Delmah Pedra recepciona governador e ministro em Barreiras e cobra melhorias para habitação e serviços públicos

Vereadora destacou a importância da construção das 500 novas casas populares e reivindicou investimentos em educação, saúde e creches para atender a população

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora de Barreiras, Delmah Pedra (PSD), recepcionou na tarde desta sexta-feira (21) o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que estiveram na cidade nesta sexta-feira (21) para assinar a ordem de serviço que autoriza a construção de 500 novas moradias do programa Minha Casa Minha Vida na Vila Amorim. O investimento reforça o compromisso do governo federal e estadual com a redução do deficit habitacional em Barreiras e em toda a Bahia.

Para a vereadora, a chegada das novas unidades habitacionais representa avanço social significativo e traz novas oportunidades para muitas famílias que aguardam por uma moradia digna.

Hoje foi um dia gratificante para Barreiras, pois tivemos a alegria de contar com as presenças do governador Jerônimo e do ministro Rui Costa. Isso demonstra a seriedade com que o governo Lula trata a questão da habitação popular e reafirma o compromisso em garantir que projetos como o Minha Casa Minha Vida sejam executados com eficiência e atenção às necessidades da população”, afirmou Delmah Pedra.

Embora seja estreante no legislativo municipal, Delmah tem vasta experiência com políticas públicas voltadas às pessoas em situação de vulnerabilidade social. Durante visita as obras do Residencial Solar dos Buritis que esteve paralisada, ela aproveitou a oportunidade para cobrar do governador a ampliação dos serviços públicos que atenderão os futuros moradores do Residencial Solar dos Buritis que deverá ser entregue em aproximadamente 40 dias e da Vila Amorim que se iniciam em breve.

A moradia é um direito fundamental, mas não basta apenas construir casas. É preciso garantir que essas famílias tenham acesso a serviços essenciais, como saúde, educação e infraestrutura adequada. Faço um apelo ao nosso governador para que apoie a prefeitura de Barreiras para investir na construção de unidades de saúde e escolas próximas a esses novos conjuntos habitacionais. Além disso, é fundamental a implantação de creches, para que as mães possam trabalhar com tranquilidade, sabendo que seus filhos estão bem cuidados”, reivindicou a parlamentar.

O governador Jerônimo Rodrigues agradeceu o apoio da vereadora e destacou que o governo estadual está comprometido não apenas com a construção de moradias, mas também com o fortalecimento da rede de serviços públicos que garantam qualidade de vida para os novos moradores.

A assinatura da ordem de serviço das 500 novas unidades habitacionais reforça a atuação conjunta entre o governo federal e estadual na promoção da habitação popular. Barreiras segue como um dos municípios beneficiados pelos investimentos do programa Minha Casa Minha Vida, garantindo moradia digna para centenas de famílias que aguardavam pela realização desse sonho.

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Pela primeira vez em 217 anos, uma mulher assume o comando do Superior Tribunal Militar

A ministra quebrou barreiras de gênero em mais de dois séculos de história do tribunal e já sinaliza rigor em apurações envolvendo militares

Caso de Política – Em uma cerimônia prestigiada no Teatro Nacional de Brasília, a ministra Maria Elizabeth Rocha tomou posse, nesta quarta-feira (12), como a nova presidente do Superior Tribunal Militar (STM). O evento, quebrando um paradigma de mais de dois séculos, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, entre outras autoridades.

A posse de Elizabeth Rocha, que integra o STM desde 2007, representa um reconhecimento histórico para o Poder Judiciário e para a Justiça Militar da União. Em seu discurso de transmissão de cargo, o ex-presidente Francisco Joseli Parente Camelo enalteceu a relevância do momento e a trajetória da ministra na Corte ao longo de 18 anos, ressaltando a honra de passar o comando para sua colega.

Primeira mulher a compor o STM, nomeada em 2007 pelo então presidente Lula, Elizabeth Rocha já havia assumido interinamente a presidência entre 2013 e 2015. Formada pela PUC Minas e doutora em Direito Constitucional pela UFMG, a ministra exercerá um mandato de dois anos à frente do órgão máximo da Justiça Militar da União, composto por 15 ministros, sendo cinco civis e dez militares (quatro do Exército, três da Marinha e três da Aeronáutica).

