João Felipe propõe audiência pública em Barreiras para debater crise no transporte público

O vereador protocola requerimento na Câmara Municipal buscando soluções para atrasos, superlotação e falta de acessibilidade no transporte coletivo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador João Felipe (PCdoB) protocolou, nesta segunda-feira (14), um requerimento na Câmara Municipal de Barreiras, no oeste da Bahia, solicitando a realização de uma audiência pública para debater a crise no transporte público da cidade. A iniciativa visa encontrar soluções para os problemas enfrentados pelos usuários, como atrasos, superlotação e falta de acessibilidade.

O documento, de número 001/2025 e registrado sob o protocolo 878, aponta para a necessidade urgente de se debater a qualidade do serviço oferecido, que tem gerado reclamações constantes por parte dos usuários. Entre os problemas mais citados, destacam-se os frequentes atrasos e a falta de ônibus em diversas linhas, a insuficiência de itinerários para atender a demanda da população, a superlotação nos horários de pico e as dificuldades enfrentadas por pessoas com necessidades especiais e idosos em acessar o sistema.

De acordo com o requerimento, a audiência pública tem como objetivo principal “oportunizar um espaço democrático de diálogo” entre os diversos atores envolvidos, incluindo representantes do poder público, das empresas responsáveis pelo transporte coletivo, da sociedade civil organizada, associações de moradores, estudantes, trabalhadores e demais usuários do sistema.

A intenção é avaliar a qualidade do serviço, ouvir as demandas da população, propor melhorias e soluções viáveis, discutir possíveis reajustes tarifários e contrapartidas, e debater a inclusão de novos itinerários, horários e condições de acessibilidade.

O vereador João Felipe ressalta a “relevância do tema e seu impacto direto na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população” e solicita que a audiência seja amplamente divulgada e realizada em data e horário que possibilitem a participação do maior número possível de pessoas.

A Câmara Municipal ainda não definiu a data para a realização da audiência.

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Deputado Pancadinha, do Solidariedade, admite conversas para integrar base do governo Jerônimo

Deputado estadual Pancadinha admite conversas para integrar a base de Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia, reafirmando lealdade ao Solidariedade e afastando rumores de conflito com ACM Neto

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O deputado estadual Fabrício Nunes da Silva, conhecido como Pancadinha (Solidariedade), admitiu nesta segunda-feira (14) estar em diálogo com o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) para integrar a base governista na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). A declaração foi feita em entrevista à imprensa.

Apesar da aproximação com o governo, Pancadinha reforçou sua filiação ao Solidariedade, partido que já integra a base governista, e negou planos de mudança partidária para a reeleição em 2026.

“Sou da base do povo. Todo mundo sabe que sou do Solidariedade e que o Solidariedade está alinhado com o governo. Então, vou seguir o meu partido”, afirmou o deputado.

Pancadinha revelou que tem mantido conversas com o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, e que, através dessa articulação, conseguiu viabilizar a construção de dois complexos esportivos para Itabuna, localizados nos bairros São Pedro e Maria Pinheiro.

“Tenho sido muito bem tratado por Loyola e por outros setores do governo. Tenho muitas demandas e as coisas estão saindo”, disse, destacando o uso de emendas individuais para garantir investimentos.

O deputado também fez questão de descartar qualquer ressentimento com ACM Neto (União), que o apoiou nas eleições municipais de 2024 em Itabuna, quando concorreu à prefeitura.

“Da minha parte, não ficaram mágoas e nem pendências. Continuo tendo o mesmo respeito”, finalizou.

A aproximação de Pancadinha com o governo já havia gerado especulações e até mesmo críticas de ACM Neto que o chamou de ingrato, segundo o site Política Livre.

