1º de Maio com baixa adesão reflete crise no movimento sindical, afirmam líderes

“Para o sindicalismo, é se reinventar ou morrer”, afirma o deputado federal Paulinho da Força

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ato do Dia do Trabalho realizado no último dia 1º de maio foi visto por líderes sindicais como o ápice da desmobilização e crise enfrentada pelo movimento sindical nos últimos anos, segundo reportagem da Folha de S.Paulo. O evento, que teve o ex-presidente Lula como atração principal, contou com menos de duas mil pessoas, de acordo com medição da USP.

Para o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), presidente de honra da Força Sindical, o baixo comparecimento ao evento representa um marco histórico e sinaliza a necessidade urgente de reinvenção por parte do sindicalismo. “Esse 1º de Maio foi o ápice da crise que o movimento sindical atravessa nos últimos anos. Foi um marco histórico. Para o sindicalismo, é se reinventar ou morrer”, ressaltou Paulinho da Força.

A análise crítica também ecoou nas palavras de Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), que concordou com as declarações de Lula sobre o evento. “O Lula está correto. Temos que fazer um mea culpa de nossa incapacidade de levar mais gente”, afirmou Patah.

O próprio ex-presidente Lula apontou falhas na organização do evento, mencionando que o ato foi “mal convocado” e que não houve “o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar”. Esta crítica direta do líder político evidencia a preocupação com a falta de mobilização e engajamento da classe trabalhadora nos eventos sindicais.

Diante desse cenário desafiador, a discussão sobre a necessidade de renovar estratégias e repensar o papel e a representatividade dos sindicatos se torna cada vez mais urgente. O movimento sindical enfrenta um momento crucial de reflexão e adaptação para reconquistar a confiança e a participação ativa dos trabalhadores.

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Adelar Elói convida a população de Formosa do Rio Preto para evento de lançamento de pré-candidaturas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Nesta sexta-feira, 3 de maio, o pré-candidato a prefeito em Formosa do Rio Preto, Adelar Elói, divulgou um convite especial em vídeo, chamando os formosenses e todos os que amam a região para um evento significativo: o lançamento oficial dos pré-candidatos de seu grupo político.

No vídeo, Adelar Elói se mostra entusiasmado e dedicado a envolver a comunidade nesse importante marco político, marcado para às 19h do dia 18 de maio.

“Olá, formosenses e pessoas que amam essa terra, tanto quanto eu. Sintam-se convidados para o grande evento de lançamento dos candidatos do nosso partido, que acontecerá às 19h do dia 18 de maio. Junte-se a nós para esse evento. Venham conhecer de perto as pessoas que estão prontas para representar nossos valores e defender os interesses da comunidade. Venham fazer parte desse momento histórico que vai promover a mudança de que Formosa tanto precisa. Contamos com vocês!”, disse o pré-candidato a prefeito, Adelar Elói.

O convite ressalta a importância da participação ativa dos cidadãos na vida política local e destaca a oportunidade de conhecer de perto os futuros representantes do município, comprometidos em defender os interesses e valores da comunidade.

O evento acontecerá no dia 18 de maio às 19 horas em sua chácara que fica em frente ao antigo 4º BEC, próximo a saída do trevo da cidade.

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VÍDEO: Otoniel Teixeira, pré-candidato a prefeito de Barreiras divulga vídeo onde fala trecho de sua vida e história

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O pré-candidato a prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, revela detalhes marcantes de sua infância e adolescência durante uma conversa, destacando como suas origens rurais moldaram sua jornada até os dias atuais. Assisa ao vídeo ao final da Matéria.

No vídeo amplamente divulgado nas redes sociais, oo ser questionado sobre sua trajetória, Otoniel compartilha:

“Eu nasci numa comunidade chamada São Vicente, aqui na região do Rio Branco, município de Barreiras. Nasci às sete horas da noite, do dia 21 de setembro de 1977. Meus pais ainda moram lá, na mesma comunidade, onde vivi até 1994.”

Ele continua relatando que seus pais saíram do povoado de São Vicente para trabalhar numa fazenda próxima chamada Fazenda Chaparral, quando ele tinha apenas dois anos.

