Projeto inédito mapeia carbono no solo do oeste baiano para agricultura sustentável

Iniciativa pioneira da Abapa e Embrapa Algodão investiga o impacto de práticas agrícolas no sequestro de carbono, visando otimizar a produção e promover a sustentabilidade no coração do agronegócio baiano

Repórter Brasil – Uma parceria estratégica entre a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e a Embrapa Algodão impulsiona a segunda fase do projeto “Diagnóstico dos Índices de Carbono no Solo” no Oeste da Bahia.

Iniciada em novembro de 2024 e com previsão de conclusão em março de 2027, a iniciativa visa gerar dados cruciais sobre o sequestro de carbono em áreas de cultivo de algodão e grãos, impulsionando a adoção de técnicas agrícolas mais eficientes e sustentáveis.

Atualmente, o projeto abrange 15 núcleos de produção, onde pesquisadores da Embrapa Algodão, incluindo Alexandre Barcelos e João Henrique Zonta, em colaboração com a equipe do Programa Fitossanitário da Abapa, realizam o acompanhamento técnico e a coleta de amostras de solo.

Segundo Barcelos, esta etapa concentra-se na análise laboratorial das amostras para determinar os teores de carbono e a estabilidade da matéria orgânica, além da densidade do solo. A combinação desses dados permitirá calcular o estoque de carbono nos diferentes sistemas de cultivo empregados na região.

A relevância da pesquisa reside na sua capacidade de fornecer um panorama detalhado dos estoques de carbono no solo de cerrado, nas microrregiões produtoras de algodão do Oeste baiano. A análise comparativa entre áreas de lavoura comercial e de vegetação nativa permitirá identificar os sistemas de manejo e produção com maior potencial para manter ou melhorar a qualidade do solo, em um contexto global de crescente preocupação com as mudanças climáticas.

Na primeira fase do projeto, foram coletadas expressivas 1.680 amostras em 28 talhões de 12 propriedades, distribuídas em oito núcleos produtores. Estas amostras serão encaminhadas à Embrapa Instrumentação Agropecuária para análises precisas do teor de carbono presente nos solos. Os resultados obtidos ao longo dos três anos de projeto serão fundamentais para orientar práticas agrícolas que conciliem alta produtividade com a preservação ambiental no Oeste da Bahia.

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Cerrado Summit discute futuro da agricultura regenerativa e ações pré-COP30 em Luís Eduardo Magalhães

Fotos: Luís Carlos Nunes

Encontro estratégico em Luís Eduardo Magalhães reúne líderes e especialistas para acelerar práticas sustentáveis no Bioma Cerrado, preparando o terreno para a COP30 e o futuro da agricultura regenerativa

Caso de Política | Luís Carlos Nunes –

Com o objetivo de consolidar o Cerrado como protagonista na agenda de sustentabilidade global e impulsionar a agricultura regenerativa, o Cerrado Summit foi aberto nesta terça-feira (15), em Luís Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia. O evento marca uma etapa preparatória para a COP30, reunindo autoridades, especialistas e produtores para debater políticas públicas, financiamento e métricas que viabilizem a transição para práticas mais sustentáveis no bioma.

Desde as primeiras falas, ficou evidente a convergência em torno da necessidade urgente de articulação entre os setores público e privado, com foco em soluções inovadoras que aliem produção agrícola, preservação ambiental e segurança alimentar. A importância estratégica do Cerrado na mitigação dos riscos climáticos e no abastecimento global foi amplamente destacada.

O evento, que antecede a COP30, reuniu autoridades, especialistas nacionais e internacionais e produtores

O encontro ocorre no auditório da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no Complexo Bahia Farm Show, e é promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em parceria com a Aiba e a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Entre as autoridades presentes, estiveram o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do MAPA, Pedro Alves Corrêa Neto; o secretário de Agricultura da Bahia, Pablo Barrozo; os prefeitos de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, e de Barreiras, Otoniel Teixeira; o presidente da Aiba, Moisés Schmidt; a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa; Marcelo Behar, conselheiro sênior do World Business Council for Sustainable Development; e Shalini Unnikrishnan, líder global de impacto social do Boston Consulting Group.

As falas das lideranças presentes – a seguir – traçaram diagnósticos e visões sobre os desafios e as oportunidades para a consolidação da agricultura regenerativa no Cerrado, sinalizando caminhos para a formulação de um plano de ação que deverá ser apresentado até a realização da COP30, em Belém.

