Comandante Rangel solta grosseira Fake News e inaugura baixaria politiqueira em Barreiras

Como um verdadeiro néscio e letrado funcional, Rangel demonstra total falta de compreensão básica do funcionamento das leis além de despreparo político

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ainda pré-candidato a prefeito de Barreiras, Comandante Rangel (PL), que recentemente tem ensaiado uma aproximação com o prefeito Zito Barbosa (UB) para uma possível composição como vice na chapa encabeçada por Otoniel Teixeira (UB), iniciou sua campanha de maneira peculiar ao divulgar uma grotesca fake news, marcando um episódio lamentável na política local.

Demonstrando total desapego à literatura jurídica ou legal, como um verdadeiro néscio e letrado funcional, Comandante Rangel afirmou que os governos do presidente Lula (PT) e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) implantaram um modelo de “culpabilidade ao policial” e que foi o PT quem implementou as “Audiências de Custódias” no país. Tal declaração, além de infundada, com clara intenção de disseminação de ódio, revela uma grave distorção da realidade e possível má fé sobre os fatos, além da falta de compreensão básica do funcionamento das leis e despreparo político.

Diante dessas afirmações, o Portal Caso de Política decidiu realizar uma checagem de fatos (fact-checking) para verificar a veracidade das declarações. Esclarecemos que a Lei 13.964/2019, conhecida como Pacote Anticrime, sancionada pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 29 de abril de 2021, alterou o artigo 310 do Código de Processo Penal e introduziu a obrigatoriedade da realização de audiência de custódia nos casos de prisão em flagrante, no prazo máximo de até 24 horas após a prisão. Esta medida visa garantir os direitos dos presos e a legalidade das prisões, não tendo relação com os governos petistas como insinuado por Rangel.

O texto original foi elaborado durante o governo do também ex-presidente, Michel Temer.

Acompanhe a íntegra da Lei 13.964/2019 ao final desta matéria.

A disseminação de notícias falsas por figuras públicas como é o caso Comandante Rangel é extremamente perigosa. Fake news não apenas desinformam a população, mas também minam a confiança nas instituições e no processo democrático. Políticos e líderes têm a responsabilidade de agir com integridade, assegurando que suas declarações sejam baseadas em fatos e contribuam para um debate político saudável e construtivo.

O objetivo do Portal Caso de Política não é defender grupos políticos ou mesmo atacar outros, mas sim zelar pela informação correta, a verdade e a transparência. Nosso compromisso é com o bom jornalismo, que exige precisão, responsabilidade e imparcialidade. Defendemos uma prática jornalística que fortaleça a democracia e o direito à informação fidedigna e confiável.

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Comandante Rangel escolhe adversários e defende Zito; nas redes ele é apontado como disseminador de fake news

Irresponsável, o pré-candidato a prefeito pelo PL usa as redes sociais para difundir Fake News

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O pré-candidato a prefeito por Barreiras, o bolsonarista, Comandante Rangel (PL) resolveu durante esta pré-campanha eleitoral, ao contrário de seus demais adversários, parece já ter escolhidos os seus adversários, e como se apontasse uma metralhadora, fez disparos mirando e colocando em um mesmo balaio, os ex-prefeitos, Antônio Henrique (PP), Jusmari Oliveira (PSD) e o ex-deputado federal e pré-candidato a prefeito de Barreiras, Tito (PT).

Nacionalizando o debate municipal, em comentário em um grupo de Whatsapp, Rangel esquecendo-se que também é um político, defendeu a gestão da Saúde do prefeito Zito Barbosa ensaiando uma possível reaproximação com o alcaide:

Petista quando está numa enrascada fica saindo pela tangente. Já conheço essa narrativa. Este governo da Bahia faliu todos o sistema de educação e saúde. O PT destrói tudo que põe a mão. Jusmari e Tonhão destruíram nossa cidade. Zito já pavimentou mais ruas do que todos os outros prefeitos juntos. Os piores índices das cidades da Bahia estão nas prefeituras governadas pelo PT. Isso não é política é fato. Não existe Fake News piores que a realidade. Lula é Ladrão”.

