Vereador João Felipe questiona prioridades do Carnaval 2025 em Barreiras e critica gastos do prefeito

O vereador usou suas redes sociais para contestar os gastos da Prefeitura de Barreiras com atrações do Carnaval 2025, enquanto blocos culturais tradicionais enfrentam descaso. Durante reunião com representantes dos blocos, compromissos do governo estadual foram assumidos, mas a postura da gestão municipal foi amplamente criticada

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na manhã deste sábado (22), durante uma reunião na Câmara de Vereadores de Barreiras, o vereador João Felipe (PCdoB) fez duras críticas ao prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil) sobre os investimentos públicos para o Carnaval 2025. O edil questionou a destinação de recursos para atrações sertanejas e grandes nomes do axé, em detrimento do apoio aos blocos carnavalescos tradicionais da cidade, que, segundo ele, têm sido negligenciados pela gestão municipal.

A publicação do vereador nas redes sociais trouxe à tona os valores que serão gastos pela Prefeitura de Barreiras com o evento, destacando os R$ 3,265 milhões para atrações como Maiara e Maraisa (R$ 704 mil), Chiclete com Banana (R$ 420 mil) e Diego e Victor Hugo (R$ 350 mil), entre outros. Além disso, outros R$ 2,642 milhões estão destinados à contratação de trios elétricos, somando R$ 5,907 milhões no total. Para João Felipe, a situação demonstra um descompasso com as necessidades culturais da cidade.

Enquanto o prefeito de Barreiras torra R$ 704 mil em uma única atração sertaneja para o Carnaval, os blocos do Carnaval Cultural são ignorados e desprezados. Ele se recusa a sentar, ouvir e apoiar quem faz a verdadeira festa popular. Dinheiro tem, o que falta é compromisso com a cultura da nossa gente! Otoniel vacilão!”, disparou o vereador.

Durante a reunião, representantes dos blocos carnavalescos apresentaram suas queixas, e o governo do Estado da Bahia se comprometeu a apoiar as demandas materiais e financeiras para os desfiles. No entanto, a crítica de João Felipe recaiu sobre a falta de ação da administração municipal, que, segundo ele, privilegia grandes atrações enquanto ignora as manifestações culturais locais.

A postura do prefeito Otoniel Teixeira, que já enfrenta outros questionamentos sobre a gestão pública em Barreiras, continua sendo alvo de debates. Para muitos, a alocação de recursos para o Carnaval em detrimento do apoio à cultura local reflete uma visão de administração que privilegia o entretenimento em massa em vez de fortalecer as tradições culturais da cidade.

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Blocos tradicionais de Barreiras reclamam de falta de apoio e apadrinhamento e abrem crise as vésperas da festa de Momo

Desamparo e insatisfação marcam os bastidores do “Barreiras Folia”, com acusações de favoritismo na distribuição de recursos e a ausência de apoio efetivo à cultura local.

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A grande expectativa em torno do “Barreiras Folia 2025”, um dos maiores eventos da cidade, está sendo ofuscada por uma onda de insatisfação entre os organizadores de blocos carnavalescos locais. Enquanto a Prefeitura investe milhões no evento, o apoio a esses grupos tradicionais parece ser cada vez mais escasso. A falta de contrapartidas efetivas e o que muitos classificam como apadrinhamento de blocos mais favorecidos geram críticas pesadas e um clima de desmotivação generalizada.

De um lado, a Prefeitura de Barreiras, sob a gestão do prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), gasta cifras milionárias com atrações e estrutura para o carnaval, mas, de acordo com diretores de blocos, o retorno para a cultura local tem sido irrisório. Entre as queixas, uma se destaca: a falta de comunicação e suporte por parte dos responsáveis, como o presidente da Associação dos Blocos de Barreiras, Ismael, e o secretário de Cultura, Gula, que, segundo os organizadores, têm sido omissos diante da necessidade de apoio.

“Não recebemos nenhum feedback sobre as contrapartidas que a Prefeitura poderia oferecer aos blocos, e isso nos leva a desistir de participar. Muitos de nós não podem mais arcar com os custos do carnaval”, disse um dos diretores de bloco. “É desmotivador. Enquanto milhões são investidos em atrações grandes, nós, que fazemos o carnaval com tanta paixão, ficamos à mercê da falta de apoio.”

