UFOB mantém conceito de excelência no índice geral de cursos do MEC

Universidade conquista, pelo segundo ano consecutivo, nota 4 no IGC, indicador que avalia a qualidade das instituições de ensino superior no Brasil

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) manteve, pelo segundo ano consecutivo, o conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador do Ministério da Educação (MEC) que avalia a qualidade das instituições de ensino superior no país. A escala de avaliação varia de 1 a 5, e os dados referentes a 2023 foram divulgados na última sexta-feira (11) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os indicadores estão diretamente relacionados ao ciclo avaliativo do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2023. Nesta edição, foram avaliados os cursos de Agronomia, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Sanitária e Ambiental, Farmácia, Medicina, Medicina Veterinária e Nutrição. A partir do Enade, o Inep analisou os indicadores de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC).

O Enade avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, o desenvolvimento de competências e habilidades, e o nível de atualização dos estudantes. O IDD mensura o valor agregado pelo curso ao desenvolvimento dos estudantes.

O CPC avalia o curso considerando o desempenho dos estudantes no Enade, o IDD, o corpo docente e a percepção dos estudantes sobre seu processo formativo. O IGC avalia as instituições de ensino superior com base na média do CPC, a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu (CAPES) e a distribuição dos estudantes entre graduação e pós-graduação.

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Mais de 132 mil estudantes baianos participam de avaliação diagnóstica de Língua Portuguesa e Matemática

O exame, composto por 26 questões de Língua Portuguesa e 26 de Matemática, visa diagnosticar dificuldades e elaborar estratégias pedagógicas para melhorar a assimilação dos conteúdos

Caso de Política com SEC – Bahia – A Secretaria da Educação do Estado (SEC) concluiu, na última sexta-feira (2), a aplicação da Avaliação de Acompanhamento Plurall, que mede o conhecimento dos estudantes em Matemática e Língua Portuguesa. A ação, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi realizada em mais de 1.500 unidades escolares em todos os 27 Núcleos Territoriais de Educação do Estado (NTEs), envolvendo mais de 132 mil estudantes da rede estadual.

As avaliações ocorreram por meio da Plataforma Digital Plurall, que permite o acompanhamento detalhado da aprendizagem dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio. O exame, composto por 26 questões de Língua Portuguesa e 26 de Matemática, visa diagnosticar dificuldades e elaborar estratégias pedagógicas para melhorar a assimilação dos conteúdos.

Giuliana Amorim de Jesus Silva, professora de Matemática do Colégio Estadual Braulio Sampaio, em Mata de São João, destacou a importância da ferramenta para medir a capacidade dos alunos.

“É muito interessante ter um meio para mensurar a aprendizagem das habilidades e competências que temos trabalhado com nossos estudantes. Nesta edição, em nossa escola, conseguimos realizar as avaliações de forma tranquila, porque fizemos, junto à coordenação, uma organização para essa aplicação. Os estudantes fizeram as provas com mais atenção e nós também conseguimos diminuir as dificuldades para um melhor resultado.”

O estudante Gustavo dos Santos, da 3ª série do Ensino Médio, compartilhou sua experiência ao realizar a avaliação.

“As provas da Plurall são essenciais para nós, estudantes, e eu achei ótima a minha participação. Os assuntos que caíram na prova já tinham sido abordados pelos nossos professores em sala de aula, o que ajudou bastante na realização. Não é a primeira vez que participo da prova e acho que obtive um bom resultado.”

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Inep realiza pesquisa Alfabetiza Brasil para definir padrão nacional de avaliação da alfabetização de estudantes

Estudo realizado pelo Inep com professores alfabetizadores irá analisar habilidades e conhecimentos necessários para crianças alfabetizadas

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) iniciou neste sábado (15) a pesquisa Alfabetiza Brasil, que busca entender quais são os conhecimentos e as habilidades que uma criança alfabetizada deve ter. Os resultados da pesquisa serão utilizados para a definição de um padrão nacional de avaliação da alfabetização dos estudantes e ajudar na formulação de política pública nacional de alfabetização.

A pesquisa será realizada com 341 professores alfabetizadores de todas as capitais e 291 municípios, com bons resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). As aplicações da pesquisa estarão concentradas em cinco capitais-sede, uma por região do país: Belém, Recife, Brasília, São Paulo e Porto Alegre.

Para participar do estudo, os professores alfabetizadores precisam atender a critérios como ter graduação em pedagogia, experiência docente mínima de cinco anos em turmas de alfabetização, atuação em turma de 2º ano do ensino fundamental no ano letivo de 2023 e ser reconhecido pela comunidade escolar pela qualidade do trabalho desenvolvido como alfabetizador.

O Ministério da Educação (MEC) se orientou pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para definir o que vai ser avaliado na alfabetização dos alunos. Segundo o MEC, a alfabetização está completa quando o aluno domina os três eixos da alfabetização: a escrita, a leitura de palavras e frases e a produção de textos. A pesquisa analisará como são desenvolvidas com autonomia 10 habilidades destes três eixos, conforme parâmetros avaliados no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), nas edições de 2019 e 2021.

Para serem considerados alfabetizados, os alunos do 2º ano, com idade média de 7 e 8 anos, deverão conhecer o alfabeto e dominar convenções gráficas, como letras maiúsculas e minúsculas e cursiva (letras em escrita contínua); ter compreensão da escrita; saber ler, reconhecendo globalmente as palavras; ler frases e localizar informações explícitas em textos; compreender porções maiores de texto; ter fluência e rapidez de leitura; ter domínio de grafemas e fonemas, relacionando elementos sonoros de uma palavra com a representação escrita dela; e escrever um texto.

As habilidades medidas terão oito níveis de pontuação, sendo o nível 1 o mais básico (com desempenho de 650 a 675 pontos) e o oitavo, o mais alto da escala (desempenho igual ou maior que 825 pontos). O Inep acrescentou ainda o nível abaixo de 1, quando os estudantes demonstram probabilidade menor que 65% de dominar as habilidades testadas na alfabetização.

Os resultados da pesquisa serão analisados juntamente com outras questões vindas dos testes de língua portuguesa do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), já aplicados no 2º ano do ensino fundamental.