Em um outro comentário em uma postagem feita por Tito, Rangel fez declaração digna de bons questionamentos, onde o cerne da gestão centra o Sistema Único da Saúde (SUS). que por questões legais. deve atender a todos os que necessitam de atendimento médico. Rangel afirmou que se os atendimentos fossem somente para Barreiras o atendimento seria outro, demonstrando grotesco desconhecimento do sistema público nacional de saúde. Na qualidade de político, e de acordo com suas próprias palavras, ele (político) não é boa pessoa.

A saúde de Barreiras está atendendo todos os municípios do Oeste, se fosse somente para os Barreirenses tínhamos um serviço de excelência mais o estado não da assistência aos outros municípios e assim congestiona o sistema. Pequenas cidades do oeste só tem 1 médico e 3 ambulâncias para remover pacientes para Barreiras. O governador do PT vem aqui inaugurar os prédios e vai embora, veja o centro de Oncologia. Mutirão pra atendimento em época de política não resolve o problema da saúde. O pior é ver os puxas agradecendo quem rouba e mente. O povo tem que aprender que políticos não são bonzinhos os melhores são os que cumprem as obrigações.”

Ao mesmo tempo que se concentra em sua militância virtual e ataques ineficazes aos seus oponentes, Comandante Rangel vem causando indignação em muito internautas que demonstram total indignação a suas atitudes. Rangel é aponta do como fomentador e disseminador de fake news, especialmente sobre o grave situação por que passa o Estado do Rio Grande do Sul que já ultrapassou mais de uma centena de mortos, tem grande número de desaparecidos, milhares de desabrigados, e que por conta das enchentes, vivem em  condições indignadas de sobrevivência.

Uma internauta, indignada com a postura do pré-candidato a prefeito de Barreiras, fez um duro comentário em um vídeo postado por Rangel:

“É um crime espalhar fake news em um momento como este”.

Com essa sua postura, Rangel demonstra toda a sua insensibilidade e humanismo com a vítimas e seus familiares que sofrem a tragédia ambiental e humanitária que ocorre no Rio Grande do Sul. A postura parece ser mero ódio e apego ideológico já demonstrado contra os baianos, em um triste fato ocorrido.

O ex-presidente Jair Bolsonaro se recusou a interromper suas férias para socorrer baianos que passavam por momentos delicados em suas vidas

O respeitado Correio Brazilienense estampou em 30 de dezembro de 2021, em sua versão digital, a postura do então presidente Jair Bolsonaro de manter as suas férias em Santa Catarina, enquanto milhares de pessoas sofriam com inundações na Bahia, foi alvo de críticas generalizadas, que incluíram até aliados do ex-governo. A hashtag “#BolsonaroVagabundo” entrou nos trending topics do Twitter naquela data.

Na matéria intitulada “Até aliados criticam Bolsonaro por tirar férias durante tragédia na Bahia” pode residir o atual comportamento deste cidadão chamado Comandante Rangel, filiado ao PL de Bolsonaro.

Peço encarecidamente aos leitores do Portal Caso de Política que não ingressem nesse comportamento desumano e irresponsável de politizar a dor alheia em nome do eleitoralismo e da velha politicagem rasteiras. Atitudes como  essa de disseminar fake news são verdadeiros “Casos de Polícia”, e deve ser apurado pelas autoridades!

O que a sociedade espera é um comportamento mais adequado, digno de um homem público que pretende representar a população barreirense! Espera-se debates de proposta para o futuro da cidade!

