Deputado rebate críticas de ACM Neto e aprofunda crise de liderança do ex-prefeito

Líder do PP na AL-BA critica postura de ACM Neto, expõe insatisfação de prefeitos aliados e questiona ética do ex-prefeito em vídeo nas redes sociais. Críticas se somam a investigações da PF contra aliado de Neto e lançamento de Caiado à presidência

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O deputado estadual Niltinho, líder da bancada do Partido Progressistas (PP) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), reagiu publicamente às críticas proferidas pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). A resposta veio através de postagens nas redes sociais do parlamentar nesta quinta-feira (03).

Em sua declaração escrita, Niltinho afirmou:

“Como líder da bancada do Partido Progressistas na Assembleia Legislativa da Bahia, tive que me manifestar contra os ataques de ACM Neto aos deputados estaduais do nosso partido. Enquanto tem gente que parece não ter o que fazer, seguimos juntos com o governador Jerônimo Rodrigues trabalhando pelo desenvolvimento dos municípios e por mais oportunidades para o povo baiano.”

O tom subiu em um vídeo divulgado na sequência. Niltinho criticou a postura de ACM Neto, lamentando o que chamou de “desespero” do ex-prefeito, que, segundo ele, tem causado transtornos.

Niltinho rebateu as críticas de ACM Neto ao governador Jerônimo Rodrigues, lembrando que o ex-prefeito rotula como “puxa-saco” aqueles que mantêm um bom relacionamento com a classe política. O líder do PP aproveitou para expor a crescente insatisfação de prefeitos que apoiaram ACM Neto, os quais, segundo Niltinho, têm criticado publicamente a falta de contato e atenção do ex-prefeito.

“Quando você procurou o partido, a Executiva Estadual do Partido Progressista na Bahia, e lá você nunca procurou nenhum dos deputados estaduais para pedir também o apoio à sua candidatura a governador. E eu não posso, nesse momento aqui, concordar com você que falta ela. A ética da nossa parte, ética, tem lhe faltado muito com seus aliados”, disparou Niltinho no vídeo.

A troca de críticas entre Niltinho e ACM Neto ganha contornos mais amplos em um momento delicado para o ex-prefeito. As declarações do deputado somam-se a outras críticas de prefeitos, deputados e lideranças, expondo uma crescente insatisfação com a condução política de ACM Neto. A crise se agrava com a nova fase da Operação Overclean da Polícia Federal, que tem como alvo Marcos Moura (Rei do Lixo), aliado próximo de ACM Neto, levantando questionamentos sobre a integridade do grupo político.

Além disso, o episódio ocorre às vésperas do lançamento da pré-candidatura de Ronaldo Caiado (governador de Goiás) à Presidência, um movimento que pode reconfigurar o cenário político nacional e impactar as alianças na Bahia. A insatisfação interna, as investigações da PF e o cenário político nacional em ebulição colocam ACM Neto em uma posição fragilizada, desafiando sua capacidade de manter a coesão de seu grupo e sua relevância no futuro político baiano.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#PolíticaBahia #ACMNeto #Niltinho #JerônimoRodrigues #PPBahia #UniãoBrasil #CrisePolítica #LiderançaPolítica #EleiçõesBahia #BastidoresDaPolítica #OperacaoOverclean #RonaldoCaiado

Prefeito despreza ligação de ACM Neto após esquecimento de 3 anos e declara apoio a Jerônimo Rodrigues

Em encontro com o governador da Bahia, gestor de Gongogi revela mágoa com ex-prefeito de Salvador e expõe bastidores da política baiana

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em mais um capítulo da movimentada cena política baiana, o prefeito de Gongogi, Adriano Mendonça (Avante), protagonizou um momento de “desprezo” ao revelar que recusou uma ligação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), após três anos de “esquecimento”. A declaração foi feita durante uma reunião com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), na qual Adriano Mendonça manifestou o desejo de integrar o grupo político do petista.

“Eu não tenho mais interesse em marcar agenda (com ACM Neto). Eu venho hoje aqui pra dizer que eu quero fazer parte do seu grupo”, afirmou Mendonça a Jerônimo, expondo a mágoa com o ex-aliado. Segundo o prefeito, ACM Neto o procurou por telefone na semana passada, após quase três anos sem contato, mas ele não demonstrou interesse em um novo encontro.