Moisés Schmidt, presidente da AIBA

  

Não se discute o futuro do Bioma Cerrado fora de onde ele efetivamente está”, Moisés Schmidt

“A escolha de Luís Eduardo Magalhães para sediar este evento não foi por acaso. Não se discute o futuro do Bioma Cerrado fora de onde ele efetivamente está. Queremos mostrar ao mundo que o agronegócio praticado nesta região é comprometido com a sustentabilidade e vem adotando, cada vez mais, práticas de agricultura regenerativa para garantir o equilíbrio e a preservação do Cerrado.”

Arthur Ramos, Boston Consulting Group

1/4 da produção mundial de soja vem desse quase continente que a gente tem aqui”, Arthur Ramos

“É muito importante estar in loco, presente, para ver a pujança do Cerrado. Tem que lembrar que 1/4 da produção mundial de soja vem desse quase continente que a gente tem aqui. Agradeço à AIBA e ao Ministério da Agricultura e Pecuária pela parceria super importante para fazer esse tema evoluir e crescer. Acelerar essa landscape regenerativa é um desafio enorme que queremos trazer aqui para todos.”

Shalini Unnikrishnan, Boston Consulting Group

Uma luz que pode ser emulada, que pode ser copiada’ em todo o mundo”, Shalini Unnikrishnan

“Começamos esta jornada há alguns anos, por causa da necessidade de transformar o sistema alimentar agrícola globalmente. Não é apenas uma questão do Cerrado, é uma questão global, na qual este lugar em que estamos agora tem a oportunidade de ser uma luz que pode ser emulada, que pode ser copiada, e que outros, em todo o mundo, podem se inspirar.”

Marcelo Behar, World Business Council for Sustainable Development

O diálogo entre formuladores de política pública, produtores rurais, áreas de finanças e áreas de ciência”, Marcelo Behar

“Estamos com todos os principais atores na sala, fundamentais para avançarmos do modelo atual, que já é muito eficiente. O Brasil é uma potência global em agricultura e agora pode expandir ainda mais e se tornar a potência global em agricultura regenerativa e fazer com que nós sejamos a primeira nação do mundo a ser carbono positiva. Para isso, precisamos do diálogo entre formuladores de política pública, produtores rurais, áreas de finanças e áreas de ciência, conectados, montando uma nova realidade.”

Júnior Marabá, prefeito de Luís Eduardo Magalhães

Quando se discute sobre produção, muito se discute também sobre sustentabilidade”, Júnior Marabá

“Luís Eduardo Magalhães vem ocupando um protagonismo muito importante a nível nacional e a Precop simboliza isso. Quando se discute sobre produção, muito se discute também sobre sustentabilidade. E a Aiba representa isso muito bem.”

Pedro Neto, secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura (MAPA)

Tirar uma discussão sobre agricultura regenerativa de grandes centros de negócios e trazer para uma área produtiva”, Pedro Neto

“A intenção do Ministério da Agricultura, que foi aceita pelos realizadores do evento, foi tirar uma discussão sobre agricultura regenerativa, sobre paisagens regenerativas de grandes centros de negócios etc., e trazer para uma área produtiva. O Cerrado brasileiro é ainda uma fronteira agrícola em expansão que, assim como a Amazônia, é um bioma bastante sensível e que está nas grandes discussões mundiais quando se fala de sustentabilidade.”

Pablo Barrozo, Secretário de Agricultura do Estado da Bahia

Melhorar o diálogo do governo do estado com relação à outorga de água, com relação às autorizações de supressão vegetal, e com relação à melhoria do nosso sistema de energia”, Pablo Barrozo

“A proximidade da COP30, que será realizada nos impõe um momento de reflexão e ação. A agenda climática global está mais presente do que nunca. O Brasil, como potência agroambiental, tem oportunidade e responsabilidade de demonstrar que é possível produzir conservando, restaurar enquanto gera renda e liderar pelo exemplo. Temos o compromisso de melhorar o diálogo do governo do estado com relação à outorga de água, com relação às autorizações de supressão vegetal, e com relação à melhoria do nosso sistema de energia.”

O Cerrado Summit é o primeiro “Acelerador de Paisagens” promovido pela Aliança para Ação Regenerativa nas Paisagens (AARL), com o objetivo de construir um plano de ação concreto até a COP30, que será realizada em Belém no segundo semestre. O encontro tem como pilares o financiamento da transição, métricas de monitoramento e avaliação (MMRV) e políticas públicas voltadas ao Cerrado. A programação do evento se estende até o dia 16 de abril, com painéis, debates e apresentações sobre os temas centrais da agricultura regenerativa e o futuro do Bioma Cerrado.

