Karlúcia Macedo fortalece presença política em meio a críticas à gestão em Barreiras em programa exibido na televisão

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A pré-candidata à prefeitura de Barreiras, Karlúcia Macedo, assumiu destaque recentemente ao protagonizar uma inserção política nos veículos de televisão e rádio de seu partido, o MDB. Em sua fala, reproduzida na íntegra, Karlúcia destacou a importância de tratar Barreiras como uma capital regional que merece atenção e cuidado adequados. Ela enfatizou a necessidade urgente de proporcionar à população acesso a serviços básicos de qualidade, especialmente na área da saúde e assistência social.

“Barreiras é uma capital regional e precisa ser bem tratada. Nossa gente, que gera tanta riqueza para a região, ainda não tem acesso às coisas básicas, principalmente a saúde de qualidade e assistência social. Temos a força necessária para colocar Barreiras no patamar que ela merece. Venha fazer parte desta história.”

A mensagem, embora não cite nominalmente, aponta indiretamente críticas à gestão do atual prefeito, Zito Barbosa (UB), que tem enfrentado crescentes críticas em relação à sua administração, especialmente nas áreas mencionadas por Karlúcia.

Além das inserções formais, Karlúcia Macedo tem utilizado suas redes sociais para fortalecer sua presença política e destacar o compromisso do MDB com a transformação positiva na Bahia. Ela expressou orgulho e determinação em sua posição como presidente do MDB Mulher Bahia, enfatizando o papel ativo do partido na construção de um futuro melhor para Barreiras e para toda a região oeste da Bahia.

“Orgulho e determinação! Tenho a honra de ser presidente do MDB Mulher Bahia. Juntas, estamos levando a mensagem poderosa de que o MDB está transformando a Bahia para melhor. Nossa querida cidade de Barreiras, na região oeste da Bahia, merece toda nossa atenção e cuidado. Como destaque em nossa região, temos o poder e a determinação para colocar Barreiras no patamar que ela merece. Junte-se a nós nessa jornada de fazer história e construir um futuro melhor para nossa cidade e nossa Bahia!”

Nesse contexto político e eleitoral, Karlúcia Macedo se apresenta como uma voz comprometida com os anseios da população local e pronta para liderar uma mudança significativa no cenário político de Barreiras, ressaltando a importância da atuação política tanto nos meios tradicionais quanto nas plataformas online.

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PSD assume a dianteira em número de prefeituras no Brasil

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Uma reviravolta nos corredores do poder municipal brasileiro: o PSD, sob a liderança de Gilberto Kassab, emerge como a legenda com o maior número de prefeitos em todo o país, deixando o MDB na retaguarda.

Após uma meticulosa análise pós-janela de trocas partidárias realizada pela Folha, revelou-se que o PSD, com um mínimo de 1.040 prefeitos sob sua bandeira e uma perspectiva de expandir para até 1.050, testemunhou um impressionante crescimento de 58% desde as últimas eleições. Esse salto notável posiciona o partido como protagonista em inúmeras municipalidades país afora.

Por sua vez, o MDB, embora tenha experimentado um aumento, viu-se ultrapassado, contando agora com 916 prefeitos em sua alçada. No entanto, estados como Pará e Alagoas contribuíram para o impulso do partido, demonstrando que ainda mantém uma presença robusta em determinadas regiões.

As movimentações políticas não param por aí. Outras legendas também almejam seu espaço no tabuleiro eleitoral. O PT, por exemplo, registra um crescimento significativo, passando de 182 para 265 prefeitos eleitos. Esse aumento, porém, concentra-se principalmente em estados como Ceará, Piauí e Bahia, onde governadores petistas exercem forte influência.

Enquanto isso, o PSB, ancorado pela figura de Geraldo Alckmin, viu sua base municipal crescer em 12%, controlando agora 324 municípios, especialmente na Paraíba e no Ceará, onde a filiação do senador Cid Gomes impulsionou sua presença.

Por outro lado, siglas como PSDB e PDT enfrentam desafios. O PSDB, ainda se recuperando de uma crise interna, viu uma redução em seu número de prefeitos, caindo de 523 para 310, apesar de registrar crescimento em algumas regiões. Enquanto isso, o PDT, após um racha interno, viu sua presença municipal minguar de 315 para 180 prefeituras.

Essa reconfiguração no panorama político municipal não apenas reflete mudanças nos bastidores das legendas, mas também delineia um novo campo de batalha para as próximas eleições. Com os partidos buscando consolidar suas bases e expandir sua influência, o cenário político brasileiro continua em constante evolução, com implicações que reverberarão por todo o país.

Quantidade de Prefeitos por Partido:

  • PSD: 1.040 prefeitos
  • MDB: 916 prefeitos
  • PL: 371 prefeitos
  • PSB: 324 prefeitos
  • PSDB: 310 prefeitos
  • PT: 265 prefeitos
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Com o fim da janela eleitoral, governo de Barreiras vê base encolher; oposições avançam

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Com o término da janela eleitoral, a Câmara Municipal de Barreiras sofreu uma reconfiguração política, resultado das articulações entre o prefeito Zito e a base do governo estadual. Teoricamente, o governo municipal, que antes não contava com resistência aos seus projetos e contava praticamente com 19 parlamentares em sua base, agora se vê reduzido a 13, enquanto o número de representantes que devem se alinhar à oposição passou para seis.