Em suas primeiras declarações como presidente, Maria Elizabeth Rocha abordou temas sensíveis, como a possibilidade de o ex-presidente Jair Bolsonaro ser julgado pela Justiça Militar em decorrência das investigações sobre a trama golpista. Segundo a ministra, caso o Ministério Público Militar (MPM) identifique crimes militares, como incitação à tropa, Bolsonaro poderá ser submetido a um conselho de justificação e até mesmo perder sua patente de capitão da reserva do Exército. Ela ressaltou que o eventual julgamento no STM dependerá do desenrolar da apuração penal no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as acusações de golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

A nova presidente também afirmou que militares envolvidos na trama golpista e nos atos de 8 de janeiro de 2023 poderão ser julgados pela Corte militar caso sejam identificados crimes militares ao longo da persecução penal, citando como exemplo ofensas de inferior a superior nas mídias sociais, casos que já foram julgados e condenados pelo STM.

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VÍDEO – Lula reage a Trump: “não tenho medo de cara feia, fale manso comigo”

Em meio a tensões comerciais, presidente brasileiro cobra respeito do mandatário americano e defende reciprocidade em negociações sobre tarifas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O presidente Lula elevou o tom contra Donald Trump, ex-presidente dos EUA e virtual candidato republicano à Casa Branca, exigindo respeito e diálogo em meio às negociações sobre tarifas de importação. A declaração, feita nesta terça-feira (11) durante um evento em Minas Gerais, demonstra a crescente tensão entre os dois países em relação às políticas comerciais.

“Não adianta o Trump ficar gritando de lá, porque eu aprendi a não ter medo de cara feia. Fale manso comigo, fale com respeito comigo, que eu aprendi a respeitar as pessoas e quero ser respeitado”, afirmou Lula durante a cerimônia de inauguração do centro de desenvolvimento de produtos de mobilidade híbrida-flex no Polo Automotivo Stellantis de Betim.

As críticas de Lula ocorrem em um momento crucial, em que o Itamaraty busca evitar uma guerra comercial com os Estados Unidos. Trump propôs um aumento de 25% nas tarifas de importação de aço e alumínio, medida que afetaria diversos países, incluindo o Brasil. O governo brasileiro tem defendido a reciprocidade em caso de imposição de novas tarifas.

“O Brasil não quer ser maior do que ninguém, mas o Brasil não aceita ser menor”, ressaltou Lula, sinalizando a determinação do país em defender seus interesses comerciais.

As negociações entre Brasil e Estados Unidos para evitar o aumento das tarifas tiveram início na semana passada. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, se reuniu com representantes do governo americano para discutir o assunto.

Além das tarifas sobre aço e alumínio, Trump também pretende aumentar os impostos sobre produtos cujos impostos sejam maiores do que os cobrados pelos americanos, como o etanol. A medida tem como objetivo proteger a indústria americana, segundo o republicano.

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Bahia aposta em gestão pública e universitária em Paulo Afonso, enquanto Barreiras insiste na privatização da saúde

Governo da Bahia anuncia a construção de um Hospital Regional em Paulo Afonso com gestão da Univasf, garantindo modelo público e acadêmico. Em contraste, Barreiras persiste na privatização do futuro Hospital Municipal, levantando questionamentos sobre os benefícios para a população e os riscos de cobrança por serviços de saúde, além dos reais interesses por trás da escolha

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, formalizou o anúncio da construção do novo Hospital Regional de Paulo Afonso. O equipamento, um investimento estratégico do Governo do Estado, será gerido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) após sua conclusão. O anúncio, realizado durante uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, sinaliza uma aposta do governo estadual em um modelo de saúde pública com forte componente acadêmico.

Olá, estamos aqui em Brasília, no Palácio do Planalto, reunidos com o governador Jerônimo para duas agendas. A primeira agenda foi uma notícia excelente para a região de Paulo Afonso, para resolver definitivamente a construção do novo hospital regional de Paulo Afonso. Será construído pelo Governo do Estado e, depois que estiver pronto, quem vai assumir e fazer a gestão é a Universidade Federal do Vale do São Francisco. Portanto, Paulo Afonso ganhará o novo hospital e logo logo eu estarei com o Gero aí em Paulo Afonso para dar ordem de serviço e iniciar essa importante obra”, declarou Rui Costa, evidenciando o compromisso do governo em concretizar o projeto.

