Danilo Henrique fala sobre o Aeroporto de Barreiras e a Urgência da Conectividade Regional

Em artigo, Danilo Henrique analisa a modernização do aeroporto de Barreiras e aponta que, para impulsionar o desenvolvimento regional, investimentos estruturais precisam ser acompanhados de políticas públicas integradas e visão estratégica

O artigo a seguir, assinado por Danilo Henrique, aborda um tema crucial para o desenvolvimento do Oeste da Bahia: o Aeroporto de Barreiras e o desafio de transformá-lo em um verdadeiro motor de conectividade regional. Henrique discute a recente modernização da infraestrutura aeroportuária e argumenta que, apesar dos avanços físicos, a integração efetiva da região à malha aérea nacional depende de um planejamento estratégico mais amplo e da articulação de políticas públicas consistentes. Acompanhe a análise perspicaz sobre os obstáculos e as oportunidades para o futuro do transporte aéreo no Oeste baiano.

“O Aeroporto de Barreiras e o desafio da conectividade regional”, por Danilo Henrique

A modernização do nosso aeroporto representa um avanço importante para a infraestrutura de transporte da região Oeste. A ampliação da pista, as melhorias no terminal de passageiros e os novos serviços de embarque e desembarque oferecerão um equipamento moderno, tecnicamente preparado para receber mais voos e novos modelos de aeronaves. No entanto, eu desconfio, essa transformação física não é suficiente, por si só, para garantir a integração efetiva da região à malha aérea nacional.

Para que o Aeroporto de Barreiras alcance sustentabilidade financeira e se torne um verdadeiro vetor de desenvolvimento regional, é necessário ir além do investimento em obras pontuais. O desafio é estrutural e estratégico: passa pela construção de uma política pública articulada, pelo fomento à economia local e, sobretudo, por uma visão de futuro capaz de transformar potencial em realidade.

Um aeroporto moderno, mas ainda economicamente inviável

Segundo o Plano Aeroviário Nacional (PAN) de 2018, aeroportos classificados como 3C, caso do Aeroporto de Barreiras, precisam registrar ao menos 150 mil passageiros por ano para que a receita obtida com as operações seja suficiente para cobrir os custos operacionais. Hoje, esse número está longe de ser alcançado. Isso significa que, mesmo com a modernização, o aeroporto seguirá demandando subsídios públicos por um período considerável — o que não invalida o investimento, mas exige um planejamento que vá além da estrutura.

Em outras palavras, a existência de uma pista ampliada e um terminal confortável não garantem, automaticamente, mais voos e mais passageiros. A conectividade aérea é um reflexo direto da dinâmica econômica e da atratividade regional. E é aí que entram as ações estratégicas que precisam ser lideradas sobretudo pela Prefeitura de Barreiras, com participação ativa da sociedade civil e do setor privado.

O exemplo do Jalapão e o potencial turístico da região

Uma lição importante vem do Tocantins. Segundo o estudo “Projeção de Demanda – Metodologia e Resultados”, publicado pelo então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil em 2017, a demanda do Aeroporto de Palmas tende a crescer de forma exponencial nos próximas 10 anos, impulsionada principalmente pelo turismo no Parque Estadual do Jalapão. O que isso mostra? Que a articulação entre turismo e infraestrutura aérea pode ser uma alavanca poderosa de desenvolvimento.

O Oeste da Bahia também possui belezas naturais, identidade cultural rica e uma localização estratégica que o coloca próxima ao agronegócio de ponta, à fronteira do Tocantins, aos atrativos do cerrado baiano e do próprio Jalapão. No entanto, falta ainda um esforço articulado para transformar essas vantagens em políticas de incentivo ao turismo regional consorciado, que envolvam municípios como Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Correntina, Baianópolis, Barra, Formosa do Rio Preto e até regiões do norte tocantinense.

Eu tratei exatamente disso no ano passado, durante a campanha eleitoral. Lembra?

Barreiras: de polo regional a liderança estratégica

Barreiras precisa assumir esse protagonismo. Mais do que ser um polo regional de fato, é hora de se tornar uma liderança estratégica na articulação de um grande projeto de desenvolvimento. Isso significa criar um ambiente de cooperação intermunicipal, estimular a economia criativa, valorizar os atrativos turísticos e investir em infraestrutura complementar.

