Bahia Farm Show 2025 chega a 95% do espaço comercializado

A feira agrícola transformará Luís Eduardo Magalhães (BA) entre os dias 9 a 14 de junho na capital nacional da tecnologia agrícola

A Bahia Farm Show, uma das maiores e mais importantes feiras agrícolas do Brasil, está chegando com grandes expectativas de negócios e difusão de conhecimento e tecnologia. A apenas três meses do seu início, o evento chega a 95% do espaço destinado às empresas expositoras comercializado. Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a 19ª edição da feira pretende, mais uma vez, ser a grande vitrine de novas tecnologias e soluções para o setor agrícola, ampliando as parcerias e negócios entre expositores, agentes financeiros e agricultores.

O grande interesse dos expositores é reflexo da confiança depositada na feira e da projeção do agronegócio da Bahia e do Matopiba”, afirma o presidente da Bahia Farm Show, Moisés Schmidt. “Na área externa, os espaços estão praticamente fechados com as tradicionais revendas que trazem as grandes máquinas agrícolas e insumos, como sementes e, que sempre destacam o que há de mais moderno com as melhores condições de negócio”, reforça Schmidt, que também é o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

No pavilhão coberto, a feira agrícola tem ganhado espaço para startups com soluções em inteligência artificial, automação, energia renovável e agricultura de precisão, que prometem aumentar a eficiência e otimizar os custos no campo. “Temos também uma área dedicada às inovações sustentáveis, com tecnologias que agregam em todas as etapas do negócio, na produção, gestão de pessoas, logística e comercialização da safra”, afirma Schmidt.

Com uma infraestrutura que só cresce e com uma operação que se aperfeiçoa a cada edição, os expositores e visitantes da Bahia Farm Show terão acesso a um complexo com ruas asfaltadas, com parte delas cobertas, auditórios climatizados, pista de test drive, áreas de alimentação, espaço para as crianças e amplo estacionamento com capacidade para mil vagas. Em 2024, o evento ocupou 246 mil metros quadrados, reunindo 434 empresas expositoras e representando mais de mil marcas de produtos e serviços voltados ao agronegócio.

Durante os cinco dias de feira, também serão realizados leilões de gado de corte, demonstrações e lançamentos de produtos, palestras, oficinas, treinamentos e espaço destinado à comercialização de produtos da agricultura familiar. A Bahia Farm Show 2025 é uma realização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) e Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba).

SERVIÇO:

Bahia Farm Show 2025

Data: 9 a 14 de junho

Local: Complexo Bahia Farm Show – BA 020/242, km 535, Luís Eduardo Magalhães – Bahia

Mais informações: www.bahiafarmshow.com.br

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#BahiaFarmShow2025 #Agronegócio #TecnologiaAgrícola #Sustentabilidade #Inovação #Startups #IA #Automação #EnergiaRenovável #AgriculturaDePrecisão #MáquinasAgrícolas #Matopiba

Tarifas de Trump eliminam us$ 4,3 tri em valor de mercado de empresas americanas

Imposição de tarifas por Donald Trump gera turbulência nos mercados globais, com perdas bilionárias em ações e temor de recessão

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A escalada da guerra comercial promovida por Donald Trump tem impactado negativamente as empresas listadas nas principais bolsas americanas, que acumulam perdas de US$ 4,32 trilhões em valor de mercado desde que o ex-presidente assumiu a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro. O levantamento é da Consultoria Elos Ayta.

As chamadas “Sete Magníficas”, grupo de sete empresas de tecnologia que dominam o mercado financeiro americano, foram as mais afetadas, com uma queda no valor de seus papéis de US$ 2,53 trilhões.

Somente nesta segunda-feira (10), o fechamento no vermelho dos índices Nasdaq, Dow Jones e S&P 500 resultou em perdas de US$ 1,61 trilhão para as companhias. Mercados na Europa, Ásia e no Brasil também registraram quedas, refletindo as incertezas globais com os impactos da política tarifária de Trump.

No domingo (9), o republicano minimizou as oscilações do mercado e disse que não descartava a possibilidade de uma recessão como consequência das medidas que vem implementando. A declaração agravou o temor de que a política tarifária de Trump leve à inflação e à queda do consumo e dos investimentos.

“Os mercados vão continuar liquidando os ativos devido à crescente e contínua incerteza sobre como será a situação das tarifas de Trump. E os participantes do mercado detestam incertezas”, afirmou o presidente da FBB capital Partners, Mike Mussio.

