me vi diante de um líder promissor, com novas ideias e com os mesmos sonhos que eu, que é pensar Barreiras Daqui pra frente”, ressaltou Mônica Patrícia, destacando a afinidade e a confiança mútua que compartilha com o pré-candidato a prefeito.

Ela reforça que sua decisão não foi apenas política, mas também pessoal, enxergando em Danilo Henrique uma oportunidade real de transformação para a cidade.

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Comandante Rangel solta grosseira Fake News e inaugura baixaria politiqueira em Barreiras

Como um verdadeiro néscio e letrado funcional, Rangel demonstra total falta de compreensão básica do funcionamento das leis além de despreparo político

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ainda pré-candidato a prefeito de Barreiras, Comandante Rangel (PL), que recentemente tem ensaiado uma aproximação com o prefeito Zito Barbosa (UB) para uma possível composição como vice na chapa encabeçada por Otoniel Teixeira (UB), iniciou sua campanha de maneira peculiar ao divulgar uma grotesca fake news, marcando um episódio lamentável na política local.

Demonstrando total desapego à literatura jurídica ou legal, como um verdadeiro néscio e letrado funcional, Comandante Rangel afirmou que os governos do presidente Lula (PT) e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) implantaram um modelo de “culpabilidade ao policial” e que foi o PT quem implementou as “Audiências de Custódias” no país. Tal declaração, além de infundada, com clara intenção de disseminação de ódio, revela uma grave distorção da realidade e possível má fé sobre os fatos, além da falta de compreensão básica do funcionamento das leis e despreparo político.

Diante dessas afirmações, o Portal Caso de Política decidiu realizar uma checagem de fatos (fact-checking) para verificar a veracidade das declarações. Esclarecemos que a Lei 13.964/2019, conhecida como Pacote Anticrime, sancionada pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 29 de abril de 2021, alterou o artigo 310 do Código de Processo Penal e introduziu a obrigatoriedade da realização de audiência de custódia nos casos de prisão em flagrante, no prazo máximo de até 24 horas após a prisão. Esta medida visa garantir os direitos dos presos e a legalidade das prisões, não tendo relação com os governos petistas como insinuado por Rangel.

O texto original foi elaborado durante o governo do também ex-presidente, Michel Temer.

Acompanhe a íntegra da Lei 13.964/2019 ao final desta matéria.

A disseminação de notícias falsas por figuras públicas como é o caso Comandante Rangel é extremamente perigosa. Fake news não apenas desinformam a população, mas também minam a confiança nas instituições e no processo democrático. Políticos e líderes têm a responsabilidade de agir com integridade, assegurando que suas declarações sejam baseadas em fatos e contribuam para um debate político saudável e construtivo.

O objetivo do Portal Caso de Política não é defender grupos políticos ou mesmo atacar outros, mas sim zelar pela informação correta, a verdade e a transparência. Nosso compromisso é com o bom jornalismo, que exige precisão, responsabilidade e imparcialidade. Defendemos uma prática jornalística que fortaleça a democracia e o direito à informação fidedigna e confiável.

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PL define Mara Bertaiolli e Marcus Melo como pré-candidatos à prefeitura de Mogi das Cruzes

Valdemar da Costa Neto e Bertaiolli estão em um impasse. Ambos buscam consolidar o poder político na cidade, mas divergem sobre nome

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Partido Liberal (PL) enfrenta um dilema significativo na escolha de seu candidato à prefeitura de Mogi das Cruzes. Entre os nomes cotados estão Mara Bertaiolli, esposa do ex-prefeito e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Marcos Bertaiolli, e Marcus Melo, que já ocupou o cargo de prefeito.

Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL, e Bertaiolli estão em um impasse. Ambos buscam consolidar o poder político na cidade, mas divergem sobre quem deve ser o candidato. Bertaiolli, apesar de ter afirmado em diversas entrevistas que se afastou da política local, tem trabalhado nos bastidores para lançar sua esposa Mara. Inicialmente, Valdemar apoiava essa estratégia, mas recentemente mudou de posição. Preocupado com uma possível nova derrota, ele agora defende a candidatura de Marcus Melo, que recentemente foi filiado ao partido para fortalecer a base política local.

Essa indecisão expõe a fragilidade do PL em Mogi das Cruzes. O partido parece dividido e incerto, sem plena confiança em Mara e apostando novamente em Melo, cuja gestão anterior não foi bem recebida pelos eleitores. A tentativa de definir o candidato com base em pesquisas reflete a preocupação do partido em encontrar alguém que possa competir eficazmente contra o atual prefeito, Caio Cunha.