Mendonça justificou a decisão alegando que a população de Gongogi anseia por uma foto do prefeito ao lado do governador Jerônimo, e que esse seria um “presente” para o município, que completa 63 anos de emancipação política em 12 de abril. Além disso, o prefeito aproveitou a oportunidade para alfinetar ACM Neto, afirmando que “ele não gosta de gente e pra governar precisa gostar de gente, abraçar gente”.

O prefeito de Gongogi esteve acompanhado do vice-prefeito, Fernando Matos, do secretário municipal de Saúde, Dermival Simões, e do presidente estadual do Avante, Ronaldo Carletto. Durante o encontro, Mendonça apresentou diversas demandas para o município, como a implantação de um sistema de abastecimento de água, a aquisição de uma Van para transporte de pacientes, a entrega de kits para unidades básicas de saúde, a reforma do estádio municipal e a construção de uma Areninha.

Em resposta, o governador Jerônimo Rodrigues autorizou a entrega de um kit de estabilização, quatro kits para unidades básicas de saúde e uma Van para transporte de pacientes. Além disso, determinou que a Secretaria de Recursos Hídricos realize uma visita técnica para solucionar o problema do abastecimento de água nos distritos de Tapirama, Nova Palma e Assentamento Santa Irene, e que a Seinfra realize um estudo para pavimentar o trecho que liga Gongogi à BA 120. A SUDESB também deverá realizar um estudo para a reforma do estádio e a construção da Areninha.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#AdrianoMendonça #ACMNeto #JerônimoRodrigues #Gongogi #Bahia #Política

PF apreende dinheiro e joias em casa de secretário na 3ª Fase da Operação Overclean com vínculos ao governo ACM Neto em Salvador

Mandados em quatro estados miram esquema de R$ 1,4 bilhão em desvios; ex-secretário de ACM Neto é alvo e STF cobra transparência em emendas Pix

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Polícia Federal (PF) apreendeu maços de dólares e euros, joias e relógios em um cofre na residência de Bruno Barral, secretário de Educação de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (3), durante a terceira fase da Operação Overclean. Afastado do cargo por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Barral, que atuou como secretário de Educação de Salvador na gestão de ACM Neto (União Brasil), é investigado por desvios de R$ 1,4 bilhão em emendas parlamentares destinadas a obras de infraestrutura. O montante encontrado em sua casa chega a R$ 120 mil.

No mesmo dia, o STF, sob relatoria do ministro Flávio Dino, determinou que estados e municípios prestem contas em 90 dias sobre emendas “Pix” recebidas entre 2020 e 2023, intensificando a fiscalização de bilhões do Orçamento da União.

Outro alvo da operação foi José Marcos Moura, o “Rei do Lixo” da Bahia, com buscas em sua residência no bairro do Comércio, em Salvador. Apontado como líder de um grupo que fraudava licitações em municípios baianos, ao lado do empresário Alex Parente, Moura também está no radar da PF, que suspeita de obstrução de provas por familiares de Parente. A ação cumpriu 16 mandados em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e Aracaju, ampliando investigações iniciadas em 2024.

O caso, que tramita no STF desde dezembro após a apreensão de planilhas indicando propina a um assessor do deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), ganhou novo capítulo com a decisão de Flávio Dino.

O ministro exige a regularização de 6.247 planos de trabalho não cadastrados, totalizando dezenas de bilhões, conforme apontou o Tribunal de Contas da União (TCU). O descumprimento pode suspender emendas e responsabilizar agentes públicos. Dino ainda bloqueou repasses a universidades de oito estados – Acre, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe – por falta de prestação de contas, dando 15 dias extras a outras sete unidades da federação com dados insuficientes, incluindo a Bahia.

A Operação Overclean revelou um esquema que, entre 2020 e 2024, desviou recursos públicos via contratos superfaturados em prefeituras de estados como Bahia, Tocantins e Amapá. A ligação com o governo ACM Neto em Salvador emerge pelo envolvimento de Barral, figura chave na gestão passada, o que levanta questões sobre a extensão das irregularidades durante seu mandato na capital baiana.

A defesa de Alex Parente, por meio do advogado Sebástian Mello, disse estar surpresa com a nova fase e prometeu esclarecimentos após acessar os autos.

De acordo cok UOL, a Prefeitura de Belo Horizonte, via prefeito Álvaro Damião, afirmou que os atos investigados são de Salvador, sem relação com a capital mineira.

