Danilo Henrique fala sobre o Aeroporto de Barreiras e a Urgência da Conectividade Regional

Em artigo, Danilo Henrique analisa a modernização do aeroporto de Barreiras e aponta que, para impulsionar o desenvolvimento regional, investimentos estruturais precisam ser acompanhados de políticas públicas integradas e visão estratégica

O artigo a seguir, assinado por Danilo Henrique, aborda um tema crucial para o desenvolvimento do Oeste da Bahia: o Aeroporto de Barreiras e o desafio de transformá-lo em um verdadeiro motor de conectividade regional. Henrique discute a recente modernização da infraestrutura aeroportuária e argumenta que, apesar dos avanços físicos, a integração efetiva da região à malha aérea nacional depende de um planejamento estratégico mais amplo e da articulação de políticas públicas consistentes. Acompanhe a análise perspicaz sobre os obstáculos e as oportunidades para o futuro do transporte aéreo no Oeste baiano.

“O Aeroporto de Barreiras e o desafio da conectividade regional”, por Danilo Henrique

A modernização do nosso aeroporto representa um avanço importante para a infraestrutura de transporte da região Oeste. A ampliação da pista, as melhorias no terminal de passageiros e os novos serviços de embarque e desembarque oferecerão um equipamento moderno, tecnicamente preparado para receber mais voos e novos modelos de aeronaves. No entanto, eu desconfio, essa transformação física não é suficiente, por si só, para garantir a integração efetiva da região à malha aérea nacional.

Para que o Aeroporto de Barreiras alcance sustentabilidade financeira e se torne um verdadeiro vetor de desenvolvimento regional, é necessário ir além do investimento em obras pontuais. O desafio é estrutural e estratégico: passa pela construção de uma política pública articulada, pelo fomento à economia local e, sobretudo, por uma visão de futuro capaz de transformar potencial em realidade.

Um aeroporto moderno, mas ainda economicamente inviável

Segundo o Plano Aeroviário Nacional (PAN) de 2018, aeroportos classificados como 3C, caso do Aeroporto de Barreiras, precisam registrar ao menos 150 mil passageiros por ano para que a receita obtida com as operações seja suficiente para cobrir os custos operacionais. Hoje, esse número está longe de ser alcançado. Isso significa que, mesmo com a modernização, o aeroporto seguirá demandando subsídios públicos por um período considerável — o que não invalida o investimento, mas exige um planejamento que vá além da estrutura.

Em outras palavras, a existência de uma pista ampliada e um terminal confortável não garantem, automaticamente, mais voos e mais passageiros. A conectividade aérea é um reflexo direto da dinâmica econômica e da atratividade regional. E é aí que entram as ações estratégicas que precisam ser lideradas sobretudo pela Prefeitura de Barreiras, com participação ativa da sociedade civil e do setor privado.

O exemplo do Jalapão e o potencial turístico da região

Uma lição importante vem do Tocantins. Segundo o estudo “Projeção de Demanda – Metodologia e Resultados”, publicado pelo então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil em 2017, a demanda do Aeroporto de Palmas tende a crescer de forma exponencial nos próximas 10 anos, impulsionada principalmente pelo turismo no Parque Estadual do Jalapão. O que isso mostra? Que a articulação entre turismo e infraestrutura aérea pode ser uma alavanca poderosa de desenvolvimento.

O Oeste da Bahia também possui belezas naturais, identidade cultural rica e uma localização estratégica que o coloca próxima ao agronegócio de ponta, à fronteira do Tocantins, aos atrativos do cerrado baiano e do próprio Jalapão. No entanto, falta ainda um esforço articulado para transformar essas vantagens em políticas de incentivo ao turismo regional consorciado, que envolvam municípios como Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Correntina, Baianópolis, Barra, Formosa do Rio Preto e até regiões do norte tocantinense.

Eu tratei exatamente disso no ano passado, durante a campanha eleitoral. Lembra?

Barreiras: de polo regional a liderança estratégica

Barreiras precisa assumir esse protagonismo. Mais do que ser um polo regional de fato, é hora de se tornar uma liderança estratégica na articulação de um grande projeto de desenvolvimento. Isso significa criar um ambiente de cooperação intermunicipal, estimular a economia criativa, valorizar os atrativos turísticos e investir em infraestrutura complementar.

