Policiamento reforçado é pedido pelo vereador Sargento Alan para combater aumento nos índices criminais

Boletins de Ocorrência são fundamentais para atualização das estratégias de combate ao crime

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – O vereador Sargento Alan protagonizou uma importante intervenção durante a sessão legislativa desta quinta-feira (25), ao apresentar uma série de requerimentos e indicações com o intuito de solicitar um reforço significativo no policiamento de diversos bairros da cidade.

Durante seu discurso, o parlamentar ressaltou a necessidade premente de os cidadãos registrarem Boletins de Ocorrência nas delegacias, como forma de fornecer subsídios mais robustos às forças de segurança, a fim de aprimorarem suas estratégias de combate ao crime.

Em um episódio recente ocorrido nas redes sociais, o vereador compartilhou a experiência de uma pessoa que o procurou para relatar um roubo de celular no centro da cidade. Surpreendentemente, o post recebeu mais de 400 curtidas, demonstrando a ampla repercussão do incidente. No entanto, ao investigar a origem da informação, não foi possível localizar a pessoa afetada nem o bem roubado. Diante disso, Sargento Alan enfatizou a importância de compartilhar qualquer informação relevante no Facebook e nos meios de notícias, mas ressaltou a necessidade de registrar os Boletins de Ocorrência online. Caso contrário, não será possível contar com estatísticas criminais precisas e atualizadas. Essa preocupação já foi abordada anteriormente em discussões recentes.

Em vista dessa situação, o vereador solicitou policiamento reforçado, especificamente à Polícia Militar e a ROMU, para garantir uma presença mais efetiva nas áreas afetadas. Ele expressou seus parabéns ao Capitão Jesus e ao Tarcísio, que reconheceram o trabalho dos policiais e conseguiram um aumento de efetivo. Em suas demandas, ele solicitou o envio de viaturas para áreas-chave, como o Centro, Jardim Valentina, Ouro Fino, Quarta Divisão, Caçula, Aliança e Santa Luzia, abrangendo a cidade inteira. Esses pedidos são recorrentes e refletem a vontade de toda a comunidade local.

O vereador Sargento Alan ressaltou ainda a importância de registrar Boletins de Ocorrência, pois, sem eles, fica inviável direcionar o policiamento para os locais mais afetados pelo crime. Por isso, conclamou a população a não deixar impune a atuação dos criminosos, reforçando que, em nossa cidade, não há espaço para os bandidos, pois eles serão combatidos de forma incisiva e implacável.

Acompanhe o vídeo:

Acompanhe abaixo, as solicitações:

ROMU

  1. Indicação N.º 1531/2023 ROMU, Bairro Centro Alto
  2. Indicação N.º 1535/2023 ROMU, Bairro Jardim Valentina
  3. Indicação N.º 1538/2023 ROMU, Bairro Ouro Fino Paulista
  4. Indicação N.º 1539/2023 ROMU, Bairro Quarta Divisão
  5. Indicação N.º 1540/2023 ROMU, Bairro Jardim Caçula
  6. Indicação N.º 1541/2023 ROMU, Bairro Parque Aliança
  7. Indicação N.º 1542/2023 ROMU, Bairro Vila Suissa
  8. Indicação N.º 1543/2023 ROMU, Bairro Vila Nova Suissa
  9. Indicação N.º 1544/2023 ROMU, Bairro Estância Noblesse

Polícia Militar

  1. Requerimento N.º 0471/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Centro Alto
  2. Requerimento N.º 0472/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Jardim Valentina
  3. Requerimento N.º 0473/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Ouro Fino Paulista
  4. Requerimento N.º 0474/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Quarta Divisão
  5. Requerimento N.º 0475/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Jardim Caçula
  6. Requerimento N.º 0476/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Parque Aliança
  7. Requerimento N.º 0479/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Vila Suissa
  8. Requerimento N.º 0480/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Vila Nova Suissa
  9. Requerimento N.º 0481/2023 – Comando da 2ª Companhia do 30º Batalhão da Polícia Militar, Bairro Estância Noblesse

Operação Escola Segura apreende 10 adolescentes por ameaças

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – Uma equipe especial do Ministério da Justiça e Segurança Pública realizou a Operação Escola Segura nesta quarta-feira (19) e apreendeu dez adolescentes por ameaças de ataques a escolas. Além das dez ordens de internação provisória, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e 11 afastamentos de sigilo de dados dos adolescentes envolvidos.