A decisão de Dino, tomada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, reforça critérios de transparência homologados pelo STF em fevereiro. Para o ministro, a “desorganização institucional” na execução das emendas “Pix” exige medidas rigorosas, alinhando-se às ações da PF contra desvios.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#OperaçãoOverclean #PolíciaFederal #STF #EmendasPix #Corrupção #ACMNeto #Transparência #UniãoBrasil #Fraudes

ACM Neto critica deputados do PP: “adesismo”; cardeais da oposição temem efeito dominó

Em meio a tensões políticas na Bahia, ex-prefeito de Salvador ataca deputados do PP, reacendendo o debate sobre alianças e gerando dúvidas sobre a própria influência política

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A entrevista de ACM Neto à Rádio Regional nesta quarta-feira (02), na qual desferiu críticas contundentes aos deputados do PP, parece ter se transformado em um tiro no pé para a oposição baiana. Isso porque, além de explicitar o desconforto com a reaproximação do PP ao governo de Jerônimo Rodrigues, as declarações serviram para intensificar o temor entre “cardeais” oposicionistas de uma debandada em massa de prefeitos do interior, conforme apurado pelo Metro 1.

Eles sequer esperaram 2023 para virar e já estavam na base do governo”, disparou Neto, referindo-se à rapidez com que os deputados do PP se uniram a Jerônimo Rodrigues após as eleições de 2022. Para o ex-prefeito, a busca por vantagens e o “adesismo” ao poder demonstram uma fragilidade ética e a ausência de valores sólidos em parte da classe política.”

A acusação de “adesismo” e “falta de compromisso”, somada a relatos de descontentamento com a postura de pouco diálogo e valorização das lideranças locais por parte de Neto, criaram um cenário de desconfiança e instabilidade. Os exemplos de prefeitos do PP como Júnior Marabá (Luís Eduardo Magalhães) e Zé Cocá (Jequié), que manifestaram publicamente sua insatisfação, evidenciam o desgaste da liderança de ACM Neto e a busca por novos caminhos no tabuleiro político baiano.

Enquanto ACM Neto busca se defender das críticas e reafirmar sua posição, a oposição na Bahia enfrenta um momento crucial, com o risco de perder importantes aliados e ter sua capacidade de articulação e influência cada vez mais comprometidas.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#ACMNeto #PP #JerônimoRodrigues #PolíticaBaiana #Oposição #Adesismo #LiderançaPolítica

Postura de Júnior Marabá reverbera e expõe bomba sob a cabeça de ACM Neto

Rompimento do prefeito de Luís Eduardo Magalhães expõe fragilidade da oposição baiana e acende debate sobre a liderança de ACM Neto, com críticas até do próprio primo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A entrevista do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, à Rádio Sociedade da Bahia nesta terça-feira (1º de abril) teve efeito de bomba no cenário político baiano, atingindo em cheio o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Ao questionar a liderança de Neto e anunciar um rompimento político, Marabá abriu uma caixa de pandora, com diversas lideranças políticas se manifestando e engrossando o coro de críticas ao líder da oposição.

Visivelmente constrangido, ACM Neto respondeu às declarações de Marabá durante a mesma entrevista, tecendo duras críticas ao governador Jerônimo Rodrigues e demonstrando desconforto com a situação. A reação de Neto, no entanto, parece ter inflamado ainda mais o debate e exposto rachaduras na base da oposição.

“Eu sei que vai criar polêmica, mas eu não posso deixar de falar do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. O governador fica puxando o saco de políticos, de manhã, de tarde, de noite, fica atrás de prefeitos… O governador, ao invés de cuidar da educação, da saúde, da segurança, da geração de emprego, do enfrentamento à pobreza, ao invés de entregar as promessas que fez em campanha… Mas você falou puxando o saco, governador puxando o saco de quem? De prefeitos, de líderes políticos que ele tenta cooptar”, declarou ACM Neto, tentando minimizar o impacto das falas de Marabá.

As críticas de ACM Neto ao governador Jerônimo Rodrigues, no entanto, não foram bem recebidas por parte da classe política, que viu na atitude uma tentativa de desviar o foco do real problema: a falta de liderança e articulação do ex-prefeito de Salvador.