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Relações entre Zito e PL azedam; condições impostas para aliança eleitoral barram acordo

Respaldado pelo PL nacional, Comandante Rangel insiste que a legenda tenha o direito de indicar um nome para vice na chapa ao lado de Otoniel Teixeira

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – As relações entre o partido União Brasil, liderado pelo prefeito Zito Barbosa, e o Partido Liberal (PL) começam a enfrentar obstáculos significativos à medida que o cenário eleitoral em Barreiras se aproxima. Conforme vem acompanhando o Caso de Política, o pré-candidato a prefeito pelo PL, Comandante Rangel, subiu o tom ao adotar uma postura inflexível ao impor condições para qualquer apoio ao arco de aliança liderada por Zito Barbosa: o direito de indicar o candidato a vice na chapa majoritária.

Essa posição assumida por Rangel – conforme nossas fontes extra-Barreiras – parece estar alinhada com o respaldo nacional do PL, levando a especulações sobre a força e influência da legenda em negociações municipais.

Em suas redes sociais, o prefeito Zito Barbosa chegou a afirmar que “O PL está chegando para somar com nosso projeto em 2024! Ao lado do nosso pré-candidato a prefeito de Barreiras Otoniel, fomos recebidos em Brasília por grandes nomes da política nacional e do partido, como o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro”

Os fundamentos dessa tensão remontam a um suposto acordo anterior em Brasília, conforme reportado pelo Caso de Política em 21 de março deste ano, onde “Zito e Otoniel selaram uma aliança com o PL de Bolsonaro visando as eleições de 2024”. O objetivo central dessa parceria, analisando a óbvia estratégia de Zito Barbosa, seria obter maior tempo e consequente visibilidade nas propagandas eleitorais de rádio e televisão, essenciais para a visibilidade e engajamento eleitoral.

A atual demanda do PL por indicar o vice na chapa de Zito Barbosa reflete diretamente nesse jogo estratégico. Caso o prefeito não acate essa imposição, Comandante Rangel pode adotar uma postura desafiadora, potencialmente liderando uma candidatura própria. Tal movimento implicaria numa significativa redução do tempo de propaganda eleitoral para o candidato governista, o vereador Otoniel Teixeira (UB).

A distribuição do tempo de propaganda eleitoral entre os partidos é determinada pelo número de deputados eleitos para a Câmara dos Deputados. O PL ostenta a maior bancada federal, com 95 deputados, o que lhe confere um peso considerável nessa negociação pré-eleitoral.

A relação entre União Brasil e PL de Barreiras agora se encontra em uma encruzilhada crítica, onde o jogo de interesses partidários e o contexto nacional se entrelaçam com as dinâmicas políticas locais. O desfecho dessa disputa não apenas impactará diretamente a composição das alianças em Barreiras, mas também poderá influenciar a dinâmica política no cenário estadual e nacional.

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Defesa de ex-diretor da PRF clama por equidade no tratamento Judicial e diz que Bolsonaro também deveria estar preso

Defesa alega que se a justificativa para manter a prisão é evitar interferências na produção de elementos probatórios, então o mesmo critério deveria ser aplicado ao ex-mandatário

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A defesa de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), elevou o tom em seu embate jurídico ao lançar um desafio direto: se Vasques está atrás das grades, por que não o ex-presidente Jair Bolsonaro?

O pedido de revogação da prisão de Vasques foi novamente apresentado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após ele ter sido detido desde 9 de agosto do ano passado, com dois requerimentos anteriores de liberdade negados.

Segundo informações da CNN Brasil, os advogados de Vasques não apenas questionaram as bases de sua prisão, mas também lançaram uma comparação direta com a situação de Bolsonaro. Se a justificativa para manter Vasques atrás das grades é evitar qualquer interferência na produção de provas, então, argumentam os advogados, o mesmo critério deveria ser aplicado ao ex-presidente.

“Se o argumento fosse válido, a Polícia Federal teria pedido a prisão do ex-presidente da República pelo mesmo fundamento. Isso porque se o requerente poderia influenciar no ânimo de alguma testemunha, mesmo sendo pobre e um mero servidor público aposentado, com muito mais razão poderia o ex-presidente”, afirmam os advogados na petição, conforme citado pela CNN Brasil.