Os jovens apreendidos, com idades entre 11 e 17 anos, são investigados por atos infracionais equiparados a delitos como ameaça, incitação ao crime, apologia ao crime ou criminoso, associação criminosa, além de violação dos artigos 12 e 14 do Estatuto do Desarmamento.

A ação envolveu policiais civis de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Pernambuco e resultou de investigações iniciadas após o ataque à creche Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau (SC), que deixou quatro crianças mortas e cinco feridas por golpes de machadinha. A partir dessas investigações, foram localizados outros indivíduos que estariam fazendo ameaças de ataques similares pelas redes sociais.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, comentou a ação em suas redes sociais, agradecendo às polícias civis que atuaram em rede com o Ministério da Justiça para garantir maior eficácia nas ações preventivas e repressivas.

A Operação Escola Segura trabalha de forma integrada, com 51 chefes de delegacias de investigação e 89 chefes de agências de inteligência de Segurança Pública (polícias Civil e Militar).

O canal Escola Segura, criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com a SaferNet Brasil, recebe denúncias sobre ameaças de ataques, que são mantidas sob sigilo e não identificam o denunciante. Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.

Guto Volpi nomeia primeira mulher para comandar a GCM Ribeirão Pires

Neide Aparecida Rodrigues de Souza assume o cargo após mais de 30 anos de serviços prestados à corporação

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – O prefeito Guto Volpi fez história na tarde desta terça-feira (18) ao empossar Neide Aparecida Rodrigues de Souza, de 52 anos, como a primeira mulher comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Ribeirão Pires. Com mais de três décadas de serviços prestados à corporação, Neide já ocupava o cargo de inspetora desde 2013 e coordenava a equipe Charlie, responsável pela Patrulha Maria da Penha.

A nova comandante também atuou na Ronda Escolar, Ronda Ambiental e em todos os postos da GCM. Neide ainda prestou serviços por dois anos no Sistema Nacional de Armas da Polícia Federal, por meio de convênio da GCM.

“Sempre será uma honra servir à população, pois durante toda minha trajetória na GCM prezei pelo respeito e dedicação em atendê-los em qualquer ocorrência e não será diferente nessa nova etapa”, afirmou a nova comandante em sua posse.

Neide ainda dedicou sua nomeação às mulheres, destacando a importância do papel feminino na segurança pública.

“Esse é um passo importante para abrir caminho para todas as mulheres e dedico essa posse e a nova etapa para elas”, finalizou.

Compreendemos a preocupação com a segurança das mulheres e crianças na cidade e estamos orientando a Comandante Neide a zelar por ela

Em sua fala, o prefeito anunciou ampliará o efetivo da GCM com 20 novos guardas em paridade de gênero:

“Vamos ampliar a corporação com o reforço de vinte novos guardas municipais que serão treinados. Serão 10 mulheres e dez homens”, afirmou.

Segundo ainda o prefeito: “Fazem oito anos que a nossa GCM não recebe fardamento novo e já concluímos a aquição de kit completo e em breve vamos fazer a entrega dos novos uniformes e também vamos oferecer treinamento de pilotagem de moto para aprimorar ainda mais o nosso patrulhamento e segurança nas ruas da cidade”, falou.

Questionado pelo Repórter ABC se o mesmo estaria fazendo alguma orientação especial para a nova comandante, o prefeito disse que além de primar pela segurança nas escolas municipais, a comandante Neide deve fazer trabalho ostensivo contra a violência de mulheres e crianças.

“Compreendemos a preocupação com a segurança das mulheres e crianças na cidade e estamos orientando a Comandante Neide a zelar por ela. Temos o compromisso de proteger esses grupos e já criamos equipes especializadas na GCM para atender casos relacionados à Lei Maria da Penha, a crianças e adolescentes durante esta gestão”, frisou.

Para Guto, a violência contra mulheres, crianças e adolescentes é um problema que precisa ser enfrentado por toda a sociedade.

Além de trabalho ostensivo, é essencial que sejam realizadas campanhas de conscientização e ações educativas para combater a cultura do machismo e da violência de gênero. Devemos nos sensibilizar e denunciar casos de violência contra mulheres e crianças, pois a segurança de todos é responsabilidade de cada um de nós. Por isso, nosso governo está comprometido em trabalhar em conjunto com a sociedade para prevenir e combater a violência de gênero”, declarou o prefeito em resposta a nosso questionamento.