A estratégia de vincular a nova unidade à Univasf não é apenas uma decisão administrativa, mas uma garantia de gestão pública qualificada, acesso a financiamento federal e a criação de um centro de referência em atendimento e formação acadêmica para toda a região do Vale do São Francisco. A presença da universidade assegura a integração entre ensino, pesquisa e assistência à saúde, com potencial para atrair recursos, profissionais qualificados e implementar protocolos inovadores.

Barreiras: Privatização em meio a críticas, dívidas crescentes e o fantasma da cobrança por serviços

Já foram gastos mais de R$ 40 milhões nas obras, Otoniel e Túlio apresentaram na Bolsa de Valores de São Paulo uma proposta de privatização

O modelo adotado para Paulo Afonso oferece um contraponto marcante ao caminho escolhido pela prefeitura de Barreiras, que persiste na privatização do futuro Hospital Municipal. O prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), seguindo os passos do ex-prefeito Zito Barbosa (União Brasil), optou por uma Parceria Público-Privada (PPP) para administrar o hospital, ignorando outras opções como a federalização ou a gestão universitária. A decisão tem gerado críticas e debates acalorados na cidade.

A decisão da prefeitura de Barreiras de manter o modelo de privatização, herdado da gestão anterior, tem sido alvo de questionamentos por especialistas, políticos e pela população em geral. O projeto, lançado ainda durante o mandato de Zito Barbosa, prevê um contrato de concessão por 35 anos, com promessa não comprovada de um investimento de mais de R$ 2 bilhões ao longo do período. O modelo, defendido pela administração municipal como uma solução para modernizar e agilizar a gestão da saúde, é visto com desconfiança por muitos, especialmente diante da possibilidade, presente em documentos oficiais, de que a população venha a ser cobrada por determinados atendimentos, comprometendo a gratuidade do serviço público de saúde.

Apesar das promessas de eficiência e de investimentos significativos, o andamento da obra do hospital tem sido lento e problemático. Conforme publicou o Portal Caso de Política em junho de 2024, a construção já consumiu cerca de R$ 40 milhões dos cofres públicos, sem apresentar um avanço proporcional ao montante investido. A morosidade do processo e a falta de transparência nas informações têm alimentado a desconfiança da população em relação ao projeto.

Segundo dados oficial, o endividamento de Barreiras já se aproxima da marca de R$ 1 bilhão. A situação financeira delicada da prefeitura levanta dúvidas sobre a capacidade de honrar os compromissos financeiros da PPP a longo prazo, e a incerteza sobre a manutenção do atendimento gratuito para a população se torna ainda mais preocupante.

Alternativas ignoradas e questionamentos persistentes

A escolha pela privatização em Barreiras é vista por muitos como uma oportunidade perdida de adotar um modelo mais vantajoso para a população. A insistência na privatização ignora alternativas como a federalização do hospital, que garantiria financiamento federal e aliviaria os cofres municipais, e a transformação da unidade em um hospital universitário vinculado à Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).

 

O ex-deputado federal Tito, que disputou a prefeitura de Barreiras nas eleições de outubro de 2024, fez da defesa da federalização do hospital um dos principais pilares de sua campanha. O então candidato argumentou que a federalização garantiria um modelo de gestão pública e transparente, com atendimento universal e de qualidade para a população. Outro candidato a prefeito de Barreiras em 2024, Danilo Henrique também defendeu a criação de um hospital universitário na cidade.

Com a construção do Hospital Regional de Paulo Afonso pelo Governo do Estado e sua futura gestão pela Univasf, a população do município terá acesso a um equipamento de saúde sob administração pública e acadêmica. Em contrapartida, Barreiras segue um caminho incerto, colocando em xeque o direito fundamental ao acesso universal e gratuito à saúde.

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Jeronimo Rodrigues reafirma interesse em PP e PDT na base do governo baiano

Imagem da internet

Governador destaca diálogo com parlamentares e alinhamento programático

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O governador Jeronimo Rodrigues (PT) reiterou neste domingo (2), durante coletiva de imprensa no Campo Grande, o interesse em formalizar a participação do PP e do PDT na base aliada do governo da Bahia. A declaração ocorre em coletiva de imprensa e em meio a divisões internas nas duas legendas sobre a aproximação com o governo petista.