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Com 99,4% de adesão dos municípios, Novo PAC Seleções 2025 recebe mais de 35 mil propostas em todo o Brasil

Ministério da Saúde lidera pedidos; Minas Gerais, São Paulo e Bahia concentram maior número de inscrições

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Novo PAC Seleções 2025 encerrou a segunda-feira (31/03) com 35.119 propostas recebidas, provenientes de 5.537 municípios – o que representa 99,4% das cidades brasileiras. A iniciativa do Governo Federal visa selecionar empreendimentos em áreas estratégicas como saúde, educação, infraestrutura urbana e inclusão social, com investimento previsto de R$ 49,2 bilhões.

Minas Gerais liderou o número de inscrições, seguido por São Paulo e Bahia. O Ministério da Saúde foi o mais demandado, com 19.828 propostas cadastradas, à frente do Ministério da Educação (8.728), Esporte (4.513) e Cidades (1.966).

Lançado em fevereiro durante o Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, o Novo PAC Seleções disponibilizou um mês para gestores municipais e estaduais inscreverem seus projetos. O programa contempla 19 modalidades distribuídas em cinco eixos temáticos, como Abastecimento de Água, Urbanização de Favelas, Policlínicas, Creches, CAPS, Teleconsulta e Centros Esportivos Comunitários.

Ao todo, 21 governos estaduais e o Distrito Federal também participaram do processo, apresentando propostas em conjunto com prefeituras, consórcios e companhias de saneamento. A iniciativa reforça a articulação federativa na definição das prioridades de investimento em áreas essenciais para a população.

O Governo Federal, em parceria com os ministérios da Saúde, Educação, Cidades e Esporte, agora analisará os projetos apresentados com o objetivo de selecionar os que melhor atendem aos critérios de viabilidade, impacto social e contribuição para o desenvolvimento regional.

Acompanhe abaixo o ranking de solicitações por estado

  • MG: 4.994 propostas
  • SP: 4.035 propostas
  • BA: 3.241 propostas
  • RS: 2.437 propostas
  • PR: 2.106 propostas
  • MA: 1.741 propostas
  • SC: 1.679 propostas
  • PI: 1.564 propostas
  • GO: 1.486 propostas
  • CE: 1.335 propostas
  • PB: 1.311 propostas
  • PE: 1.291 propostas
  • PA: 1.196 propostas
  • MT: 899 propostas
  • TO: 808 propostas
  • RN: 979 propostas
  • RJ: 694 propostas
  • AL: 689 propostas
  • AM: 533 propostas
  • MS: 509 propostas
  • SE: 476 propostas
  • ES: 435 propostas
  • RO: 314 propostas
  • AC: 151 propostas
  • AP: 117 propostas
  • RR: 93 propostas
  • DF: 6 propostas
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UTIs da rede estadual da Bahia estão entre as mais eficientes do país, aponta certificação nacional

Imagem: Sesab

Quatro unidades baianas do SUS foram reconhecidas pela excelência clínica e gestão, segundo levantamento da AMIB e Epimed

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Quatro Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da rede estadual da Bahia foram reconhecidas entre as mais eficientes do Brasil, conforme a certificação nacional da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e da Epimed Solutions. O levantamento de 2025 avaliou mais de 1.800 UTIs adultas em todo o país, com base em critérios de desempenho clínico, segurança do paciente e uso racional de recursos.

Destaque para o Hospital Ana Nery, em Salvador, que recebeu dois selos de excelência: o Top Performer, na categoria cardiológica, e o selo de UTI Eficiente, que atesta desempenho superior tanto na assistência quanto na gestão. Também foram certificados o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), a Maternidade Professor José Maria de Magalhães Netto, ambos na capital, e o Hospital Regional Dr. Mário Dourado Sobrinho, em Irecê.

A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, atribuiu o reconhecimento ao esforço coletivo das equipes e ao investimento contínuo em qualificação, estrutura e monitoramento. “A Bahia mostra que é possível oferecer cuidado intensivo de excelência no SUS”, afirmou.