A defesa também levantou a questão da aposentadoria de Vasques, mencionando casos anteriores envolvendo coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal que foram libertados com base em suas aposentadorias, alegando não terem influência sobre subordinados. Os advogados argumentam que, da mesma forma, Vasques não teria capacidade de influenciar o curso das investigações estando fora da prisão.

O pedido de revogação da prisão agora aguarda resposta do ministro Alexandre de Moraes, sem um prazo definido para uma decisão. Enquanto isso, Silvinei Vasques permanece detido há quase nove meses, sendo investigado no contexto das operações da PRF durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, especialmente no Nordeste, onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha vantagem sobre Jair Bolsonaro. Este embate judicial levanta questões sobre a equidade no tratamento de figuras públicas frente à lei e reacende debates sobre a imparcialidade nas investigações e ações judiciais de alto perfil.

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Troca de Alexandre de Moraes por André Mendonça vai mudar correlação de forças no TSE e deve favorecer bolsonarismo

Na imagem, Alexandre de Moraes e André Mendonça discutem em sessão do STF em setembro de 2023

Caso de Política com informações de O Globo – Com o fim do mandato do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 03 de junho, uma reviravolta está a caminho. Essa mudança no tabuleiro pode ter implicações profundas nos julgamentos do tribunal, especialmente em relação às questões sensíveis como o combate às fake news. Com a saída iminente de Moraes, a ministra Cármen Lúcia assumirá a presidência do colegiado, enquanto a vaga será preenchida por André Mendonça, ministro considerado pertencente a uma ala divergente na Corte.

Nos bastidores, especula-se sobre como essa mudança poderá influenciar a dinâmica do tribunal. Atualmente, o placar de 4 a 3 em decisões importantes, frequentemente alinhado com Moraes, pode sofrer alterações. Com a chegada de Mendonça, espera-se que quatro ministros com visões mais “conservadoras” se unam, potencialmente modificando o equilíbrio de forças. Esse cenário poderia favorecer aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro em futuros julgamentos.

Uma das questões cruciais que o TSE terá que enfrentar é o pedido de cassação do senador Sergio Moro (União-PR), anteriormente absolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. A mudança na composição do tribunal levanta questões sobre como o novo alinhamento poderá influenciar esse e outros casos. Na avaliação de observadores, a chegada de Mendonça torna a composição do TSE mais favorável a Moro, considerando a postura mais contida do novo ministro em casos de cassação.

Enquanto isso, Jair Bolsonaro, mesmo tendo sido condenado à inelegibilidade por oito anos, continua sendo alvo de múltiplas ações no TSE. Esses processos, relacionados a ataques às urnas eletrônicas e disseminação de desinformação, serão examinados pela nova composição do tribunal. A incerteza sobre o desfecho desses casos paira sobre o cenário político brasileiro.

Além das batalhas jurídicas, a ministra Cármen Lúcia está determinada a manter a luta contra as fake news como uma prioridade do TSE. Sua agenda inclui a implementação de medidas mais rigorosas para combater a desinformação, especialmente às vésperas das eleições municipais de outubro. A recente criação da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação evidencia o compromisso do tribunal em lidar com esse desafio crescente.

Enquanto a transição na presidência do TSE se desenrola, a política brasileira observa atentamente as mudanças que estão por vir. O desafio será manter o equilíbrio entre os interesses políticos e a integridade do processo eleitoral em um momento de grande turbulência e polarização.

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Bolsonaro se indigna com Valdemar após PL continuar com ação que pede a cassação do mandato de Sérgio Moro

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Bolsonaro expressou sua indignação com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, após o partido decidir manter uma ação que poderia resultar na cassação do mandato do ex-juiz e atual senador Sergio Moro. A decisão de Valdemar causou tensão e gerou questionamentos sobre os motivos por trás dessa postura.