Mara Bertaiolli, sem experiência administrativa-política, e Marcus Melo, que não atendeu às expectativas da população durante seu mandato, enfrentam desafios consideráveis. Melo, especificamente, carrega o peso da rejeição que culminou na derrota de seu grupo político, que dominou a cidade por mais de quatro décadas.

Enquanto Valdemar da Costa Neto e Marcos Bertaiolli trabalham para chegar a um consenso, o que fica evidente é que a disputa pelo poder prevalece sobre os interesses da cidade. A decisão sobre quem será o candidato do PL ainda está em aberto, mas a motivação principal parece ser a manutenção do controle político, relegando as necessidades de Mogi das Cruzes a um segundo plano.

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Carmélia da Mata recebe apoio estrondoso em lançamento de sua pré-candidatura

Vereadora atuante, busca reeleição e discursa sobre compromisso com Barreiras e necessidade de efetivação de políticas públicas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na noite desta quinta-feira, 17 de maio, o Clube dos Gaúchos foi o cenário do lançamento oficial da pré-candidatura à reeleição da vereadora Carmélia da Mata. O evento atraiu uma multidão que lotou o espaço, com destaque para os inúmeros apoiadores da vereadora. Quando seu nome foi anunciado, Carmélia foi recebida com uma salva de palmas estrondosa, demonstrando o forte apoio popular.

Em sua primeira aparição em um palanque político, Carmélia da Mata iniciou seu discurso com uma saudação calorosa ao público.

Boa noite a todas e a todos. Pela primeira vez eu falo para um público tão grandioso. E pela primeira vez eu estou num palanque político”, disse, evidenciando a magnitude do momento.

A vereadora fez questão de reconhecer sua trajetória no Partido Progressista (PP) e destacou a novidade de se manifestar publicamente em apoio a um candidato a prefeito.

Apesar de ter feito uma caminhada no PP, é a primeira vez que eu falo de um candidato a prefeito”, afirmou, antes de expressar seu agradecimento aos presentes. “Eu quero aqui cumprimentar a cada um de vocês com o meu abraço, a minha gratidão e dizer aos senhores que eu sigo na caminhada com o nosso candidato a prefeito defendendo o que sempre defendi no meu mandato, que é Barreiras.”

Carmélia reiterou seu compromisso com a cidade e com a população, destacando a necessidade de mudanças significativas na administração pública.

O meu compromisso é com Barreiras. E quero aqui dizer que eu tenho plena convicção e certeza que nós teremos um jovem à frente da prefeitura com grande vontade de mudar, de promover as políticas de ponta a ponta, e sei o que vivencia a população barreirense.”

A vereadora também abordou questões críticas enfrentadas pela cidade, como saúde e infraestrutura, e criticou a falta de humanização nos serviços públicos.

As dificuldades enfrentadas na saúde, as dificuldades de infraestrutura, precisam sim ser resolvidas. Dizem que Barreiras é humanizada. Não tem humanização nenhuma. E nós vamos, Danilo, humanizar Barreiras com políticas públicas que favoreçam aqueles que estão na periferia, esquecidos.”

Carmélia fez questão de agradecer ao seu grupo de apoio e aos líderes políticos presentes, reconhecendo a importância de sua contribuição para sua candidatura.

Portanto, eu trago aqui o meu abraço a você, Zacaliano. Ao senhor, seu Antônio Henrique. Muito obrigado. Obrigado, Antônio Henrique Júnior, por ter aceitado mais uma vez o nosso nome no Partido PP.”

A vereadora concluiu seu discurso expressando sua gratidão aos colaboradores e advogados que validaram sua candidatura, além de agradecer à organização do evento.

E aqui, eu não posso deixar de agradecer aos meus colaboradores, aos meus advogados e a todos vocês que validaram o meu nome como pré-candidata a vereadora. Obrigada, gente. Muito obrigado. Vocês não têm noção da emoção que sinto aqui. Nunca falei para um público como esse. Nunca tive essa oportunidade. A minha gratidão aos colaboradores de Danilo, porque foram vocês os responsáveis por toda essa organização que aqui está. Nossos agradecimentos a cada um de vocês. Foram vocês que nos ajudaram a estar aqui nesse palco.”