Antigos parceiros comerciais agora se lançam em uma corrida de barreiras tarifárias. A China implementou tarifas de até 15% sobre produtos agrícolas americanos, em retaliação ao aumento para 20% das taxas de importação de produtos chineses nos Estados Unidos. Pequim também vai taxar, a partir de 20 de março, produtos agrícolas e alimentícios do Canadá com alíquotas entre 25 e 100%.

A medida é uma resposta ao governo canadense, que em outubro passado implementou um imposto de 100% sobre carros elétricos da China e de 25% sobre produtos de alumínio e aço.

Embora Donald Trump tenha adiado parte das tarifas aos produtos canadenses, o primeiro-ministro da província de Ontário, Doug Ford, já aumentou em 25% o preço da energia exportada para Minnesota, Michigan e Nova York.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#Trump #Tarifas #GuerraComercial #MercadoFinanceiro #Ações #Economia #China #Canada #Recessão #Globalização #DonaldTrump

Queda livre de Elon Musk: Tesla derrete, Starlink perde contratos e X desmorona em valor

Empresas de Elon Musk enfrentam crescente “backlash” por posicionamentos políticos controversos, resultando em perdas bilionárias e reavaliações de contratos

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O império de Elon Musk enfrenta uma tempestade perfeita. Após os boicotes à Tesla e perdas significativas em valor de mercado, a Starlink vê contratos ameaçados e o X (antigo Twitter) perde mais de 70% de seu valor desde a aquisição pelo bilionário. A atuação política controversa de Musk, somada a decisões radicais na gestão de suas empresas, parecem cobrar um preço alto.

A Tesla, carro-chefe do império Musk, viu suas ações despencarem 15% recentemente, acumulando uma perda de mais da metade de seu valor nos últimos 80 dias. A fabricante de carros elétricos atingiu o pico histórico de US$ 480 por ação em dezembro, mas agora amarga a marca de US$ 222, com o valor de mercado da empresa derretendo mais de US$ 700 bilhões, situando-se em US$ 696 bilhões.

A crise se estende à Starlink, a rede de internet via satélite de Musk, que enfrenta o cancelamento de contratos e a reavaliação de parcerias importantes. O primeiro-ministro de Ontário já anunciou o fim dos contratos com a empresa, em retaliação às tarifas de Trump contra o Canadá. Além disso, a Starlink pode perder negócios com governos da Polônia e da Itália, países que questionam o posicionamento de Musk em relação à Ucrânia e à OTAN.

A Itália, por exemplo, avaliava um contrato de US$ 1,5 bilhão para utilizar a Starlink como principal meio de comunicação de seus diplomatas, servidores e militares no exterior. No entanto, o negócio enfrenta obstáculos políticos após Musk ter criticado o presidente italiano, Sergio Mattarella, no X.

A Polônia, que financia a maioria dos terminais Starlink em operação na Ucrânia, também está reavaliando a continuidade dos serviços da empresa. Enquanto isso, a Europa busca alternativas à Starlink, com a Eutelsat, concorrente franco-britânica, surgindo como uma forte candidata. As ações da Eutelsat dispararam 390% na última semana, impulsionadas pelo plano da União Europeia de reforçar seus investimentos em defesa.

Magnata da telefonia rompe contrato com Elon Musk após provocações no X

O magnata mexicano Carlos Slim, empresário considerado a pessoa mais rica da América Latina, com fortuna estimada em US$ 93 bilhões — e apelidado de ‘Midas’, em referência ao mito grego do rei da Frígia, que transformava tudo que tocava em ouro, por sua habilidade de “transformar atividades decadentes em lucrativas” — anunciou um rompimento de contrato entre a América Móvil (AMX), sua empresa de telecomunicações, e a Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk.

O rompimento veio em forma de retaliação a um ataque pessoal de Musk ao bilionário e CEO da AMX, principal operadora telefônica da América Hispânica e responsável, no Brasil, pela Claro — que incorpora Embratel e Net.

No dia 23 de janeiro, Musk compartilhou uma publicação acusatória na rede social X, antigo Twitter, que dizia:

“Carlos Slim é um bilionário mexicano com fortuna de mais de US$ 70 bilhões. Ele é o maior acionista em ações negociadas publicamente do The New York Times.

Ele também é conhecido por ter laços significativos com os cartéis de drogas no México. Você não se torna bilionário no México sem fazer parte da rede que é controlada e protegida.

O NYT sabe com quem seus donos estão conectados e está promovendo a narrativa que apoia os interesses comerciais de Carlos Slim e seus parceiros.”

