Vereadoras de Barreiras buscam apoio em Brasília para ações de direitos humanos na cidade

Em visita ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, comitiva feminina trata de demandas recebidas em audiências públicas e nas ruas do município

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Quatro vereadoras de Barreiras estiveram em Brasília nesta semana para buscar apoio institucional e recursos para políticas públicas de cidadania e direitos humanos no município. A agenda foi realizada no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, com base em demandas apresentadas por moradores durante audiências públicas, visitas aos bairros e atendimentos nos gabinetes.

A comitiva foi articulada pela vereadora Carmélia da Mata (PP) e conta com a participação das parlamentares Delma Pedra (PSD), Silma (Republicanos) Alves e Beza (PSB). Em vídeos divulgados nas redes sociais, elas explicaram o objetivo da viagem e destacaram a importância de fortalecer o diálogo com o Governo Federal.

“Viemos ao Ministério dos Direitos Humanos para tratar de pautas importantes que dizem respeito à nossa cidade. Essa agenda foi organizada pela vereadora Carmélia, e estamos aqui unidas para buscar soluções concretas. Queremos contribuir ainda mais com Barreiras”, disse Delma Pedra.

Carmélia da Mata reforçou o propósito da comitiva.

“Estamos aqui por Barreiras, pelas mulheres e por todas as pessoas que precisam de políticas públicas efetivas. Viemos com força, com união, e com o compromisso de levar resultados para nossa cidade.”

Silma Alves agradeceu a colega pela mobilização.

“Foi uma agenda muito importante. Agradeço à vereadora Carmélia por ter feito esse movimento. Trouxemos temas que podem transformar a vida do nosso povo, e queremos respostas que beneficiem diretamente os cidadãos de Barreiras.”

A vereadora Beza completou destacando a união do grupo.

“Essa viagem foi muito significativa. Agradeço às colegas por essa parceria. Estamos confiantes de que voltaremos com boas notícias e possibilidades reais de melhorias para Barreiras.”

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania é responsável pela formulação e articulação de políticas voltadas à proteção de grupos historicamente vulnerabilizados, como mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência, população negra e LGBT+. Também atua na promoção da igualdade racial e da cidadania e na coordenação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH).

A visita das vereadoras reafirma o papel do Legislativo municipal na escuta ativa das comunidades e na articulação junto às esferas federais, em busca de políticas públicas que respondam às necessidades reais da população.

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“Forças poderosas querem silenciar Adélio”, denuncia defesa do autor da facada em Bolsonaro

Advogados da família de Adélio Bispo questionam sigilo do caso, tratamento desumano e omissão de direitos humanos, seis anos após o atentado; Defesa levanta dúvidas sobre a segurança de Bolsonaro no dia do ataque

Caso de Política com 247 Brasil – Seis anos após o atentado contra Jair Bolsonaro, a defesa da família de Adélio Bispo, autor da facada, lança novas luzes sobre o caso, denunciando irregularidades no processo, no tratamento dispensado ao réu e, principalmente, um suposto esforço para silenciar Adélio. Em entrevista exclusiva ao 247, os advogados Edna Teixeira e Alfredo Marques questionaram a condução das investigações, a manutenção do segredo de justiça e a ausência de garantias básicas de direitos humanos para Adélio, que permanece confinado em um presídio de segurança máxima, sem acesso a familiares ou a tratamento médico adequado.

Para a defesa, a manutenção do segredo de justiça, mesmo após seis anos, é um dos pontos mais obscuros do caso.

“Nada justifica mais a permanência desse sigilo. O que está sendo escondido? O que não querem que o Brasil saiba?”, indagou Alfredo Marques, alimentando as teorias de que o atentado pode ter envolvido outras pessoas ou motivações não reveladas.

Outro ponto levantado pelos advogados diz respeito à segurança de Bolsonaro no dia do atentado. A defesa questiona a atuação da Polícia Federal e aponta que parte da escolta era composta por ex-policiais e voluntários sem treinamento adequado.

“Como pode um candidato à Presidência da República ter sua segurança confiada ao submundo militar? Nada funcionou. E os responsáveis pela segurança, em vez de punidos, foram promovidos”, criticou Marques.

A defesa também questiona o fato de Bolsonaro não estar usando colete à prova de balas no dia do ataque, algo que fazia regularmente.

“Se ele estivesse de colete, toda a possível farsa cairia por terra”, disse Teixeira.

Considerado inimputável pela Justiça devido a transtornos mentais, Adélio Bispo deveria estar recebendo tratamento psiquiátrico, mas, segundo a defesa, encontra-se em condições desumanas.

“Já são seis anos que Adélio não tem acesso a ninguém. Trancafiado em uma cela minúscula, sem medicação, sem acompanhamento clínico, sem banho de sol e sem contato com a família”, denunciou Marques.

A defesa também critica a omissão do Ministério dos Direitos Humanos, que não teria respondido a um pedido formal para avaliar as condições de Adélio.

A irmã de Adélio, Maria das Graças, tem enfrentado dificuldades para obter a curatela do irmão.

“Ela é a única familiar próxima que tenta garantir seus direitos. No entanto, a Justiça entregou a curatela para um defensor público, ignorando o direito da irmã de cuidar dele. A Maria das Graças só quer saber do irmão, mas o sistema insiste em isolá-lo”, disse Edna Teixeira.

Apesar das dificuldades, a defesa da família de Adélio Bispo afirma que continuará lutando para que ele tenha garantidos seus direitos básicos e para que as contradições do caso sejam esclarecidas.

“A verdade precisa vir à tona”, concluiu Marques.

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