Apesar do grupo de oposição ser numericamente menor, isso não significa que esteja sem força ou sem a capacidade de influenciar o cenário político local. Pelo contrário, mesmo com um número menor de parlamentares, a oposição – se unida – ainda possui voz e poder para fiscalizar as ações do governo, propor alternativas e cobrar transparência e eficiência na gestão municipal. Além disso, podem apresentar projetos de lei coletivos e indicações de obras e serviços que reflitam os interesses da população.

Durante o período da janela eleitoral, os parlamentares tiveram a oportunidade de trocar de siglas partidárias sem que isso resultasse na perda de seus mandatos. Um total de 13 vereadores optou por fazer essa movimentação, buscando alinhamentos políticos que melhor atendam aos seus interesses e aos interesses de seus eleitores.

Entre as mudanças partidárias, destacam-se algumas movimentações importantes:

  • Adriano Stein: do PP para o PL;
  • Eurico Queiroz Filho: do Republicanos para o União Brasil;
  • Sobrinho: do MDB para o PDT;
  • Hipólito dos Passos de Deus: do MDB para o PRD;
  • Missionária Ivete Ricardi: do Avante para o Republicanos;
  • Beza: do Avante para o PSB;
  • João Felipe: do União Brasil para o PCdoB;
  • Otoniel Teixeira: do PSD para o União Brasil;
  • Rodrigo do Mucambo: do União Brasil para o MDB;
  • Dr. Sileno: do PSD para o PL;
  • Valdimiro José dos Santos Filho: do Podemos para o PDT; e
  • Yure Ramon da Silva Cunha: do MDB para o PRD.

Alguns vereadores optaram por permanecer nos mesmos partidos, mantendo sua linha política:

  • Alcione Rodrigues: União Brasil;
  • Ben-Hir Aires de Santana: PSD;
  • Carmélia da Mata: PP;
  • Dra. Graça: Solidariedade;
  • Rider Castro: União Brasil;
  • Irmã Silma: Republicanos.

Essas mudanças e permanências refletem as estratégias políticas adotadas pelos vereadores em busca de maior alinhamento ideológico, apoio político e melhores condições para exercerem seus mandatos e conquistarem uma reeleição. No entanto, as negociações tanto do governo de Barreiras quanto das oposições ainda não se encerraram. Muita coisa ainda pode acontecer até o dia das eleições e mesmo antes, no período em que começarem as convenções partidárias, com impugnações, contestações e o protagonismo dos “famosos tapetões”, quando caciques políticos de instâncias partidárias superiores possam intervir em atendimento a interesses políticos supostamente maiores.

Uma outra questão que deve ser posta aqui, é que mesmo que determinados candidatos a reeleição de vereador estejam filiados a determinadas agremiações partidárias, isso não os impede de que sua atuação nos bastidores não seja contrária aos interesses políticos e eleitorais do grupo que atualmente comanda a cidade. A dinâmica política na Câmara Municipal de Barreiras seguirá em evolução, com novas articulações e debates acalorados, ou mesmo de bastidores.

Fazem parte da base de sustentação política do governo municipal até o momento, os partidos:

União Brasil, PL, PDT, PRD, Republicanos.

Entre as oposições, próximas ou alinhadas ao governo do estado, estão: PSD, PSB, PCdoB, Solidariedade, isso sem acrescentar os partidos que não dispõem de assento no parlamento, como é o caso do PV, PT e Avante.

No cenário da eleição majoritária em Barreiras, desenha-se neste momento, a possibilidade de cinco candidaturas, Otoniel Teixeira (União), Tito (PT), Emerson Cardoso (Avante), Danilo Henrique (PP) e Karlúcia Macêdo (MDB).

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Vereadores de Ribeirão Pires rumam para o PL enquanto rumores cercam possível mudança de Rato Teixeira para o MDB

O Partido Liberal será a maior força no legislativo local, ocupando 06 das 17 cadeiras consolidando uma expressiva representação de 35%

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – À medida que as eleições se aproximam, o cenário político de Ribeirão Pires se agita. Os bastidores estão movimentados, com os atores políticos buscando solidificar suas posições antes da janela eleitoral que se abrirá em abril de 2024. A Câmara Municipal emerge como o epicentro dessas atividades políticas, com três vereadores notáveis – Lau Almeida (PSDB), Leandro Tetinha (PTB) e Valdir Nunes (Podemos) – aceitando o convite feito pelo influente líder local do Partido Liberal (PL), Nonô Nardeli.