Um exemplo claro dessa integração necessária é a construção de uma estrada pavimentada ligando a comunidade de KM30, na BR020, à BA826, na Serra da Bandeira. A obra, aparentemente simples, teria um impacto logístico significativo: facilitaria o acesso ao aeroporto por parte das populações de Luís Eduardo Magalhães, Roda Velha e Rosário, inclusive do norte do Tocantins, encurtando distâncias e superando o trecho íngreme que atualmente dificulta o deslocamento. Além disso, agilizaria o escoamento de cargas e insumos, ampliando o uso do aeroporto como terminal de carga, não apenas de passageiros.

Planejamento e visão integrada

A revista Esfera Brasil, da think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre diversos temas) de mesmo nome, em sua última edição, traz reportagem assinada pelo jornalista Carlos Tautz que reforça a tese que há muito tempo vem sendo debatida no Oeste da Bahia. O professor Elton Fernandes, titular dos Programas de Engenharia de Produção e de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, afirma que “em locais onde a demanda potencial existe, gargalos de infraestrutura deficiente, custos elevados e a ausência de políticas integradas impedem que os aeroportos regionais desempenhem seu papel como vetores de desenvolvimento regional”.

Essa análise dialoga diretamente com o que vivemos em Barreiras. A demanda potencial existe — tanto no agronegócio quanto no turismo, comércio e serviços — mas a infraestrutura de acesso, a falta de integração entre os municípios e a ausência de estratégias públicas articuladas ainda são entraves significativos.

O papel da sociedade civil e o desafio do poder público

Iniciativas como o movimento Decola Oeste são fundamentais e merecem reconhecimento de todos nós. A sociedade civil organizada tem dado demonstrações claras de mobilização e compromisso com o desenvolvimento da região. Mas, é papel do poder público liderar esse processo, essencialmente a Prefeitura de Barreiras, que tem a responsabilidade institucional e a força política para coordenar um projeto de longo prazo.

O Aeroporto de Barreiras pode, sim, se integrar à malha aeroviária nacional, oferecendo voos regulares para diversos destinos e desempenhando papel logístico crucial. Mas essa conquista exigirá mais do que obras: será resultado de um projeto coletivo, planejado, integrado e de longo alcance, que una infraestrutura, políticas públicas, desenvolvimento regional e, claro, lideranças capazes de reunir interesses num único voo.

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“Operação Terra Justa” desarticula milícia armada ligada a conflitos fundiários no oeste da Bahia

Grupo criminoso que atuava há mais de uma década ameaçando comunidades tradicionais a serviço de grandes fazendeiros é alvo de operação do MPBA e da Polícia Civil, com prisões e apreensões em Correntina e Jaborandi

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Uma operação conjunta do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e da Polícia Civil, com apoio da Corregedoria Geral da Polícia Militar e da Cipe Cerrado, deflagrou nesta sexta-feira (25) a “Operação Terra Justa” no oeste da Bahia. O objetivo foi desarticular uma milícia armada que atuava há mais de dez anos na região, intimidando e praticando violência contra comunidades tradicionais em meio a conflitos fundiários.

A operação cumpriu dois mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Correntina e Jaborandi. Foram apreendidos aparelhos eletrônicos, armas e munição. Os alvos foram integrantes do grupo criminoso, que já havia sido denunciado à Justiça pelo MPBA pelo crime de milícia privada. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal de Correntina, com base em investigações que comprovaram a atuação da organização em áreas rurais do município.

Segundo as investigações, a milícia operava por meio de uma empresa de fachada com registro de segurança privada, porém sem a devida autorização legal da Polícia Federal. O grupo criminoso prestava serviços a grandes fazendeiros da região, sendo responsável por ameaças, lesões corporais e grilagem de terras contra comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto. A atuação da milícia visava expulsar famílias posseiras e povos tradicionais de suas terras, beneficiando os interesses dos contratantes.

Caso de Política | A informação passa por aqui.

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Projeto inédito mapeia carbono no solo do oeste baiano para agricultura sustentável

Iniciativa pioneira da Abapa e Embrapa Algodão investiga o impacto de práticas agrícolas no sequestro de carbono, visando otimizar a produção e promover a sustentabilidade no coração do agronegócio baiano

Repórter Brasil – Uma parceria estratégica entre a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e a Embrapa Algodão impulsiona a segunda fase do projeto “Diagnóstico dos Índices de Carbono no Solo” no Oeste da Bahia.