Em outro golpe para Musk, o X foi alvo de um grande ataque cibernético que deixou a rede social instável. Musk atribuiu o ataque a um grupo coordenado ou a um país, mencionando endereços IPs da Ucrânia, embora a origem exata seja difícil de rastrear. O ataque foi reivindicado pelo grupo Dark Storm Team, que defende causas pró-Palestina.

A situação do X é particularmente preocupante. Desde a aquisição por Musk em outubro de 2022, a rede social perdeu 71,5% de seu valor de mercado. A empresa de investimentos Fidelity avalia o X em apenas 5,3 bilhões de dólares, uma fração dos US$ 44 bilhões pagos por Musk. A desvalorização é reflexo das ações polêmicas do CEO, incluindo demissões em massa, mudanças radicais na política de verificação e transformações na plataforma.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#ElonMusk #Tesla #Starlink #Twitter #MercadoFinanceiro #Boicote #Política #Ucrânia #OTAN #Eutelsat #Ciberataque #ValorDeMercado #CriseFinanceira #Tecnologia #Investimentos #RedesSociais #Bilionários #Ações #Demissões #UniãoEuropeia

Vereadora Delmah Pedra propõe orçamento impositivo e cobra responsabilidade do Executivo em discurso contundente

Em sua primeira legislatura, parlamentar defende efetividade das indicações dos vereadores e sugere mudança na Lei Orgânica para garantir execução obrigatória das emendas legislativas ao orçamento municipal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O discurso da vereadora estreante Delmah Pedra na sessão legislativa desta terça-feira (11) marcou um posicionamento firme e consciente sobre o papel do Legislativo e a necessidade de maior responsabilidade do Executivo na execução das demandas populares. Em um pronunciamento contundente, Delmah ressaltou a importância de tornar as indicações dos vereadores realmente eficazes, evitando que se tornem apenas registros formais sem impacto real na vida da população.

“Essas ações poderão ser colocadas em prática no futuro. Estamos apenas no início do nosso trabalho legislativo deste ano, mas já tivemos várias sessões ordinárias que me permitiram aprofundar minha percepção sobre o funcionamento desta casa. Vejo em cada vereador e vereadora a vontade de fazer acontecer. Como primeira secretária, observo quantos vereadores fazem indicações e apresentam projetos de lei, buscando soluções para os problemas da cidade.”

Ao analisar a Lei Orgânica do Município e as proposições apresentadas nos últimos anos, Delmah identificou um padrão de repetitividade e baixa efetividade. Para ela, a população percebe a falta de impacto dos vereadores porque muitas indicações e leis aprovadas nunca saem do papel.

“Muitos projetos de lei foram aprovados, mas nunca saíram do papel. Ano após ano, os vereadores indicam as mesmas demandas, que seguem sem atendimento. Isso faz com que a população tenha a percepção de que os vereadores não estão fazendo nada.”

Com um discurso prático e objetivo, a parlamentar criticou a falta de efetividade dos mandatos quando não há compromisso da gestão municipal em executar aquilo que é decidido pelo Legislativo.

“Sou uma pessoa prática. Me chamam até de tarefeira porque, se for para fazer, eu faço. Não gosto de enrolações, discursos vazios ou ações sem resultado.”

A vereadora defendeu um novo modelo de orçamento municipal, que torne obrigatória a execução de emendas propostas pelo Legislativo, garantindo que as prioridades apontadas pelos vereadores tenham impacto real.

“Uma proposta que pode ser polêmica é discutirmos uma emenda na Lei Orgânica do Município para tornar obrigatórias as emendas impositivas do Legislativo ao orçamento. Atualmente, o orçamento municipal não vincula de forma obrigatória as demandas prioritárias apontadas pelos vereadores. Isso contribui para a percepção de ineficácia e descompasso entre Legislativo e Executivo, prejudicando o cidadão que aguarda resultados concretos.”

Com essa mudança, Delmah busca assegurar que as indicações tenham peso real no orçamento e que o Executivo seja responsabilizado pelo cumprimento das ações planejadas e aprovadas pela Câmara.

“A emenda que propomos visa corrigir essa deficiência, estabelecendo mecanismos legais que garantam a destinação mínima de recursos para execução dos projetos e indicações aprovados por esta casa. Assim, a medida fortalece o papel do Legislativo e impõe maior responsabilidade ao gestor executivo, assegurando que os compromissos firmados aqui se transformem em ações efetivas.”

Delmah Pedra finalizou convocando seus pares para debaterem a questão e reforçando que sua proposta não busca confronto, mas sim soluções concretas para garantir que o trabalho legislativo tenha impacto real na vida dos munícipes.