Blocos tradicionais como “Quim Bahia”, “Príncipe e Princesas”, “Tio Emílio” e “Pirulito”, entre outros, lutam para manter a tradição do carnaval de rua, mas a falta de recursos tem sido um obstáculo.

“Nós fazemos o carnaval acontecer há anos com muito esforço e com recursos próprios. Mas esse ano, sem apoio, fica difícil manter a chama acesa”, desabafou outro diretor.

As críticas não se limitam ao simples descaso financeiro, mas também à ausência de diálogo entre os representantes dos blocos e os responsáveis pela gestão do evento.

“Fui até a Secretaria de Cultura tentar conversar, mas não consegui nem falar com o secretário. Fui até duas vezes na Prefeitura e nada. Isso é uma falta de respeito”, afirmou um dos organizadores, visivelmente frustrado.

Os diretores de blocos também apontam que a gestão do carnaval tem sido marcada pelo favoritismo e apadrinhamento de grupos com vínculos estreitos com a administração municipal, o que tem gerado um desequilíbrio na distribuição de recursos.

“Não podemos pagar o preço por brigas internas da gestão”, reclamou um deles, mencionando a recente troca de farpas entre o presidente da associação e o secretário de Cultura.

Em meio a essa crise de apoio à cultura local, a pergunta que paira na cidade é: qual será o legado do “Barreiras Folia 2025”? Para os blocos e seus organizadores, o que deveria ser uma festa de todos está se tornando um evento de poucos, deixando de lado aqueles que sempre fizeram do carnaval de rua uma tradição vibrante e inclusiva.

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Ao menos R$ 5,4 milhões na avenida: Carnaval de Barreiras vai custar mais que nova ponte e ignora apelo da saúde

Gastos milionários com o “Barreiras Folia” contrastam com a crise nos serviços públicos e o desamparo de servidores demitidos, acendendo o debate sobre prioridades na gestão municipal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Barreiras, localizada no oeste da Bahia, vive uma dicotomia que gera crescente desconforto entre os moradores da cidade. Enquanto o “Barreiras Folia 2025” promete movimentar as ruas com atrações de peso, como Olodum, Diego e Victor Hugo, e Tayrone, o valor de R$ 5.436.500,00 destinado à festa gera inquietação. O montante, que supera o orçamento para a construção de uma nova ponte sobre o Rio Grande, se soma à falta de soluções para problemas estruturais e sociais que afligem a população.

De acordo com o detalhamento do investimento, 11 atrações foram confirmadas para o evento, com destaque para o valor dispendido na contratação de artistas e na locação de trios elétricos e minitrios, que representam quase metade do orçamento total. Esses gastos chamam atenção diante de uma realidade em que a cidade enfrenta uma grave crise nos serviços públicos. Em postos de saúde, a falta de medicamentos é uma constante, e os atendimentos médicos se tornam cada vez mais escassos, enquanto a população se vê sem alternativas.

O contraste entre o glamour do carnaval e as dificuldades cotidianas é nítido. Servidores contratados, que haviam sido demitidos nos últimos meses, continuam lutando na justiça para garantir seus direitos trabalhistas. A alegada falta de recursos para pagar esses direitos soa como um contraste absurdo diante do investimento multimilionário na festa.

A distribuição dos gastos revela ainda a disparidade entre o que é investido em diversão e o que se destina ao atendimento básico da população. A locação de trios elétricos e minitrios, elementos fundamentais para a realização do evento, consome R$ 2.642.500,00. Esse montante, que garante a animação nas ruas, escancara a negligência com a cultura local e o descontentamento dos donos de blocos carnavalescos, que se sentem marginalizados e desvalorizados pela gestão municipal. Em um desabafo que ecoou nas redes sociais, líderes de blocos acusaram a prefeitura de “apadrinhamento” e falta de transparência na distribuição dos recursos, alegando que, enquanto milhões são investidos em atrações de renome, os grupos locais lutam para garantir o mínimo necessário para colocar seus blocos na avenida. A falta de comunicação e o descaso com as demandas dos blocos menores geram um clima de revolta e questionamentos sobre as prioridades da administração, que parece priorizar o brilho da festa em detrimento do apoio à cultura local e ao desenvolvimento dos artistas da cidade.