Iniciada em novembro de 2024 e com previsão de conclusão em março de 2027, a iniciativa visa gerar dados cruciais sobre o sequestro de carbono em áreas de cultivo de algodão e grãos, impulsionando a adoção de técnicas agrícolas mais eficientes e sustentáveis.

Atualmente, o projeto abrange 15 núcleos de produção, onde pesquisadores da Embrapa Algodão, incluindo Alexandre Barcelos e João Henrique Zonta, em colaboração com a equipe do Programa Fitossanitário da Abapa, realizam o acompanhamento técnico e a coleta de amostras de solo.

Segundo Barcelos, esta etapa concentra-se na análise laboratorial das amostras para determinar os teores de carbono e a estabilidade da matéria orgânica, além da densidade do solo. A combinação desses dados permitirá calcular o estoque de carbono nos diferentes sistemas de cultivo empregados na região.

A relevância da pesquisa reside na sua capacidade de fornecer um panorama detalhado dos estoques de carbono no solo de cerrado, nas microrregiões produtoras de algodão do Oeste baiano. A análise comparativa entre áreas de lavoura comercial e de vegetação nativa permitirá identificar os sistemas de manejo e produção com maior potencial para manter ou melhorar a qualidade do solo, em um contexto global de crescente preocupação com as mudanças climáticas.

Na primeira fase do projeto, foram coletadas expressivas 1.680 amostras em 28 talhões de 12 propriedades, distribuídas em oito núcleos produtores. Estas amostras serão encaminhadas à Embrapa Instrumentação Agropecuária para análises precisas do teor de carbono presente nos solos. Os resultados obtidos ao longo dos três anos de projeto serão fundamentais para orientar práticas agrícolas que conciliem alta produtividade com a preservação ambiental no Oeste da Bahia.

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Aliança pela Agroindústria da Bahia marca novo ciclo de desenvolvimento com união inédita entre 13 entidades do setor

Iniciativa conjunta visa fortalecer políticas públicas, abrir frentes de diálogo e garantir avanços estruturais para a agroindústria da Bahia, com protagonismo do Oeste baiano

AIBA | Nádia Borges – Um movimento inédito de articulação entre diferentes segmentos da agroindústria baiana marcou o início de um novo ciclo de desenvolvimento para o setor. Em uma reunião histórica sediada na Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no complexo Bahia Farm Show, 13 entidades firmaram o compromisso de atuar de forma conjunta em defesa da agroindústria, criando a chamada “Aliança pela Agroindústria da Bahia”.

 

Representando os setores agrícola, pecuário, industrial, de máquinas e implementos, os presidentes e representantes das entidades apresentaram os principais projetos em andamento, destacaram os desafios comuns e uniram esforços em torno de uma pauta colaborativa. A proposta é simples, mas ambiciosa: construir, por meio do diálogo constante e de ações articuladas, uma agenda de desenvolvimento sustentável, competitiva e integrada para toda a agroindústria do estado.

A ideia dessa união surgiu há muitos anos, mas agora, com a adesão de 100% das entidades atuantes na região, acreditamos que chegou o momento de avançar com força e representatividade”, destacou Luiz Pradella, vice-presidente da Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms).

Harald Kudiess, presidente da Aprup, apresenta os avanços da associação de Correntina, que reúne 33 produtores em projetos coletivos de energia, infraestrutura e verticalização da produção na Chapada do Rio Pratudão

Um dos exemplos inspiradores apresentados durante o encontro foi o da Associação dos Produtores Rurais da Chapada do Rio Pratudão (Aprup), representada pelo presidente Harald Kudiess. Instalada em Correntina, a Aprup reúne 33 produtores que têm se organizado de forma coletiva para viabilizar projetos estruturantes, como soluções para o fornecimento de energia (de alta e baixa tensão) e investimentos em infraestrutura e verticalização da produção.

“A associação começou pequena, com um propósito local, mas hoje caminha com força institucional, defendendo os interesses da nossa região. Acredito que essa aliança é o caminho para avançarmos como setor”, afirmou Harald.

A pecuária também esteve representada no encontro. O presidente da Associação Baiana de Pecuária (Acrioeste), Gil Areas, destacou os desafios enfrentados pelo segmento, como a rastreabilidade do rebanho — fundamental para agregar valor à carne produzida na região — e a importância da evolução dos sistemas de confinamento, impulsionados pela abundante produção agrícola local.