“Essa mudança traria mais autonomia para esta casa e mais respeito ao papel do vereador. Temos aqui a oportunidade de fazer história. Quero deixar claro que essa proposta não é um instrumento de confronto, mas um caminho para transformar o potencial desta cidade em progresso concreto e sustentável para todos.”

O pronunciamento da vereadora estreante reverberou na Câmara e deve abrir um amplo debate sobre a eficácia do trabalho legislativo e a necessidade de garantir que as proposições dos vereadores sejam efetivamente cumpridas.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#OrcamentoImpositivo #CamaraDeBarreiras #DelmahPedra #LegislativoEfetivo #FiscalizacaoPublica #Transparencia #PoliticaMunicipal

Em audiência tensa, ANTT debate FICO FIOL e traçado centrado no oeste baiano em meio a disputas políticas regionais

Sessão da ANTT em Brasília escancara divergências sobre a Ferrovia Oeste Leste e o traçado que corta a Bahia, enquanto governo busca equilibrar interesses regionais e viabilidade do projeto

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A audiência pública da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sobre a concessão da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) e da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (FIOL) foi palco de intensos debates nesta terça-feira (11), em Brasília. Em pauta, as implicações do projeto para o desenvolvimento do país, a sua viabilidade econômica e, principalmente, a definição do traçado, elemento central de uma acirrada disputa política e econômica que envolve o futuro do oeste baiano. As próximas sessões da audiência, em Salvador (12/03) e Cuiabá (14/03), prometem ampliar a discussão e trazer novas perspectivas sobre a questão.

Robson Crepaldi, Ouvidor da ANTT, coordenou a sessão, que contou com a participação de Leonardo Ribeiro, Secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Marcelo Fonseca, Superintendente de Concessão de Infraestrutura da ANTT, Huber Tokunaga, Presidente da audiência, e Diogenes Alvares, Superintendente de Projetos Ferroviários da Infra S.A.

Ribeiro enfatizou a importância estratégica do corredor Leste-Oeste FICO Fiol para a segurança alimentar global, justificando a reavaliação do traçado como forma de atrair o interesse do setor privado. Marcelo Fonseca detalhou os objetivos, estudos técnicos e o modelo regulatório, destacando que a integração com a Ferrovia Norte-Sul visa criar um “cruzamento” no país, dividindo-o em quadrantes e otimizando a logística nacional.

O vereador Rider Castro, da Câmara Municipal de Barreiras, expressou o apoio da região à implantação da FIOL, destacando a importância da ferrovia para o desenvolvimento regional:

“Em Barreiras, e em toda a região, aguardamos ansiosamente a concretização da Fiol. Reconhecemos a sua importância não apenas para o Brasil, mas especialmente para o nosso oeste baiano, um grande produtor de grãos. Esperamos que, em breve, a ferrovia esteja em plena operação, impulsionando a nossa logística e o desenvolvimento de toda a região.”

Entretanto, a aparente convergência de opiniões daria lugar a questionamentos e divergências. Fernanda Rodrigues levantou dúvidas sobre a viabilidade econômica do projeto, alertando para as dificuldades da Bamin e o possível desinteresse da Vale em investir na ferrovia. Suas declarações sinalizaram uma preocupação com a sustentabilidade financeira do projeto.

“Após analisar os documentos, vejo um edital comprometido, distante da realidade do setor. A modelagem da FICO Fiol se baseia em premissas frágeis e ignora riscos que podem condenar o projeto ao fracasso. A situação da Bamin é alarmante: não consegue concluir a Fiol 1 nem o Porto Sul, essenciais para o escoamento da ferrovia. Sem essa conexão eficiente com o litoral, como garantir a viabilidade econômica?

A possível aquisição da Bamin pela Vale adiciona mais incerteza. Se a Vale condicionar a compra à paralisação do FICO 1, a concessão se torna insustentável. E o Porto Sul em Ilhéus… Insistir nessa construção em uma área turística e ecologicamente sensível é uma aberração logística e ambiental! Não há precedentes de sucesso sem um porto funcional.

Diante disso, os riscos são altíssimos, afastando investidores e comprometendo o sucesso da concessão. É preciso rever urgentemente essa modelagem, sob pena de vermos mais um megaprojeto ferroviário fracassar por falta de realismo econômico e planejamento adequado.”

Oziel Oliveira, ex-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, que teve participação on-line, expressou uma visão divergente, defendendo a manutenção do projeto original, com o Porto Seco em Barreiras e a ligação com o Porto de Ilhéus. Em sua fala, Oziel Oliveira declarou:

“É importante que o Porto Seco, que está estabelecido já no projeto original que é no município de Barreiras, que atende toda essa dinâmica já instalada da indústria. […] Nós precisamos primeiro da condição de ter o Porto Seco, aqui no município de Barreiras, que já tá definido o projeto e também do Porto Sul”.