Primo de ACM Neto detona falta de atenção com aliados e expõe fragilidade da oposição

Luís Eduardo Magalhães Neto, primo de ACM Neto em visita ao prefeito Júnior Marabá. Imagem de divulgação

A insatisfação com a liderança de ACM Neto não se restringe a figuras externas à sua base. Em entrevista ao Portal Bnews em divulgada neste terça-feira (01/04), o empresário Luís Eduardo Magalhães Neto, primo do ex-prefeito, não poupou críticas ao parente, apontando a falta de atenção com os aliados como um dos principais problemas da oposição. Luís Eduardo Magalhães Neto foi incisivo ao detalhar o que considera ser uma falha crucial na gestão política de ACM Neto: a ausência de um contato pessoal e estratégico com os aliados. “A política se faz com diálogo, com atenção às demandas dos que estão ao seu lado. Não basta acionar as pessoas apenas em momentos de campanha ou crise. É preciso construir uma relação de confiança, de parceria”, declarou.

Ele ressaltou que a falta de um gesto simples como uma ligação telefônica, um espaço na agenda para discutir projetos e desafios, demonstra um distanciamento que fragiliza a base de apoio.

“Quando você não oferece o mínimo, que é o reconhecimento e a atenção, as pessoas se sentem desvalorizadas. E a oposição, que já enfrenta dificuldades para se manter unida, acaba se esfacelando ainda mais”, completou Luís Eduardo Magalhães Neto.

Suas palavras ecoaram o sentimento de muitos que se sentem negligenciados pela liderança de ACM Neto e que veem a falta de articulação como um fator determinante para o enfraquecimento da oposição na Bahia.

“Figuras do grupo são mobilizadas para atacar aliados, enquanto ninguém parece ter espaço. Ninguém recebe o que deveria ser o mais simples: uma ligação, um espaço na agenda”, afirmou Luís Eduardo Magalhães Neto, expondo o descontentamento interno com a postura de ACM Neto.

Outras lideranças engrossam o coro de críticas

A repercussão da entrevista de Júnior Marabá e da resposta de ACM Neto gerou uma onda de manifestações de outras lideranças políticas baianas.

O deputado estadual Paulo Câmara (PSDB), aliado de ACM Neto, também questionou a liderança do ex-prefeito, corroborando as críticas de falta de atenção com os aliados.

Governador Jerônimo e o prefeito de Itapetininga, Eduardo Hagge de em ato de autorização de Construção do Hospital Regional de Itapetinga

O governador Jerônimo Rodrigues, por sua vez, aproveitou o momento para fortalecer sua base e se reunir com o prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), mais um nome da base de ACM Neto que pode migrar para o grupo governista.

Em defesa do governador, o deputado Patrick Lopes (Avante) rebateu as críticas de ACM Neto, afirmando que Jerônimo Rodrigues “tá puxando saco do povo da Bahia” ao levar obras e investimentos para os municípios do interior.

Mas me incomodou demais a declaração do ex-prefeito Salvador ACM Neto, dizendo que o governador tá puxando saco de prefeito. Eu fui prefeito duas vezes. Quando eu fui prefeito, o governador Rui levou obras pra gente tá vindo. O governador Jerônimo hoje tá levando obras pros municípios do interior. Se puxar saco, é abraçar as pessoas, é dar o afago que isso sempre dá, é receber os prefeitos que merecem, é levar obras, é levar ambulância, é levar ônibus, é levar, enfim, é levar o governo do estado pros municípios, é dar atenção aos prefeitos que sofrem tanto. Se for puxar saco, continue puxando saco, meu garoto. Continue puxando saco que o senhor tá pelo caminho certo. O senhor tá cuidando de gente e o senhor tá puxando saco do povo da Bahia.”

O ex-ministro Geddel Vieira Lima também se manifestou com dureza, acusando ACM Neto de “vício hereditário” e de ter “babado o ovo dos generais na ditadura”.