Representando o setor de máquinas e implementos agrícolas, o presidente da Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba), Fábio Martins, reforçou o apoio à iniciativa e destacou que o segmento está pronto para colaborar com soluções e propostas concretas para os principais desafios da agroindústria baiana.

A força feminina do agro esteve representada por lideranças como Carminha Missio, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Rose Cerrato, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB), Greice Fontana Klein, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM), e Alessandra Zanotto Costa, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

“Essa união é um passo decisivo. Estamos iniciando um novo momento para o setor agroindustrial baiano”, destacou Carminha.

Anfitrião do encontro, o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, comemorou o resultado da articulação.

“Essa aliança tem o potencial de transformar o cenário da agroindústria baiana. A criação de um Conselho dos Presidentes e a definição de reuniões recorrentes mostram que há compromisso. Vamos trabalhar por um regimento interno que nos permita avançar em frentes específicas e coletivas com um pensamento comum, ainda que respeitando a identidade de cada entidade”, afirmou.

Ao final da reunião, ficou acordada a criação de um Conselho dos Presidentes, com encontros periódicos e a elaboração de um regimento interno, com o objetivo de garantir a continuidade da aliança e a atuação estratégica diante dos principais desafios do setor.

Entidades participantes da Aliança pela Agroindústria da Bahia:

  • Associação Baiana de Pecuária (Acrioeste)
  • Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa)
  • Associação dos Produtores de Sementes dos Estados do Matopiba (Aprosem)
  • Associação Brasileira dos Produtores de Soja – Regional Bahia (Aprosoja-BA)
  • Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba)
  • Associação dos Produtores Rurais da Chapada do Rio Pratudão (Aprup)
  • Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba)
  • Cooperativa Agropecuária do Oeste da Bahia (Cooproeste)
  • Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms)
  • Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb)
  • Fundação Bahia (Fundação BA)
  • Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB)
  • Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM)

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Tito articula avanços para o oeste baiano em encontro com secretário estadual e diálogo com Brasília

Ex-deputado busca investimentos em saneamento, infraestrutura e serviços essenciais para Barreiras e região, fortalecendo pontes com o governo estadual e federal

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O ex-deputado federal Tito esteve nesta quinta-feira (10) na sede da Secretaria de Relações Institucionais, em Salvador, onde foi recebido pelo secretário Adolpho Loyola, para pleitear ações concretas para o desenvolvimento do Oeste da Bahia. O encontro reforça o compromisso de Tito com a região, priorizando saneamento básico, infraestrutura, educação e saúde.

“Me reuni com o Secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola. Reforcei a importância de ações concretas para o desenvolvimento do Oeste da Bahia. É o Governo presente fazendo mais pela Bahia”, compartilhou Tito em suas redes sociais.

 

Tito em Salvador dialoga com o secretário Adolpho Loyola

Na agenda, Tito destacou a importância da Secretaria de Relações Institucionais:

A Secretaria de Relações Institucionais tem por finalidade a coordenação política do Poder Executivo e de suas relações com os demais Poderes das diversas esferas de Governo, com a sociedade civil e suas instituições. Agradeço ao competente secretário Adolpho Loyola pela recepção das demandas que foram apresentadas por mim representando toda a população do oeste baiano”.

Tito tem sido um defensor incansável do Oeste Baiano, lutando por saneamento básico, infraestrutura, novas creches e mais investimentos em educação e saúde. Sua gestão tem sido fundamental para o início das obras de requalificação e ampliação do aeroporto regional de Barreiras.

Em recente encontro em Brasília com o ministro Chefe da Casa Civil, Rui Costa, Tito apresentou pleitos ao governo federal, que foram acolhidos. O ministro apresentou diversas ações em andamento e outras em fase de finalização burocrática para Barreiras e região.

A atuação de Tito, pautada na estreita relação política com o governo federal, tem sido decisiva para acelerar obras importantes em todo o Oeste Baiano.

