Otoniel e Zito criam a gestão do endividamento contínuo

Gestões Otoniel-Zito em Barreiras consolidaram modelo de endividamento contínuo, elevando passivo municipal a R$1 bilhão, gerando questionamentos jurídicos e aumento de IPTU, em detrimento de um desenvolvimento sustentável e autonomia fiscal

Por Fernando Machado do Sítio ZDA – Barreiras assiste à consolidação de um modelo de gestão pública que se baseia no endividamento do município de modo a manter o funcionamento da máquina — uma prática que começou no governo de Zito Barbosa (2017 a 2024) e que encontra plena continuidade na atual administração de Otoniel Teixeira. Duas novas tentativas de contratação de empréstimo, que juntas somam R$ 70 milhões, são o mais recente capítulo do ciclo vicioso de dívidas que compromete o futuro da cidade.

As propostas de financiamento, que vão elevar o endividamento da cidade a um bilhão de reais, representam não apenas mais uma cifra a ser incorporada ao passivo municipal, mas também a consolidação de um modelo insustentável de desenvolvimento. Em vez de apostar no planejamento, na gestão eficiente de recursos próprios, no fomento à arrecadação saudável e na obtenção de parcerias com demais entes federativos, a atual administração insiste em se apoiar em empréstimos, comprometendo futuras gerações.

Não por acaso, a tentativa de mais esse endividamento levantou fortes questionamentos jurídicos. O MDB da Bahia ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Tribunal de Justiça da Bahia, pedindo a suspensão da lei por diversas ilegalidades. Em resposta, o TJ-BA deferiu liminar cautelar suspendendo os efeitos da Lei Municipal 1.627/2024, que autoriza empréstimo de 10 milhões, e todos os atos subsequentes, incluindo o próprio contrato com o Banco do Brasil.

Mas a gestão municipal não recuou. Barreiras levou o caso ao Supremo Tribunal Federal, onde o presidente da Corte, em decisão monocrática, deferiu o pedido de Suspensão de Liminar, autorizando novamente a contratação do empréstimo. O município, assim, vê-se livre para continuar empilhando dívidas — mesmo diante de graves suspeitas de inconstitucionalidade no processo legislativo.

Como se não bastasse, a Prefeitura lançou mão de outro expediente impopular: o aumento do IPTU, que tem todos os sinais de ser uma manobra para melhorar artificialmente a saúde financeira do município e assim conquistar margem de endividamento suficiente para o novo financiamento. Trata-se de uma injustiça com o contribuinte, que já sofre com serviços públicos deficientes, enquanto vê os recursos sendo usados para sustentar um modelo de gestão temerário e sem perspectiva de longo prazo.

A reincidência de empréstimos vultosos, sem transparência, sem participação efetiva da sociedade e com graves riscos de inconstitucionalidade, torna-se não apenas um padrão, mas a única forma de gestão adotada em Barreiras nos últimos anos. A cidade, em vez de caminhar para a autonomia fiscal e o desenvolvimento sustentável, vê-se presa em um ciclo de dependência financeira e fragilidade institucional.

É urgente que a população, Câmara de Vereadores, órgãos de controle e a sociedade civil organizada se posicionem. O futuro de Barreiras não pode ser hipotecado. Dívida não é sinônimo de desenvolvimento — e mais um empréstimo, sem um projeto claro e viável, é um passo perigoso rumo ao colapso das finanças municipais.

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Tatico escancara “Falsa Paz” na Câmara de Barreiras e cobra produtividade: “Não basta não brigar, tem que entregar!”

Vereador do Podemos detona acomodação no Legislativo, defende orçamento impositivo nos moldes da proposta de Delmah Pedra e exige resultados concretos para a população, ecoando a insatisfação com a ineficiência do Executivo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador Tatico (Podemos) incendiou a sessão da Câmara Municipal de Barreiras na última terça-feira (18) ao expor o que considera uma “falsa paz” no Legislativo, onde, segundo ele, a harmonia esconde a falta de produtividade e a incapacidade de atender às demandas da população.