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Danilo Henrique lança pré-candidatura à prefeitura de Barreiras com grande evento que agita a cidade

Milhares de apoiadores e autoridades marcam Presença e projetos em Luís Eduardo Magalhães são destaque no discurso de Danilo Henrique

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na noite desta quinta-feira, 16 de maio, o Clube dos Gaúchos foi palco do lançamento oficial da pré-candidatura de Danilo Henrique à prefeitura de Barreiras. O evento reuniu cerca de 4.000 pessoas, conforme estimativa da coordenação, e contou com uma estrutura robusta, incluindo uma ambulância de prontidão, além de apresentações de stand-up comedy com Gibão de Couro e um show musical de Gustavo Braga.

De acordo com a corrdenação de pré-campanha, aproximadamente 4.000 pessoas compareceram ao evento de pré-lançamento

Ao subir ao palco, Danilo Henrique expressou sua gratidão e emoção em um discurso marcado por homenagens e reconhecimento à sua equipe e apoiadores.

Pessoal, é uma honra estar aqui, é um prazer estar aqui. Eu acho que é a segunda melhor sensação da minha vida. A primeira foi o nascimento dos meus filhos, e essa com certeza é a segunda”, declarou, ressaltando a importância do apoio recebido.

“Eu sou o candidato da vontade de vocês”, disse Danilo Henrique em discurso emocionado

Danilo Henrique destacou que sua pré-candidatura não é resultado de um desejo individual ou de um partido, mas sim da vontade coletiva dos presentes.

Eu não sou pré-candidato da vontade particular de uma pessoa, eu não sou pré-candidato da vontade de um partido político, eu sou pré-candidato da vontade de todos vocês que estão aqui hoje. Tinha que ter feito um palco do tamanho de Barreiras pra caber todos vocês em cima, porque vocês são protagonistas dessa história.”

Júnior Marabá, prefeito de Luís Eduardo Magalhães foi presença de destaque no evento

O pré-candidato agradeceu especialmente ao prefeito Júnior Marabá por seu apoio, reconhecendo as dificuldades enfrentadas.

Meu amigo, muito obrigado pelo seu apoio, eu sei toda a dificuldade que você enfrentou pra dar esse apoio a gente aqui em Barreiras, tenha certeza que não vou lhe decepcionar, esse povo aqui não vai lhe decepcionar, a nossa equipe não vai lhe decepcionar.”

Danilo Henrique também lembrou de sua experiência administrativa em Luís Eduardo Magalhães, destacando projetos significativos como a distribuição de uniformes e material escolar, a implementação de uma merenda escolar de qualidade, e o Programa Meu Lar, que reformou quase 80 casas.

Ele [Júnior Marabá] colocou em minha mão a missão de criar igualdade nas escolas, de distribuir 22 mil kits de uniforme para os alunos da rede pública, distribuir mochilas, distribuir material escolar e o mais importante, criança com fome não aprende. Nós implementamos uma merenda de qualidade para as crianças irem pra escola bem.”

Três gerações, Antônio Henrique Júnior, Danilo Henrique e antônio Henrique

No aspecto político, Henrique atribuiu a sua trajetória à influência de duas figuras importantes: seu avô, Antônio Henrique de Sousa Moreira, ex-prefeito de Barreiras, e seu pai, Antônio Henrique Júnior, deputado estadual.

Primeira coisa, meu avô gosta do Fluminense, e eu do Flamengo. Meu pai é baixinho, e eu sou alto, também perfeito. Mas, agora, se tem uma coisa que nos une, é o amor por essa cidade, é cuidar do povo dessa cidade, é poder olhar no olho de cada um de vocês e não mentir, não enganar e não se esconder.”

Danilo defendeu a elaboração de um Programa de Governo que envolva a sociedade barreirense

Ao final, Danilo Henrique enfatizou a importância de construir um plano de governo participativo, ouvindo a população para resolver os problemas da cidade.

Foi feito muito em Barreiras nos últimos 40 anos, mas ainda tem muito problema, e é isso que nós estamos procurando nessa cidade. Conversar com as pessoas, andar lado a lado com cada um de vocês, ouvindo as dificuldades, para poder fazer um plano de governo realmente participativo e mudar a história dessa cidade.”

Em um clima de otimismo, Henrique encerrou seu discurso agradecendo a presença de todos e reafirmando seu compromisso com a cidade.