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Aliança pela Agroindústria da Bahia marca novo ciclo de desenvolvimento com união inédita entre 13 entidades do setor

Iniciativa conjunta visa fortalecer políticas públicas, abrir frentes de diálogo e garantir avanços estruturais para a agroindústria da Bahia, com protagonismo do Oeste baiano

AIBA | Nádia Borges – Um movimento inédito de articulação entre diferentes segmentos da agroindústria baiana marcou o início de um novo ciclo de desenvolvimento para o setor. Em uma reunião histórica sediada na Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no complexo Bahia Farm Show, 13 entidades firmaram o compromisso de atuar de forma conjunta em defesa da agroindústria, criando a chamada “Aliança pela Agroindústria da Bahia”.

 

Representando os setores agrícola, pecuário, industrial, de máquinas e implementos, os presidentes e representantes das entidades apresentaram os principais projetos em andamento, destacaram os desafios comuns e uniram esforços em torno de uma pauta colaborativa. A proposta é simples, mas ambiciosa: construir, por meio do diálogo constante e de ações articuladas, uma agenda de desenvolvimento sustentável, competitiva e integrada para toda a agroindústria do estado.

A ideia dessa união surgiu há muitos anos, mas agora, com a adesão de 100% das entidades atuantes na região, acreditamos que chegou o momento de avançar com força e representatividade”, destacou Luiz Pradella, vice-presidente da Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms).

Harald Kudiess, presidente da Aprup, apresenta os avanços da associação de Correntina, que reúne 33 produtores em projetos coletivos de energia, infraestrutura e verticalização da produção na Chapada do Rio Pratudão

Um dos exemplos inspiradores apresentados durante o encontro foi o da Associação dos Produtores Rurais da Chapada do Rio Pratudão (Aprup), representada pelo presidente Harald Kudiess. Instalada em Correntina, a Aprup reúne 33 produtores que têm se organizado de forma coletiva para viabilizar projetos estruturantes, como soluções para o fornecimento de energia (de alta e baixa tensão) e investimentos em infraestrutura e verticalização da produção.

“A associação começou pequena, com um propósito local, mas hoje caminha com força institucional, defendendo os interesses da nossa região. Acredito que essa aliança é o caminho para avançarmos como setor”, afirmou Harald.

A pecuária também esteve representada no encontro. O presidente da Associação Baiana de Pecuária (Acrioeste), Gil Areas, destacou os desafios enfrentados pelo segmento, como a rastreabilidade do rebanho — fundamental para agregar valor à carne produzida na região — e a importância da evolução dos sistemas de confinamento, impulsionados pela abundante produção agrícola local.

Representando o setor de máquinas e implementos agrícolas, o presidente da Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba), Fábio Martins, reforçou o apoio à iniciativa e destacou que o segmento está pronto para colaborar com soluções e propostas concretas para os principais desafios da agroindústria baiana.

A força feminina do agro esteve representada por lideranças como Carminha Missio, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Rose Cerrato, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB), Greice Fontana Klein, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM), e Alessandra Zanotto Costa, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

“Essa união é um passo decisivo. Estamos iniciando um novo momento para o setor agroindustrial baiano”, destacou Carminha.

Anfitrião do encontro, o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, comemorou o resultado da articulação.

“Essa aliança tem o potencial de transformar o cenário da agroindústria baiana. A criação de um Conselho dos Presidentes e a definição de reuniões recorrentes mostram que há compromisso. Vamos trabalhar por um regimento interno que nos permita avançar em frentes específicas e coletivas com um pensamento comum, ainda que respeitando a identidade de cada entidade”, afirmou.

Ao final da reunião, ficou acordada a criação de um Conselho dos Presidentes, com encontros periódicos e a elaboração de um regimento interno, com o objetivo de garantir a continuidade da aliança e a atuação estratégica diante dos principais desafios do setor.

Entidades participantes da Aliança pela Agroindústria da Bahia:

  • Associação Baiana de Pecuária (Acrioeste)
  • Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa)
  • Associação dos Produtores de Sementes dos Estados do Matopiba (Aprosem)
  • Associação Brasileira dos Produtores de Soja – Regional Bahia (Aprosoja-BA)
  • Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba)
  • Associação dos Produtores Rurais da Chapada do Rio Pratudão (Aprup)
  • Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba)
  • Cooperativa Agropecuária do Oeste da Bahia (Cooproeste)
  • Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms)
  • Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb)
  • Fundação Bahia (Fundação BA)
  • Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB)
  • Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM)

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Luís Eduardo Magalhães sediará evento nacional da pré-COP30 sobre o Bioma Cerrado

Evento reunirá líderes e especialistas para construir um plano de ação concreto para a COP30, com foco no financiamento da transição, métricas de monitoramento e políticas públicas para o bioma

AIBA | Nádia Borges – Nos dias 15 e 16 de abril, Luís Eduardo Magalhães será palco de um dos encontros mais estratégicos da agenda da agricultura regenerativa em paisagens no Cerrado brasileiro. A cidade do oeste baiano vai sediar o Cerrado Summit, único evento da pré-COP30 realizado fora de uma capital brasileira, com foco exclusivo nos tratados e desafios do Bioma Cerrado. A programação será aberta no dia 15, às 9h, no auditório da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no Complexo Bahia Farm Show.