Nitidamente inspirado na recente proposta da vereadora Delmah Pedra (PSD), Tatico defendeu um orçamento impositivo para a Câmara, visando forçar o Executivo a cumprir as decisões do Legislativo.

Sem rodeios, Tatico criticou a postura de alguns colegas, que, na sua visão, se contentam com a tranquilidade na Câmara, mas não apresentam resultados práticos para a cidade. O vereador defendeu que a união e a harmonia são importantes, mas não podem ser usadas como desculpa para a inércia e a falta de compromisso com a população.

“Gostei muito da perspicácia da nobre vereadora, excelentíssima (melhor dizendo), a Teteia, pedindo, né, para que a paz impere e todos reinem aqui nesta Câmara; mas quem produz, não pode dormir nem cochilar”, alfinetou Tatico, explicitando sua discordância com a ideia de que a paz na Câmara é suficiente.

O vereador defendeu que todos os vereadores devem percorrer o município, identificar os problemas e apresentar soluções concretas, pressionando o Executivo a agir.

Tatico, ecoando o discurso contundente da vereadora Delmah Pedra (conforme noticiado pelo Caso de Política), defendeu um novo modelo de orçamento municipal, que torne obrigatória a execução de emendas propostas pelo Legislativo, garantindo que as prioridades apontadas pelos vereadores tenham impacto real.

Inspirado na proposta de Delmah Pedra de “discutirmos uma emenda na Lei Orgânica do Município para tornar obrigatórias as emendas impositivas do Legislativo ao orçamento”, Tatico cobrou mais autonomia para a Câmara e mais respeito ao papel do vereador, buscando assegurar que as indicações tenham peso real no orçamento e que o Executivo seja responsabilizado pelo cumprimento das ações planejadas e aprovadas pela Casa.

Em tom desafiador, Tatico deixou claro que não se contenta com a “paz” se ela significar inação.

“Quem gosta de brigar que brigue, né? Mas vamos trabalhar em harmonia aí, mas eu também sou preocupado com o resultado. Também não gosto de paz e ver sem produzir nada. Se você trabalha calado, mas produz, tudo bem, é válido. O que não vale é você ficar calado e não produzir nada”, finalizou.

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Pesquisa Atlas/Intel indica Lula como favorito em todos os cenários para 2026

Levantamento mostra o presidente liderando contra diferentes candidatos da direita, incluindo Tarcísio de Freitas e Eduardo Bolsonaro

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como favorito para a eleição presidencial de 2026 em todos os cenários simulados pela pesquisa Atlas/Intel, divulgada nesta terça-feira (11). O levantamento, realizado entre 27 e 31 de janeiro, entrevistou 3.125 pessoas por meio de questionário online geolocalizado e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No cenário que repete os principais nomes da eleição de 2022, Lula lidera com 44% das intenções de voto, contra 40,6% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atualmente está inelegível. Simone Tebet (MDB) aparece com 4,9%, e Ciro Gomes (PDT), com 4,5%. Apesar da inelegibilidade de Bolsonaro, seu nome ainda figura como principal alternativa da direita, refletindo sua influência sobre o eleitorado conservador.

A pesquisa também testou cenários em que a direita lança outros nomes. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria por 41,1% a 26,2%. Nessa disputa, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), aparece com 5,9%, seguido pelo cantor Gusttavo Lima (5,6%), Simone Tebet (4,1%), o senador Sergio Moro (3,3%), o coach Pablo Marçal (2,4%), a ministra Marina Silva (1,4%) e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (0,9%).

Em outro cenário, com Eduardo Bolsonaro (PL) como principal candidato da direita, Lula venceria por 40% a 24,2%. Ronaldo Caiado cresceria para 7,5%, enquanto Gusttavo Lima teria 5,2%. Tebet (4,4%), Moro (4,2%), Marçal (3,4%), Marina (2,2%) e Leite (1,5%) completam a lista.