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Prefeitos de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães divergem sobre o futuro da aviação regional, enquanto obras e burocracias correm contra o tempo

Foto: Luís Carlos Nunes | Caso de Política

Enquanto Barreiras travou relações políticas com os governos Federal e Estadual por 8 anos sob o governo do ex-prefeito Zito Barbosa, Luís Eduardo Magalhães avança e aposta na municipalização para atender demandas acirrando a competição por voos comerciais e investimentos na região

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A disputa pelo protagonismo aéreo no coração do Oeste da Bahia ganhou contornos estratégicos e políticos, impulsionada pela crescente demanda do agronegócio e pela visão de futuro dos prefeitos Otoniel Teixeira (Barreiras) e Júnior Marabá (Luís Eduardo Magalhães). A reportagem do Portal Caso de Política colheu os relatos dos gestores durante o evento da AIBA nesta terça-feira (1), por ocasião da apresentação da 19ª Edição do Bahia Farm Show, onde as perspectivas para o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária regional se tornaram tema central na entrevista.

Enquanto na cidade de Barreiras corre-se contra o tempo para cumprir exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a gestão de Luís Eduardo Magalhães vislumbra a municipalização do seu aeroporto como um atalho para atender às necessidades específicas do setor produtivo. A divergência de estratégias, no entanto, pode impulsionar o desenvolvimento de toda a região, desde que os entraves burocráticos e a complexidade das obras não se tornem obstáculos intransponíveis.

Expectativa em Barreiras, aceleração em Luís Eduardo Magalhães

O prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, demonstra otimismo quanto à manutenção da operação do aeroporto local.

“Já estive três vezes em Salvador acompanhando a licitação para ampliação da pista e do terminal”, afirmou ao Caso de Política, garantindo que a possibilidade de perda de voos é “zero”.

O gestor ainda revelou o agendamento de reuniões com as companhias aéreas para expandir as rotas aéreas da cidade.

Contudo, a necessidade de cumprir as normas da ANAC até outubro de 2025, que exigem a instalação do PAPI (sistema de luzes de aproximação) e da RESA (área de segurança de fim de pista), acende um alerta. A licitação para a ampliação da pista, que inclui a instalação dos equipamentos, ainda se encontra em fase de recursos.

Em contrapartida, Júnior Marabá, prefeito de Luís Eduardo Magalhães, aposta na agilidade e na vocação do município para o agronegócio.

“Estamos evoluindo bem, já temos tratativas com uma companhia aérea e vamos conseguir efetivar voos comerciais”, assegura.

Segundo o prefeito, a municipalização do aeroporto, em articulação com os governos federal e estadual, é o caminho para atender à demanda reprimida do setor produtivo e das multinacionais presentes na região.

“Barreiras sempre vai suprir uma demanda regional, mas Luís Eduardo possui uma demanda reprimida específica do setor produtivo. Acredito que os dois aeroportos funcionarão bem”, pondera Marabá.

Com um investimento robusto de R$ 28 milhões, o Aeroporto de Luís Eduardo Magalhães (LEM) está prestes a transformar o cenário econômico do município. O projeto incluiu a ampliação da pista, a criação de um terminal moderno e diversas outras adequações essenciais, preparando o aeroporto para receber voos comerciais.

Para o prefeito Júnior Marabá, a expectativa é clara: em breve, o município começará a receber voos comerciais, um marco que promete revolucionar o desenvolvimento local. As melhorias na infraestrutura do aeroporto são vistas como uma porta de entrada para novas oportunidades de negócios, fomentando a geração de empregos e o aumento da renda para a população.

O papel dos prefeitos, a responsabilidade dos governos, a atuação do ex-deputado Tito e o diálogo com o Planalto

A atuação dos prefeitos Otoniel Teixeira e Júnior Marabá, em busca de soluções para a aviação regional, demonstra o engajamento dos gestores com o desenvolvimento de suas cidades. No entanto, é fundamental ressaltar que, a exemplo do que ocorreu em Luís Eduardo Magalhães e em diversos outros aeroportos do país, a responsabilidade primária pela infraestrutura e pelos serviços aeroportuários recai sobre os governos estadual e federal.

A Constituição Federal, em seu artigo 21, inciso XII, alínea “c”, atribui à União a competência para “explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão, os serviços de transporte aéreo”. Essa competência é exercida, em grande parte, por meio da administração de aeroportos e da regulamentação do setor pela ANAC. Além disso, a Lei nº 7.565/86 (Código Brasileiro de Aeronáutica) estabelece normas sobre a infraestrutura aeroportuária e a responsabilidade dos órgãos públicos em garantir a segurança e a eficiência dos serviços.

Nesse contexto, é importante destacar que o ex-deputado federal Tito (PT) teve um papel fundamental na busca por recursos para o Aeroporto de Barreiras. Durante seu mandato, Tito destinou R$ 45 milhões para as obras de reforma e ampliação do aeroporto regional de Barreiras.