O ex-prefeito enfatizou a importância do Porto Seco para o desenvolvimento da indústria local e a ligação com o Porto de Ilhéus como essencial para o escoamento da produção regional. Essa defesa explicita a disputa de interesses entre os municípios do oeste baiano e a articulação de forças políticas e econômicas para influenciar o projeto.

Outras vozes se fizeram ouvir na audiência. Edeon Vaz Ferreira (Apro Soja) defendeu um modelo de concessão mais competitivo. Daniel Monteiro Ferreira questionou a obrigatoriedade de investimento na Fiol 3, propondo uma reavaliação do projeto. Daniel Keller (Una Partners) expressou preocupações com as incertezas e riscos, sugerindo a necessidade de maior segurança jurídica para atrair investidores.

A polêmica sobre o traçado da Fiol também veio à tona, com alguns participantes defendendo um projeto que atendesse aos interesses de outras regiões. Embora as críticas não tenham sido direcionadas explicitamente ao oeste baiano, elas evidenciam a existência de diferentes visões sobre o futuro da ferrovia e a necessidade de equilibrar os interesses regionais.

Em resposta aos questionamentos, os representantes da ANTT e do Ministério dos Transportes reafirmaram o compromisso de analisar as sugestões apresentadas. Uber Tokunaga ressaltou o caráter inovador do projeto, com a incorporação de mecanismos de mitigação de risco, enquanto Marcelo Fonseca enfatizou a importância do debate para aprimorar o projeto e garantir o seu sucesso.

As próximas audiências em Salvador e Cuiabá prometem trazer novas perspectivas para o debate, enriquecendo a análise das questões técnicas, econômicas e políticas que envolvem a FICO Fiol. A expectativa é que a ANTT consiga construir um modelo de concessão que seja viável, sustentável e que impulsione o desenvolvimento do país, sem negligenciar os interesses do oeste baiano.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#ANTT #FICO #FIOL #Ferrovia #Concessão #Transporte #Logística #Agronegócio #Barreiras #LuísEduardoMagalhães #OesteDaBahia #PortoDeIlhéus #Matopiba #Política #DisputaRegional #Quadrantes

Deputados do PL destinam R$ 860 mil em verbas públicas para documentário de ex-assessor de Mário Frias

Produção intitulada “Genocidas” recebeu recursos via emendas parlamentares de Eduardo Bolsonaro, Mário Frias e Marcos Pollon, gerando questionamentos sobre uso de dinheiro público e críticas anteriores à Lei Rouanet

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Deputados do Partido Liberal (PL) destinaram R$ 860.896,00 em recursos públicos para a produção do documentário “Genocidas”, idealizado por um ex-assessor de Mário Frias. Os valores foram repassados por meio de emendas parlamentares de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Mário Frias (PL-SP) e Marcos Pollon (PL-MS), levantando questionamentos sobre a destinação de verbas públicas e a coerência dos parlamentares.

Os pagamentos, efetuados nos dias 7 e 11 de fevereiro, conforme informações do Portal da Transparência, somam R$ 500 mil de Eduardo Bolsonaro, R$ 180 mil de Mário Frias e R$ 100 mil de Marcos Pollon. Os recursos são oriundos do Ministério da Cultura.

A produção do documentário está a cargo da associação Passos da Liberdade, presidida por Rodrigo Cassol Lima, que atuou como número dois da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Cultural durante o governo Bolsonaro, período em que o órgão era subordinado a Mário Frias.

A associação, registrada desde 2008, possui um canal no YouTube criado no ano passado, com apenas um vídeo publicado. Em seu site, a Passos da Liberdade menciona parcerias com órgãos internacionais e iniciativas culturais, sem detalhar quais.

A destinação de recursos públicos para o documentário contrasta com as frequentes críticas dos deputados que destinaram as emendas a artistas que recorrem à Lei Rouanet. Os parlamentares costumam classificar o uso da lei como “mamata” com dinheiro público.

A sinopse do documentário “Genocidas” sugere uma comparação entre genocídios históricos na Europa e eventos contemporâneos na América Latina. O orçamento do filme inclui despesas com passagens e hospedagens em diversos países, como Armênia, Hungria, Itália, Rússia, Alemanha e Polônia.