Junto com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Aiba é a entidade co-organizadora do encontro. “A escolha de Luís Eduardo Magalhães para sediar este evento não foi por acaso. Não se discute o futuro do Bioma Cerrado fora de onde ele efetivamente está. Por isso, articulamos com o Ministério da Agricultura para que o Cerrado Summit acontecesse aqui, no coração do bioma. Queremos mostrar ao mundo que o agronegócio praticado nesta região é comprometido com a sustentabilidade e vem adotando, cada vez mais, práticas de agricultura regenerativa para garantir o equilíbrio e a preservação do Cerrado”, afirma o presidente da Aiba, Moisés Schmidt.

O evento, sediado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), contará com a presença confirmada do Ministro Carlos Fávaro, e a cerimônia de abertura prevê a participação do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do MAPA, Pedro Alves Corrêa Neto, além dos prefeitos de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, de Barreiras, Otoniel Teixeira, do presidente da Aiba, Moisés Schmidt, e da presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa, como também, de líderes de governos.

A imprensa terá acesso exclusivo à cobertura da cerimônia de abertura, que inclui falas institucionais, vídeos institucionais e as primeiras discussões introdutórias sobre os objetivos do evento. Após esse momento, o evento seguirá com uma agenda técnica voltada a grupos de trabalho, em reuniões fechadas.

O Cerrado Summit será o primeiro Acelerador de Paisagens promovido pela Aliança para Ação Regenerativa nas Paisagens (AARL), com foco em construir um plano de ação concreto até a COP30, que será realizada em Belém no segundo semestre. O encontro tem como pilares o financiamento da transição, métricas de monitoramento e avaliação (MMRV) e políticas públicas voltadas ao Cerrado.

Serviço
  • Evento: Cerrado Summit – Pré-COP30
  • Data: 15 de abril de 2025
  • Horário de abertura: 9h
  • Local: Auditório da Aiba – Complexo Bahia Farm Show, Luís Eduardo Magalhães (BA).
Caso de Política | A informação passa por aqui.

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ABAPA participa do I fórum das mulheres agroparceiras do oeste baiano

Cada dia mais, as mulheres ocupam posições de liderança no agro: inovam, decidem e transformam o setor com sua visão estratégica e dedicação. Por ser considerada uma liderança feminina inspiradora, a presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) Alessandra Zanotto Costa, foi convidada a integrar, na sexta-feira (14), a primeira edição do Fórum das Mulheres Agroparceiras do Oeste Baiano, no Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM), na Bahia.

O evento foi uma realização do SPRLEM, em parceria com a Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb) e a CNA. Personalidades regionais e nacionais, como a ex-ministra e atual senadora, Tereza Cristina, a influencer Camilla Teles, e a vice-presidente da Faeb, Carminha Missio, também participaram da programação.

Com a ex-ministra, as entidades do agro se reuniram para debater demandas como a atualização do preço mínimo do algodão, hoje defasado, e pedir o apoio de Tereza Cristina em questões ligadas à segurança jurídica do setor.

As mulheres sempre tiveram um papel fundamental no agronegócio, mas hoje estamos assumindo mais espaços de decisão, influenciando o desenvolvimento sustentável e inovador do setor. Momentos como este são essenciais para fortalecer nossa presença e inspirar novas gerações”, destacou.

Para a presidente da Abapa, um dos instrumentos capazes de permitir a entrada e ascensão das mulheres nos espaços de liderança e decisão é a governança. “É necessário que, na governança das empresas e instituições, haja oportunidades para as mulheres alcançarem esses espaços de comando. Na Abapa, isso foi primordial para que eu chegasse à presidência”, conta Alessandra, para quem a capacitação é outra prioridade.

Alessandra defendeu a capacitação de mulheres e a implementação de programas voltados à liderança. Ela citou como exemplo o trabalho desenvolvido pela Abapa em seu Centro de Treinamento e Tecnologia. “Nós, mulheres, somos feitas, sim, de coragem, resiliência e força, mas é preciso se capacitar para sentar-se ao lado de pessoas que, eventualmente, têm mais poder do que você. Dentro da associação, temos um CT, que, desde 2010, já capacitou mais de três mil mulheres e, desde 2021, oferece turmas específicas exclusivamente para o público feminino. Esse é um exemplo de oportunidade que podemos criar dentro das entidades, para que mais mulheres possam não só se capacitar, mas também galgar espaços de decisão”, acredita.