“Tenho muito interesse de que esse alinhamento aconteça tanto com o PP quanto com o PDT. Estamos dialogando aqui. Caso haja um alinhamento no plano federal, vai ser mais fácil acontecer aqui. Caso não haja, quero conversar para ver como a gente continua essa aproximação”, afirmou Jeronimo.

A situação do PP é complexa, com uma parte da legenda apoiando os governos do presidente Lula (PT) e de Jeronimo, enquanto outra defende a oposição. Apesar da divisão, o PP deve assumir a Secretaria de Planejamento (Seplan) e o comando do Detran na Bahia, além de já ocupar duas diretorias no órgão.

No PDT, a situação é semelhante. Embora o partido esteja inteiramente na base do governo federal, na Bahia há divergências sobre a reaproximação com o PT. O presidente da sigla no estado, deputado federal Félix Mendonça Júnior, tem dialogado com o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), sobre o assunto.

Jeronimo ressaltou que os seis deputados estaduais do PP já integram a base do governo na Assembleia Legislativa. No plano federal, ele afirmou manter diálogo próximo com os deputados federais Mário Negromonte Júnior, Cláudio Cajado e Neto Carletto, este último próximo de ingressar no Avante. “Esse alinhamento com o PP e o PDT é programático”, enfatizou o governador.

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Sentindo-se prejudicado, agronegócio pressiona Lula por ações após ameaças de Trump sobre tarifas

Parlamentares cobram ação do governo para proteger exportações diante de possível sobretaxa dos EUA

Caso de Política com Metrópoles – O setor do agronegócio no Brasil demonstra crescente preocupação com as recentes ameaças do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de sobretaxar produtos brasileiros, e cobra uma postura mais incisiva do governo Lula em defesa do comércio exterior. Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticam a aparente prioridade dada a temas ambientais em detrimento de medidas para proteger as exportações brasileiras.

A FPA pressiona o presidente Lula e a Casa Civil, liderada por Rui Costa, para que se manifestem publicamente em defesa do agronegócio diante do risco de restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos. A insatisfação nos bastidores é evidente, com lideranças do setor argumentando que a atenção do governo está mais voltada para a realização da COP30 em Belém do que para as ameaças protecionistas de Trump.

O deputado Danilo Forte (União-CE) expressou sua preocupação com a falta de políticas públicas direcionadas a aumentar a competitividade do setor. “Há uma inércia do governo em avançar com a abertura de novos mercados e políticas públicas para o nosso comércio exterior”, declarou Forte, enfatizando a necessidade de levar essa pauta ao Congresso.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), alertou para a possibilidade de o protecionismo americano atingir diretamente o agronegócio brasileiro, setor estratégico para as exportações do país. Lupion ressaltou o histórico de Trump em estender tarifas para além do setor de aço, o que causa “receio” no setor.

“É um movimento que o presidente americano tem feito em todas as negociações. Tem muita bravata também, movimentos feitos para chamar [os demais países] para a mesa de negociação, como nos casos do México, Panamá e Canadá. O Partido Republicano é mais protecionista”, disse Lupion em entrevista ao Metrópoles.

A cobrança do agronegócio surge em um momento em que o setor busca fortalecer sua presença no mercado internacional, especialmente no setor de proteínas animais, um dos principais produtos de exportação do Brasil.

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Apesar de queda na popularidade, Lula venceria Bolsonaro em 2026, aponta pesquisa

Análise da Genial/Quest revela que, mesmo com a queda na aprovação, Lula mantém vantagem em importantes estados, enquanto Bolsonaro enfrenta dificuldades para se consolidar como líder da oposição e capitalizar o eleitorado antipetista

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Contrariando a euforia de apoiadores, pesquisa Genial/Quest demonstra que, apesar da queda na popularidade do presidente Lula, ele ainda venceria Jair Bolsonaro em um eventual confronto eleitoral em 2026. A análise, comentada por Felipe Nunes, presidente do instituto de pesquisa, revela que a oposição não tem conseguido capitalizar a rejeição ao governo federal, e que Lula mantém uma larga vantagem em estados chave como Bahia e Pernambuco.

A pesquisa comparou o desempenho de Lula e Bolsonaro em simulações para 2026 com os resultados de 2022 em diferentes estados. Em São Paulo, por exemplo, Bolsonaro teve uma vantagem de 8 pontos sobre Lula no segundo turno, e essa vantagem permanece do mesmo tamanho nas simulações atuais.