Conforme divulgado pelo próprio ex-deputado, a iniciativa foi o resultado de anos de esforços e articulações junto aos governos federal e estadual. O investimento total previsto para a obra é de R$ 64,2 milhões, sendo R$ 45 milhões provenientes de recursos federais e R$ 19,2 milhões de contrapartida do Estado.

O projeto prevê uma reforma abrangente, incluindo a ampliação da pista de pouso e decolagem, a construção de um novo terminal de passageiros e a instalação de novos equipamentos, permitindo operações de aeronaves com até 180 passageiros.

Ex-deputado Tito foi recebido em Brasília pelo ministro Rui Costa para tratar de demandas para Barreiras e região oeste da Bahia

Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da região, o ex-deputado Tito, conforme noticiou o Caso de Política, agendou e foi recebido no dia 24 de março deste ano pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, em seu gabinete no Palácio do Planalto, em Brasília, por ocasião de uma visita recente do ministro a Barreiras. O encontro demonstra a influência política e a persistência de Tito em buscar soluções para os desafios da aviação regional junto ao governo federal.

Vale ressaltar, que ao contrário do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, o ex-prefeito de Barreiras, Zito Barbosa, que governou a cidade por 8 anos, se negava em dialogar com outras esferas de poder, gerando entraves, o que de fato amarrou o andamento das obras tão esperadas em Barreiras.

A destinação de recursos por parte do ex-deputado Tito e o diálogo constante com o governo federal e estadual demonstram o compromisso do poder público com o desenvolvimento da aviação regional e a importância de investimentos contínuos para garantir a infraestrutura adequada para o crescimento econômico e social da região.

PAC e o futuro da aviação regional

Conforme noticiado pelo Caso de Política em 22 de março, o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) contempla as obras de ampliação do aeroporto regional de Barreiras. A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) garante que as licitações estão em andamento, com previsão de conclusão do processo de ampliação da pista em março, com um investimento de aproximadamente R$ 70 milhões.

No entanto, até o fechamento desta matéria, em 3 de abril de 2025, a conclusão efetiva da licitação não foi confirmada, alimentando a incerteza e a apreensão entre os moradores de Barreiras. A expectativa é que a celeridade nas obras e a superação dos entraves burocráticos garantam a continuidade da operação do aeroporto e fortaleçam o papel da cidade como polo regional de logística e transporte aéreo.

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Bahia Farm Show 2025 será apresentada para a imprensa e autoridades do Oeste baiano

Evento acontece na próxima terça-feira (01/04) em Barreiras e trará detalhes sobre a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, que ocorre em junho, em LEM

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) apresentará, na próxima terça-feira (1), os detalhes da Bahia Farm Show 2025 para a imprensa e autoridades do Oeste do estado. A coletiva acontece às 11h, no auditório da Aiba/Abapa, em Barreiras, reunindo prefeitos, representantes do setor agrícola e jornalistas para discutir as novidades da 19ª edição do evento.

Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a feira será realizada entre os dias 9 e 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, e promete destacar inovações tecnológicas para o agronegócio. Mais de mil marcas expositoras participarão da edição, trazendo soluções em inteligência artificial, energia renovável e agricultura de precisão, consolidando o evento como um dos mais importantes do país no setor.

A Bahia Farm Show se firma como um ambiente estratégico para a geração de negócios e a difusão de tendências, atraindo investidores, pesquisadores e produtores rurais. Em 2024, a feira alcançou recordes em volume de negócios e público visitante, e a expectativa para 2025 é ainda maior.

A coletiva de imprensa em Barreiras marca a etapa regional de apresentação do evento, que já teve seu lançamento oficial realizado em Salvador. A iniciativa reforça a importância do Oeste baiano na economia agrícola e destaca o papel da tecnologia na produção sustentável.

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Delmah Pedra participa do 1º Congresso de Vereadores do Oeste da Bahia em Barreiras

Vereadora destaca a importância da capacitação e do intercâmbio de experiências para aprimorar o trabalho em prol da comunidade

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora Delmah Pedra marcou presença nesta sexta-feira no 1º Congresso de Vereadores do Oeste da Bahia, realizado no Hotel Solar das Mangueiras, em Barreiras. O evento reuniu legisladores da região para discutir temas relevantes para a gestão pública municipal e o desenvolvimento regional.