Com o lema “Mulheres no agro: conectando gerações, inspirando o futuro”, o evento trouxe outros painéis na programação. Um deles foi dedicado à senadora e ex-ministra da Agricultura e Pecuária, Tereza Cristina, que se disse honrada com o convite para participar do Fórum. “As mulheres desempenham um papel fundamental nas cadeias produtivas e na construção de soluções sustentáveis em todas as regiões do Brasil. Quero, cada vez mais, ajudar outras mulheres a ampliarem seus horizontes e a buscarem um futuro mais igualitário e participativo”, ressaltou a senadora.

Integraram painéis, também, a consultora Marielly Biff, que abordou o tema da sucessão familiar; a CEO da FarmCom, Camila Telles, que conversou com o público presente sobre inovação e comunicação no agro; e a presidente da Associação De olho no Material Escolar, Andreia Barnabé, que destacou a importância da educação na formação de novas gerações.

Pautas estratégicas

Durante o evento, a presidente da Abapa esteve reunida com a senadora Tereza Cristina para pleitear questões fundamentais para a cotonicultura brasileira, tais como, o reajuste do valor mínimo da arroba para R$ 125,00 na safra 2025/2026, garantindo maior competitividade e sustentabilidade ao setor. “O valor atual não reflete os desafios enfrentados pelo setor, especialmente diante do aumento dos custos de produção e da necessidade de manter investimentos em tecnologia e sustentabilidade”, pontua Alessandra Zanotto Costa. A simplificação ao acesso à irrigação também foi um dos temas aventados. “O algodão da Bahia depende diretamente dessa técnica para mitigar os riscos climáticos e garantir produtividade. Assim como ocorre com outras culturas essenciais, a irrigação deve ser tratada como uma atividade fundamental, sem entraves que possam comprometer sua adoção”, afirma.

Segurança jurídica do setor

Durante o evento, a Abapa também levou à senadora Tereza Cristina preocupações com a segurança jurídica do setor agropecuário. Em especial, a questão da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 743, que, ao visar combater o desmatamento ilegal e os incêndios florestais na Amazônia e no Pantanal, pede a suspensão imediata dos Cadastros Ambientais Rurais (CAR) de propriedades identificadas com desmatamento ilegal pelos sistemas do PRODES e DETER. O ministro Flávio Dino, relator do caso no STF, determinou que a União se manifestasse sobre esse pedido no prazo de 10 dias úteis.

A Abapa defendeu que qualquer decisão sobre o CAR deve ser baseada em uma análise técnica criteriosa, garantindo o direito de defesa dos produtores.

“Sem uma investigação adequada, o produtor pode ser condenado sem direito à ampla defesa, o que compromete sua segurança jurídica, o acesso a financiamentos e a capacidade de exportar seus produtos. Não defendemos a impunidade para infratores, mas sim, o direito à presunção da inocência, garantido por lei”, concluiu Alessandra Zanotto Costa.

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Agricultura irrigada e segurança energética: pacto assinado pelo governo federal impulsiona setor no Brasil e na Bahia

A assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre os Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa), de Minas e Energia (MME) e da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) marca um avanço estratégico para o fortalecimento da agricultura irrigada no Brasil. O pacto visa superar desafios como infraestrutura energética insuficiente e a necessidade de maior adoção de tecnologias sustentáveis, alinhadas ao Plano ABC+ (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono).

O setor agropecuário baiano esteve representado no evento pela presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto Costa, e pelo diretor da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Marcel Sander, reforçando o compromisso do estado com a ampliação sustentável da irrigação.

A Bahia, que já se destaca na produção agrícola e na utilização da irrigação responsável como ferramenta para aumento da produtividade, poderá se beneficiar diretamente da iniciativa. Com um potencial significativo para expandir as áreas irrigadas, a expectativa é de que a medida contribua para maior eficiência no uso da água e da energia, além da geração de empregos e fortalecimento da segurança alimentar.

“Este ACT que assinamos demonstra que o governo tem uma estratégia clara para crescer, desenvolver e gerar oportunidades para o bem de toda a população brasileira. Vamos expandir a agricultura irrigada no Brasil de forma sustentável, promovendo inclusão socioeconômica e segurança energética”, ressaltou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Mesmo em missão oficial na África Ocidental, onde acompanha uma agenda estratégica ao lado da ApexBrasil, do Itamaraty e do Ministério da Agricultura, o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, ressaltou a importância do acordo firmado.