Um exemplo claro dessa integração necessária é a construção de uma estrada pavimentada ligando a comunidade de KM30, na BR020, à BA826, na Serra da Bandeira. A obra, aparentemente simples, teria um impacto logístico significativo: facilitaria o acesso ao aeroporto por parte das populações de Luís Eduardo Magalhães, Roda Velha e Rosário, inclusive do norte do Tocantins, encurtando distâncias e superando o trecho íngreme que atualmente dificulta o deslocamento. Além disso, agilizaria o escoamento de cargas e insumos, ampliando o uso do aeroporto como terminal de carga, não apenas de passageiros.

Planejamento e visão integrada

A revista Esfera Brasil, da think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre diversos temas) de mesmo nome, em sua última edição, traz reportagem assinada pelo jornalista Carlos Tautz que reforça a tese que há muito tempo vem sendo debatida no Oeste da Bahia. O professor Elton Fernandes, titular dos Programas de Engenharia de Produção e de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, afirma que “em locais onde a demanda potencial existe, gargalos de infraestrutura deficiente, custos elevados e a ausência de políticas integradas impedem que os aeroportos regionais desempenhem seu papel como vetores de desenvolvimento regional”.

Essa análise dialoga diretamente com o que vivemos em Barreiras. A demanda potencial existe — tanto no agronegócio quanto no turismo, comércio e serviços — mas a infraestrutura de acesso, a falta de integração entre os municípios e a ausência de estratégias públicas articuladas ainda são entraves significativos.

O papel da sociedade civil e o desafio do poder público

Iniciativas como o movimento Decola Oeste são fundamentais e merecem reconhecimento de todos nós. A sociedade civil organizada tem dado demonstrações claras de mobilização e compromisso com o desenvolvimento da região. Mas, é papel do poder público liderar esse processo, essencialmente a Prefeitura de Barreiras, que tem a responsabilidade institucional e a força política para coordenar um projeto de longo prazo.

O Aeroporto de Barreiras pode, sim, se integrar à malha aeroviária nacional, oferecendo voos regulares para diversos destinos e desempenhando papel logístico crucial. Mas essa conquista exigirá mais do que obras: será resultado de um projeto coletivo, planejado, integrado e de longo alcance, que una infraestrutura, políticas públicas, desenvolvimento regional e, claro, lideranças capazes de reunir interesses num único voo.

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Danilo Henrique discute fortalecimento da educação com diretor do IFBA, campus Barreiras

Encontro foca no fortalecimento do IFBA Campus Barreiras como polo de desenvolvimento educacional e profissional

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Danilo Henrique reuniu-se nesta segunda-feira (7) com o diretor do IFBA (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia) Campus Barreiras, professor Ítalo Abreu Lima, para alinhar estratégias institucionais de fortalecimento da educação na região Oeste da Bahi.

O encontro teve como foco o papel crucial do IFBA como propulsor do desenvolvimento regional. Discutiram-se formas de ampliar o alcance da instituição, buscar investimentos, criar novos cursos e firmar parcerias que beneficiem os jovens da região.

Danilo Henrique destacou a importância da reunião:

“Saí muito animado do encontro com o diretor Ítalo Abreu Lima. O IFBA Campus Barreiras tem se destacado na formação técnica e profissional, e discutimos como podemos expandir a oferta de cursos voltados para as vocações da nossa região, como o agronegócio e as energias renováveis. Precisamos investir em laboratórios modernos, em projetos de pesquisa e extensão, e em programas de apoio aos estudantes. O IFBA é um parceiro estratégico no desenvolvimento da região Oeste, e vamos unir forças para garantir que ele continue crescendo e oferecendo oportunidades para os nossos jovens.”

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Danilo Henrique questiona proposta de Otoniel para a falta de mão de obra: “Espero que seja brincadeira de 1º de abril”

Liderança oposicionista questiona viabilidade e custo milionário da solução apresentada por Otoniel Teixeira para a falta de profissionais na construção civil, sugerindo alternativas como programas de qualificação

Por Luís Carlos Nunes | Caso de Política – A proposta do prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira (União Brasil), de custear o alojamento de 500 trabalhadores da construção civil vindos de outros municípios para suprir a demanda local gerou forte reação por parte da oposição. Danilo Henrique (PP), importante liderança oposicionista na cidade, utilizou suas redes sociais para criticar a medida, questionando sua viabilidade e custo.

Em um vídeo com tom de preocupação e ceticismo, Danilo Henrique expressou surpresa com a solução apresentada pelo prefeito, especialmente por ter sido anunciada no dia 1º de abril.

Assista o vídeo ao final da matéria.