A certificação utiliza indicadores como a Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP) e a Taxa de Utilização de Recursos Padronizada (TURP), valorizando UTIs que aliam resolutividade clínica à boa gestão de recursos. A conquista reforça a prioridade dada pelo governo baiano à regionalização e à melhoria contínua do atendimento hospitalar.

Roberta Santana concluiu destacando o compromisso com uma rede de UTIs cada vez mais estruturada, humana e resolutiva: “Esse reconhecimento pertence aos profissionais que fazem da saúde pública um espaço de excelência e acolhimento”.

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Lewandowski apresenta PEC da Segurança Pública e propõe novo pacto federativo para combater crime organizado

Ministro defende integração nacional sem ferir autonomia de estados e municípios; proposta de emenda à Constituição visa modernizar e constitucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Sem promessas de soluções mágicas e focando em coordenação estrutural, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, apresentou neste domingo (13), em São Paulo, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública a juristas e jornalistas. O texto prevê a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), criado em 2018, e propõe diretrizes nacionais para o setor.

Em evento promovido pelos juristas Pierpaolo Bottini e Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas, o ministro defendeu a iniciativa como resposta ao que classificou como “o tema que mais preocupa o cidadão brasileiro”. A PEC, elaborada pelo Ministério da Justiça e já entregue à Presidência da República, visa integrar e padronizar ações entre União, estados e municípios, respeitando a autonomia federativa.

O texto prevê a criação do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, com participação dos três níveis de governo e da sociedade civil. Também propõe a padronização de boletins de ocorrência, certidões de antecedentes e mandados de prisão, atualmente fragmentados entre os 27 estados. O objetivo, segundo o ministro, é modernizar a articulação federativa, sem criar interferências nos comandos das polícias estaduais.

Além de atualizar os artigos 21, 22, 23, 24 e 144 da Constituição, a PEC inclui mudanças como a ampliação das competências da Polícia Federal – que passará a combater também crimes ambientais, milícias e organizações interestaduais – e a transformação da Polícia Rodoviária Federal em Polícia Viária Federal, com atuação ostensiva em rodovias, ferrovias e hidrovias. Também propõe a inclusão das guardas municipais no rol constitucional de órgãos de segurança pública, com foco em policiamento comunitário e urbano.

Outra inovação é a criação de corregedorias e ouvidorias autônomas, com atuação nos três níveis da federação, para fortalecer a transparência e o controle social das forças de segurança.

Não haverá centralização de TI, nem supressão de comandos locais. Vamos dar musculatura institucional ao que já existe de maneira dispersa”, afirmou Lewandowski.

Durante a apresentação, o ministro indicou que a proposta acolheu sugestões de governadores e de representantes da sociedade civil, especialmente quanto à preservação da autonomia dos estados. A expectativa é que, ao ganhar status constitucional, o SUSP ganhe também garantias orçamentárias, como a constitucionalização dos fundos nacionais de segurança pública e penitenciário, blindando-os de contingenciamentos.

Audiência no Senado e controle de competências da PRF

No dia 9 de abril, em audiência na Comissão de Segurança Pública do Senado Federal, Lewandowski reforçou a defesa da PEC como ponto de partida de uma política pública contínua e suprapartidária. Ele criticou a atuação extrapolada da PRF em funções típicas de polícia judiciária – como ocorreu em áreas urbanas como a Cracolândia, em São Paulo – e defendeu a retomada dos limites constitucionais de cada instituição.

A discussão envolveu a Portaria MJSP nº 830/2024, que veda à PRF o cumprimento de mandados judiciais, papel exclusivo das polícias Civil e Federal. Segundo o ministro, “não se pode admitir que agentes da PRF invadam residências ou realizem prisões fora das rodovias”.

Ele também apresentou a plataforma Segurança Transparente, que permitirá à população acompanhar a execução de emendas parlamentares destinadas à segurança. Lewandowski informou que mais de R$ 6 bilhões em bens foram descapitalizados de organizações criminosas em 2024, além de mais de 200 ações das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos).