Eu estou muito feliz de estar aqui hoje, agradeço a cada um de vocês por ter vindo. Eu tenho certeza que ali, lá de fora, tem gente que não vai dormir hoje. Tem gente que não vai dormir hoje, porque o evento foi um sucesso, achavam que o evento não ia ser um sucesso, fizemos um evento grande, correndo do tamanho da nossa pré-candidatura.”

Diversas autoridades prestigiaram o evento, entre elas, Cacá Leão, vice-presidente do PP da Bahia; Antônio Henrique Júnior, deputado estadual; Antônio Henrique, ex-prefeito de Barreiras e presidente municipal do PP; Heber Santana, Secretário estadual de Defesa Civil; Júnior Marabá, prefeito de Barreiras; Márcia Sá Teles, prefeita de Cotegipe; Zé Carlos, prefeito de São Desidério; Flávio Fogão Goiano, prefeito de Tabocas do Brejo Velho, além das vereadoras Carmélia da Mata, Irmã Silma e Pastora Ivete Ricardi. Também estiveram presentes Wagner Lopes, presidente do AGIR; Roseane, presidente do PDC; Binha, presidente do Solidariedade; Pastor Odair, presidente do Podemos; Irmã Silma, presidente do Republicanos, e Karlúcia Macedo.

Assim, o lançamento da pré-candidatura de Danilo Henrique marcou uma noite de celebração e promessa de renovação para Barreiras, com o pré-candidato comprometido em trabalhar lado a lado com a comunidade para o desenvolvimento da cidade.

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Polêmica e racha no PL de Barreiras: Comandante Rangel enfrenta contestações por aliança com Otoniel e Zito Barbosa

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A situação dentro do Partido Liberal (PL) em Barreiras está longe de ser tranquila. Comandante Rangel, pré-candidato a prefeito pelo partido, enfrenta uma forte oposição interna após propor uma aliança com o atual prefeito Zito Barbosa (UB), visando a posição de vice na chapa encabeçada pelo vereador Otoniel Teixeira (UB).

Contudo, essa proposta gerou uma crise interna, como ficou evidente em um áudio recebido pelo Portal Caso de Política.

No áudio – acompanhe a íntegra ao final desta matéria – um membro do PL critica abertamente a decisão de Rangel, destacando a rejeição dos bolsonaristas e patriotas à aproximação com Zito Barbosa.

“Mentira, comandante Rangel, mentira, porque os patriotas e os bolsonaristas não estão com vocês, não estão. E o que a gente vê na realidade por aí é o pessoal falando mal dessa gestão que está aí, é o pessoal falando mal do candidato a prefeito. Segundo a voz do povo, não tem nem postura de vereador, quem dirá de prefeito.”

O integrante do PL expressa sua indignação com a falta de consulta ao grupo antes de tomar uma decisão tão significativa.

“Então, senhor Rangel, com toda a consideração que eu ainda tenho pelo senhor, no começo de amizade que a gente começou a fazer, eu não esperava que a tua decisão valesse pelo grupo todo, porque que eu saiba o senhor não consultou o grupo, o senhor achou que o senhor era dono do PL e que o senhor deveria fazer o que o senhor fez, sem consultar o grupo.”

A crítica se intensifica com uma metáfora que destaca a incompatibilidade entre os ideais bolsonaristas e a gestão de Zito Barbosa.

“O senhor esqueceu que o povo que estava esperando a definição do PL aqui em Barreiras é tudo patriota, é tudo povo de direita. Me explica pra mim como é que o óleo vai misturar com a água, e água suja, né? Água de lama, não mistura não, meu amigo Rangel, não mistura.”

A autenticidade do compromisso bolsonarista de Zito Barbosa também é questionada, minando a tentativa de justificar a aliança.

“Pelo fato do Zito ir lá na frente do quartel, subir cinco minutos em cima do carro de produção e falar um monte de merda que valeu por uma hora, não quer dizer que ele é bolsonarista. Pelo fato de ele e o candidato a prefeito subir no palanque aí na praça para receber o Bolsonaro, e falar duas, três palavras ali, não significa que eles são bolsonaristas não.”

O sentimento de traição e decepção é evidente, refletindo uma divisão clara dentro do partido.

“Meu amigo, eu me decepcionei completamente com o destino que o PL levou aqui em Barreiras, viu? Mas eu acredito e confio e confirmo que o povo bolsonarista e o povo de direita não estão com vocês.”