A lista de atrações confirmadas inclui:

  • Swing do Leva: Banda baiana conhecida pelo ritmo contagiante e letras que celebram a cultura local. (R$ 100.000,00)

  • Patchanka: Grupo que mistura ritmos africanos com elementos da música pop, prometendo agitar o público. (R$ 220.000,00)

  • Diego e Victor Hugo: Dupla sertaneja em ascensão, com sucessos românticos e hits dançantes. (R$ 350.000,00)

  • Olodum: Grupo percussivo símbolo da Bahia, conhecido por sua batida inconfundível e engajamento social. (R$ 250.000,00)

  • Di Propósito: Grupo de pagode que conquista o público com letras irreverentes e melodias envolventes. (R$ 250.000,00)

  • DJ Jiraya Uai: DJ e influenciador digital que mistura funk, eletrônico e outros ritmos em sets explosivos. (R$ 220.000,00)

  • Tayrone: Cantor de arrocha conhecido por suas letras românticas e sofridas, que embalam os corações apaixonados. (R$ 300.000,00)

  • Oz Bambaz: Banda de pagode baiano que agita o público com sucessos que celebram a alegria e a irreverência. (R$ 150.000,00)

  • Hungria Hip Hop: Rapper que mistura rimas afiadas com batidas envolventes, abordando temas como amor, superação e realidade social. (R$ 250.000,00)

  • Locação de Trios Elétricos e Minitrio: Essenciais para o carnaval, os trios elétricos e minitrios levam a música e a animação para as ruas da cidade. (R$ 2.642.500,00)

Esses valores, somados, não incluem outros gastos como segurança, infraestrutura e alimentação das equipes, elevando ainda mais o custo total da festa.

Enquanto a folia se aproxima, a população de Barreiras se sente cada vez mais desamparada. A falta de medicamentos nos postos de saúde impede o tratamento de doenças, enquanto servidores demitidos lutam para receber seus direitos trabalhistas. A combinação de crise na saúde, desemprego e priorização do carnaval gera um clima de incerteza e revolta na cidade.

A pergunta que fica é: qual será o legado do “Barreiras Folia 2025”? Apenas alegria que se finda na 4ª feira de cinzas ou um rastro de dívidas e problemas para a população?

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Carmélia da Mata denuncia falta de pagamento a vigilantes e porteiros em Barreiras

Vereadora cobra prefeito sobre rescisões e critica tratamento dado aos trabalhadores

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora de Barreiras, Carmélia da Mata (PP), usou suas redes sociais no início da tarde desta quinta-feira (20) para denunciar a falta de pagamento das rescisões de vigilantes e porteiros que prestaram serviço para a Prefeitura. Em tom de surpresa e indignação, a parlamentar relatou que tomou conhecimento da situação através de um munícipe que a abordou na rua.

A questão não é apenas de inadimplência, mas do que a vereadora classificou como uma tentativa de justificar o não pagamento. Segundo Carmélia, os trabalhadores foram mantidos em atividade durante o mês de dezembro, mesmo após o fim do vínculo contratual, e a gestão municipal teria alegado que o período trabalhado foi uma forma de compensar as rescisões devidas. A parlamentar rejeitou essa justificativa, afirmando que a prática é injusta e, possivelmente, ilegal.

Eu fui comprar a ração dos meus cachorros e fui abordada por um ex-vigilante da Prefeitura, que me relatou que não recebeu sua rescisão. Quando questionei, ele afirmou que o prefeito divulgou nas redes sociais que os pagamentos foram feitos, mas a realidade é outra”, declarou a vereadora.

Para Carmélia, a situação evidencia um desrespeito com os servidores que dedicaram anos ao serviço público municipal e que, agora, sofrem com a incerteza financeira. Ela destacou que essas são categorias menos favorecidas, que dependem diretamente do pagamento correto dos direitos trabalhistas.

Eles deixaram os vigilantes e porteiros trabalhando em dezembro e, agora, dizem que isso foi o pagamento da rescisão? Isso não é justo. O Ministério do Trabalho deveria intervir. Prefeito Otoniel, essas pessoas são humildes, precisam desse dinheiro. A rescisão é um direito. Honre esse compromisso”, cobrou a vereadora.