Os números reforçam a dificuldade da oposição em encontrar um nome competitivo fora da influência bolsonarista. Enquanto Tarcísio de Freitas é visto como uma alternativa viável dentro do espectro conservador, Eduardo Bolsonaro demonstra a força do nome da família entre os eleitores da direita. A presença de Gusttavo Lima na pesquisa ilustra a busca por figuras populares fora da política tradicional, estratégia já explorada com sucesso por outsiders como Donald Trump nos Estados Unidos.

Com um cenário ainda indefinido e a direita fragmentada entre diferentes possibilidades, a pesquisa sugere que Lula mantém vantagem significativa para 2026. No entanto, a corrida eleitoral ainda está distante, e a construção de candidaturas pode redefinir o equilíbrio de forças nos próximos anos.

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Danilo Henrique convoca Convenção e deixa MDB de Karlúcia Macedo de fora

A ausência do MDB no edital de convocação tem alimentado especulações sobre o encaminhamento político Karlúcia Macedo

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O pré-candidato a prefeito de Barreiras, Danilo Henrique (PP), divulgou nesta sexta-feira (19) um edital de convocação para sua convenção municipal, programada para o dia 29 de julho. O documento foi distribuído à imprensa e lista os partidos que participarão da convenção simultânea: PP, Agir, Democracia Cristã, Podemos, Republicanos e Solidariedade.

O MDB não consta entre os partidos que apoiam a pré-candidatura de Danilo Henrique

O que chama a atenção no edital é a ausência do MDB, liderado por Karlúcia Macedo. Conforme noticiado pelo Portal Caso de Política na última quinta-feira, 18 de julho, Geddel Vieira Lima entrou em entendimento com o Governador Jerônimo Rodrigues e autorizou uma aliança com Danilo Henrique, sugerindo Karlúcia Macedo como vice na chapa.

A ausência do MDB no edital de convocação tem alimentado especulações sobre os próximos passos de Karlúcia Macedo. Há rumores de que ela possa usar sua autonomia política para lançar uma candidatura própria, declarar apoio ao pré-candidato Tito, ou ainda concorrer a uma vaga de vereadora, ou até mesmo optar por não disputar nenhum cargo nas eleições municipais de 2024. Caso se confirme, a saída de Karlúcia, Danilo Henrique pode sofrer grandes prejuízos políticos e comprometer estratégias já traçadas.

Com a omissão do MDB, a política local aguarda os próximos passos de Karlúcia Macedo que goza de bom espaço político junto ao governo do Estado. Aguardemos.

O Caso de Política tentou contato telefônico com Karlúcia, não obtendo exito, ficando o espaço aberto para uma eventual manifestação.

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Geddel bate o martelo e direciona Karlúcia para vice de Danilo Henrique

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O cacique do MDB baiano, Geddel Vieira Lima decidiu nesta quinta-feira (18) que Karlúcia Macêdo será a vice na chapa de Danilo Henrique (PP) em Barreiras, encerrando as especulações sobre a escolha. Danilo, que é o último entre os quatro pré-candidatos a definir seu vice, terá sua convenção no próximo dia 29 de julho.

Karlúcia Macêdo, com experiência na política local, já foi vereadora, vice-prefeita e secretária municipal, e é reconhecida por seu trabalho em diversas áreas, especialmente em projetos voltados para a educação e a saúde. Sua escolha como vice representa uma tentativa de agregar experiência e apoio popular à candidatura de Danilo Henrique.

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Sapatilha delatora: indícios fortes de Karlúcia como vice de Danilo Henrique

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Danilo Henrique (PP), em uma tentativa discreta de avançar sua campanha sem apoio formal de Zito Barbosa, publicou nas redes sociais, imagens de possíveis vice-prefeituráveis em sua chapa. O que chamou atenção foi a presença de uma sapatilha em uma das fotos, que, após rápida investigação, revelou pertencer a Karlúcia Macêdo (MDB).