A crise no PL de Barreiras ressalta a dificuldade de conciliar diferentes correntes ideológicas dentro do partido e levanta dúvidas sobre a liderança e a capacidade de Comandante Rangel em unir os membros em torno de seu nome e liderança política. Com as eleições se aproximando, a resolução dessa tensão interna é crucial para as aspirações do PL e principalmente do candidato a prefeito, Otoniel Teixeira. Com a maior bancada no Congresso Nacional, o PL tem significativo espaço de tempo para programas eleitorais a serem exibidos no rádio e televisão.

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Parte da tragédia no Rio Grande do Sul foi causada por ação humana

Entre as ações, pesquisador cita construções em áreas de alagamento

Agência Brasil – O professor Roberto Reis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), disse, nessa quarta-feira (15), que parte da tragédia que atingiu 446 municípios gaúchos foi causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras anti-alagamento. Acrescentou que essas obras, feitas nos anos 1970, nunca receberam manutenção adequada.

A culpa da enchente é do planeta. Mas a culpa da tragédia é dos administradores do estado e das cidades”.

Em entrevista à Agência Brasil, Reis afirmou que Porto Alegre é área de várzea, de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente.

É natural. A gente é que não deveria ter construído na área que alaga periodicamente”.

Segundo o professor, a cada dois ou três anos há alagamentos em Porto Alegre só que, desta vez, foi extremamente severo. “Nunca foi tão alto”. Ele explicou que não há como evitar que haja cheias no Guaíba.

Mas que haja enchente, há como evitar, fazendo bem feito os diques de contenção e tudo o mais”. A manutenção ou reconstrução dos diques e barragens nos rios do estado é a saída apontada pelo professor da PUCRS para evitar que novas tragédias voltem a ocorrer.

Reis lembrou que em setembro do ano passado, o estado enfrentou grande enchente.

Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”.

Na avaliação de Roberto Reis, chuva em excesso, causada por mudança climática, é fenômeno natural. “A cada tempo, há chuvas extremas que causam enchentes”, completou. Desta vez, contudo, ocorreu no estado a enchente mais forte de toda a história, que ele atribui, em parte, à mudança climática causada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera. “Essa é a parte natural do evento”. O resto, para ele, é ação do homem.

Volume de chuvas

De acordo com o professor Rodrigo Paiva, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o que está provocando a grande cheia no Lago Guaíba é, basicamente, um volume muito grande de chuvas que cai na bacia do Guaíba desde o final de abril e início de maio. Essa precipitação atingiu níveis recordes, registrando, em alguns locais, até 800 milímetros.

O professor Paiva explicou à Agência Brasil que, no primeiro momento, houve cheias bem rápidas nos rios da serra, onde existem vales mais encaixados em que os volumes de água correm rapidamente e os rios se elevam com rapidez e grande amplitude.

Há casos de 20 metros de elevação em menos de um dia. Isso causou muita destruição, por exemplo, no Vale do Taquari, de novo”.

Essa região sofreu grandes enchentes em setembro de 2023.

Rodrigo Paiva acrescentou que esse volume de água chega depois à região de planície, onde se espalha pelas várzeas e escoa mais lentamente. “Por isso, demora alguns dias entre a chuva na bacia hidrográfica e todo esse escoamento chegar a Porto Alegre, ao Lago Guaíba”. Desde o dia 5 de maio, observou-se um nível muito elevado do rio, atingindo recorde de 5,3 metros.

Além do corpo d’água bem grande do Lago Guaíba, tem a Laguna dos Patos, destacou o professor da UFRGS. Pelo fato de esses corpos d’água terem área superficial grande, eles estão sujeitos aos ventos.

Quando a gente tem um vento sul, isso ainda pode promover um represamento dessa água e uma elevação da ordem de 20 centímetros, ou até mais, se o vento for muito forte. Isso também ajuda um pouco na cheia do Lago Guaíba, embora o fator principal seja o grande volume das chuvas”.

Duração

Outra característica do evento é a duração, disse Rodrigo Paiva. A longa duração para baixar o nível do lago é associada à dificuldade de a água escoar nesses rios de planície, o Jacuí especialmente. “A água fica muito parada naquelas várzeas”. O professor do IPH comentou que, por outro lado, é interessante porque, se não houvesse as várzeas, o volume de água que vem das montanhas chegaria muito mais rapidamente à Grande Porto Alegre e, talvez com mais força e mais amplitude.