Em relação ao orçamento, o ministro explicou que a PEC não inclui a origem dos recursos propositalmente, deixando essa definição ao Congresso Nacional.

Dada a sua importância, a segurança pública deveria estar fora do teto de gastos”, defendeu.

Estratégia para proteger crianças e adolescentes

Já no dia 10 de abril, o MJSP lançou, em Brasília, a estratégia Crescer em Paz, um plano de 45 ações voltadas à proteção de crianças e adolescentes. O projeto, construído com apoio do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e outros ministérios, prevê R$ 82 milhões em investimentos para 2025. Entre as medidas, estão iniciativas de prevenção, acolhimento de vítimas, acesso à justiça e combate ao aliciamento juvenil por facções criminosas.

O plano terá atuação perene e coordenada, com foco em educação, saúde e garantia de direitos. “As crianças têm o direito de crescer em paz, e isso começa com o compromisso do Estado em protegê-las”, afirmou o ministro.

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Júnior Marabá envia à Câmara projeto que doa terreno para construção de Batalhão da PM em Luís Eduardo Magalhães

Proposta visa atender à demanda por mais segurança pública diante do crescimento urbano acelerado; nova unidade deverá abrigar estrutura de batalhão e ampliar efetivo policial na cidade

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, encaminhou à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 023/2025, que autoriza a doação de um terreno público ao Estado da Bahia para viabilizar a construção da sede de um Batalhão da Polícia Militar. A proposta foi protocolada em 4 de abril e deverá ser analisada pelos parlamentares nos próximos dias.

A área doada está localizada no bairro Solar do Oeste, região estratégica do município que tem experimentado forte expansão urbana. A justificativa do projeto destaca que a medida visa garantir melhores condições de segurança pública, com estrutura adequada para ampliar o efetivo policial e atender à crescente demanda populacional.

Clique aqui e leia a íntegra do Projeto de Lei.

De acordo com o texto assinado pelo prefeito, a atual estrutura da 85ª Companhia Independente de Polícia Militar, que opera em Luís Eduardo Magalhães, já se mostra insuficiente frente à complexidade das demandas locais. Estudos técnicos apontam que a população da cidade poderá dobrar nos próximos trinta anos, cenário que exige reestruturação do policiamento e fortalecimento da presença da PM.

O aumento da população e a abrangência de atuação da companhia demonstram a necessidade de elevação da unidade à categoria de Batalhão, com sede própria e estrutura capaz de acomodar maior contingente de policiais”, aponta a justificativa da proposta.

A construção de uma Unidade Operacional de Polícia Militar (UOPM) do tipo Batalhão é vista como estratégica para garantir a segurança da população no presente e no futuro.

Além da estrutura física, o projeto é considerado um avanço na valorização institucional da Polícia Militar no município. A proposta, segundo o vice-prefeito Franklin Willer, deverá receber apoio unânime da Câmara, por representar um passo decisivo na modernização da segurança pública da cidade.

O Executivo municipal acredita que, com a aprovação da matéria, o Governo do Estado poderá iniciar os trâmites para implantação da unidade. A sede do Batalhão da PM, quando concluída, funcionará como polo de articulação da força policial na região Oeste da Bahia, fortalecendo a capacidade de atuação e resposta às ocorrências em Luís Eduardo Magalhães.

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Bolsonaro passa por nova cirurgia em Brasília

Internado às pressas com obstrução intestinal, ex-presidente é operado pela sexta vez no abdômen e afirma que quadro atual é o mais grave complicações da facada de 2018

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi submetido a uma nova cirurgia abdominal na manhã deste domingo (13), em Brasília. O procedimento ocorreu no hospital DF Star e teve como causa uma obstrução intestinal, condição que ele próprio atribuiu às sequelas da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018.