“Como hoje é o 1º de abril, espero que seja uma brincadeira. Não podemos tratar um tema tão sério com uma solução tão simplória. Talvez por empolgação ou desconhecimento, o prefeito Otoniel apresentou hoje uma solução inusitada para um problema complexo. Durante o lançamento da Bahia Farm Show, ele prometeu resolver o problema da qualificação da mão de obra da construção civil de Barreiras, trazendo 500 pessoas de fora e custeando o seu alojamento por dois anos.”

O oposicionista chegou a realizar cálculos para demonstrar o alto custo da proposta, que, segundo ele, poderia atingir R$ 9 milhões em dois anos.

“Vamos supor que o valor médio do aluguel saia a 750 reais por pessoa, vezes 500 pessoas, vezes 24 meses que é o tempo que ele prometeu, dá um total de 9 milhões de reais em dois anos que será investido para trazer funcionários de fora para trabalhar em Barreiras.”

Danilo Henrique sugeriu alternativas à proposta do prefeito, como o investimento em programas de qualificação profissional já existentes.

“Existem programas como o Qualifica Bahia do Governo do Estado, Maria da Construção da prefeitura de Salvador, o Qualifica LEM em Luís Eduardo Magalhães, que agora está qualificando a mão de obra para atender o grande empreendimento da Impasa nesse município. Poderia um sistema S, o Senai. Como hoje é o 1º de abril, espero que seja uma brincadeira. Não podemos tratar um tema tão sério com uma solução tão simplória.”

A crítica de Danilo Henrique reacende o debate sobre as melhores estratégias para solucionar a falta de mão de obra qualificada em Barreiras, colocando em xeque a proposta do prefeito e incentivando a busca por soluções mais eficientes e sustentáveis.

Em fevereiro, a Bahia liderou a geração de empregos formais no Nordeste, com um saldo positivo de 20.132 vagas, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). No entanto, a proposta do prefeito Teixeira parece desconsiderar que a escassez de mão de obra no setor da construção civil frequentemente se deve à falta de qualificação adequada dos profissionais.

Investir em programas de qualificação em Barreiras poderia ser uma solução mais eficaz e duradoura, capacitando a população local para ocupar as vagas disponíveis e impulsionando o desenvolvimento da região de forma sustentável, em vez de depender de soluções paliativas e dispendiosas como o custeio de alojamento para trabalhadores de outras cidades. A medida, apesar de bem-intencionada, soa como um remendo em uma situação que exige uma solução estrutural.

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Bahia aposta em gestão pública e universitária em Paulo Afonso, enquanto Barreiras insiste na privatização da saúde

Governo da Bahia anuncia a construção de um Hospital Regional em Paulo Afonso com gestão da Univasf, garantindo modelo público e acadêmico. Em contraste, Barreiras persiste na privatização do futuro Hospital Municipal, levantando questionamentos sobre os benefícios para a população e os riscos de cobrança por serviços de saúde, além dos reais interesses por trás da escolha

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, formalizou o anúncio da construção do novo Hospital Regional de Paulo Afonso. O equipamento, um investimento estratégico do Governo do Estado, será gerido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) após sua conclusão. O anúncio, realizado durante uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, sinaliza uma aposta do governo estadual em um modelo de saúde pública com forte componente acadêmico.

Olá, estamos aqui em Brasília, no Palácio do Planalto, reunidos com o governador Jerônimo para duas agendas. A primeira agenda foi uma notícia excelente para a região de Paulo Afonso, para resolver definitivamente a construção do novo hospital regional de Paulo Afonso. Será construído pelo Governo do Estado e, depois que estiver pronto, quem vai assumir e fazer a gestão é a Universidade Federal do Vale do São Francisco. Portanto, Paulo Afonso ganhará o novo hospital e logo logo eu estarei com o Gero aí em Paulo Afonso para dar ordem de serviço e iniciar essa importante obra”, declarou Rui Costa, evidenciando o compromisso do governo em concretizar o projeto.

A estratégia de vincular a nova unidade à Univasf não é apenas uma decisão administrativa, mas uma garantia de gestão pública qualificada, acesso a financiamento federal e a criação de um centro de referência em atendimento e formação acadêmica para toda a região do Vale do São Francisco. A presença da universidade assegura a integração entre ensino, pesquisa e assistência à saúde, com potencial para atrair recursos, profissionais qualificados e implementar protocolos inovadores.