Se não houvesse essas várzeas, que já atuam como um reservatório natural que atenua as cheias, talvez o nível da água tivesse subido em Porto Alegre muito mais e mais rápido também”.

As consequências seriam também piores, admitiu o professor. Porque a região metropolitana de Porto Alegre está em área muito baixa, afetando cidades como Eldorado e Canoas.

As consequências seriam maiores. A inundação é grande, a profundidade, em alguns locais, atinge um metro ou dois metros, mas não há tanta velocidade da água. Já no vale, no Rio Taquari, como a profundidade é maior e é mais inclinado, a ação da água é mais destrutiva, capaz de destruir residências, arrastar coisas”, salientou Paiva.

Senado aprova PL sobre adaptação a mudanças climáticas

Modificado, texto segue para nova avaliação na Câmara dos Deputados

Caso de Política com Agência Senado – Em meio à tragédia que atinge o Rio Grande do Sul, o Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que estabelece regras gerais para a formulação de planos de adaptação às mudanças climáticas (PL 4.129/2021). O projeto prevê que o governo federal elabore um plano nacional de adaptação à mudança do clima em articulação com estados e municípios e aponta algumas diretrizes. Como foi aprovado na forma de um texto alternativo, o projeto retorna à Câmara dos Deputados.

De iniciativa da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), o projeto foi aprovado pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) após acordo negociado entre o governo e a oposição no Plenário na terça-feira (14).

Diferentemente da terça-feira (14), o projeto avançou sem intensas discussões nesta quarta. A votação foi simbólica. Líder do Governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA) foi o relator do projeto na CCJ e autor do texto final aprovado. Antes, a proposta passou pela Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Pode-se afirmar que o evento catastrófico que observamos no Rio Grande do Sul é resultado da responsabilidade compartilhada entre os maiores emissores de GEE [gases do efeito estufa] mundiais, sobretudo a partir de combustíveis fósseis, ao longo da série histórica desde o início do período industrial. Seria ingênuo acreditar que esse desastre foi causado apenas pela ação humana dentro do território brasileiro”, disse no parecer.

Contrário à proposta, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apontou que “o projeto não traz efeito prático”.

“É uma elaboração de diretrizes. [..]. Vendo aqui a redação final, a gente entende a boa intenção da autora. Acho que não há o efeito prático que alguns estão esperando. A discussão mais profunda sobre as coisas concretas que nós podemos fazer para avançarmos nessa linha de adaptação e convivência com essas condições climáticas extremas que acontecem em alguns locais pode ficar para outro projeto,” disse.

O que prevê o texto

Pelo projeto, as medidas de adaptação à mudança do clima serão elaboradas por órgão federal competente em articulação com as três esferas da Federação (União, estados e municípios) e os setores socioeconômicos, garantida a participação social dos mais vulneráveis aos efeitos adversos dessa mudança e dos representantes do setor privado.

Uma emenda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi aprovada na CCJ para “garantir efetiva participação do setor empresarial na formulação e implementação do plano nacional de adaptação”.

O plano e suas ações e estratégias deverão ter como base “evidências científicas, análises modeladas e previsões de cenários, considerando os relatórios científicos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês)”.

Planos locais

A proposta prevê que o plano nacional deverá indicar diretrizes para a elaboração de planos estaduais e municipais, assim como estabelecer ações e programas para auxiliar os entes federados na formulação dos seus próprios documentos. Essa implementação poderá ser financiada pelo Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. A medida foi uma das sugestões incluídas pelo relator na Comissão de Meio Ambiente (CMA), Alessandro Vieira (MDB-SE).

O texto alternativo também estabelece que as ações deverão ser avaliadas, monitoradas e revisadas a cada quatro anos. No projeto original, esse prazo era de cinco anos. Os planos deverão ainda ser integrados à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei 12.608, de 2012) e à Estratégia Nacional de Segurança de Infraestruturas Críticas. 

Apesar da existência de um Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima, o país carece de uma legislação que estabeleça diretrizes gerais a todos os entes da Federação para a elaboração e revisão de seus planos de adaptação, além de incentivá-los a elaborar e implementar tais planos”, apontou Alessandro ao recomendar a aprovação do texto.

Diretrizes

O PL 4.129/2021 abrange as diretrizes gerais a serem seguidas pelos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) nos planos para reduzir a vulnerabilidade do país em relação à mudança do clima. O objetivo é complementar a Lei 12.187, de 2009, que estabeleceu a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC).