Eu hoje ouvi uma declaração do ex-prefeito de Salvador, em que ele afirma que o governador Jerônimo Rodrigues, ao receber prefeitos e lideranças políticas, está puxando o saco. Eu tenho a visão diversa. Acho que ele está fazendo política, que também é um papel do governador. Eu não entendi que estivesse puxando o saco o ex-prefeito Salvador, quando constantemente, pouco antes das eleições de 22, vivia em minha residência, tentando obter o meu apoio pessoal para a sua candidatura. E olha que ele sempre vinha acompanhado do prefeito Bruno Reis, estavam eles puxando o meu saco. Eu acho que essa visão é um pouco do vício hereditário que o ex-prefeito tem, afinal de contas, ele é neto do velho Antônio Carlos Magalhães, que passou a vida toda, já que ele usou esse termo puxar saco, me senta à vontade para dizer também que viveu a vida toda babando o ovo dos generais na ditadura. Portanto, eu deixo aqui o registro do meu repúdio, esse tipo de colocação.”

Até mesmo figuras consideradas como “futuro do PT baiano”, como Tagner Cerqueira, não perderam a oportunidade de criticar ACM Neto, comparando-o com o governador Jerônimo Rodrigues e destacando a “arrogância” do ex-prefeito.

E aí, você coloca dois perfis, um cara extremamente arrogante, que é o ACM Neto, e um cara extremamente humilde, que é o Jerônimo. Esse candidato derrotado na última eleição ao governo da Bahia está passando um momento difícil. Está sendo esvaziado, e não está esvaziado pela tática do governo. É porque os prefeitos, as lideranças políticas não confiam mais nele. Ele abandonou todo mundo, inventou uma pesquisa na última eleição, e agora não tem mais argumentos para provar que vai ganhar a eleição. E tenho quase certeza que nem candidato não vai ser. Porque o governador Jerônimo é o governador do trabalho, da atenção, do cuidado, do respeito.”

O prefeito de Ibirapitanga, Jé Assunção, encerrou a série de críticas com uma brincadeira, prevendo que ACM Neto terminará o “jogo” com apenas duas prefeituras em sua base, enquanto Jerônimo Rodrigues governará com o apoio de 415 municípios baianos.

Com essa quantidade de prefeituras que o ex-prefeito Salvador ACM Neto tem perdido, você acredita que ele chega até o final do jogo com quantas prefeituras? Aí você me atenta. Eu acho que o Governo do Jerônimo vai chegar com 415 prefeitos.”

Com a oposição fragilizada e exposta a uma série de críticas internas e externas, o futuro político de ACM Neto e do seu grupo político na Bahia se torna incerto. A crise aberta pela entrevista de Júnior Marabá pode ser o prenúncio de uma debandada ainda maior e de um realinhamento de forças no estado.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#ACMNeto #JuniorMaraba #JeronimoRodrigues #OposicaoBahia #PoliticaBahia #CrisePolitica #Bahia #EleicoesBahia #LEM #LuísEduardoMagalhães #GeddelVieiraLima #Desabafo #BastidoresDaPolitica #ReacaoEmCadeia #JogoPolitico #CenárioPolitico #AnalisePolitica #Bnews #RadioSociedade

Prefeito de Santa Maria da Vitória sinaliza apoio a Jerônimo Rodrigues e pode deixar o União Brasil

Tonho de Zé de Agdônio se coloca à disposição para trocar de legenda e engrossa a lista de prefeitos oposicionistas que aderem ao governo estadual

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O prefeito de Santa Maria da Vitória, Tonho de Zé de Agdônio, reeleito em 2024 pelo União Brasil, surpreendeu ao declarar apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e manifestar disposição para deixar a sigla. “Às vezes tivemos posições contrárias na política, isso faz parte, mas estou disposto a sair do partido para somar com o senhor. Nosso projeto é a sua eleição”, afirmou Tonho, durante encontro com o governador.

A movimentação do prefeito é parte de um fenômeno que tem se intensificado desde o início do ano. Jerônimo Rodrigues já recebeu 65 prefeitos de diferentes partidos em seu gabinete, consolidando uma estratégia de atração de lideranças locais para fortalecer sua base para 2026. Tonho foi o sétimo prefeito do União Brasil a ser recebido e o quinto a sinalizar apoio ao governador. Entre os que também aderiram estão os gestores de Mata de São João, Cairu, Sítio do Mato e Buerarema.

O União Brasil, principal partido de oposição na Bahia e liderado por ACM Neto, elegeu 39 prefeitos em 2024. Com mais de 10% deles já alinhados ao governo estadual, a deserção de lideranças preocupa aliados da legenda. Nos bastidores, governistas argumentam que o número pode ser ainda maior se forem incluídos prefeitos de partidos coligados com o grupo oposicionista. Já a oposição minimiza os efeitos das adesões, sustentando que prefeitos podem mudar de lado, mas isso não significa transferência automática de votos — um argumento que o histórico eleitoral baiano desmente.