“Meu pai foi convidado pelo empresário Paulo Moraes para trabalhar lá em 1979, e dois anos depois, em 1981, a família inteira se mudou para a fazenda. Foi a partir desse momento que as coisas começaram a se encaixar para nós”, diz Otoniel.

A vida na fazenda não era apenas trabalho. Otoniel recorda que após alguns anos, seu pai se preocupou com a educação dos filhos, já que não havia escola na região.

“Meu pai e os vizinhos contrataram uma professora, minha tia Maria, para dar aulas debaixo de uma mangueira. Foi assim que começamos a nossa educação, literalmente ao ar livre”, compartilha ele.

Após um ano estudando ao ar livre, a professora conseguiu montar uma sala de aula em sua própria casa.

“Quando já estávamos alfabetizados, o Poder Público construiu uma escola na comunidade Retiro, onde começamos a frequentar a primeira série na Escola Santa Terezinha, sob a orientação do professor Geraldo”, detalha Otoniel.

A mudança para a cidade em 1994 representou um desafio para a família, especialmente em relação à educação dos filhos.

“Meu pai não tinha condições na época de ter uma casa em Barreiras. Foi quando o proprietário da fazenda, senhor Paulo Moraes, ofereceu sua casa para que pudéssemos estudar na cidade”, revela Otoniel.

“Minha irmã mais velha veio primeiro, seguida pelo meu irmão mais novo, e em seguida, fui eu”, continua ele. A família então morou na casa de um amigo por alguns anos até que seu pai conseguiu comprar uma casa em Barreiras, vendendo o gado que possuía na época.

“Foi assim que nos estabelecemos no bairro São Pedro, onde até hoje está nossa casa. Esses foram os primeiros passos da minha infância e adolescência”, conclui Otoniel, ressaltando como sua história de superação e determinação o impulsiona a buscar novos desafios na vida pública.

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Brasil sobe 10 posições em ranking mundial de liberdade de imprensa

Levantamento foi divulgado pela ONG Repórteres Sem Fronteiras

Agência Brasil – O Brasil subiu dez posições no ranking de liberdade de imprensa e chegou ao 82º lugar entre 180 países citados em levantamento da organização não governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Trata-se da melhor colocação do Brasil nos últimos dez anos. Desde o último relatório divulgado pela entidade, o país recuperou, ao todo, 28 posições. O documento foi divulgado nesta sexta-feira (3), Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

Segundo o jornalista Artur Romeu, diretor do escritório da Repórteres Sem Fronteiras para a América Latina, o resultado confirma uma tendência registrada no ano passado, com a percepção dos especialistas após o fim do governo de Jair Bolsonaro. “Foi um governo que exerceu uma forte pressão sobre jornalismo de diferentes formas, com uma postura e um discurso público orientado pela crítica à imprensa”, afirmou. Romeu contextualiza, entretanto, que a pontuação brasileira ficou praticamente estável, com acréscimo de 0,08 de 2023 para 2024, mas outros países caíram mais, o que levou à subida do Brasil.

O chefe do escritório da RSF explica que os especialistas consultados entendem que a melhora que tinha sido antecipada para o Brasil se confirmou, como cenário geral. Ele salienta que o ranking é baseado em um conjunto de indicadores que avaliam as pressões sobre a liberdade de imprensa. “Essa subida das posições é mais uma sinalização de estabilidade do que necessariamente de progresso. É importante reforçar que se trata de uma estabilização em relação a uma perspectiva de melhora que se concretizou”, acrescenta.

A coleta foi feita nos meses de dezembro e janeiro a partir de 120 perguntas traduzidas em 26 idiomas com milhares de respondentes. “Cada especialista aborda o próprio país em que vive”, diz Romeu. Publicado anualmente, desde 2002, o ranking é feito a partir de índices que consideram questões políticas, sociais e diferentes ordens econômicas. Romeu explica que o documento é utilizado por organizações internacionais como o Banco Mundial, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e agências de cooperação internacional como um indicador de referência sobre as garantias para que os jornalistas possam atuar livremente.

Distensionamento

A posição do Brasil, segundo Romeu, estaria relacionada a uma postura pública de reconhecimento e valorização do trabalho da imprensa e se traduziu inclusive em medidas concretas como a criação, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores. “Houve melhorias também no âmbito da garantia de acesso à informação e à transparência pública. Houve um distensionamento em parte desse cenário. Então, isso tudo tem um reflexo nas condições que estão colocadas para os jornalistas e os meios de comunicação operarem no país.”