A internação emergencial aconteceu dois dias antes, na sexta-feira (11), quando Bolsonaro foi levado de helicóptero para uma unidade médica na capital do Rio Grande do Norte. Ele participava de um evento do PL em apoio à anistia dos réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Após apresentar dores abdominais intensas e distensão, foi transferido para Brasília em uma aeronave com suporte de UTI.

Bolsonaro na chegada ao hospital. Imagem da internet

A decisão de levá-lo à capital federal foi tomada por Michelle Bolsonaro. Segundo aliados, havia a possibilidade de encaminhamento para São Paulo, mencionada pelo próprio ex-presidente nas redes sociais. No entanto, a escolha por Brasília garantiu a presença de Michelle e do filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante o pós-operatório. Ambos residem na cidade.

Antes da cirurgia, Bolsonaro enviou uma mensagem a parlamentares aliados informando que o procedimento começaria às 8h e ainda estava ligado ao atentado de Juiz de Fora (MG). “Ao meu lado o bispo JB Carvalho e bons médicos e enfermeiros. Se Deus quiser tudo ocorrerá bem”, escreveu.

Pelas redes sociais, o ex-presidente detalhou o quadro clínico. Disse que o médico Cláudio Birolini classificou a situação como a mais grave desde o atentado que quase lhe custou a vida. “Talvez não tenha percebido a gravidade do caso na hora”, afirmou. No sábado (12), já havia declarado estar “internado às pressas”.

Esta é a sexta cirurgia no abdômen de Bolsonaro desde a facada de 6 de setembro de 2018. As complicações intestinais têm sido recorrentes desde então. Ao deixar o hospital em Natal, ele caminhava com dificuldade, usava um tubo nasal e era amparado por dois auxiliares.

A internação não impediu que o ex-presidente continuasse sua militância digital. Ainda no domingo, ele voltou a defender a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, criticando decisões judiciais e destacando o caso de Débora, uma das condenadas. Para ele, a redução da pena dela, de 14 para 10 anos, “continua sendo uma brutal injustiça”. “Imaginemos a cena: a Polícia Federal arrancando a Débora de casa, com seus filhos de 10 e 7 anos chorando”, escreveu.

A expectativa é que Bolsonaro permaneça sob cuidados nos próximos dias, com acesso restrito a aliados. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desejou pronta recuperação ao ex-presidente e disse estar em oração.

A nova intervenção reacende o debate sobre o impacto prolongado do atentado de 2018 na saúde e no cenário político de Bolsonaro, cuja presença pública permanece ativa mesmo em meio a hospitalizações.

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Barreiras e LEM, juntas, receberam R$ 1,4 bilhão do Governo Federal para programas sociais e infraestrutura em 2024

Análise aprofundada feita pelo Portal Caso de Política, revelam os repasses federais para Barreiras e Luís Eduardo Magalhães mostra aumento significativo nos investimentos, com impacto direto em programas sociais, saúde, educação, cultura, infraestrutura e apoio ao setor produtivo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Governo Federal destinou mais de R$ 1,4 bilhão para os municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, em 2024, consolidando um ciclo de investimentos que impulsiona o desenvolvimento regional. Os recursos, divididos entre transferências para as prefeituras e auxílios diretos aos cidadãos, demonstram o impacto das políticas federais em diversas áreas, desde o apoio às famílias até o fomento à economia local.

 

Barreiras, com uma população estimada em 170,7 mil habitantes e 70,2 mil domicílios, recebeu um total de R$ 923 milhões. Desse montante, R$ 407 milhões foram destinados à administração municipal, enquanto R$ 516 milhões foram repassados diretamente aos cidadãos através de programas como Bolsa Família, Auxílio Gás, Benefício de Prestação Continuada (BPC), previdência e seguro-desemprego. As transferências para o município registraram um aumento de 25,2%, passando de R$ 29,6 milhões para R$ 37 milhões mensais (média).