Rodrigo Cassol confirmou que as emendas serão utilizadas para a produção, mas não forneceu mais detalhes. As assessorias dos deputados não retornaram aos pedidos de contato.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#PL #DinheiroPúblico #Cultura #EmendasParlamentares #Documentario #Genocidas #MárioFrias #EduardoBolsonaro #LeiRouanet #PassosDaLiberdade

VÍDEO – Lula reage a Trump: “não tenho medo de cara feia, fale manso comigo”

Em meio a tensões comerciais, presidente brasileiro cobra respeito do mandatário americano e defende reciprocidade em negociações sobre tarifas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O presidente Lula elevou o tom contra Donald Trump, ex-presidente dos EUA e virtual candidato republicano à Casa Branca, exigindo respeito e diálogo em meio às negociações sobre tarifas de importação. A declaração, feita nesta terça-feira (11) durante um evento em Minas Gerais, demonstra a crescente tensão entre os dois países em relação às políticas comerciais.

“Não adianta o Trump ficar gritando de lá, porque eu aprendi a não ter medo de cara feia. Fale manso comigo, fale com respeito comigo, que eu aprendi a respeitar as pessoas e quero ser respeitado”, afirmou Lula durante a cerimônia de inauguração do centro de desenvolvimento de produtos de mobilidade híbrida-flex no Polo Automotivo Stellantis de Betim.

As críticas de Lula ocorrem em um momento crucial, em que o Itamaraty busca evitar uma guerra comercial com os Estados Unidos. Trump propôs um aumento de 25% nas tarifas de importação de aço e alumínio, medida que afetaria diversos países, incluindo o Brasil. O governo brasileiro tem defendido a reciprocidade em caso de imposição de novas tarifas.

“O Brasil não quer ser maior do que ninguém, mas o Brasil não aceita ser menor”, ressaltou Lula, sinalizando a determinação do país em defender seus interesses comerciais.

As negociações entre Brasil e Estados Unidos para evitar o aumento das tarifas tiveram início na semana passada. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, se reuniu com representantes do governo americano para discutir o assunto.

Além das tarifas sobre aço e alumínio, Trump também pretende aumentar os impostos sobre produtos cujos impostos sejam maiores do que os cobrados pelos americanos, como o etanol. A medida tem como objetivo proteger a indústria americana, segundo o republicano.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#Lula #Trump #BrasilEUA #Tarifas #ComercioInternacional #Politica #Economia #Negociações #Reciprocidade #Respeito #Testosterona

STF decide na 5ª feira (13), futuro de 7 deputados em julgamento sobre sobras eleitorais

Corte analisa recurso que pode alterar a composição da Câmara dos Deputados, reacendendo debate sobre regras eleitorais e insegurança jurídica

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta quinta-feira (13), recursos que podem resultar na perda de mandato de sete deputados federais. A controvérsia gira em torno da distribuição das chamadas “sobras eleitorais” nas eleições proporcionais e da validade da regra utilizada em 2022.

Em 2024, o STF declarou inconstitucional a regra que limitava a participação na distribuição das sobras eleitorais apenas a partidos que atingissem um determinado quociente eleitoral. A decisão original previa que a mudança valeria a partir das eleições de 2024, mas embargos de declaração levantaram a possibilidade de aplicação retroativa, já em 2022, o que poderia levar à troca de parlamentares.

A análise dos recursos foi interrompida por um pedido de destaque do ministro André Mendonça e será retomada em plenário físico. A decisão do STF terá impacto direto na composição da Câmara dos Deputados, com a possível substituição de sete parlamentares, sendo quatro deles do estado Amapá, estado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

A incerteza jurídica gerada por essa revisão das regras eleitorais após a diplomação dos eleitos tem sido criticada, com alertas sobre o impacto na credibilidade do sistema eleitoral e o fortalecimento de narrativas que questionam a legitimidade das eleições.

Lista dos deputados que podem perder o mandato:

  • Silvia Waiãpi (PL-AP)
  • Sonize Barbosa (PL-AP)
  • Goreth (PDT-AP)
  • Augusto Pupiu (MDB-AP)
  • Lázaro Botelho (PP-TO)
  • Gilvan Máximo (Republicanos-DF)
  • Lebrão (União Brasil-RO)

Lista dos possíveis substitutos:

  • André Borbon (PP-AP)
  • Aline Gurgel (Republicanos-AP)
  • Paulo Lemos (PSOL-AP)
  • Professora Marcivania (PCdoB-AP)
  • Rafael Fera (Podemos-RO)
  • Tiago Dimas (Podemos-TO)
  • Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Caso de Política | A informação passa por aqui.