A falta de pagamento a servidores terceirizados tem sido uma queixa recorrente em Barreiras, e a cobrança de Carmélia da Mata amplia a pressão sobre a Prefeitura para que dê uma resposta concreta aos trabalhadores afetados.

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Prefeitura de Barreiras contrata trio elétrico por quase R$ 2,7 milhões para o Carnaval

Contrato foi firmado com a empresa VBB Intermediação e Agenciamento de Serviços Ltda, que, além de produção musical, atua na gestão e tratamento de resíduos e esgoto. O investimento acontece em meio a um cenário de alta dívida pública municipal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Prefeitura de Barreiras homologou a contratação da empresa VBB Intermediação e Agenciamento de Serviços Ltda para a locação de trios elétricos e minitrios para o Carnaval do município. O contrato, firmado por meio do Pregão Eletrônico nº 001/2025, tem valor total de R$ 2.642.500,00. O documento foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (20).

Do montante, R$ 2.537.500,00 correspondem à locação de trios elétricos, enquanto R$ 105.000,00 foram destinados aos minitrios. A empresa vencedora da licitação tem sede na Rua Gênesis, nº 110A, Caetité, e atua em diferentes segmentos além da produção musical. Entre suas atividades, constam gestão de redes de esgoto, coleta e tratamento de resíduos perigosos e não perigosos.

A contratação acontece em um momento de alerta quanto ao endividamento da administração municipal. Recentemente, a dívida pública de Barreiras chega próximo da marca de R$ 1 bilhão devido a sucessivos empréstimos contraídos em instituições financeiras para investimentos, a exemplo da construção do Hospital Municipal que hoje está em processo de privatização. O alto custo do Carnaval, em um contexto de contas pressionadas e mau atendimento no sistema de saúde municipal, deve ampliar o debate sobre as prioridades da gestão.

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Hospital Municipal de Barreiras: dívidas bilionárias, incertezas e o risco de um legado problemático

Com investimentos já ultrapassando R$ 40 milhões e financiados por empréstimos que elevaram a dívida pública municipal que pode chegar a R$ 1 bilhão, a PPP do Hospital Municipal de Barreiras levanta dúvidas sobre sua viabilidade e impacto financeiro a longo prazo. A alternativa da federalização da unidade ganha força diante dos desafios enfrentados

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Prefeitura de Barreiras divulgou um vídeo publicitário sobre as obras do Hospital Municipal, destacando a presença da Secretaria de Saúde e dois vereadores como protagonistas. A construção, iniciada em 22 de julho de 2022, já consumiu mais de R$ 40 milhões e, segundo a gestão municipal, está com 60% dos serviços concluídos. Herdada pelo prefeito Otoniel Teixeira do ex-prefeito Zito Barbosa, a obra corre o risco de se tornar um grande “elefante branco”.

A iniciativa está inserida em uma Parceria Público-Privada (PPP), modelo que transfere à iniciativa privada a gestão e a execução de serviços públicos. Prevista para durar 35 anos, essa concessão promete um investimento superior a R$ 2 bilhões ao longo do período. O hospital promete oferecer atendimentos de urgência, além de internação em diversas especialidades, leitos de UTI e serviços ambulatoriais. Entretanto, documentos oficiais apontam a possibilidade de cobrar da população por determinados atendimentos, algo que pode comprometer a gratuidade do serviço público de saúde.

Durante a gestão passada, a Câmara de Vereadores aprovou a PPP por meio do Projeto de Lei 020/2024, encaminhado pelo ex-prefeito Zito Barbosa. O modelo foi defendido como solução inovadora, mas críticos apontam que o compromisso financeiro da cidade pode se tornar insustentável. A prefeitura tem recorrido a empréstimos bancários para financiar as obras, elevando a dívida municipal para quase R$ 1 bilhão.

Otoniel Teixiera e Túlio Viana na bolsa de Valores de são Paulo

Em meio a essas questões, o prefeito Otoniel Teixeira e seu vice, Túlio Viana, apresentaram recentemente o projeto na Bolsa de Valores de São Paulo, buscando atrair investidores para viabilizar a PPP. Contudo, especialistas alertam que nenhum investidor aplica recursos sem expectativa de retorno financeiro, o que pode representar riscos para a população. Além disso, a prefeitura concedeu isenção de ISS ao parceiro privado, o que reduz a arrecadação municipal.