“Esse pacto representa um avanço fundamental para a irrigação e a segurança energética do país, e certamente terá impacto positivo para a agricultura baiana. A integração entre esses setores é essencial para o desenvolvimento sustentável da nossa produção”, afirmou.

Atualmente, o Brasil utiliza apenas 8,5 milhões de hectares para irrigação, muito abaixo do potencial estimado de 54 milhões de hectares. Com a ampliação desse modelo produtivo, espera-se um crescimento significativo na produtividade agrícola, além da possibilidade de até três safras anuais na mesma área.

A Aliança pelo Desenvolvimento Energético dos Polos e dos Projetos de Irrigação, também lançada no evento, reforça o compromisso do governo federal com a sustentabilidade e a inclusão socioeconômica dos produtores rurais.

“Vamos levar nossa energia de forma ainda mais robusta às lavouras e incentivar os agricultores a irrigarem suas culturas de maneira mais eficaz”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Assessoria de imprensa Aiba – 6.2.2025

Vencedores do Prêmio Abapa de Jornalismo 2024 serão conhecidos em cerimônia de entrega na próxima semana

Na próxima terça-feira (12), Salvador será palco da cerimônia de entrega do Prêmio Abapa de Jornalismo 2024, momento em que serão revelados os vencedores da quarta edição desta premiação de reconhecimento, promovida pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Com um total de R$ 117 mil em prêmios, além de troféus, a iniciativa busca enaltecer a qualidade jornalística e a relevância dos trabalhos que dão visibilidade à cotonicultura baiana.

O Prêmio Abapa de Jornalismo é dividido em duas categorias principais. A Categoria Profissional contempla cinco modalidades: impresso, internet, vídeo e, pela primeira vez, rádio e a modalidade regional destinada aos jornalistas que atuam diretamente nas regiões produtoras de algodão do oeste e sudoeste da Bahia, reforçando o reconhecimento aos profissionais locais que difundem o impacto da cotonicultura na economia regional.

A segunda categoria, Jovem Talento, visa reconhecer estudantes de jornalismo de faculdades baianas. Nesta edição participaram, de Salvador: a Faculdade de Comunicação da UFBA (FACOM), o Centro Universitário Jorge Amado (UniJorge), a Universidade Salvador (Unifacs), e a Rede UniFTC; de Feira de Santana, o Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), de Vitória da Conquista. Além das modalidades já existentes em escrita e vídeo, neste ano o prêmio trouxe a novidade do podcast, incentivando a inovação e a criatividade dos jovens no campo da comunicação.

A comissão julgadora, formada por dois jornalistas e um especialista da área técnica da cotonicultura, teve a tarefa de selecionar os trabalhos que melhor representam o papel do jornalismo na disseminação do conhecimento sobre a produção de algodão na Bahia.

O presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi, destaca a importância do evento: “Este será um dia de reconhecimento aos profissionais que ajudam a propagar a cotonicultura da Bahia, divulgando e noticiando o algodão aqui produzido. Também será uma oportunidade de homenagear os futuros profissionais, que certamente, após conhecerem de perto a região produtora de algodão, têm uma visão mais apurada sobre a cadeia produtiva do algodão”.

A cerimônia contará com a presença de personalidades do setor e da imprensa, como a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro; o secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello; o presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Ernesto Marques; e o presidente do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), Moacy Neves.

Assessoria de imprensa Abapa – 06.11.2024

Nova turma participa de curso de Coordenador em Aviação Agrícola oferecido pela Abapa, ABA e Sabri

Ascom Abapa – Para capacitar profissionais na função de Coordenador em Aviação Agrícola (CCAA), a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) ofereceu um curso de 9 a 12 de julho no Centro de Treinamento (CT) da entidade em Luís Eduardo Magalhães (BA) e na ABA-Manutenção de Aeronaves, em Barreiras (BA). Nesta turma, 11 alunos aprenderam sobre aerodinâmica do voo agrícola, técnicas operacionais, fiscalização, legislação aeronáutica, segurança operacional, gerenciamento de risco e outros temas importantes.

Alguns alunos vieram de fora, como Alexandre Matos Martins, analista do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) de Minas Gerais. Ele viu no curso uma oportunidade para levar aos produtores de sua região informações sobre tecnologias na aplicação de produtos fitossanitários das aeronaves agrícolas, conforme a Instrução Normativa 002/2008 do Ministério da Agricultura. “Precisamos levar para os produtores rurais o que há de mais avançado em tecnologia e como trabalhar com a legislação. O curso nos mostra como utilizar os produtos corretamente, fazer o manejo e a manipulação de acordo com as normas, para trabalhar de forma sustentável. Repassamos isso aos nossos instrutores, que irão trabalhar com os produtores em todo o estado de Minas Gerais”, destacou Martins.

