O vereador Allan do Allambick, conhecido por seu trabalho na Câmara Municipal, foi alvo de uma série de ataques recentes que levantaram o debate sobre a segurança dos parlamentares e de seus assessores. Em meio à polêmica, a Câmara se uniu em defesa do vereador, destacando que assessores não possuem salvo-conduto para ataques, ou seja, não estão imunes a agressões ou perseguições no exercício de suas funções.
Allan do Allambick, que atua em defesa de pautas sociais e urbanas, tem enfrentado oposição ferrenha de grupos contrários às suas propostas. Os ataques, que ocorreram tanto nas redes sociais quanto em manifestações presenciais, geraram comoção entre os demais vereadores, que rapidamente se mobilizaram para prestar solidariedade.
O episódio reacendeu a discussão sobre a necessidade de medidas de proteção mais efetivas para agentes públicos e suas equipes. “Assessores não têm salvo-conduto”, afirmou um dos líderes da Casa, referindo-se à vulnerabilidade dos funcionários que acompanham os parlamentares em atividades externas.
A Câmara aprovou uma moção de apoio a Allan do Allambick e protocolou requerimentos solicitando investigação sobre os ataques. O caso também deve ser analisado pela comissão de segurança da Casa, que poderá propor novas diretrizes para garantir a integridade de todos os servidores.
Allan agradeceu o apoio e reforçou seu compromisso com o mandato, afirmando que não se intimidará com as agressões. “Nosso trabalho é fiscalizar e propor mudanças; não podemos recuar diante de ataques que visam silenciar a voz do povo”, declarou.
O incidente serve como alerta sobre os riscos enfrentados por políticos e assessores no exercício da democracia, especialmente em um contexto de polarização. A expectativa é que a Câmara busque soluções para coibir novos episódios de violência política.