#STF #Eleicoes2022 #SobrasEleitorais #Mandato #InsegurancaJuridica #SistemaEleitoral #Politica

Bahia aposta em gestão pública e universitária em Paulo Afonso, enquanto Barreiras insiste na privatização da saúde

Governo da Bahia anuncia a construção de um Hospital Regional em Paulo Afonso com gestão da Univasf, garantindo modelo público e acadêmico. Em contraste, Barreiras persiste na privatização do futuro Hospital Municipal, levantando questionamentos sobre os benefícios para a população e os riscos de cobrança por serviços de saúde, além dos reais interesses por trás da escolha

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, formalizou o anúncio da construção do novo Hospital Regional de Paulo Afonso. O equipamento, um investimento estratégico do Governo do Estado, será gerido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) após sua conclusão. O anúncio, realizado durante uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, sinaliza uma aposta do governo estadual em um modelo de saúde pública com forte componente acadêmico.

Olá, estamos aqui em Brasília, no Palácio do Planalto, reunidos com o governador Jerônimo para duas agendas. A primeira agenda foi uma notícia excelente para a região de Paulo Afonso, para resolver definitivamente a construção do novo hospital regional de Paulo Afonso. Será construído pelo Governo do Estado e, depois que estiver pronto, quem vai assumir e fazer a gestão é a Universidade Federal do Vale do São Francisco. Portanto, Paulo Afonso ganhará o novo hospital e logo logo eu estarei com o Gero aí em Paulo Afonso para dar ordem de serviço e iniciar essa importante obra”, declarou Rui Costa, evidenciando o compromisso do governo em concretizar o projeto.

A estratégia de vincular a nova unidade à Univasf não é apenas uma decisão administrativa, mas uma garantia de gestão pública qualificada, acesso a financiamento federal e a criação de um centro de referência em atendimento e formação acadêmica para toda a região do Vale do São Francisco. A presença da universidade assegura a integração entre ensino, pesquisa e assistência à saúde, com potencial para atrair recursos, profissionais qualificados e implementar protocolos inovadores.

Barreiras: Privatização em meio a críticas, dívidas crescentes e o fantasma da cobrança por serviços

Já foram gastos mais de R$ 40 milhões nas obras, Otoniel e Túlio apresentaram na Bolsa de Valores de São Paulo uma proposta de privatização

O modelo adotado para Paulo Afonso oferece um contraponto marcante ao caminho escolhido pela prefeitura de Barreiras, que persiste na privatização do futuro Hospital Municipal. O prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), seguindo os passos do ex-prefeito Zito Barbosa (União Brasil), optou por uma Parceria Público-Privada (PPP) para administrar o hospital, ignorando outras opções como a federalização ou a gestão universitária. A decisão tem gerado críticas e debates acalorados na cidade.

A decisão da prefeitura de Barreiras de manter o modelo de privatização, herdado da gestão anterior, tem sido alvo de questionamentos por especialistas, políticos e pela população em geral. O projeto, lançado ainda durante o mandato de Zito Barbosa, prevê um contrato de concessão por 35 anos, com promessa não comprovada de um investimento de mais de R$ 2 bilhões ao longo do período. O modelo, defendido pela administração municipal como uma solução para modernizar e agilizar a gestão da saúde, é visto com desconfiança por muitos, especialmente diante da possibilidade, presente em documentos oficiais, de que a população venha a ser cobrada por determinados atendimentos, comprometendo a gratuidade do serviço público de saúde.

Apesar das promessas de eficiência e de investimentos significativos, o andamento da obra do hospital tem sido lento e problemático. Conforme publicou o Portal Caso de Política em junho de 2024, a construção já consumiu cerca de R$ 40 milhões dos cofres públicos, sem apresentar um avanço proporcional ao montante investido. A morosidade do processo e a falta de transparência nas informações têm alimentado a desconfiança da população em relação ao projeto.

Segundo dados oficial, o endividamento de Barreiras já se aproxima da marca de R$ 1 bilhão. A situação financeira delicada da prefeitura levanta dúvidas sobre a capacidade de honrar os compromissos financeiros da PPP a longo prazo, e a incerteza sobre a manutenção do atendimento gratuito para a população se torna ainda mais preocupante.

Alternativas ignoradas e questionamentos persistentes

A escolha pela privatização em Barreiras é vista por muitos como uma oportunidade perdida de adotar um modelo mais vantajoso para a população. A insistência na privatização ignora alternativas como a federalização do hospital, que garantiria financiamento federal e aliviaria os cofres municipais, e a transformação da unidade em um hospital universitário vinculado à Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).