Barreiras: Privatização em meio a críticas, dívidas crescentes e o fantasma da cobrança por serviços

Já foram gastos mais de R$ 40 milhões nas obras, Otoniel e Túlio apresentaram na Bolsa de Valores de São Paulo uma proposta de privatização

O modelo adotado para Paulo Afonso oferece um contraponto marcante ao caminho escolhido pela prefeitura de Barreiras, que persiste na privatização do futuro Hospital Municipal. O prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), seguindo os passos do ex-prefeito Zito Barbosa (União Brasil), optou por uma Parceria Público-Privada (PPP) para administrar o hospital, ignorando outras opções como a federalização ou a gestão universitária. A decisão tem gerado críticas e debates acalorados na cidade.

A decisão da prefeitura de Barreiras de manter o modelo de privatização, herdado da gestão anterior, tem sido alvo de questionamentos por especialistas, políticos e pela população em geral. O projeto, lançado ainda durante o mandato de Zito Barbosa, prevê um contrato de concessão por 35 anos, com promessa não comprovada de um investimento de mais de R$ 2 bilhões ao longo do período. O modelo, defendido pela administração municipal como uma solução para modernizar e agilizar a gestão da saúde, é visto com desconfiança por muitos, especialmente diante da possibilidade, presente em documentos oficiais, de que a população venha a ser cobrada por determinados atendimentos, comprometendo a gratuidade do serviço público de saúde.

Apesar das promessas de eficiência e de investimentos significativos, o andamento da obra do hospital tem sido lento e problemático. Conforme publicou o Portal Caso de Política em junho de 2024, a construção já consumiu cerca de R$ 40 milhões dos cofres públicos, sem apresentar um avanço proporcional ao montante investido. A morosidade do processo e a falta de transparência nas informações têm alimentado a desconfiança da população em relação ao projeto.

Segundo dados oficial, o endividamento de Barreiras já se aproxima da marca de R$ 1 bilhão. A situação financeira delicada da prefeitura levanta dúvidas sobre a capacidade de honrar os compromissos financeiros da PPP a longo prazo, e a incerteza sobre a manutenção do atendimento gratuito para a população se torna ainda mais preocupante.

Alternativas ignoradas e questionamentos persistentes

A escolha pela privatização em Barreiras é vista por muitos como uma oportunidade perdida de adotar um modelo mais vantajoso para a população. A insistência na privatização ignora alternativas como a federalização do hospital, que garantiria financiamento federal e aliviaria os cofres municipais, e a transformação da unidade em um hospital universitário vinculado à Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).

 

O ex-deputado federal Tito, que disputou a prefeitura de Barreiras nas eleições de outubro de 2024, fez da defesa da federalização do hospital um dos principais pilares de sua campanha. O então candidato argumentou que a federalização garantiria um modelo de gestão pública e transparente, com atendimento universal e de qualidade para a população. Outro candidato a prefeito de Barreiras em 2024, Danilo Henrique também defendeu a criação de um hospital universitário na cidade.

Com a construção do Hospital Regional de Paulo Afonso pelo Governo do Estado e sua futura gestão pela Univasf, a população do município terá acesso a um equipamento de saúde sob administração pública e acadêmica. Em contrapartida, Barreiras segue um caminho incerto, colocando em xeque o direito fundamental ao acesso universal e gratuito à saúde.

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“Qual o nome dele mesmo?” Jerônimo e o “apagão” que iluminou a folia em Barreiras!

Em um momento “Arquivo Confidencial”, governador diverte ao ter um “branco” com o nome do prefeito, mas a situação vira samba e articulação garantiu um Carnaval histórico para os blocos da cidade!

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Quem nunca sentiu a memória dar uma “bugada” em um momento crucial, que atire a primeira serpentina (já usada)! O governador Jerônimo Rodrigues (PT), em um instante de pura descontração durante seu podcast “Fala, Jero”, provou que até as maiores autoridades têm seus momentos “branco total” ao dar um “apagão” estratégico no nome do prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira (União Brasil). A cena, que rendeu boas gargalhadas nas redes sociais, mostrou um lado mais acessível e bem-humorado do governador, que encarou a situação com leveza. Afinal, quem nunca precisou de uma “cola” mental, que se manifeste!

Mas, por trás da diversão, a história é de pura ação política e paixão pela cultura. Mesmo com a “pane” momentânea, Jerônimo e sua equipe demonstraram um olhar atento para as necessidades de Barreiras, unindo forças com a oposição local para garantir um Carnaval que entrou para a história para os blocos culturais da cidade.