Apesar das recentes declarações exclusivas de Karlúcia ao Portal Caso de Política, afirmando que sua pré-candidatura a prefeita estava mantida, as evidências sugerem o contrário. A imagem da sapatilha, estrategicamente compartilhada, indica que as negociações nos bastidores estão avançadas e que Karlúcia pode estar prestes a ser anunciada como vice na chapa de Danilo Henrique.

O episódio revela uma movimentação política sugere que o PP está prestes a formalizar o nome da emedebista. Com isso, fica claro que a foto não foi apenas uma coincidência, mas sim uma jogada calculada para alimentar especulações e preparar o terreno para um anúncio oficial iminente.

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Antônio Henrique confirma Danilo como candidato, anuncia data para escolha de vice e desejo de comandar o PDT

As disputas judiciais envolvendo o PDT adicionam uma camada de complexidade às negociações e às alianças eleitorais

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ex-prefeito de Barreiras e presidente do PP, Antônio Henrique, anunciou em entrevista a uma rádio local na tarde desta terça-feira, 3 de julho de 2024, que Danilo Henrique será o candidato a prefeito pelo partido. A escolha do vice da chapa será definida no dia 29 de julho.

Entre os pré-candidatos ao executivo municipal, incluindo Tito (PT), Otoniel (UB), e Davi Schmidt (Novo), Danilo Henrique é o único que ainda não definiu o nome para a composição de sua chapa.

Em 28 de junho, o Portal Caso de Política noticiou que o PP de Danilo Henrique já estava organizando um evento previsto para o próximo dia 24 de julho, onde o nome de Karlúcia Macedo seria apresentado como vice de chapa. A informação ganhou força quando múltiplas fontes indicaram que uma coletiva de imprensa estava sendo organizada após a publicação, mas foi abortada.

Karlúcia Macedo (MDB) entrou em contato com a redação do portal no mesmo dia, afirmando que não foi comunicada sobre qualquer acordo com Danilo Henrique e que sua pré-candidatura está mantida.

Antônio Henrique detalhou as alianças e os desafios enfrentados pelo partido:

“Eu sou o presidente do PP. Nós temos o Republicano, que é a irmã Silma. Temos o Podemos e o Solidariedade. Temos o MDB da Karlúcia e tem o PDT que está sendo discutido na justiça.”

As disputas judiciais envolvendo o PDT, hoje apoiando o pré-candidato Otoniel adicionam uma camada de complexidade às negociações e às alianças eleitorais.

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Karlúcia Macêdo nega acordo com Danilo Henrique e afirma que está mantida a sua pré-candidatura a prefeita de Barreiras

Não fechei questão com o Danilo e a minha pré-candidatura pelo MDB está mantida. Não existe data ou mesmo desconheço evento para oficializar meu nome como sendo a vice de Danilo”

Ouça a reportagem

 

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Após a repercussão da matéria “PP organiza evento para anunciar Karlúcia Macêdo como vice de Danilo Henrique em Barreiras”, publicada pelo Portal Caso de Política nesta sexta-feira, 28 de junho, Karlúcia Macêdo (MDB) entrou em contato com nossa redação. Ela afirmou que não fechou questão com o pré-candidato Danilo Henrique (PP) para ser sua vice e que sua pré-candidatura a prefeita está mantida.

“Luís Carlos, eu continuo sendo pré-candidata à prefeita de Barreiras, tenho um diálogo com todos os partidos e estou nessa caminhada aí e vou fazer, na hora certa, tomar a decisão melhor, que for o melhor para o povo de Barreiras, tem um serviço para estados, já fui vereadora, já fui vice-prefeita, já fui secretária de ASTC Social e com certeza fiz um trabalho muito bom que foi o resultado de deputado estadual, que foram meus 10 mil votos dentro do município de Barreiras, então eu gostaria de continuar a minha caminhada como pré-candidata à prefeita para que possamos realmente pensar uma Barreiras diferente” (sic), declarou Karlúcia.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as Convenções Partidárias podem ser realizadas de 20 de julho a 5 de agosto, e os partidos têm até 15 de agosto para registrar seus candidatos na Justiça Eleitoral.