Arthur Romeu cita também que o Brasil estruturalmente mantém concentração midiática, na mão de poucos grupos, e que os problemas econômicos deixam o setor mais vulnerável. “Isso se reflete na capacidade de ingerência ou de pressão sobre os veículos”, observa. Uma pressão que vem de agentes econômicos como anunciantes, que exercem ação sobre as linhas editoriais dos veículos.

Insegurança

Outro ponto negativo que foi levado em conta no relatório tem relação com a percepção de insegurança. “O Brasil é o segundo país da América Latina com o maior número de jornalistas assassinados e com uma cadeia de violências muito ampla. São ameaças, perseguições, assédio oficial e moral e agressões físicas, por exemplo.” Nesse sentido, a violência contra a imprensa se traduz na consolidação de um ambiente mais desfavorável para a profissão.

Desinformação

Outra questão central, para avalia Artur Romeu, é a necessidade de regulação das plataformas para garantia da integridade informativa, em um cenário de desinformação. “O canal de distribuição não é mais a banca de jornal na esquina. As grandes plataformas operam ainda no Brasil num cenário ainda marcado por um processo de, supostamente, autorregulação.”

Ele considera que exista um vazio regulatório, com o não aprovação até hoje do Projeto de Lei das Fake News (PL 2.630) pelo Congresso, em torno de temas como desinformação e inteligência artificial. “É preocupante que o Brasil dê um passo atrás no momento em que parecia ter chegado em um texto que trazia ali um arcabouço que se fundamentava em boas práticas.”

Ações de políticos

O diretor do escritório da RSF para a América Latina explica que a principal tendência que o ranking mundial da liberdade de imprensa traz é que a maior queda de indicador “político”, dentre os cinco utilizados no levantamento.

Há uma percepção de que os atores políticos dos estados, que seriam aqueles que deveriam ser os responsáveis por garantir as condições para um livre exercício de jornalismo, estão se tornando cada vez mais os causadores dessa fragilização do direito à liberdade de imprensa”. Ele aponta que existe essa queda generalizada em todas as regiões do mundo.

O caso da Argentina é um exemplo na América Latina desse cenário. O país vizinho caiu 26 posições e teve a maior queda de pontuação na região (10 pontos). Saiu da posição de número 40 e agora ocupa a 66ª. “Está associada à chegada ao poder do presidente Javier Milei. Ele alimenta a polarização e faz ataque a meios de comunicação específicos.” Uma dessas ações foi o encerramento das atividades da agência pública de notícias do país, a Télam.

Outro país que registrou queda acentuada foi o Peru, que caiu 48 posições nos últimos dois anos, também em face de crises políticas.

Os Estados Unidos, por exemplo, caíram dez posições, e chegaram ao 55º lugar. “Os EUA estão também num cenário de polarização, têm uma ala mais radical do Partido Republicano, que é favorável à prisão de jornalistas. É uma posição historicamente baixa”, comenta Artur Romeu.

Segundo ele, a situação fica mais tensionada em função de ser um ano com o maior número de eleições na história. “A metade da população mundial vai às urnas. Há uma intensificação de pressão sobre o jornalismo.”

Só 1%

Outro dado do relatório é que, no mundo, somente 1% da população está em países em que a situação é considerada boa para os jornalistas. Dos 180 países, somente oito estão nessa escala. Os três primeiros colocados são Noruega, Dinamarca e Suécia.

No final do ranking, países asiáticos como China, Vietnã e Coreia do Norte dão lugar a três países que viram o seu indicador político despencar”, aponta o relatório.

Os últimos colocados são Afeganistão (que caiu 44 posições) por causa da repressão ao jornalismo desde o regresso ao poder dos talibãs, a Síria (menos oito posições) e Eritreia (última classificação geral). “Os dois últimos países se tornaram zonas sem lei para os meios de comunicação, com um número recorde de jornalistas detidos, desaparecidos ou reféns”, destaca o levantamento.