Em uma jogada de equipe, os vereadores Yure Ramon (PRD), Carmélia da Mata (PP), Delmah Pedra (PSD), Dra. Graça Melo (Solidariedade), João Felipe (PCdoB), Beza (PSB), Rodrigo do Mucambo (MDB), Irmã Silma (Progressistas), Tatico (Podemos) e Allan do Allanbick (MDB), junto com Danilo Henrique, somaram forças com o Governo do Estado para resgatar a animação dos blocos “Raparigas”, “Nigrinhas”, “Rôla”, “Príncipe e Princesa”, “Filhos de Nina”, “Zé de Hermes” e tantos outros que abrilhantaram Barreiras.

Graças à visão do Secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, do próprio governador Jerônimo Rodrigues, do deputado Antônio Henrique Jr. e do ex-deputado Tito, os grupos receberam o incentivo necessário para incendiar a avenida. A parceria entre governo e oposição comprovou que, quando o foco é o bem-estar da população e a exaltação da cultura, as cores partidárias se misturam em um desfile de alegria.

“Com esse grupo de oposição, ajudamos os blocos a realizarem um grande carnaval em Barreiras”, celebrou Danilo Henrique, evidenciando que a colaboração foi essencial para o sucesso da festa.

E para que a folia transcorresse sem percalços, o Governo do Estado preparou um esquema especial para o “Barreiras Folia 2025”. Dispositivos de reconhecimento facial, centro integrado de operações e um contingente policial reforçado asseguraram a paz e a segurança dos foliões. Afinal, a euforia do Carnaval só é completa quando acompanhada da tranquilidade e do contentamento de todos.

Com o “apagão” divertido do governador e a convergência de esforços entre governo e oposição, o Carnaval de Barreiras foi um sucesso!

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Folia sem pose: Danilo Henrique esbanja carisma e espontaneidade no Carnaval de Barreiras

Presença do político na festa popular demonstra forte conexão com a população, que o abordou com carinho para fotos e vídeos

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Longe dos palanques e perto do povo, Danilo Henrique aproveitou o Carnaval de Barreiras ao lado da esposa e amigos, esbanjando carisma e espontaneidade. A leveza e naturalidade com que interagiu com o público chamaram a atenção, rendendo demonstrações de carinho e inúmeros pedidos de fotos e vídeos.

A cena se repetiu durante toda a festa, com Danilo sendo constantemente abordado por foliões que queriam registrar o momento ao seu lado.

“Ele parou para ver o show de Tayrone e várias pessoas na pipoca pararam para falar e tirar foto com ele”, relatou Paulo Alexandre em suas redes sociais, evidenciando a receptividade do público.

A espontaneidade de Danilo Henrique e a forma calorosa como foi recebido pelos foliões demonstram a forte ligação construída ao longo dos anos com a população de Barreiras. A cena reforça que, independentemente do contexto político, o respeito e a admiração permanecem, transcendendo as disputas e celebrando a alegria do Carnaval.

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Barreiras Folia 2025: Governador Jerônimo abre a festa com Olodum, sertanejo e promessa de inclusão

Fotos: Dircom Barreiras

Governador prestigiou a abertura, recepcionado por lideranças políticas, enquanto Olodum, Maiara & Maraisa e Chiclete com Banana incendiaram a primeira noite do maior carnaval do interior da Bahia

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A primeira noite do Barreiras Folia 2025, na sexta-feira (28), marcou a abertura oficial do maior carnaval do interior da Bahia com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que foi recebido no aeroporto regional por lideranças políticas como o ex-deputado Tito, Danilo Henrique, a vereadora Delmah Pedra e o prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, entre outros. A festa, que promete agitar a cidade até o dia 4 de março, teve como destaques a batida inconfundível do Olodum, o sertanejo de Maiara & Maraisa e o axé contagiante de Chiclete com Banana, além de um forte discurso de inclusão e diversidade.

Danilo Henrique e Tito desempenharam importante papel de negociação junto ao governador que permitiu a participação de Blocos Culturais que não estavam obtendo apoio para o desfile tradicional.

Olodum e a entrega das chaves: a tradição aquece o centro histórico

No Circuito Zé de Hermes, o Olodum deu o tom da abertura com seus tambores e sucessos que marcaram gerações, como “Faraó” e “Protesto do Olodum”. A tradicional cerimônia de entrega das chaves da cidade à Corte Momesca, conduzida pelo prefeito Otoniel Teixeira e acompanhada pelo governador Jerônimo Rodrigues e sua comitiva, simbolizou o início da folia. Blocos culturais e inclusivos, como Maluco Beleza, Reginaldo e Anéis de Saturno e Filhos de Nina, também abrilhantaram a noite com diversidade e representatividade.