Atualmente, a previsão orçamentária somente para a saúde em 2025 é de R$ 242.667.997,60. Apesar dos consideráveis recursos, moradores seguem enfrentando dificuldades, como falta de medicamentos, escassez de servidores, longas filas e demora no agendamento de exames básicos. Vale lembrar que a responsabilidade constitucional dos municípios é com a atenção básica, o que torna o comprometimento de recursos para um hospital de grande porte ainda mais controverso.

Diante do cenário, uma alternativa viável seria a federalização da unidade, transformando-a em hospital universitário vinculado à Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). Essa solução garantiria financiamento federal, aliviaria os cofres municipais e fortaleceria o ensino e a pesquisa na região. Contudo, o prefeito Otoniel Teixeira segue comprometido com a proposta política assumida com o ex-prefeito e com a entrega da unidade ainda em 2025. Caso insista na PPP, pode enfrentar graves desafios financeiros e políticos. O projeto, defendido como solução moderna, pode acabar se revelando um pesado fardo para Barreiras.

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Vereadora Drª Graça Melo cobra posto de saúde para Ribeirão e continuidade de obras em Barreiras

Durante sessão na Câmara, parlamentar destacou necessidade de unidade de saúde no Ribeirão, conclusão do asfalto no Riachinho e instalação de semáforo na avenida José Bonifácio

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora Drª Graça Melo fez um rápido pronunciamento na sessão da Câmara de Barreiras na noite desta terça-feira (19), agradecendo a aprovação de suas indicações e cobrando melhorias para diferentes regiões do município. Entre os principais pontos, a parlamentar destacou a urgência de um posto de saúde para a comunidade do Ribeirão, que enfrenta dificuldades no acesso a atendimento médico.

Segundo Graça Melo, atualmente os moradores do Ribeirão precisam se deslocar até a unidade Albert Sabin, ao lado do cemitério velho da cidade, onde há apenas um médico disponível para atender a demanda.

“Sabemos que aquela população do Ribeirão precisa muito. Temos lá o posto da Boa Sorte, mas ele não consegue atender as pessoas do Ribeirão. Então, essa população está desassistida”, afirmou.

Além da área da saúde, a vereadora reforçou a necessidade da conclusão do asfaltamento do bairro Riachinho, destacando que as obras iniciadas ainda não foram finalizadas. Ela pediu a atenção do prefeito Otoniel Teixeira para a comunidade, mencionando a expressiva votação que ele recebeu na região.

Outra reivindicação da parlamentar foi a instalação de um semáforo na avenida José Bonifácio, próximo à entrada do Brasil, onde o fluxo intenso de veículos tem gerado dificuldades para motoristas e pedestres.

“Precisamos realmente de um semáforo ali para ajudar aquele trânsito e melhorar aquele movimento”, declarou.

As demandas apresentadas pela vereadora ressaltam desafios estruturais de Barreiras e a necessidade de investimentos para atender melhor a população.

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Dicíola Baqueiro cobra estrutura para assistência social e elogia iniciativa do Executivo para autistas

Parlamentar elogia iniciativa do Executivo, mas cobra melhores condições para cuidadores e infraestrutura para assistência social

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Durante a sessão legislativa da noite desta terça-feira (18), a vereadora Diciola Baqueiro demonstrou independência ao abordar temas sensíveis da assistência social e educação inclusiva. Em sua fala, reconheceu avanços promovidos pelo prefeito Otoniel Teixeira, mas não deixou de pontuar críticas e sugestões para o aprimoramento das políticas públicas.

O destaque inicial foi o Decreto nº 28, de 17 de fevereiro de 2025, assinado pelo chefe do Executivo municipal. A medida estabelece seleção pública simplificada para a contratação de uma equipe multidisciplinar voltada ao atendimento de pessoas com transtorno do espectro autista. A vereadora celebrou a iniciativa, afirmando que “a sociedade precisa fazer algo pelas mães atípicas, que enfrentam dificuldades para garantir o acesso dos filhos a terapias fundamentais”.

No entanto, Diciola não se limitou aos elogios. Aproveitou a oportunidade para cobrar melhores condições de trabalho e salários dignos aos profissionais que atuarão diretamente com os autistas. Para a parlamentar, a valorização desses trabalhadores é tão essencial quanto a contratação da equipe.