O agronegócio respondeu por 53,4% das exportações da Bahia no primeiro trimestre de 2024

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – No primeiro trimestre de 2024, o agronegócio se destacou como pilar fundamental das exportações da Bahia, contribuindo com expressivos 53,4% do total exportado pelo estado nesse período. Esse número representa um significativo aumento em relação aos 42% registrados no mesmo período do ano anterior, demonstrando a crescente dependência da economia baiana em relação ao setor agrícola.

Dados oficiais da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Governo Federal revelam que as exportações baianas alcançaram cerca de US$ 1,3 bilhão nos primeiros três meses de 2024, marcando um crescimento notável de 25% em comparação ao mesmo período de 2023. Esse aumento expressivo é atribuído, principalmente, ao incremento da produtividade no campo, sinalizando uma maior eficiência na produção agrícola do estado.

Um aspecto relevante é o aumento no volume embarcado em diversos setores do agronegócio, que compensou os impactos dos preços mais baixos das commodities no mercado internacional. Um exemplo é a soja, principal produto de exportação da Bahia, que registrou uma redução nos preços, porém, uma expansão significativa na quantidade exportada. No primeiro trimestre de 2023, as exportações de soja somaram US$ 433,4 milhões; já em 2024, houve um expressivo aumento de 29,89%, totalizando US$ 562,9 milhões.

Outro destaque é o algodão não cardado nem penteado, simplesmente debulhado, produzido no estado, que também apresentou um aumento expressivo nas exportações. De janeiro a março de 2023, o valor exportado foi de US$ 55,9 milhões, enquanto no mesmo período de 2024, esse valor cresceu surpreendentes 291,37%, alcançando US$ 218,6 milhões.

Esses dados evidenciam a resiliência e a competitividade do agronegócio baiano, que continua a impulsionar a economia regional mesmo em um cenário global de flutuações nos preços das commodities. O aumento da produtividade e a busca por novos mercados são fatores-chave para sustentar esse crescimento nas exportações, destacando a importância estratégica do setor agrícola para o desenvolvimento econômico do estado da Bahia.

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Bahia envia Bombeiros e Profissionais de Saúde para ajuda humanitária e auxilio às vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Forma enviados 22 bombeiros experientes em operações de resgate em desastres naturais e profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, partiram do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães com destino ao sul do país

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Nesta quinta-feira (2), o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMB) e a Secretaria de Saúde (Sesab) mobilizaram equipes especializadas para auxiliar no socorro às vítimas das devastadoras chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul. Vinte e dois bombeiros experientes em operações de resgate em desastres naturais e profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, partiram do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães com destino ao sul do país, onde mais de 20 mortes foram registradas em decorrência das intempéries, incluindo o rompimento de uma barragem e deslizamentos de terra.

O comandante-geral do CBMB, coronel Adson Marquezine, enfatizou a prontidão e preparação da equipe para enfrentar os desafios no Rio Grande do Sul.

“Estamos totalmente equipados e bem preparados para ajudar nossos irmãos nesse momento de dificuldade. Enviamos 22 bombeiros especialistas em resgates para auxiliar no salvamento das pessoas afetadas. Além disso, estamos enviando quatro médicos e um enfermeiro da Sesab para oferecer apoio médico no local”, declarou.

O foco inicial da missão é o resgate e o socorro às vítimas. O coronel Jadson Almeida, responsável pela operação no Rio Grande do Sul, detalhou que os bombeiros selecionados são especialistas em lidar com esse tipo de desastre.

“Inicialmente, seremos enviados para Caxias do Sul, onde ocorreram desabamentos e soterramentos. Estamos preparados para atuar nessa situação de emergência e oferecer o melhor suporte à população”, afirmou.

O sanitarista Edson Ribeiro Júnior, do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia, destacou a importância da equipe de saúde no cenário de calamidade.

“Vamos apoiar as equipes locais na análise da situação de saúde, observando os desabrigados e os abrigos. É crucial avaliar também a saúde mental das vítimas, pois é uma situação que envolve perdas significativas”, explicou.

Além dos desafios imediatos, como deslizamentos e desabamentos, há preocupações com doenças emergentes em situações de desastre, como arboviroses, leptospirose e doenças transmitidas pela água. A avaliação da situação vacinal e outros fatores de risco também são aspectos essenciais para garantir o bem-estar das comunidades afetadas.