A aproximação de prefeitos do União Brasil ao governo do PT é um reflexo da dinâmica política baiana, onde alianças são frequentemente moldadas pelas necessidades locais e pelo acesso a investimentos estaduais. O impacto dessas adesões nas eleições de 2026 ainda está em aberto, mas a estratégia do governo de cooptar prefeitos oposicionistas pode redesenhar o xadrez político no estado.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#Política #Bahia #Eleições2026 #JerônimoRodrigues #UniãoBrasil #Prefeitos #ACMNeto

VÍDEO: Júnior Marabá diz que Jerônimo será reeleito em 2026 e afirma que pode deixar PP

Júnior Marabá (PP) justifica previsão pela ausência de um candidato de oposição forte no interior e pelo bom trato do governador com lideranças locais

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Júnior Marabá (PP), prefeito de Luís Eduardo Magalhães, reduto do agronegócio e do bolsonarismo na Bahia, afirmou ontem (24) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) deverá ser reeleito em 2026, por ausência de um candidato de oposição que agregue as lideranças dos municípios no interior, onde o petista tem se notabilizado pelo bom trato com lideranças.

“Nós temos hoje um governador que agrega muito, o Jerônimo agrega muito as lideranças, (está) presente nos municípios, tem uma equipe política que dá atenção para o representante político dos municípios, das comunidades, então isso acaba entregando a ele um respaldo muito grande para o processo do ano que vem”, disse Marabá durante participação no PolíticaPod, o podcast do Política Livre nesta segunda-feira (24).

O prefeito se contrapõe, inclusive, aos dados da Pesquisa Paraná, divulgada nesta segunda, apontando que 48,7% dos baianos desaprovam a gestão de Jerônimo Rodrigues. O levantamento também simulou o cenário eleitoral, dando ao ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) 52% das intenções de votos, contra 27,4% do atual governador.

“As pesquisas, quando são analisadas, entregam durante o processo eleitoral um resultado diferente por conta dos interiores. Eu vejo que nós não temos, de fato, um candidato de oposição liderando os municípios, liderando os interiores, e que participou do processo de 24. Nós não tivemos esse personagem fazendo isso. Então, automaticamente, o campo fica aberto para uma recondução do atual governador”, confrontou Júnior Marabá.

Nas eleições de 2022, Júnior Marabá declarou o seu apoio e campanha a candidatura de ACM Neto ao governo do Estado da Bahia, Marabá ainda apontou que a possível federação do PP com o União Brasil deve ficar sob o “controle absoluto” de ACM Neto na Bahia, com o que não concorda e que, se ocorrer, pode obrigá-lo a procurar um novo partido.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#JuniorMaraba #JeronimoRodrigues #Eleicoes2026 #Bahia #Politica #ACMNeto #PP #PT #LuisEduardoMagalhaes #Agronegocio

ACM Neto “lidera” no “DataFake”? A Bahia já desconfiava… e já tem abadá pro Jerônimo!

Instituto Paraná requenta pesquisa requentada, mas o eleitor baiano, vacinado com dendê e esperto que nem bicho preguiça, já sabe que essa eleição só acaba quando termina

Luís Carlos Nunes – A Bahia, terra de axé, acarajé e políticos que insistem em tropeçar na mesma pedra, volta a ser palco de um filme repetido à exaustão. O Instituto Paraná, o cupido eleitoral da oposição (que sempre erra a flecha!), ressurge com uma pesquisa que parece ter saído de um universo paralelo: ACM Neto, o eterno “quase lá”, liderando com uma folga que faria até o implacável senhor Lunga ensaiar um sorriso maroto (e depois mandar todo mundo tomar banho!).

Será que a oposição tá tomando garapa batizada com erva da ilusão ou o Instituto Paraná tem um pai de santo contratado a peso de ouro, turbinando esses números com uma mironga daquelas que até Santo Antônio duvida? A verdade é que essa novela já virou clichê de final de feira: a oposição solta fogos antes da hora, Neto ensaia o discurso da posse com a mesma entonação de sempre e, no final, o eleitor baiano dá um sonoro “Toca Rauul” nas urnas, pra mostrar quem é que veste a camisa e bota o time pra jogar.