Fontes e analistas políticos de Barreiras nos indicam que no QG do PP, às vésperas das Convenções Partidárias, o clima é de apreensão. Trabalha-se com Karlúcia como plano A, sem descartar o PL como plano B. Há também expectativa de que o União Brasil, liderado pelo prefeito Zito Barbosa, retire a candidatura de Otoniel Teixeira caso visualize baixa performance e indique um nome para compor com o PP, encabeçado por Danilo Henrique.

A questão ganha um ingrediente especial: conforme furo de reportagem divulgado aqui pelo Portal Caso de Política, onde foi através de uma ação judicial encabeçada pelo MDB que o Tribunal de Justiça anulou a Lei que autorizou o prefeito Zito Barbosa a contrair um empréstimo de R$ 10 milhões.

Na capital Salvador, o MDB recebeu o apoio do PT para a candidatura de Geraldo Júnior a prefeito, fortalecendo os planos estadual e federal liderados pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo presidente Lula.

Vale destacar que antes de publicar a matéria, baseada em fonte confiável, tentamos contatar Karlúcia Macêdo, mas não obtivemos sucesso pôr o número estar fora de área ou sem sinal. O número no qual ela ligou não estava registrado em nossa agenda telefônica. Ela confirmou possuir um segundo número celular, o mesmo ao qual buscamos contatos.

Apesar de confirmar sua pré-candidatura a prefeita, Karlúcia admitiu que “há conversas com o PP”, mas reafirmou seu status como “pré-candidata a prefeita nas eleições municipais de 6 de outubro”.

Nas eleições de 2022, Karlúcia Macêdo, concorrendo a uma cadeira de deputada estadual, recebeu em Barreiras 9.443 votos (12,22%).

Essas movimentações políticas indicam que o cenário eleitoral de Barreiras ainda está indefinido, e qualquer decisão pode alterar significativamente as composições das chapas e os rumos das campanhas.

Em 24 de maio, data em que aconteceu o lançamento oficial da pré-candidatura de Danilo Henrique, Karlúcia foi anunciada como presidente do MDB mas não subiu ao palco.

 

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URGENTE: Justiça nega solicitação de empréstimo de R$ 10 milhões solicitado pelo prefeito Zito Barbosa

Em sua decisão a Desembargadora destacou que houve um erro material no relatório inicial, que menciona erroneamente o município de Luís Eduardo Magalhães em vez de Barreiras

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Justiça da Bahia indeferiu a solicitação do prefeito de Barreiras, Zito Barbosa, para contratar um empréstimo de dez milhões de reais, sob alegação de que o recursos seria destinado à continuação da construção do Hospital Municipal.

A decisão foi tomada no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo MDB, que questionou a constitucionalidade da Lei nº 1.627/2024, que autorizava o Poder Executivo Municipal a contrair a operação de crédito.

A Desembargadora Gardenia Pereira Duarte, relatora do processo destacou que houve um erro material no relatório inicial, que mencionava erroneamente o Município de Luís Eduardo Magalhães em vez de Barreiras.

“Evidencia-se erro material no relatório, ao apontar ente público sem pertinência com o presente feito. O reparo é medida cabível em sede de embargos de declaração, consoante entendimento do STJ”, afirmou a desembargadora.

Com base nisso, a decisão foi suspensa até que o mérito do caso seja definitivamente julgado. A prefeitura de Barreiras, a Câmara de Vereadores e o Procurador-Geral do Município foram intimados a se pronunciar sobre a medida cautelar no prazo de cinco dias.

A desembargadora Gardenia Pereira Duarte deferiu efeito suspensivo ao recurso, corrigindo o relatório da decisão inicial e determinando a suspensão dos efeitos da lei municipal até uma nova deliberação.

“Do exposto, com fulcro no art. 1.026, § 1º do CPC, defiro efeito suspensivo ao presente recurso para conferir interpretação do relatório da decisão segundo a qual, onde está mencionado ‘Município de Luís Eduardo Magalhães’, deve ser lido como ‘Município de Barreiras'”, concluiu a magistrada.