Já Luís Eduardo Magalhães, com 116,7 mil habitantes e 44,7 mil domicílios, recebeu R$ 473,9 milhões do Governo Federal. A prefeitura ficou com R$ 212 milhões, enquanto os cidadãos receberam R$ 261,9 milhões em auxílios diretos. As transferências mensais para o município cresceram 23,7%, de R$ 15,6 milhões em 2023 para R$ 19,3 milhões em 2024.

Os dados revelam uma divisão equilibrada entre os recursos destinados aos dois maiores municípios da região oeste e aqueles direcionados diretamente à população, evidenciando a importância tanto do investimento na infraestrutura e serviços públicos quanto do suporte financeiro e assistencial às famílias.

Além disso, ao considerar o valor total recebido por habitante, percebe-se uma proporcionalidade razoável entre os repasses e o tamanho populacional de cada município.

Barreiras, por exemplo, recebeu aproximadamente R$ 5.407,00 por habitante, enquanto Luís Eduardo Magalhães recebeu cerca de R$ 4.060,00. Isso significa que, per capita, Barreiras foi privilegiada com 33,1% a mais de recursos federais em relação a LEM, refletindo também diferenças estruturais e a complexidade administrativa de cada cidade.

Impacto nos Serviços e Programas

Além dos repasses financeiros, ambos os municípios foram contemplados com diversos programas federais que impactam diretamente a qualidade de vida da população e impulsionam o desenvolvimento local.

Veja abaixo

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Luís Eduardo Magalhães supera Barreiras em vacinação e atenção primária, apontam Datasus e Umane

Município registra cobertura vacinal mais consistente e menos internações evitáveis do que a cidade vizinha, revelando desigualdades nas políticas de saúde pública entre as duas maiores cidades do Oeste baiano

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Uma análise do Observatório da Saúde Pública da Umane evidencia o abismo entre duas das principais cidades do Oeste da Bahia quando o assunto é saúde pública.

Apesar de ter população e estrutura menores, Luís Eduardo Magalhães (LEM) apresenta desempenho significativamente superior a Barreiras nos indicadores de cobertura vacinal e na prevenção de internações por condições sensíveis à Atenção Primária à Saúde (APS).

Luís Eduardo Magalhães: gestão de saúde focada em resultados se reflete em melhor cobertura vacinal que Barreiras. Fonte: DATASUS

Com 116,6 mil habitantes e 44,7 mil domicílios, LEM vem consolidando uma gestão de saúde focada em resultados, enquanto Barreiras, com 170,6 mil moradores, ainda enfrenta dificuldades para garantir a eficácia das ações básicas de saúde. O estudo compilado pelo Portal Caso de Política, baseado em dados oficiais do DATASUS e outros, mostra que a linha de cobertura vacinal de LEM é mais estável e, em vários períodos, ultrapassa a de Barreiras, refletindo campanhas de vacinação mais bem organizadas e maior adesão da população local.

Internações evitáveis: Luís Eduardo Magalhães demonstra maior eficiência na atenção primária, com tendência de queda nas internações. Fonte: Umane

No campo da atenção primária, os contrastes se acentuam ainda mais. O número de internações por causas evitáveis – como infecções respiratórias, agravamentos de doenças crônicas e descompensações que poderiam ser contidas com cuidados básicos – é sistematicamente maior em Barreiras. Em LEM, a tendência é de queda ou estabilidade, indicando uma rede de atenção primária mais eficiente e resolutiva. A diferença entre os municípios, segundo interpretação dos dados expostos pelo Observatório da Saúde Pública da Umane, decorre de investimentos mais bem direcionados, além da valorização da prevenção e da proximidade com a comunidade.

A estratégia adotada por LEM combina fatores como busca ativa por não vacinados, campanhas educativas consistentes, maior integração entre unidades básicas e escolas, e acesso facilitado aos serviços de saúde.