Entre as diretrizes gerais para o enfrentamento das mudanças climáticas estão “o enfrentamento dos efeitos atuais e esperados das alterações climáticas; a criação de instrumentos econômicos, financeiros e socioambientais que permitam a adaptação dos sistemas naturais, humanos, produtivos e de infraestrutura; e a integração entre as estratégias locais, regionais e nacionais de redução de danos e ajuste às mudanças”.

Além disso, as ações de adaptação devem estar ligadas aos planos de redução de emissão dos gases de efeito estufa. A proposta também torna obrigatório o alinhamento dessas estratégias ao Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, assinado em 1992.

Prioridades

A proposta prioriza as áreas de infraestrutura urbana e direito à cidade e de infraestrutura nacional. Nesses campos, estão inclusos a segurança alimentar e hídrica, a saúde, a educação e estruturas de comunicações, energia, transportes e águas.

No setor agropecuário, o texto prevê estímulos à adaptação do setor ao Plano ABC, que integra a PNMC e é voltado à economia de baixa emissão de carbono na agricultura. Tais estímulos deverão envolver investimentos em pesquisa ou na implementação de práticas e tecnologias ambientalmente adequadas.

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Em entrevista, governador do RS insinua que doações de outros estados prejudicam comércio local

Foto: Reprodução / YouTube BandNews

O reerguimento desse comércio fica dificultado, na medida que você tem uma série de itens que estão vindo de outros lugares”, disse Eduardo Leite.

Caso de Política com informações da Bande News – Em meio a uma crise devastadora causada por enchentes no Rio Grande do Sul, que já afetaram 446 municípios, resultaram em 149 mortos e deixaram 538.245 pessoas desalojadas, o governador Eduardo Leite (PSDB) fez uma declaração polêmica. Ao agradecer a solidariedade dos brasileiros, Leite insinuou que as doações de outros estados poderiam prejudicar o comércio local.

Quando você tem um volume tão grande de doações físicas chegando ao estado, há um receio que nós já observamos em outras situações, em outras circunstâncias, sobre o impacto que isso terá no comércio local”, afirmou o governador em entrevista à Rádio Band News FM. “O reerguimento desse comércio fica dificultado, na medida que você tem uma série de itens que estão vindo de outros lugares também do país”, pontuou.

A fala de Eduardo Leite pode ser interpretada como uma insensibilidade diante da crise humanitária que assola o estado. Em um momento em que milhares de pessoas perderam tudo e dependem da solidariedade nacional para sobreviver, priorizar o impacto econômico local pode parecer desconectado da urgência da situação. Essa postura pode ser vista como uma tentativa de proteger interesses comerciais em detrimento do bem-estar imediato dos cidadãos mais afetados.

É verdade que a recuperação econômica das áreas afetadas é crucial para o futuro do estado. Pequenos comerciantes e empresários locais estão entre os mais atingidos pelas enchentes e precisam de apoio para se reerguer. No entanto, a sugestão de que as doações físicas possam ser prejudiciais neste momento de crise pode ser considerada míope e inadequada. A prioridade deve ser, acima de tudo, a sobrevivência e o alívio imediato das vítimas.

Adotar uma abordagem humanista significa colocar as necessidades das pessoas em primeiro lugar. A ajuda que vem de outros estados representa um ato de solidariedade e empatia que deve ser valorizado, não desencorajado. As doações são essenciais para garantir que as necessidades básicas dos desabrigados sejam atendidas, proporcionando-lhes dignidade e esperança em um momento de desespero.

Em vez de criticar as doações, o governo poderia focar em maneiras de integrar esse apoio à recuperação econômica local. Parcerias com o comércio local para a distribuição de doações ou a criação de vouchers que permitam às pessoas comprar diretamente dos comerciantes locais são exemplos de medidas que poderiam beneficiar tanto a população necessitada quanto a economia local.

A declaração do governador Eduardo Leite levanta questões importantes sobre como equilibrar a necessidade urgente de ajuda humanitária com a recuperação econômica a longo prazo. No entanto, em um momento de crise tão severa, a ênfase deve ser claramente colocada no apoio às vítimas. A postura do governo precisa refletir uma abordagem mais sensível e integrada, valorizando a solidariedade nacional enquanto busca soluções práticas para revitalizar o comércio local.

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