Da decisão cabe recurso.

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Três governadores ampliam salários em mais de 100% desde 2022

Os governadores, Carlos Brandão (PSB), Romeu Zema (Novo) e Raquel Lyra (PSDB) tiveram aumento acima de 100%

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Nos últimos anos, a política salarial de alguns governadores brasileiros tem sido alvo de controvérsias. Segundo dados das Assembleias Legislativas estaduais e portais de transparência, três gestores estaduais dobraram ou mais que dobraram seus próprios salários desde 2022.

O governador Romeu Zema, representante do Novo em Minas Gerais, viu seu salário aumentar em 278% em maio passado. A questão gerou até litígio judicial, mas em dezembro, o STF negou um pedido para reverter o aumento, levando o salário mensal do governador bolsonarista de R$ 10,5 mil para R$ 41,8 mil.

Já no Maranhão, Carlos Brandão (PSB) aprovou um aumento de 107% neste mês. A partir de junho, seu rendimento mensal passará de R$ 15.915 para R$ 33.006,39. A justificativa do governo maranhense foi que Brandão recebia o menor salário entre os governadores do Brasil e não tinha reajuste desde 2014.

Por sua vez, em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSDB) sancionou um aumento de 129%. Embora a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) tenha aprovado um aumento de R$ 9,6 mil para R$ 22 mil, Lyra opta por receber R$ 42.145 mensais como procuradora do estado, cargo que ocupava antes de ingressar na política.

Vale ressaltar que Raquel Lyra possui o maior salário entre os governadores brasileiros e se destaca na comparação com a renda média do estado. Seu salário é quase 38 vezes maior do que a renda per capita média dos pernambucanos em 2023, que é de R$ 1.113, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Confira o ranking dos salários dos governadores no país:

  • Pernambuco – Raquel Lyra (PSDB) – R$ 42.145,88
  • Sergipe – Fábio Mitidieri (PSD) – R$ 41.650,92
  • Acre – Gladson Cameli (PP) – R$ 40.137,69
  • Minas Gerais – Romeu Zema (Novo) – R$ 39.717,69
  • Mato Grosso do Sul – Eduardo Riedel (PSDB) – R$ 35.462,27
  • Rondônia – Marcos Rocha (União) – R$ 35.462,22
  • Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSDB) – R$ 35.462,22
  • Bahia – Jerônimo Rodrigues (PT) – R$ 35.462,22
  • Pará – Helder Barbalho (MDB) – R$ 35.363,55
  • São Paulo – Tarcisio de Freitas (Republicanos) – R$ 34.572,89
  • Roraima – Antonio Denarium (PP) – R$ 34.299,00
  • Amazonas – Wilson Lima (União) – R$ 34.070,00
  • Piauí – Rafael Fonteles (PT) – R$ 33.806,39
  • Paraná – Ratinho Junior (PSD) – R$ 33.763,00
  • Maranhão – Carlos Brandão (PSB) – R$ 33.006,39
  • Amapá – Clecio Luis (Solidariedade) – R$ 33.000,00
  • Paraíba – João Azevedo (PSB) – R$ 32.434,82
  • Espírito Santo – Renato Casagrande (PSB) – R$ 30.971,84
  • Mato Grosso – Mauro Mendes (União) – R$ 30.862,79
  • Distrito Federal (Brasília) – Ibaneis Rocha (MDB) – R$ 29.951,94
  • Alagoas – Paulo Dantas (MDB) – R$ 29.365,63
  • Goiás – Ronaldo Caiado (União) – R$ 29.234,38
  • Tocantins – Wanderlei Barbosa (Republicanos) – R$ 28.070,00
  • Santa Catarina – Jorginho Mello (PL) – R$ 25.322,25
  • Rio Grande do Norte – Fátima Bezerra (PT) – R$ 21.914,76
  • Rio de Janeiro – Claudio Castro (PL) – R$ 21.868,14
  • Ceará – Elmano de Freitas (PT) – R$ 20.629,59
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