Barreiras, por outro lado, tem sido alvo de críticas da população por dificuldades no atendimento, falta de medicamentos e deficiência no número de profissionais, sobretudo nas unidades de atenção primária, levando a população a recorrer frequentemente ao Hospital do Oeste.

O contexto nacional reforça a urgência dessas questões. A campanha “Saúde na Escola”, iniciada em 11 de abril pelos ministérios da Saúde e da Educação, tem como meta vacinar 90% dos estudantes com menos de 15 anos. A ação, que acontece até 25 de abril, exige articulação entre saúde e educação – um desafio em municípios onde a gestão básica ainda patina. Em LEM, a adesão à campanha tem sido proativa. Em Barreiras, o histórico recente não aponta o mesmo dinamismo.

Ao lançar a campanha, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o esforço para recuperar o protagonismo brasileiro na imunização:

“Vamos de novo ser campeões do mundo da vacinação. Para isso, a gente vai contar com uma grande mobilização que começa na próxima segunda-feira”, declarou.

Já o ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o compromisso das escolas públicas com a saúde dos estudantes:

“Nós estamos mobilizados para que cada escola pública do nosso País, em cada município brasileiro, receba as vacinas que vão garantir mais saúde para os nossos estudantes.”

A mobilização nacional visa não apenas ampliar a cobertura vacinal, mas reafirmar o Brasil como referência mundial em imunização, revertendo os índices de queda e combatendo o retorno de doenças já controladas.

Enquanto isso, a desinformação segue como obstáculo à cobertura vacinal em todo o país. A organização Sleeping Giants Brasil chama atenção para a propagação de notícias falsas sobre vacinas e cobra ações efetivas das plataformas digitais. O Observatório da Umane, por sua vez, tem se firmado como fonte confiável de dados e análises que ajudam a orientar políticas públicas eficazes.

A comparação entre os dois municípios baianos revela que tamanho não é garantia de eficiência. Com gestão técnica, envolvimento comunitário e foco em prevenção, Luís Eduardo Magalhães se tornou referência regional. Barreiras, apesar de ser o principal polo urbano da região, precisa reavaliar suas estratégias para evitar que a distância em saúde pública continue se ampliando.

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VÍDEO: Ex-aliado histórico de ACM Neto exalta Jerônimo Rodrigues e aprofunda crise da oposição na Bahia

Liderança petista recebe elogios de César Borges, acentuando debandada de aliados de ACM Neto e fortalecendo base governista

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O governador Jerônimo Rodrigues (PT) recebeu um inesperado e valioso apoio nesta sexta-feira (11). Em evento público em Jequié, o ex-governador César Borges, outrora aliado de ACM Neto, teceu elogios contundentes à gestão do petista, aprofundando a crise na oposição baiana e indicando um esvaziamento da base de apoio de ACM Neto.

A declaração de Borges, que já ocupou cargos importantes em governos ligados ao grupo político de ACM Neto, ecoa como um duro golpe para a oposição. A aproximação de figuras antes consideradas antagônicas ao governo petista expõe a fragilidade da liderança de ACM Neto, que vê sua base se diluir e aliados buscarem novas alianças.

“Confesso aqui publicamente que é difícil encontrar uma pessoa tão cortês, amiga, aberta e de conversa fraterna como o senhor”, afirmou Borges, referindo-se a Jerônimo Rodrigues.

O ex-governador também destacou a “capacidade, competência e a maneira como está conduzindo, da forma mais pacífica possível, o desenvolvimento da Bahia” do atual chefe do Executivo.

A manifestação de apoio de César Borges se soma a outros movimentos recentes que demonstram uma crescente adesão de políticos e lideranças ao governo Jerônimo Rodrigues, consolidando sua governabilidade e isolando ainda mais ACM Neto no cenário político baiano. A cada dia, a situação do ex-prefeito de Salvador se complica, com a debandada de aliados e a ascensão de Jerônimo como figura central na política do estado.

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