 

O ex-deputado federal Tito, que disputou a prefeitura de Barreiras nas eleições de outubro de 2024, fez da defesa da federalização do hospital um dos principais pilares de sua campanha. O então candidato argumentou que a federalização garantiria um modelo de gestão pública e transparente, com atendimento universal e de qualidade para a população. Outro candidato a prefeito de Barreiras em 2024, Danilo Henrique também defendeu a criação de um hospital universitário na cidade.

Com a construção do Hospital Regional de Paulo Afonso pelo Governo do Estado e sua futura gestão pela Univasf, a população do município terá acesso a um equipamento de saúde sob administração pública e acadêmica. Em contrapartida, Barreiras segue um caminho incerto, colocando em xeque o direito fundamental ao acesso universal e gratuito à saúde.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#PauloAfonso #HospitalRegional #Univasf #Barreiras #HospitalMunicipal #Privatização #PPP #SaúdePública #Bahia #UFOB #Federalização #RuiCosta #JeronimoRodrigues #Lula #JaquesMiranda #Tito #DaniloHenrique

Governo abre inscrições para PAC Seleções da Saúde 2025 com R$ 5,8 bilhões em recursos

Estados e municípios podem solicitar investimentos para construção de unidades, aquisição de equipamentos e veículos para o SUS através da plataforma TransfereGov.br até 31 de março

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Governo Federal abriu as inscrições para a edição 2025 do PAC Seleções da Saúde, disponibilizando R$ 5,8 bilhões para fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país. Estados e municípios podem inscrever projetos até o dia 31 de março, por meio da plataforma TransfereGov.br, para concorrer a recursos destinados à construção de 945 novas unidades de saúde e à aquisição de 18,9 mil equipamentos, além de veículos como ambulâncias e unidades odontológicas móveis.

O PAC Seleções da Saúde 2025 está dividido em dois eixos principais de investimento:

1. Atenção Especializada:
  • Policlínicas: Serão selecionadas 45 propostas para construção de policlínicas, unidades especializadas de apoio diagnóstico e atendimento médico em diversas especialidades, com um investimento total de R$ 1,35 bilhão. A seleção priorizará regiões com vulnerabilidade socioeconômica e vazios assistenciais.
  • SAMU 192: Serão destinados recursos para a aquisição de 750 ambulâncias para ampliação e expansão da frota do SAMU 192, visando universalizar o acesso ao serviço no país. Estados, Distrito Federal e municípios com cobertura parcial ou ausência de Central de Regulação das Urgências (CRU) poderão se inscrever. Além disso, serão disponibilizadas 750 ambulâncias para renovação da frota existente, priorizando unidades com mais de 60 meses de uso.
  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): Serão selecionadas 100 propostas para a expansão dos CAPS, unidades que atendem pessoas de todas as faixas etárias com necessidades de atenção à saúde mental, com um investimento total de mais de R$ 230 milhões.
2. Atenção Primária:
  • Unidades Básicas de Saúde (UBS): O Novo PAC propõe um novo modelo de UBS, com salas para teleconsulta, mais consultórios, equipes multiprofissionais e sustentabilidade ambiental. Serão selecionadas 800 propostas para construção dessas unidades, com um investimento de R$ 1,8 bilhão. A seleção considerará critérios relacionados aos vazios assistenciais na cobertura da atenção primária.
  • Unidades Odontológicas Móveis (UOM): Serão selecionadas 400 propostas para aquisição de Unidades Odontológicas Móveis, veículos equipados para fornecer atendimento odontológico em áreas remotas ou de difícil acesso, totalizando R$ 160 milhões em investimentos.
  • Telessaúde: Serão adquiridos 7 mil kits de equipamentos para estruturação de salas de teleconsulta em Unidades Básicas de Saúde de todo o país, com um investimento de R$ 105 milhões.
  • Combo de Equipamentos para UBS: Serão adquiridos 10 mil kits de equipamentos para modernizar e melhorar as UBS de todo o Brasil, com um investimento de R$ 1,5 bilhão. Os kits incluem equipamentos como câmara fria exclusiva para vacinas, retinógrafo portátil para Telessaúde, espirômetro digital para Telessaúde, dermatoscópio, desfibrilador externo automático e doppler vascular.

Para participar do processo seletivo, os gestores municipais e estaduais devem preencher uma Carta-Consulta na plataforma TransfereGov.br, manifestando interesse em receber apoio financeiro ou equipamentos em uma ou mais das modalidades disponíveis. O Ministério da Saúde elaborou um Manual de Orientações com todos os procedimentos previstos no edital, disponível nos sites do Ministério da Saúde e do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#PACSeleções #Saúde #SUS #InvestimentoEmSaúde #SaúdePública #Telessaúde #AtençãoPrimária #AtençãoEspecializada #GovernoFederal