Essa missão humanitária exemplifica a solidariedade e o apoio mútuo entre os estados brasileiros em momentos de crise, demonstrando a importância da cooperação para enfrentar os desafios causados por eventos climáticos extremos.

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Projeto Comida no Prato chega a Barreiras com iniciativa de impacto social, afirma Delmah Pedra

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Barreiras foi o destaque do lançamento do projeto estadual “Comida no Prato”, que visa combater a fome e a insegurança alimentar na Bahia. No dia 30 de abril, a pré-candidata a vereadora Delmah Pedra, acompanhada pela secretária de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira, participou ativamente do evento realizado na Paróquia Divino Espírito Santo, no Vale dos Lagos, em Salvador, onde o governador Jerônimo Rodrigues liderou a cerimônia.

O programa, uma parceria entre o Estado e 50 organizações sociais, tem como objetivo distribuir mais de 2,2 milhões de refeições para indivíduos em situação de vulnerabilidade.

“Barreiras está sendo beneficiado com mais de 1.600 refeições diárias e o Instituto Nova Vida, como sempre, fazendo a diferença na vida das pessoas, principalmente para as pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade”, destacou Delmah Pedra que estava em companhia de Jusmari Oliveira.

O governador Jerônimo Rodrigues enfatizou que o programa vai além da simples distribuição de alimentos, abrangendo ações estruturais para fortalecer a segurança alimentar e a geração de renda. “O combate à fome é permanente, na geração de emprego e no fortalecimento das atividades econômicas, seja na agricultura, economia solidária ou empreendedorismo”, afirmou Jerônimo Rodrigues, destacando o compromisso do governo em buscar soluções duradouras para a questão da fome.

Além da distribuição das refeições, o evento marcou o anúncio de outras ações integradas ao combate à fome. Isso inclui investimentos em hortas rurais e urbanas, visando fortalecer a segurança alimentar em toda a Bahia. Também foram destinados recursos para 70 municípios que aderiram ao Sistema de Segurança Alimentar e ao Programa Bahia Sem Fome, reforçando o compromisso estadual com a erradicação da fome.

O edital “Comida no Prato” é uma peça fundamental no contexto do Programa Estadual Bahia Sem Fome, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), com um investimento robusto de mais de R$ 24 milhões. O projeto visa não apenas atender à demanda imediata por alimentação, mas também implementar medidas estruturais que promovam o bem-estar e a inclusão social dos mais vulneráveis na sociedade baiana.

Moradores contestam versão da prefeitura sobre grande público na Festa do Bairro Santa Luzia em Barreiras

Foto: PMB

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – No contraponto à versão da Prefeitura de Barreiras, moradores do Bairro Santa Luzia relatam que a comemoração dos 30 anos do bairro foi um fiasco, em áudio encaminhado ao Caso de Política. Um residente, que preferiu não se identificar, afirmou que a festa foi desanimada e longe do padrão das celebrações anteriores.

Segundo o morador, a festa teve pouca participação, com cerca de duzentas pessoas dentro da escola, e a guarda municipal impediu a saída das pessoas para que o pré-candidato a prefeito do governo, Otoniel pudesse gravar um vídeo na porta da escola com alguns figurantes ao fundo.

Ouça o áudio abaixo

Hoje, duzentas pessoas dentro da escola e, no final, a guarda sem deixar as pessoas saírem, porque tinha que o Otoniel gravar na porta da escola e ter muita gente atrás. E proibiram o presidente da associação de fazer a festa, como todo ano é feito. Vergonha mesmo, só demonstrou o autoritarismo do atual prefeito. Será que é essa a Barreira que nós queremos?”, relatou o morador.

A Prefeitura, em publicação oficial, exaltou a participação de mais de duas mil pessoas na 8ª Edição da Caravana da Cidadania, que incluiu diversas atividades e serviços. Contudo, moradores criticaram a falta de grande público e alegam que a festa não correspondeu às expectativas.

Essa discordância ressalta um debate político sobre a percepção dos moradores em relação às ações da gestão municipal e a efetividade dos eventos comemorativos promovidos pela Prefeitura.