Maluco Beleza: inclusão e saúde mental no coração da folia

O Bloco Maluco Beleza, com o tema “Saúde Mental hoje e sempre – 40 anos de Axé!”, levou uma mensagem de inclusão e conscientização para o Circuito Zé de Hermes. O prefeito Otoniel Teixeira, o vice-prefeito Túlio Viana e o governador Jerônimo Rodrigues prestigiaram a apresentação do bloco, que uniu a alegria do axé à discussão sobre a importância da saúde mental. A secretária de Saúde de Barreiras, Larissa Barbosa, ressaltou a relevância da iniciativa, destacando a necessidade de discutir e cuidar da saúde mental todos os dias.

Sertanejo e Axé incendeiam o circuito Aguinaldo Pereira

Já no Circuito Aguinaldo Pereira, a multidão se entregou aos shows eletrizantes de Maiara & Maraisa e Chiclete com Banana. A dupla sertaneja trouxe seus hits, como “Esqueça-me Se For Capaz” e “Coração Bandido”, enquanto o Chiclete com Banana levou os foliões à euforia com clássicos como “Diga Que Valeu” e “Voa Voa”. O prefeito Otoniel Teixeira, acompanhado do ex-prefeito Zito Barbosa, subiu ao trio durante a apresentação de Maiara & Maraisa, celebrando a festa com o público.

Para o prefeito Otoniel Teixeira, a abertura do Barreiras Folia 2025 reafirma a grandiosidade do evento.

“Nossa cidade está em festa! Tivemos uma abertura espetacular, com segurança, organização e uma programação que abraça todos os ritmos. Barreiras segue mostrando porque tem o maior carnaval do interior da Bahia”, destacou.

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Danilo Henrique inicia ofensiva para manter traçado original da FIOL beneficiando Barreiras, Luís Eduardo e São Desidério

Liderança política no Oeste da Bahia assume protagonismo na mobilização contra a mudança do traçado da ferrovia e pressiona governo federal para evitar prejuízos à Bahia.

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A possível mudança no traçado da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) desencadeou uma forte reação na Bahia, e à frente dessa articulação está Danilo Henrique, liderança política no Oeste baiano. Determinado a impedir que o entroncamento ferroviário seja deslocado de Figueirópolis (Tocantins) para Mara Rosa (Goiás), Danilo Henrique tem liderado um movimento estratégico para pressionar o governo federal e garantir que a FIOL contemple Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e São Desidério, consolidando a Bahia como eixo logístico fundamental para o escoamento da produção agroindustrial.

A diferença entre os projetos é clara. O traçado original, atualmente em execução, conecta Figueirópolis diretamente a Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, beneficiando diretamente a logística e o escoamento da produção agrícola no Oeste da Bahia. Já a proposta defendida pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, altera o trajeto, desviando a FIOL para Mara Rosa (Goiás), excluindo Barreiras e a região Oeste do traçado principal e causando impacto negativo na economia baiana.

Com sua postura ativa, Danilo Henrique está mobilizando prefeitos, empresários e lideranças políticas regionais para fortalecer a pressão sobre Brasília. Ele tem articulado reuniões com gestores municipais, além de buscar apoio de parlamentares baianos para reforçar a importância de manter a FIOL conectada ao Porto Sul, em Ilhéus. Segundo ele, a Bahia não pode assistir passivamente ao avanço de articulações de outros estados que buscam se beneficiar da alteração.

O que está em jogo é o futuro da logística baiana. Não podemos permitir que Goiás ou Tocantins levem para si um projeto que, historicamente, pertence à Bahia. A FIOL foi pensada para favorecer nossa produção, e qualquer mudança compromete diretamente nossa competitividade. A região Oeste da Bahia é o maior produtor agrícola do norte e nordeste do país e este peso deve ser levado em consideração”, enfatizou Danilo Henrique.

A mudança no traçado, defendida pelo ministro dos Transportes, já causou reações em Tocantins, onde o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) e a bancada federal se mobilizam para reverter a alteração. Goiás, por outro lado, vê na proposta uma chance de se consolidar como novo polo ferroviário. Para Danilo Henrique, no entanto, a Bahia precisa reagir com força e coesão para evitar um prejuízo histórico.

Ao lado dos prefeitos Tony Linhares (São Desidério) e Júnior Marabá (Luís Eduardo Magalhães), Danilo Henrique tem liderado reuniões estratégicas para organizar uma frente política robusta. Ele também critica a falta de posicionamento da bancada baiana no Congresso, alertando para o risco de a Bahia ser atropelada pelas articulações de estados concorrentes.