Outro tema abordado foi o programa “Corra pro Abraço”, do Governo do Estado, voltado a pessoas em situação de vulnerabilidade e usuários de drogas. Diciola Baqueiro resgatou sua trajetória como ex-secretária de Assistência Social, relembrando que Barreiras não estava contemplada no projeto e que foi necessária articulação junto ao governo estadual para garantir a inclusão do município. Segundo a vereadora, esse esforço resultou na destinação de R$ 1,6 milhão para iniciativas que buscam mitigar os impactos sociais das drogas na cidade.

A parlamentar, contudo, aproveitou o momento para reforçar cobranças ao prefeito Otoniel Teixeira. Em tom crítico, alertou para a falta de infraestrutura fixa para a assistência social no município. Conforme destacou, os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) frequentemente mudam de endereço a cada nova gestão, o que dificulta o acesso da população vulnerável aos serviços.

Os usuários dessa política precisam de uma referência fixa. É inaceitável que, a cada troca de governo, os CRAS sejam deslocados de um lugar para outro, sem estrutura adequada, sem acessibilidade e sem a segurança necessária”, criticou.

A vereadora revelou que, durante seu período na Secretaria de Assistência Social, elaborou um projeto para a construção de sedes próprias dos CRAS. No entanto, não houve tempo suficiente para executar a proposta antes de sua saída da pasta. Agora, em sua atuação na Câmara, afirmou que pretende lutar para que a ideia saia do papel, seja com recursos municipais ou por meio de emendas parlamentares.

Se for preciso, vou bater de porta em porta para garantir que os CRAS tenham sedes definitivas. Essa política é garantidora de direitos e precisa de estrutura”, concluiu.

Com essa postura, Diciola Baqueiro reforça seu posicionamento como uma vereadora que transita entre apoio e cobrança ao Executivo municipal, buscando consolidar avanços na assistência social e na inclusão educacional.

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Vereador João Felipe propõe isenção de taxas para ambulantes em resposta a aumento de tributos imposto por Otoniel Teixeira

Projeto apresentado pelo edil contraria Decreto Municipal que onera trabalhadores informais e comerciantes em Barreiras

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador João Felipe (PCdoB) protocolou, em 3 de fevereiro de 2025, o Projeto de Lei nº 06/2025, que visa proibir a cobrança de taxas pelo Poder Executivo Municipal aos trabalhadores e vendedores ambulantes em eventos oficiais realizados pelo município de Barreiras. A proposta legislativa surge como um contraponto direto ao Decreto nº 26, assinado pelo prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil), que, às vésperas do Carnaval, impõe um expressivo aumento nas taxas municipais, afetando diretamente feirantes, ambulantes e pequenos comerciantes que pretendem atuar durante os festejos e outros eventos públicos.

A medida do prefeito revoga a tabela de valores anteriormente estabelecida para o Parque de Exposições e amplia significativamente as cobranças pelo uso de espaços públicos, como praças, ruas e centros de eventos, tornando a comercialização nessas áreas um desafio ainda maior para pequenos empreendedores. Entre as principais alterações, está o reajuste nas taxas para instalação de barracas, trailers e quiosques, além da inclusão de cobranças pelo uso de energia elétrica em espaços públicos.

O projeto do vereador João Felipe busca minimizar os impactos desse aumento, garantindo que os trabalhadores informais tenham condições de atuar sem a pressão de tributos que inviabilizam suas atividades.

“Não podemos aceitar que, justamente no momento em que esses trabalhadores mais precisam, a Prefeitura lhes imponha uma carga tributária ainda maior. O Carnaval e outros eventos são oportunidades para que ambulantes e pequenos comerciantes tenham uma fonte de renda digna, e não um pretexto para a Prefeitura aumentar sua arrecadação às custas deles”, argumentou o parlamentar.

A decisão do prefeito gerou forte reação entre os comerciantes locais e a população, que veem a medida como um oportunismo fiscal em meio à grande movimentação econômica gerada pelo Carnaval. O decreto, publicado no dia 14 de fevereiro, passou a valer imediatamente, sem a necessidade de aprovação pela Câmara Municipal, deixando muitos comerciantes sem tempo para se preparar financeiramente para os novos custos.

João Felipe reforça que sua proposta representa uma defesa dos direitos dos trabalhadores informais e pede que a população acompanhe e cobre dos vereadores a aprovação do projeto.