Durante uma reunião com seus aliados na sede do PL em Brasília, Bolsonaro não escondeu sua frustração com a decisão do presidente do partido. Segundo relatos, o presidente expressou sua desaprovação de maneira incisiva, colocando em questão a justificativa apresentada por Valdemar.

Em entrevista ao jornal O Globo, Valdemar explicou que se sentiu compelido a prosseguir com a ação contra Moro devido às possíveis repercussões financeiras. Ele mencionou que desistir do processo acarretaria em uma multa significativa aos advogados contratados pelo partido para conduzir o caso, superando a marca de R$ 1 milhão.

A controvérsia teve início com uma ação conjunta movida pelo PL e pelo PT no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, acusando Moro de abuso de poder econômico durante as eleições de 2022. No entanto, na semana passada, o TRE absolveu Moro, uma decisão que não foi bem recebida pelo PL, que anunciou sua intenção de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar dos apelos de Bolsonaro para que Valdemar desistisse da ação, o presidente do PL optou por seguir adiante com o processo. Auxiliares de Bolsonaro argumentam que a falta de comunicação direta entre o ex-presidente e Valdemar tem sido explorada pelo líder partidário para avançar com o processo contra Moro.

A situação coloca em evidência as tensões internas dentro do partido e levanta questões sobre o alinhamento político entre Bolsonaro e o PL. O desenrolar desse episódio promete continuar gerando repercussões no cenário político brasileiro.

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VÍDEO: Bolsonaro admite busca de refúgio na embaixada da Hungria após apreensão do passaporte

Polícia Federal considera imposição de tornozeleira em Bolsonaro

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, admitiu em entrevista exclusiva ao Metrópoles nesta segunda-feira (25/mar) que se abrigou por dois dias na embaixada da Hungria, em Brasília, logo após a Polícia Federal confiscar seu passaporte em fevereiro.

A revelação, inicialmente divulgada pelo jornal americano The New York Times, foi embasada por vídeos do sistema de segurança da representação diplomática brasileira, que registraram Bolsonaro chegando à embaixada em 12 de fevereiro.

“Não vou negar que estive na embaixada sim. Não vou falar onde mais estive. Mantenho um círculo de amizade com alguns chefes de estado pelo mundo. Estão preocupados. Eu converso com eles assuntos do interesse do nosso país. E ponto final. O resto é especulação”, declarou Bolsonaro.

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As imagens mostram o ex-presidente brasileiro acompanhado por dois seguranças, permanecendo do dia 12 ao dia 14 de fevereiro na embaixada. A apreensão do passaporte pela PF ocorreu apenas quatro dias antes, como parte de uma investigação sobre uma suposta trama golpista atribuída a Bolsonaro após sua derrota nas eleições de 2022.

Bolsonaro, que cultivou uma relação amistosa com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, já havia se reunido com o líder conservador em dezembro, durante uma visita à Argentina para a posse de Javier Milei.

Polícia Federal considera imposição de tornozeleira em Bolsonaro

Após o incidente na embaixada da Hungria, fontes da Polícia Federal revelaram que estão avaliando a solicitação de medidas cautelares contra Jair Bolsonaro, incluindo o uso de uma tornozeleira eletrônica, conforme informou o jornalista Túlio Amâncio em suas redes sociais hoje (25).

“Após o incidente na embaixada da Hungria, a PF está estudando medidas cautelares contra Bolsonaro. A tornozeleira eletrônica é a opção mais provável. Investigadores não descartam, mas afirmam que ainda não é o momento de pedir uma prisão preventiva”, escreveu o jornalista da Band em sua conta no Twitter.

A divulgação pelo The New York Times de que Bolsonaro teria buscado abrigo na embaixada da Hungria, em Brasília, após a grande operação da Polícia Federal sobre a suposta tentativa de golpe de Estado, causou uma intensa reação entre políticos hoje (25). Vários líderes políticos foram às redes sociais comentar o que chamaram de “plano de fuga” de Jair Bolsonaro.