A cerimônia de posse da nova comandante aconteceu na sede da GCM na tarde desta terçaa-feira (18), e contou com a presença de autoridades locais, como o delegado de polícia Roberto Santos, da sargento Letícia, representando o comandante da Polícia Militar da região, secretários municipais e vereadores.

Governo de São Paulo cria sistema para reduzir reincidência criminal

Sistema reunirá informações sobre prisões, antecedentes criminais, processos e procedimentos investigatórios

O governo de São Paulo anunciou a criação do SP Recrim (Sistema de Informações e Prevenção à Reiteração Criminal), com o objetivo de reduzir casos de reincidência criminal. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado em 12 de abril.

Detalhamento da medida

O SP Recrim reunirá informações sobre prisões, antecedentes criminais, processos e procedimentos investigatórios relacionados à pessoa, entre outros dados. Com os dados coletados pelo sistema, a Justiça poderá ser comunicada de forma mais rápida sobre um condenado em regime aberto praticando alguma infração.

Impacto positivo na segurança pública

A Secretaria de Segurança Pública considera a reincidência um grave problema no combate ao crime e acredita que a implementação do SP Recrim impactará positivamente a segurança pública do Estado. Atualmente, 300 mil pessoas condenadas pela Justiça cumprem penas em regimes abertos, sem um monitoramento adequado.

Uso dos dados do SP Recrim

Os dados do SP Recrim farão parte do Sistema Estadual de Coleta de Estatísticas Criminais, que divulga todo mês balanços estatísticos de crimes e atividade policial. Essas informações também darão suporte aos policiais no trabalho operacional, que poderão identificar, durante o regular desempenho de suas atribuições legais e constitucionais, eventuais hipóteses de descumprimento das condições legais e judiciais estabelecidas, por meio de penas ou medidas cautelares processuais.

PMs e GCMs são aplaudidos ao libertarem reféns de roubo a salão de beleza

Equipes fez ação heroica, se esquiva de disparos e consegue deter dois dos envolvidos

Repórter ABC | Luís Carlos Nunes – No sábado (15), a Polícia Militar realizou uma ação heroica ao libertar reféns de um roubo em andamento na Rua Sócrates, no Jardim Marajoara, em São Paulo. De acordo com relatos, três suspeitos entraram em um salão de beleza e fizeram algumas pessoas reféns. A equipe do 22º BPM/M foi rapidamente acionada e interveio prontamente no local.

Dois dos envolvidos foram detidos após confronto com os policiais militares e uma equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Durante a ação, os criminosos chegaram a atirar contra as equipes policiais, que conseguiram se esquivar dos disparos. Uma viatura da PM e outra da GCM foram alvejadas pelos bandidos.

Apesar do confronto, nenhuma das vítimas ou policiais saíram feridos. Infelizmente, um dos suspeitos não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. O terceiro envolvido conseguiu fugir do local. A polícia apreendeu uma pistola e uma das motocicletas utilizadas pelos criminosos.

A ação da Polícia Militar foi aplaudida pelos populares presentes no local, que reconheceram a importância do trabalho das forças de segurança. A ocorrência foi encaminhada para o 98º Distrito Policial (DP), onde será investigada. A rapidez e efetividade da ação da polícia foi crucial para evitar possíveis danos maiores e garantir a segurança dos reféns e policiais envolvidos.

Desarmamento civil: a chave para implantar uma cultura de paz no Brasil

Desmistificando o mito do “povo armado jamais será escravizado”

Luís Carlos Nunes – Hoje, vamos discutir uma frase que tem gerado bastante polêmica no Brasil: “É preciso desarmar a população e implantar uma cultura de paz no Brasil”. Vamos analisar essa frase com cuidado e entender os seus significados.

Primeiramente, desarmar a população significa retirar as armas de fogo que estão em posse dos cidadãos comuns. Isso é importante porque a posse de armas pode gerar muitos problemas, como a violência e a insegurança pública. Quando a população é armada, há um risco maior de ocorrerem conflitos, brigas e homicídios. Por isso, muitas pessoas defendem o desarmamento.

Mas, existem exceções a essa regra. Algumas pessoas, como aquelas que estão em situação de risco, podem obter armas de fogo para se protegerem. Além disso, alguns profissionais, como policiais e militares, precisam de armas para exercerem suas funções de forma segura e eficiente. No entanto, é importante que essas pessoas sejam preparadas e treinadas para lidarem com as armas de fogo de forma responsável.