Não podemos esperar que decidam por nós. A FIOL é um patrimônio estratégico da Bahia, e nossa bancada federal precisa entender a urgência desse debate. O Tocantins já está mobilizado. E a Bahia?”, questiona Danilo Henrique.

A alteração proposta pelo governo federal adicionaria um custo extra de R$ 2 bilhões ao projeto e mudaria a logística de escoamento da produção agroindustrial, desviando o fluxo de carga que originalmente seguiria para Ilhéus. O plano deverá ser apresentado ao presidente Lula nas próximas semanas, e Danilo Henrique intensificou sua articulação para garantir que a Bahia não perca essa disputa.

Com discurso firme e ação coordenada, Danilo Henrique busca fortalecer a luta pela manutenção da FIOL na região. Mais do que um embate técnico, a decisão sobre o traçado da ferrovia se tornou uma disputa política, e o líder progressista do Oeste baiano quer garantir que a Bahia não saia prejudicada nessa batalha.

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Sucessão na Câmara de Barreiras: reunião entre Jusmari e BI mexe com os nervos de muitos

Prefeito Zito Barbosa atua nos bastidores contra Carmélia da Mata, enquanto articulações para presidência da Câmara se intensificam

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – No sábado (30/11), a ex-prefeita e futura deputada estadual Jusmari Oliveira (PSD) publicou em suas redes sociais uma foto de sua reunião com o vereador Ben-Hir Aires de Santana, o BI (PSD), em Barreiras. Jusmari destacou o “compromisso com o desenvolvimento social e econômico” da região, mas o encontro repercutiu principalmente pelos sinais enviados à disputa pela presidência da Câmara Municipal, que promete ser uma das mais disputadas dos últimos anos. Em meio às articulações, a ausência da vereadora eleita Delmah Pedra e as movimentações do prefeito Zito Barbosa (União Brasil) contra Carmélia da Mata (PP) nos bastidores chamaram atenção.

Bastidores da sucessão

Conforme apurado, Zito Barbosa tem trabalhado discretamente para garantir que a presidência da Câmara fique nas mãos de um aliado. Um ponto central de sua estratégia é barrar a possibilidade de Carmélia da Mata, sua adversária política de longa data, assumir o comando do Legislativo.

De acordo com informações, “a disputa pela presidência da Câmara de Barreiras ganhou novos contornos com a entrada da ex-prefeita Jusmari Oliveira (PSD) no embaralhado cenário político. Informações de bastidores revelam que o atual prefeito, Zito Barbosa (União Brasil), iniciou tratativas para garantir maioria no Legislativo e, assim, colocar no comando da mesa um nome favorável à sua gestão. A intenção é clara: bloquear qualquer tentativa de a oposição, controlada por Tito e Danilo Henrique, assumir o comando.

Entre as preocupações de Zito está a possível candidatura da vereadora Carmélia da Mata (PP), adversária política de longa data. Embora Carmélia não tenha confirmado publicamente a intenção de concorrer, sua presença já preocupa o Paço Municipal. A presidência da Câmara pode ser decisiva para a aprovação das contas de Zito e, em um cenário em que ele é cotado para disputar uma vaga na Câmara Federal em 2026, controlar o baralho legislativo torna-se indispensável.”

Os movimentos de Jusmari e BI

Nesse contexto, Jusmari Oliveira surge como uma figura-chave, mantendo um papel ativo nos bastidores e fortalecendo alianças políticas. Ao lado de BI, vereador conhecido por sua postura estratégica, Jusmari estaria explorando caminhos para alinhar interesses do PSD e garantir espaço no tabuleiro político.

A reunião também serviu para BI avançar em sua articulação na disputa pela presidência. Embora tenha mantido silêncio sobre os próximos passos, a movimentação do vereador demonstra sua busca por consolidar apoios e se posicionar como um potencial protagonista na mesa diretora.

Delmah Pedra e o fator surpresa

A ausência de Delmah Pedra no encontro pode ser interpretada como um movimento calculado. A vereadora eleita, conhecida por sua postura discreta, parece ter optado por adotar uma estratégia cautelosa neste momento, buscando preservar sua imagem e evitar vinculações precipitadas.

Enquanto isso, o cenário da sucessão na Câmara segue em aberto, com negociações e alianças sendo construídas a cada dia. O desfecho dessa disputa promete moldar os rumos da política de Barreiras, influenciando diretamente a governabilidade do município nos próximos anos.