Segundo o jornal americano, Bolsonaro teve seu passaporte confiscado pela Polícia Federal em 8 de fevereiro, no contexto das investigações sobre uma suposta trama golpista. Quatro dias depois, na noite de 12 de fevereiro, ele foi filmado entrando na embaixada da Hungria, onde permaneceu até o dia 14. Bolsonaro estava acompanhado por seguranças e foi recebido pelo embaixador húngaro e sua equipe.

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Mauro Cid é preso após depor sobre áudios críticos à PF no STF

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Após prestar depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta sexta-feira (22/mar), Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixou a Corte sob custódia, tendo sido preso em razão de áudios vazados nos quais faz críticas à Polícia Federal e ao ministro do STF Alexandre de Moraes. O depoimento durou quase 1h30, das 13h05 às 14h30.

Segundo informações do STF, após a audiência de confirmação dos termos da colaboração premiada, foi cumprido um mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro Alexandre de Moraes contra Mauro Cid, por descumprimento de medidas cautelares e obstrução à Justiça. Cid foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) pela PF.

Os áudios, revelados pela revista Veja, mostram Mauro Cid fazendo duras críticas à Polícia Federal e a Alexandre de Moraes. Em uma das gravações, o militar afirma:

“O Alexandre de Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser. Com Ministério Público, sem Ministério Público, com acusação, sem acusação.”

Após a divulgação dos áudios, Cid confirmou a veracidade das gravações, afirmando que se tratava de um “desabafo com um amigo”. Em nota oficial, sua defesa reforçou que os áudios eram apenas um desabafo e não comprometiam a lisura dos termos da delação premiada do militar com a PF.

A prisão de Mauro Cid após o depoimento no STF marca mais um episódio de tensão entre o ex-auxiliar de Bolsonaro e as autoridades, além de evidenciar os desdobramentos das investigações em curso envolvendo o militar e o ex-presidente.

Após prisão de Mauro Cid, PF cumpre novos mandados de prisão em Brasília

Os presos vão ser apresentados pela corporação ainda nesta sexta-feira

Nota da PF – A Polícia Federal cumpriu na tarde desta sexta-feira (22/3), na capital federal, mandados de prisão preventiva e busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, contra suspeito de obstrução de justiça em investigação que envolve organização criminosa.

A conduta do preso caracteriza, ainda, o descumprimento das medidas cautelares diversas da prisão impostas no processo criminal em curso.

Ele passou por exame de corpo de delito no Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal e será apresentado à Polícia do Exército para custódia.

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Zito e Otoniel, em Brasília selam acordo com o PL de Bolsonaro com vista as eleições de 2024

Em barreiras, o indicativo é de nacionalização e polarização para as eleições municipais

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O prefeito de Barreiras é o pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano, Zito Barbosa (União-BA) e Otoniel Teixeira (União-BA) seguiram para Brasília, onde foram recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto para tratar da sucessão ao cargo de prefeito.

A informação vem de postagem feita pelo prefeito em suas redes sociais:

O PL está chegando para somar com nosso projeto em 2024! Ao lado do nosso pré-candidato a prefeito de Barreiras Otoniel, fomos recebidos em Brasília por grandes nomes da política nacional e do partido, como o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro”.

O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, recebeu Zito e sua comitiva em ambiente apartado de Bolsonaro, em cumprimento de decisão do STF que proíbe ambos de se comunicarem pois são investigados em diversos escândalos e crimes contra a nação.

Participaram ainda do encontro, o presidente do PL na Bahia, João Roma, o presidente do PL em Barreiras, Comandante Rangel, e o empresário e ex-candidato a deputado federal, José Alípio.

Zito assume o seu lado de cabo eleitoral e principal articulador político de seu escolhido para concorrer ao cargo máximo em Barreiras, Otoniel Teixeira (União- BA).

Por outro lado, fazendo uma análise sobre essa movimentação, Zito impõe a nacionalização e polarização política na cidade de Barreiras, buscando além do PL, outras legendas que são oposição aos governos Federal e estadual.