Da esquerda para a direita: Lau Almeida, Valdir Nunes, Nonô Nardeli e Leandro Tetinha

Esses vereadores estão garantindo seus futuros políticos por meio de um acordo estratégico que os alinha com o Partido Liberal. O peso dessa mudança é enfatizado pelos números que respaldam esses legisladores. Nas eleições de 2020, Leandro Tetinha obteve 1.506 votos (2,48%), Lau Almeida conquistou 1.217 votos (2,00%) e Valdir Nunes angariou 1.057 votos (1,74%). Com a confirmação dessas três adesões, o Partido Liberal se estabelece como a maior força no legislativo local, ocupando 06 das 17 cadeiras disponíveis e consolidando uma expressiva representação de 35%. Atualmente, a bancada do PL é composta pelos vereadores, Sargento Alan, Paulo César (PC) e Léo Biazi.

Rato Teixeira: afirma estar focado no mandato de vereador

Entretanto, a dinâmica política não se limita a um único partido. Nos círculos políticos da cidade, há rumores intrigantes. Desde 14 de agosto, o ex-prefeito Kiko Teixeira assumiu a liderança da Comissão Provisória do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Ribeirão Pires. Sugestões cada vez mais contundentes indicam que Rato Teixeira, o vereador mais votado nas eleições de 2020, com 1.586 votos, está sendo sondado para integrar o MDB.

MDB RP 17082023

No entanto, em resposta a essas especulações, Rato Teixeira, quando abordado pelo Repórter ABC durante a Sessão Legislativa desta quinta-feira (17), manteve uma postura tranquila e respostas objetivas. Ele deixou claro que, até o momento, não recebeu convite algum do MDB. De maneira enfática, reafirmou seu compromisso em focar no cumprimento do mandato para o qual foi eleito. Quanto à possibilidade de mudar de partido, Rato Teixeira indicou que essa decisão pode ou não se concretizar até a janela eleitoral, um marco que tradicionalmente se repete em abril a cada ano eleitoral.

Em meio a esse panorama, surge outra informação relevante vinda dos bastidores. A vereadora Amanda Nabeshima (PTB), uma defensora dos direitos dos animais, também está sendo sondada pelo PL Municipal. Nas eleições municipais de 2020, Amanda Nabeshima conquistou 1.135 votos (1,87%). Essa peça adicional no tabuleiro político apenas contribui para os ajustes em constante evolução na cidade de Ribeirão Pires.

Eleições 2024: Redução no Número de Candidatos a Vereador Apresenta Desafios para Partidos e Candidatos

Uma mudança aparentemente sutil, mas de grande impacto nos bastidores, está prestes a redefinir o cenário das eleições municipais em 2024. A medida, que já esteve em vigor nas eleições gerais de 2022, chegará agora às disputas locais, gerando um novo conjunto de desafios para partidos e candidatos. Diferentemente de pleitos anteriores, nos quais os partidos podiam apresentar uma lista de candidatos correspondente ao total de vagas na Câmara de Vereadores, mais metade (150%), a regra foi reajustada. Cada partido ou federação terá como limite o número total de cadeiras, mais um (100% mais um).

Tomando como exemplo Ribeirão Pires, onde a Câmara é composta por 17 vereadores, cada partido agora pode inscrever, no máximo, 18 candidatos, uma redução significativa comparada aos 27 que eram permitidos até 2020.

Essa alteração, proveniente da lei 14.211/21, pretende impulsionar uma seleção mais criteriosa dos candidatos. Porém, traz consigo algumas consequências imprevistas, como a possibilidade de políticos de partidos maiores, excluídos pela nova régua de corte, migrarem para siglas menores. Além disso, há o temor de que a redução possa desestimular o surgimento de novas lideranças políticas.

“Essa mudança não é positiva em minha opinião. Para atrair jovens, mulheres e novos líderes, a manutenção do critério de 150% seria mais vantajosa. Quanto mais pessoas forem protagonistas, como candidatos, melhor”, argumentou um dirigente partidário entrevistado pelo Repórter ABC.

Essa nova regra também se aplica a federações formadas para as eleições de 2020, que, por quatro anos, atuarão como um único partido, conforme estabelece a lei. Isso significa que a lista final de candidatos a vereador será uma lista unificada, contendo nomes de todas as siglas que compõem uma federação.

Com essa mudança, surge um novo desafio para os partidos: realizar um levantamento das capacidades eleitorais de seus membros.

Impactos nas Eleições Majoritárias

Outro aspecto crucial é o papel dos candidatos às vagas proporcionais no apoio às campanhas majoritárias. Com listas menores de candidatos, a alteração também terá impacto nas campanhas para prefeito e vice-prefeito. A eleição proporcional depende dos votos na legenda. Mesmo os candidatos com poucos votos contribuem para a tomada de decisão do partido nas eleições.

Com a redução, há uma concentração maior de opções disponíveis. Os efeitos são altamente dinâmicos e, embora não possamos prever todos eles, a tendência é que a oferta seja reduzida, concentrando esforços nas candidaturas mais expressivas.

Essa concentração também pode fomentar migrações durante a janela partidária. Com o foco nas principais candidaturas, não será surpresa ver políticos mudando de partido para concorrer como vereadores e, mais ainda, reforçar as campanhas dos candidatos a prefeito por meio de coligações. Para alguns, no entanto, essa mudança está interligada à ideia de diminuir o número de partidos, um processo que teve início com o fim das coligações proporcionais, já aplicado nas últimas eleições municipais.