Já Simão Mascarenhas Fernandes, instrutor de drones de Feira de Santana (BA), decidiu participar da capacitação para agregar valor e conhecimento aos serviços prestados para produtores em fazendas e empresas de sua região. “Trabalho com aviação agrícola, aeronaves não tripuladas, drones e drones pulverizadores, e esse curso veio para somar de uma forma que eu não imaginava. Durante as aulas, conhecemos as possibilidades de aplicações e como avaliar e melhorar dentro das fazendas, seja com aeronaves tripuladas ou não tripuladas. Desde o primeiro dia, já vi a aplicação que faremos na fruticultura do Vale do São Francisco. Aqui, encontramos as tecnologias e metodologias utilizadas no mundo, referências para ajustarmos nossos trabalhos em campo”.

A iniciativa é resultado de um convênio entre a Abapa e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com as empresas ABA e Sabri – Sabedoria Agrícola. A Sabri, buscando fortalecer a parceria e ampliar os serviços oferecidos aos associados da Abapa, destacou a importância desse esforço conjunto. “Por meio da parceria com a Abapa e a ABA, começamos a entender que precisávamos estar mais próximos para desenvolver um projeto maior e transformar o oeste da Bahia em uma referência para o estado e o país. Iniciamos com o curso em 2020 e agora estamos ampliando o projeto para caracterizar as aeronaves dos associados da Abapa, visando melhor performance, segurança e qualidade de aplicação”, pontuou Rafael Lemos, consultor da Sabri.

Douglas Fernandes, gerente do Centro de Treinamento da Abapa, destacou os próximos passos da parceria. “Dentro dessa parceria, em breve realizaremos o curso de Segurança da Aplicação no Uso da Aeronave, uma semana de treinamento para pilotos que abordará temas como tipos específicos de aeronave, fatores de segurança na aplicação, manutenção corretiva e preventiva, e tecnologia da aplicação”, explicou Fernandes.

Abapa comemora 24 anos: Parcerias e pessoas foram a base desta jornada

Assessoria de Imprensa Abapa | Nádia Borges – A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), fundada em 31 de maio de 2000, comemora seus 24 anos de atuação em 2024. Com uma trajetória marcada pelo trabalho e comprometimento de diversas pessoas que passaram pela instituição, a Abapa tem se destacado no fortalecimento e reconhecimento do algodão baiano junto aos mercados nacional e internacional. Esta caminhada é fruto de sólidas parcerias com instituições públicas e privadas, que resultaram em avanços e melhorias do setor da cotonicultura.

“A Abapa tem sido uma força vital na promoção da cultura do algodão na Bahia, contribuindo significativamente para o desenvolvimento econômico e social de nossa região. O posto de segundo maior estado produtor de algodão do Brasil reforça minhas palavras. A parceria contínua com o governo estadual, especialmente por meio do Programa de Incentivo à Cultura do Algodão da Bahia (Proalba), demonstra nosso compromisso conjunto para fortalecer o setor”, destaca Wallison Tum, secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia.

A associação tem orgulho em apoiar a produção do algodão mais branco e brilhante do país, com 86% da área cultivada certificada pelo Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). Esta certificação atesta que os associados aplicam boas práticas ambientais, sociais e econômicas. A busca pela excelência inclui a capacitação da mão de obra responsável pelas operações no campo e nos diversos processos da cadeia produtiva. Nestes 24 anos, mais de 90 mil pessoas foram capacitadas pelo Centro de Treinamento, sustentado por parceiros estratégicos.

“É uma alegria grande ver essa entidade parceira comemorar 24 anos de relevantes serviços prestados à cotonicultura baiana, setor importante para a geração de emprego e renda, para as exportações e, consequentemente, para a economia de todo o estado. Em nome da Federação de Agricultura do Estado da Bahia e dos produtores rurais baianos, quero parabenizar a Abapa em nome do seu presidente Luiz Carlos Bergamaschi e estender meus cumprimentos a todos os colaboradores que ajudaram a construir essa história de respeito e credibilidade enquanto organização social que participa ativamente das discussões dos problemas que dizem respeito ao setor agropecuário baiano”, expressa Humberto Miranda, presidente da Federação.