No Rio de Janeiro, a situação se inverteu. Em 2022, Bolsonaro venceu Lula por 10 pontos. Agora, em 2025, a pesquisa aponta um empate técnico entre os dois candidatos, demonstrando a importância do estado para o projeto eleitoral de Lula.

O jornalista Otávio Guedes, da Globo News, complementou a análise, afirmando que “o Bolsonaro hoje não é um problema para a Lula nem para a esquerda, o Bolsonaro hoje é um problema para a direita, para o Tarcísio”. Segundo Guedes, Bolsonaro enfrenta dificuldades para se consolidar como líder da oposição e interdita o debate sobre novos candidatos, além de perder a bandeira do “anti-sistema” para figuras como Pablo Marçal e Gustavo Lima.

Em resumo, a pesquisa Genial/Quest revela que, apesar da queda na popularidade, Lula ainda é um forte candidato em 2026, enquanto Bolsonaro enfrenta desafios para se manter relevante no cenário político e consolidar a liderança da oposição.

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Túnel Santos-Guarujá: Tarcísio elogia Lula e BNDES em lançamento de edital

Governador de São Paulo reconhece apoio do governo federal e do banco no projeto histórico, destacando a importância da parceria para a Baixada Santista; Lula defende diálogo acima de divergências políticas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em evento que marcou o lançamento do edital para a construção do túnel Santos-Guarujá, nesta terça-feira (27), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, agradeceu publicamente ao presidente Lula e ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pelo apoio fundamental na viabilização da obra, aguardada há décadas. A cerimônia, realizada na Baixada Santista, simbolizou a união de diferentes esferas de governo em prol do desenvolvimento regional.

Tarcísio enfatizou que Lula priorizou o projeto desde as primeiras conversas, questionando seu andamento e demonstrando preocupação com questões como a situação das palafitas na região.

“Presidente, quero agradecer ao senhor, porque desde o início a gente teve as conversas sobre o túnel e o senhor colocou esse túnel como prioridade”, disse o governador.

O BNDES, representado pela diretora Luciana Costa, também foi alvo de agradecimentos. Tarcísio ressaltou o papel crucial do banco no financiamento do túnel. “O BNDES tem sido fundamental para a provisão desse túnel. O banco entendeu como ninguém o papel que ele tem nesta provisão”, frisou.

Lula, por sua vez, reforçou a importância do diálogo e da parceria entre governantes, independentemente de suas filiações partidárias.

“Temos que ter consciência de que nós só temos um lado: o de atender bem o povo. Esse é o nosso lado e o nosso compromisso”, declarou o presidente.

A atitude conciliadora entre Lula e Tarcísio, ex-ministro de Jair Bolsonaro, chamou a atenção e recebeu elogios até mesmo do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que considerou a parceria um exemplo de boa política que acelera o desenvolvimento do país.

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Governo Federal anuncia primeira vacina 100% nacional contra a dengue e amplia parcerias na saúde

Governo aposta na produção local para reduzir dependência externa e ampliar acesso a imunizantes essenciais

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira (25), a produção em larga escala da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. O imunizante será fabricado pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa WuXi Biologics e deve estar disponível para a população a partir de 2026. O evento, realizado no Palácio do Planalto, contou com a presença da ministra da Saúde, Nísia Trindade, e de representantes do setor de ciência e tecnologia.

A vacina integra o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL), com previsão de 60 milhões de doses anuais entre 2026 e 2027, atendendo ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O investimento na iniciativa, viabilizado pelo Novo PAC, é de R$ 1,26 bilhão, sendo R$ 68 milhões destinados a estudos clínicos que avaliem a coadministração do imunizante com a vacina contra a chikungunya e a ampliação da faixa etária atendida. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está na fase de análise para registro.

Enquanto a vacina não chega à população, o governo reforça a necessidade de prevenção contra a dengue, incluindo vigilância epidemiológica e controle do Aedes aegypti. Medidas como a liberação de mosquitos com Wolbachia e o uso das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDL) também fazem parte da estratégia nacional contra a doença.

Novas parcerias e ampliação da produção de insulina

No evento “SUS como alavanca da inovação e produção em saúde”, o governo também anunciou três novas parcerias estratégicas: a produção nacional de insulina, uma vacina contra a gripe aviária e um imunizante contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).