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Após denúncias da vereadora Carmélia, prefeitura toma providências com relação a uma enorme cratera aberta no bairro Santa Luzia

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na esteira das denúncias da vereadora Carmélia da Mata (PP), a prefeitura de Barreiras finalmente reagiu à pressão popular, iniciando obras para resolver um problema crônico no bairro Santa Luzia. Carmélia, por meio de suas redes sociais, compartilhou um vídeo onde expressou sua satisfação ao ver a gestão pública “colocar a mão na massa” para resolver uma enorme cratera na rua.

A cratera aberta causou grande transtorno para a população e risco de acidentes de trânsito e entre os moradores

No vídeo, a vereadora destacou o uso de altíssimos recursos federais para esse propósito e agradeceu ao prefeito Zito Barbosa:

“O executivo colocou a mão na massa e começou a executar o que já deveria ter feito e não ter acontecido tudo o que aconteceu aqui. Mas antes, tarde do que nunca, até porque esse canal aqui foi milionário para os cofres do país, porque na verdade foi uma verba federal. A gente fica feliz e agradece, porque está aqui a marca, falta ainda concluir, porque não passou o asfalto, está no chão ainda, só no aterro, mas já deu uma melhorada. O prefeito, esteve aqui contando piada, ficando na esquina, tentando uma relação com as pessoas daqui da Santa Luzia, e nós vamos mostrando que a cobrança surtiu efeito”, comentou a vereadora que faz forte oposição ao governo de Zito Barbosa.

Este desfecho positivo demonstra a importância do envolvimento da comunidade e a eficácia da cobrança por parte dos representantes eleitos.

Em uma última fala, a parlamentar disse que continuará fiscalizando e que espera para que em breve retorne para registrar a obra concluída.

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Tito confirma aliança com Jusmari, propõe ações na saúde e respeito com servidores municipais

Ele destacou a necessidade da criação de duas novas UPAs com atendimento especializado para crianças e idosos

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O cenário político em Barreiras ganha novos contornos com o apoio consolidado ao pré-candidato à prefeitura, Tito (PT). Em entrevista exclusiva à rádio Oeste FM no programa Poder da Notícia, Tito ressaltou a importância do respaldo da Secretária Jusmari Oliveira (PSD), que abriu mão de sua pré-candidatura a pedido do Governador Jerônimo Rodrigues e do Senador Otto Alencar, optando por fortalecer a continuidade de seu trabalho em prol da Bahia e apoiar Tito no desenvolvimento de um projeto municipal voltado para as demandas da cidade.

“Estamos avançando todos os dias na construção desse projeto coletivo. Com o apoio do Governador Jerônimo, do presidente Lula e de uma base política comprometida com uma gestão acessível e focada nas necessidades da nossa comunidade, estamos unidos por Barreiras”, declarou Tito durante a entrevista.

O pré-candidato também detalhou suas propostas para valorizar os servidores públicos, considerando-os como o maior ativo da administração municipal. Tito criticou a desvalorização desses profissionais nos últimos anos e afirmou que seu plano de governo incluirá ações concretas para recuperar seus direitos e oferecer condições ideais para a prestação de serviços públicos de qualidade.

Em relação à saúde, Tito enfatizou a necessidade de ampliar os serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Barreiras. Ele propõe a implementação de duas novas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), com atendimento especializado para crianças e idosos, visando garantir um acesso mais amplo e eficiente aos serviços de saúde para todos os barreirenses.

Barreiras precisa ser regatada para os verdadeiros interesses da nossa população e que a próxima gestão venha a consolidar a cada dia o equilíbrio fiscal, financeiro, orçamentário, priorizando os principais serviços e investimentos que o município precisa ter. Porque o principal de uma administração são seus serviços públicos. Não dá para entender como se negligenciar tanto a oferta dos serviços de saúde, por exemplo, porque a cada dia as pessoas têm sofrido com isso. As pessoas têm morrido, têm perdido as suas vidas por ausência de serviços eficientes de saúde. Como pensar uma administração que fecha um posto 24 horas? Como pensar uma administração que praticamente abandonou o Hospital Eurico Dutra? Como pensar uma administração que não queria receber a única UPA que foi construída pela ex-prefeita Jusmari Oliveira ali no bairro Santa Luzia e que o governador Rui Costa, em convênio, concluiu a construção, equipou e quis entregar ao município, o município se recusava insistentemente a receber”.

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