Enquanto ACM Neto se veste de “rei da cocada preta”, Jerônimo Rodrigues, com a astúcia de um bom capoeirista e a tranquilidade de quem já comeu muito beiju na vida, ignora o “canto da sereia” e segue botando o pé na estrada, que nem jegue carregando rapadura. O governador tem se esmerado em inaugurar obras que nem pipoca em panela quente, firmar parcerias que nem acarajé com coca-cola e dar um chega pra lá na turma do “quanto pior, melhor” com a elegância de um diplomata baiano que sabe a hora certa de usar o “oxente” e o “arretado”.

A tal pesquisa, que crava ACM Neto com 52% contra míseros 27,4% de Jerônimo (uma diferença tão abissal que dá pra ver da Caatinga de Massaroca às praias de Mucuri!), é tão crível quanto nota de três reais ou promessa de político em campanha.

A oposição, órfã de votos e de um bom plano de governo, se agarra a esses números como um torcedor do Vitória a uma vaga na Série A (e a gente sabe que essa esperança é teimosa!). Mas, convenhamos, a eleição de 2026 está tão distante que até o Bahia vai ter aprendido a fazer gol de novo e o aeroporto já terá sido reformado e ampliado.

Jerônimo Rodrigues, com a sagacidade de um bom baiano raiz, desses que dança arrocha no São João e entende de política como se entendesse de armar um bom trio elétrico, deve estar curtindo um show de Caetano Veloso (ou Gilberto Gil, pra não haver ciúme!) enquanto assiste, de camarote, o circo da oposição pegar fogo (e já mandou um chêro” pro palhaço, porque baiano tem coração de mainha). Afinal, como diz o ditado, “quem ri por último, ri melhor”. E na Bahia, meu rei, a gente já sabe quem costuma dar a última gargalhada, com a bênção do Senhor do Bonfim e a proteção de Iemanjá (e com o voto consciente do povo, que não é besta!).

#EleicoesBahia #ACMNetoIludido #JeronimoSegueLider #PesquisaFake #HumorPolitico #BahiaTerraDeAxé #OPovoJaSabe #Eleicoes2026 #ACasaCaiu #ChoraOposicao #AxéPolitics #NordesteResiste #VotoConsciente

ACM Neto divulga pesquisa que lidera, mas oposição baiana já sente o cheiro de “déjà vu” eleitoral

Ex-prefeito de Salvador ostenta vantagem considerável sobre Jerônimo Rodrigues, mas histórico de “quase lá” da oposição na Bahia levanta um questionamento: a pesquisa é um bom presságio ou só mais um capítulo na saga do “cheirinho de vitória” que nunca se concretiza?

Caso de Política com OExpresso LEM – ACM Neto, cacique do União Brasil, agitou o cenário político baiano ao divulgar uma pesquisa eleitoral que o coloca na pole position para o governo do estado. Segundo os números apresentados, Neto abocanha 17,5% das intenções de voto na modalidade espontânea, enquanto o atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT), amarga 9,1%. Na pesquisa estimulada, a diferença se torna ainda mais expressiva: 52% para Neto contra 27,4% para Jerônimo.

O resultado, claro, foi recebido com fogos de artifício pela oposição, que há 18 anos aguarda ansiosamente uma chance de retornar ao poder. Mas, como diria o ditado, “gato escaldado tem medo de água fria”. A memória das eleições passadas, com promessas de vitória que se esvaíram como miragens no sertão, paira sobre o otimismo oposicionista. Afinal, como bem lembrou um analista político (que prefere o anonimato para evitar represálias de ambos os lados), “a oposição baiana é a maior campeã de pesquisas eleitorais precoces da história recente”.

E, como se não bastasse o fantasma do “quase lá”, surge um novo temor na mente dos estrategistas da oposição: a influência de Lula na eleição estadual. Em vez de se preocuparem com a ajuda que o presidente pode dar a Jerônimo, alguns já se perguntam se a Bahia, tradicional reduto petista, não terá um papel crucial na reeleição do próprio Lula. Ou seja, a esperança de “virar o jogo” pode se transformar em mais um balde de água fria se a onda lulista varrer o estado.