Analisando o ambiente político-eleitoral e movimentações nos bastidores da cidade, o prefeito Zito que busca uma extensão de seu mandato com Otoniel, não faz, – ao menos neste aspecto – nada diferente de seus opositores.

Recentemente, como noticiou o Caso de Política, tanto os ex-governadores da Bahia, Jaques Wagner e Rui Costa, como o atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues (todos do PT) defenderam a união das legendas que integram a base de sustentação na Bahia, priorizando a cidade de Barreiras.

Entre os prefeituráveis de oposição, estão os nomes de Tito (PT), Emerson Cardoso (Avante), Jusmari Oliveira (PSD), Karlucia Macedo (MDB), além de Carmélia da Mata (PSB).

Com essa nacionalização já sendo desenhada, os números e possibilidades de transferência de votos, carecer de uma análise mais aprofundada.

Nas eleições nacionais de 2022, no 1º turno, o presidente Lula (PT) foi o mais votado de Barreiras, recebendo 47.952 votos (58,05%). Jair Bolsonaro (PL) que buscava uma reeleição, 30.197 votos (36,56%).

Presidente 2022 – Barreiras – (1º Turno)

  • Lula (PT): 47.952 votos (58,05%)
  • Jair Bolsonaro (PL): 30.197 votos (36,56%)
  • Simone Tebet (MDB): 1.950 votos (2,36%)
  • Ciro Gomes (PDT): 1.854 votos (2,24%)
  • Soraya Thronicke (UNIÃO): 373 votos (0,45%)
  • Felipe D Avila (Novo): 194 votos (0,23%)
  • Padre Kelmon (PTB): 42 votos (0,05%)
  • Léo Péricles (UP): 12 votos (0,01%)
  • Sofia Manzano (PCB): 10 votos (0,01%)
  • Constituinte Eymael (DC): 9 votos (0,01%)
  • Vera (PSTU): 5 votos (0,01%)
  • Brancos – 1,14%
  • Nulos – 2,25%
  • Abstenções – 17,87%

Governador 2022 – Barreiras (1º Turno)

O hoje governador, Jerônimo Rodrigues (PT) recebeu 32.695 votos (41,75%), ACM (União) 30.101 votos (38,44%) e João Roma (PL): 15.037 votos (19,20%)

  • Jerônimo (PT): 32.695 votos (41,75%)
  • Acm Neto (UNIÃO): 30.101 votos (38,44%)
  • João Roma (PL): 15.037 votos (19,20%)
  • Kleber Rosa (PSOL): 417 votos (0,53%)
  • Giovani Damico (PCB): 43 votos (0,05%)
  • Marcelo Millet (PCO): 11 votos (0,01%) *candidatura anulada – candidato recorre
  • Brancos – 3,47%
  • Nulos – 4,50%

Senado 2022 – Barreiras

O candidato do PSD, Oto Alencar foi o mais votado na cidade, tendo recebido 33.945 votos (47,37%) e conduzido pa um novo mandato de 8 anos.

Os 10 deputados federais mais votados em Barreiras em 2022

Em uma disputa acirrada por uma cadeira na Câmara Federal, a candidata e esposa do prefeito, Marisete (União-BA) foi a mais votada em Barreiras nas eleições nacionais de 2022 tendo recebido 21.573 votos (27,65%). Logo atrás vem o atual pré-candidato a prefeito Tito (hoje no PT) que recebeu 21.183 votos (27,15%).

Oziel Oliveira (PSD) recebeu 4.590 votos (5,88%), Comandante Rangel (PL): 2.731 votos (3,50%) e Zeca Alípio (PTB): 1.649 votos (2,11%).