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Tito e Danilo: A arte de unir “gregos e baianos” pela presidência da Câmara de Barreiras

Com 11 dos 19 vereadores, a missão de ambos é costurar alianças e se garantir no comando do Legislativo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A política de Barreiras, em tempos de constantes articulações, parece mais um jogo de xadrez. Danilo Henrique (PP) e Carlos Tito (PT), com uma teórica base de 11 dos 19 vereadores eleitos para a próxima composição da Câmara, estão decididos a dar o xeque-mate. A disputa pela presidência da Câmara de Barreiras não é apenas uma questão de números, mas de habilidade política e, principalmente, de unir “gregos e baianos” – ou seja, costurar alianças entre grupos com interesses e pensamentos bem distintos.

A presidência da Câmara, além de ser um cargo de influência legislativa, também carrega um poder estratégico. Em um cenário onde o atual vice-prefeito, Túlio Viana (PL), pode disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa em 2026, o presidente da Câmara poderá, em algum momento, assumir interinamente a prefeitura, um fator que, mais cedo ou mais tarde, vai exigir uma nova eleição para a presidência, colocando o cargo novamente no centro das atenções em 2027.

E é aí que entra a habilidade de Danilo e Tito. O primeiro, com sua energia e desejo de alinhar os diferentes grupos, e o segundo, com sua vasta experiência – Tito foi presidente da Câmara por duas vezes e sabe exatamente como jogar os bastidores. Ele é o “velho lobo do Rio Grande” na correnteza da política local, conhecendo as pedras no caminho e os atalhos que podem ser explorados.

No entanto, a tarefa não será fácil. As articulações não envolvem apenas interesses pessoais, mas disputas familiares e políticas históricas. Ben-Hir (PSD), o vereador mais votado nas últimas eleições, é visto como um possível nome para a presidência, mas sua ligação com Jusmari Oliveira pode ser um obstáculo. Afinal, as famílias Henrique e Oliveira têm uma rivalidade que remonta a anos e pode complicar qualquer tentativa de consenso.

Apesar disso, Danilo e Tito continuam suas negociações com paciência e jogo de cintura, tentando alinhar diferentes forças políticas. João Felipe (PCdoB) e Carmélia da Mata (PP) são dois nomes que já estariam na base da aliança, mas o quadro ainda está longe de ser definitivo. Afinal, como se diz no popular, “na política, a única coisa que não muda é que tudo pode mudar a qualquer momento”.

E é aqui que entra a experiência de Tito. Se unir “gregos e baianos” parece missão impossível para muitos, para ele, que já foi presidente da Câmara por dois mandatos, essa é uma tarefa que ele conhece bem. Tito já demonstrou que sabe como “costurar” uma aliança, mesmo quando as divergências parecem “barreiras intransponíveis”. Ele tem comprovada habilidade de negociar nos bastidores e garantir que todos saiam com algo, criando uma rede de interesses que fortalece sua posição.

Danilo, por outro lado, traz a força do novo, a capacidade de articular uma base que sabe que precisa se renovar, se reconfigurar para ter voz ativa nas decisões do município. Seu jogo, mais expansivo, busca ampliar as possibilidades, chamando para a mesa os mais diversos setores e tentando harmonizar as diferentes perspectivas.

A independência da Câmara de Vereadores de Barreiras, caso Tito e Danilo consigam consolidar seu alinhamento, pode representar um ganho significativo para a cidade. Uma câmara mais independente pode atuar com maior liberdade em suas decisões, sem pressões externas ou dependências excessivas do poder executivo. Isso permite um espaço mais amplo para fiscalização e cobrança da gestão municipal, além de garantir que os interesses da população sejam mais diretamente representados.

Essa autonomia também fortalece o papel do Legislativo, que passa a ser mais assertivo nas questões de interesse público, evitando que decisões importantes sejam tomadas sem o devido debate e a aprovação do parlamento. E, em um cenário onde a política é movida por alianças e interesses, ter uma câmara mais independente pode significar a abertura de um novo ciclo, onde os vereadores não apenas acompanham, mas participam ativamente na construção das políticas públicas que moldam o futuro de Barreiras.

Por fim, como já dizia o ditado, “quem não arrisca, não petisca”. Danilo e Tito, ambos cientes do desafio que enfrentam, sabem que a política é feita de movimento, de trocas, de apertos de mãos e, claro, de muitas negociações. Entre “gregos e baianos”, quem souber negociar as diferenças terá o poder de comandar. E, no caminho para garantir uma Câmara de Vereadores mais independente e com um papel mais relevante, o jogo político ganha um novo contorno, mais complexo, mas também mais promissor para os cidadãos de Barreiras.

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