O empenho na construção de relações comerciais capazes de inserir a fibra nacional em mercados estratégicos é outra bandeira da entidade. Uma caminhada iniciada há algum tempo e que levou nossos representantes a integrarem missões lideradas pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão. Aos poucos, juntos colhemos os frutos desse trabalho, com o reconhecimento do nosso algodão, que apresenta competitividade econômica, qualidade da fibra e volume para atender à demanda do mercado.

A Abapa tem se destacado pela qualidade e profissionalismo em todas as suas atividades, seja na execução dos programas nacionais, como o ABR e o SBRHVI, ou na contribuição ativa na promoção do algodão brasileiro, tanto no mercado interno quanto no externo. Segundo o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, a associação é uma entidade comprometida, que tem se mantido fiel a seus princípios na representação do cotonicultor baiano. Outra característica marcante é sua capacidade de engajar os associados e pensar de forma inovadora, desenvolvendo programas próprios, que não apenas impulsionam a cotonicultura no estado, mas também melhoram a qualidade de vida das comunidades ao redor.

“A Abapa respeita a sociedade como um todo, trazendo oportunidades de renda e desenvolvimento pessoal para a população local. O sucesso da entidade está intrinsecamente ligado ao estado que representa, a Bahia, uma terra de pessoas criativas e competentes, que também carrega a responsabilidade de ser o segundo maior produtor de algodão do país”, evidencia Schenkel.

Em missão internacional, Abapa abre novos mercados e conquista presença do algodão brasileiro na Turquia e Egito

O presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Luiz Carlos Bergamaschi, e a vice-presidente da entidade, Alessandra Zanotto, participam da etapa final da agenda de trabalho do Cotton Brazil – Missão Egito e Turquia. A visita aos dois países buscou avaliar a receptividade do mercado e aumentar a participação do algodão brasileiro nas importações das indústrias de fiação.

A Turquia é o quinto maior importador global de algodão e o quinto maior importador da fibra produzida no Brasil. Desde 2023, o governo egípcio permitiu a importação de algodão brasileiro, iniciando as relações comerciais entre as duas nações e incluindo o Egito entre os países prioritários do Cotton Brazil. Atualmente, o país é o 13º maior importador de algodão do mundo.

O Brasil está construindo importantes e sólidas relações comerciais iniciadas por intermédio do Cotton Brazil. São mercados relevantes e estratégicos interessados no nosso algodão, uma commodity que apresenta competitividade econômica e na qualidade da fibra e volume para atender a demanda do mercado. Essa boa receptividade da Missão Cotton Brazil é resultado de um trabalho iniciado por pessoas que se dedicaram muito para que chegássemos até aqui. É hora de dar sequência e consolidar estas relações de confiança no trabalho dos produtores brasileiros ”, disse Bergamaschi.

Zanotto retornou à Turquia após dois anos e participou de dois seminários organizados pelo Cotton Brazil durante a missão. No seminário na Turquia, que contou com a presença do consultor indiano e diretor da empresa Wazir Advisors, Varun Vaid, foram apresentados dados sobre o cenário das indústrias e o consumo global da fibra. Zanotto destacou os impactos positivos da visita anterior:

Voltar aqui e ouvir que os apontamentos feitos há dois anos foram atendidos mostra que estamos no caminho certo. Sem dúvida, a Turquia é um país importante não somente pela demanda, mas pelas contribuições que sempre fazem para nosso crescimento”.

Após dois anos, a vice-presidente Alessandra Zanotto retornou à Turquia e participou de dois seminários organizados pelo Cotton Brazil, durante a missão. No seminário na Turquia, que contou com a presença do consultor indiano e diretor da empresa Wazir Advisors, Varun Vaid, foram apresentados dados sobre o cenário das indústrias e o consumo global da fibra. Zanotto destacou os impactos positivos da visita anterior:

Voltar aqui e ouvir que os apontamentos feitos há dois anos foram atendidos mostra que estamos no caminho certo. Sem dúvida, a Turquia é um país importante não somente pela demanda, mas pelas contribuições que sempre fazem para nosso crescimento”.

Em sua fala, ela reforçou as ações contínuas e a preocupação dos produtores brasileiros com a sustentabilidade, destacando que a cotonicultura brasileira se consolida com um trabalho sério e o cumprimento da agenda ESG.

A Abrapa se preocupa com a sustentabilidade econômica da cultura do algodão no país”, confirmou.

A missão foi organizada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Em 2024, o Cotton Brazil realizará 12 missões internacionais, com dez países-alvo: China, Bangladesh, Vietnã, Turquia, Paquistão, Indonésia, Índia, Tailândia, Coreia do Sul e Egito.

Assessoria de imprensa da Abapa | Nádia Borges