“Estamos falando de pessoas que dependem desses eventos para garantir o sustento de suas famílias. O município deve apoiar esses trabalhadores, não sufocá-los com cobranças desproporcionais”, destacou.

O Projeto de Lei segue agora para análise das comissões temáticas da Câmara e, caso aprovado, será encaminhado para votação em plenário. Resta saber se o Legislativo municipal irá priorizar os interesses da população ou se compactuará com a estratégia do Executivo de ampliar a arrecadação sem levar em conta o impacto social da medida.

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Crise na Saúde de Barreiras: Falta de profissionais, demissões e descaso com unidades de atendimento

População denuncia precariedade no sistema público de saúde, enquanto prefeito reconhece falhas, mas não apresenta soluções concretas

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A saúde pública de Barreiras vive um cenário de caos, com unidades de atendimento em estado precário, demissões arbitrárias de profissionais e falta de investimentos estruturais. Pacientes relatam filas intermináveis, escassez de médicos e funcionários sobrecarregados, enquanto a gestão municipal promete melhorias, mas não apresenta soluções imediatas para os problemas enfrentados pela população.

Em entrevista ao Blog Fala Barreiras, o prefeito Otoniel Teixeira (União Brasil) reconheceu os desafios da saúde municipal, mas limitou-se a destacar a construção do novo Hospital Municipal, previsto para ser inaugurado em 2025 com mais de 150 leitos. Contudo, não apresentou medidas concretas para solucionar a crise atual, como a contratação emergencial de servidores ou a realização de concurso público.

Postos de Saúde operam no limite

A situação é crítica em várias unidades de saúde do município. No posto Emilly Raquel, um morador relatou em um grupo de WhatsApp a precariedade do atendimento:

“Amigo, que descaso! O Emilly Raquel está sem profissionais. A recepcionista entrega remédios, a moça da triagem aplica medicação. Apenas duas funcionárias para fazer vários procedimentos! Muitas pessoas e crianças esperando.”

Os relatos se repetem em outras unidades, com filas longas, falta de insumos e postos que deveriam funcionar até a noite fechando mais cedo por falta de profissionais.

Demitida após denunciar falta de materiais na UPA

O caos na saúde pública de Barreiras não afeta apenas os pacientes, mas também os profissionais. Uma técnica de enfermagem foi sumariamente demitida após denunciar a falta de materiais na UPA da cidade. Segundo o Portal Caso de Política, a profissional foi dispensada sem um processo administrativo transparente, levantando suspeitas de perseguição política.

A justificativa oficial da demissão teria sido uma denúncia de suposto mau atendimento a um acompanhante. No entanto, colegas afirmam que a trabalhadora foi dispensada após relatar a falta de equipamentos básicos, como aparelhos digitais para aferição de pressão. O episódio reforça a fragilidade da gestão pública e o receio de represálias por parte dos servidores que denunciam as deficiências do sistema.

Unidades abandonadas e falta de manutenção

A precariedade da saúde municipal também pode ser vista no abandono das unidades. A vereadora Carmélia da Mata visitou a unidade de saúde Leonídia Aires e denunciou o estado de degradação do local. Em suas redes sociais, publicou um vídeo mostrando o matagal que tomou conta da entrada da unidade, a falta de iluminação e a precariedade da estrutura.

“Como é que a pessoa chega até aqui? O matagal tomou conta! Isso aqui é um retrato do descaso com a saúde pública.”

A vereadora ressaltou que a nova gestão da Secretaria de Saúde herdou problemas graves, mas precisa tomar providências imediatas para evitar um colapso ainda maior.

Enquanto a população sofre, soluções são adiadas

Diante da crescente insatisfação popular, o prefeito Otoniel Teixeira reafirmou que o novo Hospital Municipal será a solução definitiva para desafogar o sistema de saúde. No entanto, moradores questionam como a população conseguirá esperar por mais tempo sem atendimento digno.

A falta de medidas emergenciais para resolver a crise no presente gera indignação entre os barreirenses, que seguem enfrentando dificuldades para obter atendimento médico básico. Enquanto isso, a sobrecarga de trabalho dos profissionais e a falta de infraestrutura adequada reforçam a necessidade de investimentos urgentes na rede pública de saúde do município.

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