Enquanto isso, nos bastidores, comenta-se que ACM Neto, com sua habitual cautela, tem repetido à exaustão um mantra: “Pesquisa não ganha eleição”. Resta saber se a oposição, em sua sede de vitória, conseguirá manter os pés no chão ou se deixará levar pela empolgação dos números, correndo o risco de protagonizar mais um capítulo da novela “A Saga do Cheirinho de Vitória”.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#ACMNeto #JerônimoRodrigues #EleiçõesBahia #PesquisaEleitoral #OposiçãoBaiana #PTBahia #LulaNaBahia #HumorPolítico #PolíticaBrasileira #Bahia

Prefeitura de Salvador Contrata Primo de ACM Neto por R$ 31 Milhões em Meio a Questionamentos Orçamentários

Contrato para serviços digitais com a Agência Bença excede significativamente a verba destinada à comunicação da capital

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Um volumoso contrato de R$ 31 milhões entre a Prefeitura de Salvador e a Agência Bença Comunicação e Marketing, pertencente a Flávio Costa Maron, primo do ex-prefeito ACM Neto (União Brasil), veio à tona, gerando imediata repercussão no cenário político e publicitário da capital baiana. A formalização do acordo, com validade de 12 meses para a prestação de serviços de comunicação digital e mídia eletrônica, foi publicada no Diário Oficial do Município no último final de semana, conforme informações da Secretaria Municipal de Comunicação Social (Secom). As informações são do Metro1.

A Agência Bença, tendo Flávio Costa Maron como único proprietário, conforme dados da Receita Federal, estabelece uma conexão familiar direta com importantes figuras da política baiana. Maron é parente de Arlette Maron de Magalhães, avó de ACM Neto e viúva do ex-senador Antônio Carlos Magalhães, ambos já falecidos, o que intensifica o debate sobre possíveis influências na celebração do contrato.

O valor expressivo do negócio, firmado com o município liderado por Bruno Reis (União Brasil), apadrinhado político de ACM Neto, é um dos principais pontos de controvérsia. O montante de R$ 31 milhões destinado à Agência Bença para a comunicação digital e eletrônica em 2025 supera em 31 vezes a previsão orçamentária inicial para a mesma finalidade, que era de apenas R$ 1 milhão, de acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, aprovada pela Câmara de Vereadores no ano anterior.

Diante da significativa disparidade entre o valor contratado e a previsão orçamentária, a líder da bancada do PT na Câmara Municipal, vereadora Marta Rodrigues, formalizou um ofício à Secom, cobrando esclarecimentos detalhados sobre o contrato milionário. Com base na Lei de Acesso à Informação, a parlamentar questiona a origem da suplementação ou anulação de crédito que viabilizou o acordo com a Agência Bença, bem como a possível realocação de recursos de outras áreas do Tesouro Municipal para cobrir os custos.

A magnitude do investimento na comunicação digital em 2025 também suscita comparações com o orçamento destinado a outras áreas cruciais da administração municipal. O valor a ser repassado à Agência Bença (R$ 31 milhões) se aproxima do orçamento fiscal previsto para a gestão ambiental (R$ 37,7 milhões) e saneamento básico (R$ 34,1 milhões) para o mesmo período. Além disso, supera significativamente as verbas destinadas a iniciativas nas áreas de indústria (R$ 29,5 milhões), desporto e lazer (R$ 28,7 milhões) e agricultura (apenas R$ 600 mil).

Ainda na esfera comparativa, o contrato com a Agência Bença representa cerca de quatro vezes o orçamento total da Secretaria Municipal de Reparação para 2025 (R$ 8,8 milhões). Equivalente a quase um terço do montante destinado à cultura (R$ 127,7 milhões) e segurança (R$ 133,8 milhões), o valor do contrato também ultrapassa a metade dos recursos previstos para políticas de direitos da cidadania (R$ 57,2 milhões) e trabalho (R$ 53,7 milhões) neste ano.

Ademais, a relação familiar de Flávio Maron com o clã Magalhães não é o único elo entre a prefeitura e parentes de ACM Neto no setor de comunicação. A Bahia Comunicação, agência que integra o pool de publicidade do município desde a primeira gestão de Neto (2013-2016), tem como proprietário Paulo Vianna, irmão de Rosário Magalhães, mãe do ex-prefeito.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

#Salvador #ContratoMilionarioSSA #ACMNeto #BrunoReis #AgenciaBença #GastosPublicos #Transparencia #PoliticaBaiana #OrcamentoMunicipal #ComunicacaoDigital