A insulina Glargina passará a ser fabricada no Brasil por meio do Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), com a Fiocruz (Unidade Bio-Manguinhos) produzindo o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) e a Biomm fabricando o produto final. A produção ocorrerá na unidade da Fiocruz em Eusébio (CE), com previsão de fornecimento a partir do segundo semestre de 2025, chegando a 70 milhões de unidades anuais ao final do projeto.

Avanço no combate a doenças respiratórias

O Instituto Butantan firmou parceria com a Pfizer para produzir a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por infecções respiratórias graves. A produção inicial será de até 8 milhões de doses anuais, com ampliação do público-alvo para idosos. O investimento de R$ 1,26 bilhão até 2027 visa evitar 28 mil internações anuais por complicações da doença. A previsão é de que o fornecimento ao SUS inicie no segundo semestre de 2025.

Resposta rápida contra a gripe aviária

Outra medida anunciada é a produção da vacina contra o vírus Influenza H5N8, uma estratégia para emergências sanitárias. Com capacidade de produção de mais de 30 milhões de doses anuais, o imunizante garantirá um estoque estratégico, fortalecendo a resposta do Brasil contra surtos futuros.

As iniciativas reforçam a aposta do governo na indústria nacional de saúde como ferramenta para reduzir a dependência de insumos importados, fortalecer o SUS e garantir maior acesso a tecnologias essenciais para a população.

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Caso seja condenado, quais os privilégios que Bolsonaro terá se ficar preso no Exército

Ex-presidente poderá cumprir pena em unidade militar caso seja condenado, mas discussões geram controvérsia sobre riscos e condições

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A possibilidade de Jair Bolsonaro (PL) cumprir pena em uma unidade militar, caso seja condenado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pela tentativa de golpe de Estado, gerou uma série de discussões no Exército. De acordo com matéria publicada pelo Diário do Centro do Mundo e informações da Folha de S.Paulo, generais do Exército analisam a possibilidade de conceder ao ex-presidente privilégios de ex-chefe de Estado em uma eventual prisão.

Por ser capitão reformado, Bolsonaro teria direito a cumprir pena em instalações militares, um benefício garantido pela legislação. A avaliação de interlocutores do comandante da Força, general Tomás Paiva, aponta que, caso o ex-presidente seja condenado, ele poderia ser detido em condições menos severas, em razão de suas prerrogativas como ex-mandatário do país. Um dos locais cogitados seria a adaptação de um espaço no Comando Militar do Planalto, em Brasília, para criar uma prisão especial para Bolsonaro.

No entanto, esses cenários ainda são tratados como hipóteses. Generais enfatizam que as discussões só se tornarão concretas caso Bolsonaro seja efetivamente condenado. Além disso, o STF teria a responsabilidade de decidir sobre a concessão de prisão especial, à semelhança de outros ex-presidentes que cumpriram pena em condições diferenciadas. Casos de ex-presidentes como Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (MDB) servem como precedentes, onde ambos cumpriram pena em instalações com melhores condições do que os detidos em regime comum.

No Código Penal Militar, ex-presidentes têm o direito de cumprir pena em salas de Estado-Maior, locais reservados para autoridades de alto escalão das Forças Armadas. Esta sala é caracterizada por condições adequadas ao status da função desempenhada, com um ambiente que reflete o caráter dos cargos exercidos. Embora a legislação não mencione explicitamente ex-presidentes, a interpretação majoritária é que o benefício da prisão especial se estende a eles, já que foram chefes das Forças Armadas durante seus mandatos.

No entanto, há também argumentos contrários a essa ideia. Alguns generais temem que, ao ser preso em uma unidade militar, Bolsonaro poderia continuar mantendo contato com militares, o que poderia gerar um risco de instabilidade no cenário político. Para evitar tal risco, a recomendação de alguns oficiais é que o ex-presidente seja mantido em uma unidade da Polícia Federal, onde o contato com militares seria mais controlado.

Essa situação de Bolsonaro é vista de forma diferente das de outros oficiais-generais também denunciados pela PGR, como Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Estevam Theophilo. Para esses militares, caso sejam condenados, as prisões seguirão o protocolo habitual das Forças Armadas, com a separação de uma sala de Estado-Maior para cada um. No entanto, é importante destacar que, caso algum desses militares tenha suas patentes cassadas pelo Superior Tribunal Militar (STM), perderiam o direito de cumprir pena em uma unidade militar, sendo considerados indignos do oficialato.

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