A Academia Brasileira de Letras (ABL) é a mais antiga e prestigiada instituição literária do Brasil. Fundada em 20 de julho de 1897 por Machado de Assis e outros intelectuais, a ABL tem como missão cuidar da língua portuguesa e promover a literatura nacional. Ao longo de mais de 120 anos, a Academia acumulou um acervo cultural imenso e se tornou referência em debates sobre a língua e a cultura do país
No Repórter Brasil, você encontra as principais notícias sobre a ABL: eleição de novos imortais, homenagens, posicionamentos públicos, e a cobertura dos eventos realizados na sede do Rio de Janeiro. Acompanhe as reportagens especiais e análises sobre o papel da Academia na sociedade brasileira.
Compostah por 40 cadeiras ocupadas por imortais vitalícios, a ABL funciona como guardiã do idioma e difusora da cultura brasileira. Suas sessões ordinárias, concursos literários e premiações movimentam o cenário intelectual do país, e seus membros são figuras de destaque nas letras, ciências e artes nacionais.
A ABL foi fundada sob liderança de Machado de Assis, com o objetivo de fortalecer a literatura brasileira. A primeira sede foi inaugurada em 1897. Desde então, a instituição passou por reformas e ampliações, abrigando uma biblioteca com raridades bibliográficas. Personalidades como Ruy Barbosa, Joaquim Nabuco e Carlos Drummond de Andrade ocuparam cadeiras na Academia.
A ABL é composta por 40 membros efetivos, chamados imortais, que ocupam cadeiras numeradas e vitalícias. Cada cadeira é associada a um patrono, como José de Alencar, Machado de Assis e Olavo Bilac. A eleição de um novo imortal ocorre quando uma cadeira fica vaga, e o processo envolve votação entre os acadêmicos, seguido de posse solene. A Academia também conta com sócios correspondentes estrangeiros e uma diretoria eleita periodicamente.
A sede histórica, no Rio de Janeiro, abriga um teatro, uma biblioteca com mais de 150 mil volumes, salão de exposições e o museu da Academia. As sessões ordinárias ocorrem às quintas-feiras e são abertas ao público, reforçando o caráter democrático da instituição.
Nos últimos anos, a ABL tem se posicionado sobre questões linguísticas, como o acordo ortográfico e o uso do português em meios digitais. Também realiza concursos de redação, prêmios literários e mantém um programa de publicações. A cobertura do Repórter Brasil acompanha esses desdobramentos, trazendo entrevistas e balanços.
Além da atuação linguística, a Academia promove ciclos de debates sobre educação, cultura digital e preservação do patrimônio imaterial. Em parceria com universidades e órgãos públicos, a ABL desenvolve projetos de incentivo à leitura e à produção literária em todo o Brasil. Seu papel como consultora oficial do governo em temas de língua portuguesa a mantém no centro das discussões sobre a identidade linguística nacional.
A Academia Brasileira de Letras é uma instituição literária sem fins lucrativos sediada no Rio de Janeiro, criada em 1897 para preservar a língua portuguesa e incentivar a literatura brasileira.
Os membros são eleitos entre escritores, poetas, jornalistas e intelectuais de destaque, ocupando cadeiras numeradas e vitalícias.
Quando uma cadeira fica vaga, a ABL realiza uma eleição entre os acadêmicos. O novo membro passa a integrar o grupo dos "imortais".
A ABL atua na elaboração do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, assessora o governo em questões linguísticas e promove debates que influenciam o ensino e a difusão do idioma no Brasil e no exterior.
Os 40 fundadores incluíam Machado de Assis, Artur Azevedo, Joaquim Nabuco, Lúcio de Mendonça e Olavo Bilac, entre outros. Desde então, a Academia reúne nomes que marcaram a história da literatura brasileira.