A frase “um povo armado jamais será escravizado” é bastante conhecida, mas não é verdadeira. Na verdade, uma população armada pode gerar ainda mais violência e caos. Além disso, o monopólio do uso da força deve ser exercido pelo Estado, e não pelos indivíduos. Isso é importante para manter a segurança e a ordem na sociedade.

O filósofo Jean-Jacques Rousseau afirmava que “o homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se acorrentado”. Essa frase mostra que a liberdade do indivíduo é limitada pelas leis e normas da sociedade em que vive. Por isso, é importante que as pessoas entendam que a posse de armas de fogo deve ser restrita apenas a pessoas preparadas e treinadas.

Outro filósofo importante, Thomas Hobbes, afirmava que o homem é o lobo do homem. Essa frase mostra que, sem a lei e a ordem, a sociedade pode se tornar violenta e caótica. Por isso, é importante que o Estado tenha o monopólio do uso da força e que as armas de fogo sejam restritas apenas a pessoas preparadas e treinadas.

Como já disse o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, “quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”. Ou seja, a posse indevida de armas pode levar as pessoas a enxergarem o mundo como um lugar perigoso e a se tornarem mais agressivas e violentas.

Outro grande filósofo, o grego Aristóteles, afirmava que “a violência, mesmo bem-intencionada, acaba sempre mal”. Essa frase é uma verdade absoluta, pois a violência gera mais violência e só piora os conflitos.

Portanto, é fundamental que a população entenda que a cultura de paz é a melhor forma de vivermos em harmonia e segurança, e que a posse de armas de fogo deve ser restrita a pessoas preparadas e capacitadas. Lembre-se sempre que o bom humor, a reflexão, a serenidade, o respeito e a empatia são ingredientes essenciais para lidar com assuntos tão polêmicos como esse. Vamos deixar a cultura da violência para trás!

Ministério da Justiça lança edital para ampliar segurança nas escolas

Com R$ 150 milhões, programa financiará projetos locais

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, assinou, nesta terça-feira (11), o edital de chamamento público para ampliar o programa de segurança nas escolas. A medida já havia sido anunciada na semana passada, após o massacre ocorrido em uma creche de Blumenau (SC). Ao todo, serão investidos R$ 150 milhões com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). As secretarias de segurança de estados e municípios, ou equivalentes, poderão apresentar projetos em seis diferentes áreas temáticas.

O limite mínimo das propostas a serem apresentadas é de R$ 100 mil e máximo de R$ 1 milhão para órgãos municipais e de R$ 500 mil a R$ 3 milhões para os estados e o Distrito Federal. A íntegra do edital pode ser consultada neste link.

Os recursos poderão ser aplicados, por exemplo, em projetos de expansão das rondas escolares, realizadas pela Polícia Militar ou Guardas Municipais, cursos de capacitação para profissionais da área de segurança e cursos que contemplem o acolhimento, a escuta ativa e o encaminhamento para a rede de proteção às crianças e adolescentes. O edital também permite ações de pesquisa e diagnóstico na prevenção em segurança no ambiente escolar, aprimoramento da investigação cibernética e criação de observatórios sobre violência nas escolas. Os entes federativos que aderirem ao programa deverão compartilhar e integrar seus bancos de dados sobre a violência escolar com o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

Redes sociais

O Ministério da Justiça e Segurança Pública também informou que a pasta prepara a publicação de uma portaria que trata sobre responsabilidades e obrigações das plataformas, dos meios de comunicação eletrônica, dos provedores de conteúdo e de terceiros sobre moderação ativa para conteúdos violentos na internet e outros meios.

Na última segunda-feira (10), Flávio Dino se reuniu com representantes de plataformas digitais e exigiu a criação de canais abertos e ágeis para atender solicitações das autoridades policiais sobre conteúdos com apologia à violência e ameaças a escolas nas redes sociais, como a retirada desses perfis. Na ocasião, participaram da reunião representantes das empresas Meta (Facebook e Instagram), Kwai, Tik Tok, Twitter, YouTube, Google e WhatsApp.

O ministro cobrou ainda o monitoramento ativo das plataformas em relação a ameaças. As plataformas serão notificadas formalmente nesta semana sobre os perfis e conteúdos suspeitos identificados pela pasta da Justiça em conjunto com as polícias dos estados.

Canal de denúncia

Denúncias sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura, criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com SaferNet Brasil. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.

Acesse o site para fazer uma denúncia.

Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.