Presidente – 2022 – Barreiras (2º Turno)

Com o resultado nacional divulgado pelo TSE, passaram para o 2º Turno: Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

Nesse 2º Turno das eleições de 2022, Lula (PT) foi o candidato mais votado para a Presidência da República em Barreiras. Ele recebeu 50.058 votos (59,47%) do total da cidade. Já Jair Bolsonaro (PL) foi a escolha de 40,53% dos eleitores e recebeu 34.122 votos

Ao todo, em Barreiras, 3,71% dos eleitores votaram branco ou nulo para presidente

Governador 2022 (2º Turno)

Para o cargo de governador da Bahia, ACM Neto (UNIÃO) recebeu mais votos na cidade. Foram 44.943 votos (54,01%). Seu adversário, Jerônimo (PT), teve a preferência de 38.277 votos dos eleitores (45,99%).

  • Brancos e nulos: 4,37%
  • Abstenção: 16,01%

A missão de articulação tanto de Zito Barbosa, como das oposições não é das mais fáceis.

Bolsonaro, principal cabo eleitoral do PL, enfrenta uma onda de graves acusações na justiça federal, podendo ser inclusive preso.

Po outro lado, o presidente Lula (PT), Jaques Wagner (PT), Rui Costa (PT) e a (Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB), Gilberto Kassab (PSD), Oto Alencar (PSD), Carlos Siqueira (PSB), Luís Tibé (Avante), Edvaldo Nogueira (PCdoB) e Paula Coradi (Psol) tem se mostrados unidos em diversos rincões do Brasil buscando sempre o consenso e objetivos comuns.

Um gesto político relevante que deve ser destacado, é que na capital Salvador, o PT abriu mão de lançar candidatura própria para apoiar o nome  de Geraldo Júnior (MDB) para a disputa de prefeito.

Essas eleições municipais que se avizinham, com a cristalina polarização política em âmbito nacional entre PL e partidos aliados mostrara ao final qual o tipo de projeto de nação os brasileiros desejam. Por fim, o eleitorado nestas eleições, deverá optar por políticas sociais e desenvolvimentistas contra o neoliberalismo econômico.

Justiça Suíça decide pela restituição de R$ 82 Milhões do ex-prefeito Paulo Maluf ao Brasil

No ano passado, o Ministro Edson Fachin extinguiu uma condenação de Maluf com base no indulto natalino assinado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro

Do DCM, editado por Caso de Política – Em uma decisão histórica, a Suprema Corte da Suíça determinou a restituição ao Brasil de US$ 16,3 milhões, aproximadamente R$ 82 milhões, vinculados ao ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf. Este desfecho marca o fim de um longo processo judicial e reforça a cooperação internacional no combate à criminalidade econômica.

A decisão da Suprema Corte suíça, emitida em fevereiro, ratificou o veredito do Tribunal Penal Federal, proferido em setembro do ano anterior, e não permite mais recursos.

O embasamento da decisão foram os argumentos apresentados pela Advocacia-Geral da União, Ministério Público Federal e Ministério da Justiça, todos fundamentados na condenação de Maluf pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017, por lavagem de dinheiro durante seu mandato como prefeito de São Paulo.

A procuradora da República Anamara Osório, representante do MPF, descreveu a decisão como “emblemática”, destacando sua relevância na cooperação jurídica internacional para o enfrentamento eficaz da criminalidade econômica. A repatriação dos fundos, autorizada pela Suprema Corte brasileira em 2014, finalmente foi confirmada pela Suíça.

O caso envolvendo Paulo Maluf remonta à sua condenação pelo STF em maio de 2017 por lavagem de dinheiro, resultando em uma pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão, além do pagamento de multa. A acusação indicava a participação de Maluf em um esquema de propina na Prefeitura de São Paulo entre 1997 e 1998, persistindo em anos seguintes.

Em agosto de 2018, Maluf teve seu mandato de deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados após a condenação. Em 2022, o ex-prefeito obteve liberdade condicional concedida pelo ministro Edson Fachin, considerando que ele já havia cumprido um terço da pena. Desde 2018, Maluf estava em regime domiciliar devido a questões de saúde.

No ano passado, Fachin extinguiu a pena de Maluf com base no indulto natalino assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro.