Carmélia da Mata denuncia falta de pagamento a vigilantes e porteiros em Barreiras

Vereadora cobra prefeito sobre rescisões e critica tratamento dado aos trabalhadores

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora de Barreiras, Carmélia da Mata (PP), usou suas redes sociais no início da tarde desta quinta-feira (20) para denunciar a falta de pagamento das rescisões de vigilantes e porteiros que prestaram serviço para a Prefeitura. Em tom de surpresa e indignação, a parlamentar relatou que tomou conhecimento da situação através de um munícipe que a abordou na rua.

A questão não é apenas de inadimplência, mas do que a vereadora classificou como uma tentativa de justificar o não pagamento. Segundo Carmélia, os trabalhadores foram mantidos em atividade durante o mês de dezembro, mesmo após o fim do vínculo contratual, e a gestão municipal teria alegado que o período trabalhado foi uma forma de compensar as rescisões devidas. A parlamentar rejeitou essa justificativa, afirmando que a prática é injusta e, possivelmente, ilegal.

Eu fui comprar a ração dos meus cachorros e fui abordada por um ex-vigilante da Prefeitura, que me relatou que não recebeu sua rescisão. Quando questionei, ele afirmou que o prefeito divulgou nas redes sociais que os pagamentos foram feitos, mas a realidade é outra”, declarou a vereadora.

Para Carmélia, a situação evidencia um desrespeito com os servidores que dedicaram anos ao serviço público municipal e que, agora, sofrem com a incerteza financeira. Ela destacou que essas são categorias menos favorecidas, que dependem diretamente do pagamento correto dos direitos trabalhistas.

Eles deixaram os vigilantes e porteiros trabalhando em dezembro e, agora, dizem que isso foi o pagamento da rescisão? Isso não é justo. O Ministério do Trabalho deveria intervir. Prefeito Otoniel, essas pessoas são humildes, precisam desse dinheiro. A rescisão é um direito. Honre esse compromisso”, cobrou a vereadora.

A falta de pagamento a servidores terceirizados tem sido uma queixa recorrente em Barreiras, e a cobrança de Carmélia da Mata amplia a pressão sobre a Prefeitura para que dê uma resposta concreta aos trabalhadores afetados.

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Vereador João Felipe propõe isenção de taxas para ambulantes em resposta a aumento de tributos imposto por Otoniel Teixeira

Projeto apresentado pelo edil contraria Decreto Municipal que onera trabalhadores informais e comerciantes em Barreiras

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador João Felipe (PCdoB) protocolou, em 3 de fevereiro de 2025, o Projeto de Lei nº 06/2025, que visa proibir a cobrança de taxas pelo Poder Executivo Municipal aos trabalhadores e vendedores ambulantes em eventos oficiais realizados pelo município de Barreiras. A proposta legislativa surge como um contraponto direto ao Decreto nº 26, assinado pelo prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), que, às vésperas do Carnaval, impõe um expressivo aumento nas taxas municipais, afetando diretamente feirantes, ambulantes e pequenos comerciantes que pretendem atuar durante os festejos e outros eventos públicos.

A medida do prefeito revoga a tabela de valores anteriormente estabelecida para o Parque de Exposições e amplia significativamente as cobranças pelo uso de espaços públicos, como praças, ruas e centros de eventos, tornando a comercialização nessas áreas um desafio ainda maior para pequenos empreendedores. Entre as principais alterações, está o reajuste nas taxas para instalação de barracas, trailers e quiosques, além da inclusão de cobranças pelo uso de energia elétrica em espaços públicos.

O projeto do vereador João Felipe busca minimizar os impactos desse aumento, garantindo que os trabalhadores informais tenham condições de atuar sem a pressão de tributos que inviabilizam suas atividades.

“Não podemos aceitar que, justamente no momento em que esses trabalhadores mais precisam, a Prefeitura lhes imponha uma carga tributária ainda maior. O Carnaval e outros eventos são oportunidades para que ambulantes e pequenos comerciantes tenham uma fonte de renda digna, e não um pretexto para a Prefeitura aumentar sua arrecadação às custas deles”, argumentou o parlamentar.

A decisão do prefeito gerou forte reação entre os comerciantes locais e a população, que veem a medida como um oportunismo fiscal em meio à grande movimentação econômica gerada pelo Carnaval. O decreto, publicado no dia 14 de fevereiro, passou a valer imediatamente, sem a necessidade de aprovação pela Câmara Municipal, deixando muitos comerciantes sem tempo para se preparar financeiramente para os novos custos.

João Felipe reforça que sua proposta representa uma defesa dos direitos dos trabalhadores informais e pede que a população acompanhe e cobre dos vereadores a aprovação do projeto.

“Estamos falando de pessoas que dependem desses eventos para garantir o sustento de suas famílias. O município deve apoiar esses trabalhadores, não sufocá-los com cobranças desproporcionais”, destacou.

O Projeto de Lei segue agora para análise das comissões temáticas da Câmara e, caso aprovado, será encaminhado para votação em plenário. Resta saber se o Legislativo municipal irá priorizar os interesses da população ou se compactuará com a estratégia do Executivo de ampliar a arrecadação sem levar em conta o impacto social da medida.

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Detentos do Conjunto Penal de Barreiras doam mais de 700 quilos de alimentos

Caso de Política com SEAP – Com o objetivo de promover a reintegração social dos reeducandos, o Conjunto Penal de Barreiras entregou hortaliças, legumes e verduras para instituições de acolhimento social, reafirmando o compromisso com a solidariedade e o apoio a quem mais precisa

Caso de Política com SEAP – Na última quinta (13) e sexta-feira (14), a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), por meio do Conjunto Penal de Barreiras (CPB), realizou uma significativa ação de doação de alimentos, destacando-se como mais um passo em direção à reintegração dos reeducandos e à promoção de solidariedade no oeste baiano.

Foram entregues 711 quilos de hortaliças, legumes e verduras, entre eles abóbora, cenoura, alface, cebolinhas, acelga, pimenta, quiabo e feijão, que foram cultivados nas hortas dentro do próprio Conjunto Penal. O trabalho, desenvolvido pelos internos, não se limitou apenas ao cultivo. Eles também foram responsáveis pela organização dos kits de doação, garantindo que os alimentos fossem preparados de forma eficiente para atender às duas entidades de acolhimento social que receberam os produtos.

Essas instituições são cadastradas no programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado, que visa apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar e social. A ação reforça o compromisso da Seap em promover não só a reintegração dos reeducandos ao convívio com a sociedade, mas também contribuir de maneira significativa para a melhoria das condições de vida de muitas famílias que enfrentam dificuldades.

Além de fornecer uma alimentação saudável para as pessoas acolhidas, a doação simboliza um passo importante no processo de ressocialização dos internos, que, ao participar de atividades produtivas, adquirem habilidades e desenvolvem um senso de responsabilidade social.

A medida ainda destaca a importância do envolvimento das unidades prisionais em ações comunitárias, criando uma conexão entre os reeducandos e a população, e colaborando para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.

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Deputado e pastor Henrique Vieira lança livro sobre o Jesus periférico e negro

Henrique Vieira apresenta a história de Jesus como um homem negro e da periferia, questionando o embranquecimento de sua figura ao longo dos anos

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Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – No próximo dia 26 de maio, a editora Planeta lançará um livro que promete chamar a atenção de cristãos e não-cristãos. Trata-se de “O Jesus Negro: o grito antirracista da Bíblia”, escrito pelo deputado e pastor Henrique Vieira. Em uma obra que questiona a tradicional representação branca de Jesus, o autor apresenta o Messias como um homem negro e da periferia, que se identificava com as camadas mais vulneráveis da sociedade.

Em “O Jesus Negro”, Henrique Vieira faz uma análise crítica da história do cristianismo e de como a figura de Jesus foi embranquecida ao longo dos séculos, perdendo suas raízes africanas e semitas. Em uma época em que o racismo ainda é uma triste realidade em muitos países, a obra procura desafiar o status quo e repudiar a violência, o preconceito e as desigualdades sociais.

Para o autor, a história de Jesus é uma mensagem de esperança e transformação, que deve inspirar todas as pessoas que buscam um mundo mais justo e inclusivo. Em vez de uma figura distante e punitiva, Henrique Vieira destaca a proximidade e a solidariedade do Messias com os pobres e oprimidos.

Além disso, o livro propõe uma reflexão sobre a importância de uma fé que promova a igualdade e a justiça social, em contraposição a uma religião que reforça as desigualdades e a opressão. Com uma linguagem acessível e uma mensagem impactante, “O Jesus Negro: o grito antirracista da Bíblia” promete ser um livro fundamental para todos os que buscam compreender melhor a mensagem de amor e solidariedade deixada por Jesus. O lançamento da obra ocorrerá no dia 26 de maio e promete oferecer aos leitores uma nova perspectiva sobre a figura de Jesus e seu significado na luta contra o racismo.

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