O congresso, considerado um marco para a modernização da gestão pública na região, promoveu a integração, o intercâmbio de experiências e a capacitação dos vereadores, visando aprimorar suas práticas legislativas.

Em suas redes sociais, Delmah Pedra ressaltou a importância de participar de um evento como este:

“É fundamental estarmos sempre atualizados e em contato com outros vereadores da região. Este congresso nos proporciona a oportunidade de trocar experiências, aprender com as boas práticas de outros municípios e buscar soluções inovadoras para os desafios que enfrentamos em Barreiras. Acredito que essa troca de conhecimento irá influenciar positivamente o meu trabalho legislativo, me permitindo apresentar propostas mais eficazes e contribuir ainda mais para o desenvolvimento da nossa cidade.”

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Com saída de Tum da Seagri, Pablo Barrozo é o nome forte para assumir a pasta, Zé Carlos é cotado para Superintendência

Na imagem, Pablo Barrozo, Ronaldo Carleto, Jerônimo Rodrigues e Zé Carlos

Com a iminente saída de Tum, Pablo Barrozo surge como o favorito para a Secretaria de Agricultura, enquanto o ex-prefeito de São Desidério, Zé Carlos deve assumir uma superintendência, reforçando a influência do Avante no governo Jerônimo e a atenção ao Oeste Baiano

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) se prepara para uma importante mudança em sua liderança. Wallison Oliveira Torres, o Tum, ex-deputado estadual filiado ao Avante, está de saída, e o nome mais cotado para substituí-lo é o de Pablo Barrozo, atual secretário-geral do partido na Bahia. A movimentação, fruto de um acordo entre o governador Jerônimo Rodrigues e o presidente estadual do Avante, Ronaldo Carletto, sinaliza uma nova fase para a pasta e reforça a influência do partido no governo.

Pablo Barrozo, com experiência como ex-deputado estadual e ex-aliado do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, é visto como um nome estratégico para impulsionar o desenvolvimento do setor agropecuário na Bahia. Sua indicação, antecipada pela coluna Radar do Poder, demonstra o reconhecimento de sua capacidade e conhecimento das demandas do setor.

Além da possível nomeação de Barrozo para a Secretaria, outro nome do Avante ganha destaque: o ex-prefeito de São Desidério, Zé Carlos, que deve assumir uma superintendência na Seagri. A movimentação reforça a atenção do governo Jerônimo ao Oeste Baiano, região de grande importância para a economia do estado e onde Zé Carlos possui forte atuação política.

A escolha de Pablo Barrozo para a Seagri e a indicação de Zé Carlos para uma superintendência são resultado de um acordo mais amplo entre o Avante e o governo Jerônimo. O partido, que ofereceu três nomes para a substituição de Tum, também garantiu duas diretorias na Embasa, com Vinícius Sousa e Christiano Barbosa. A articulação demonstra a força política do Avante e sua capacidade de influenciar as decisões do governo.

A saída de Tum foi motivada por uma avaliação negativa de seu desempenho por parte do governador Jerônimo e pelo desejo de Ronaldo Carletto de emplacar um nome mais próximo à sua gestão. A indicação de Pablo Barrozo e a chegada de Zé Carlos à Seagri representam, portanto, uma nova fase para a pasta, com a expectativa de um trabalho mais alinhado aos objetivos do governo e com foco no desenvolvimento do setor agropecuário em todo o estado, com ênfase no Oeste Baiano.

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Terence Lessa declara apoio a Tito para disputa a deputado estadual em entrevista reveladora

Terence Lessa descarta candidatura a deputado e declara apoio a Tito para representar o Oeste da Bahia na Assembleia Legislativa, decisão foi tomada em conjunto com lideranças do PT

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Em uma entrevista exclusiva para a rádio Portal FM 97,9 de Ibotirama, Terence Lessa, atual primeiro suplente do Senador Otto Alencar (PSD), abriu o jogo sobre os bastidores da política baiana, especialmente no que tange às eleições do próximo ano.

Em um tom franco e direto, Terence Lessa detalhou sua decisão de não se candidatar a deputado, ao mesmo tempo em que revelou seu apoio estratégico ao nome de Tito, ex-deputado federal com forte histórico na região, para representar o Oeste da Bahia na Assembleia Legislativa.

Terence Lessa iniciou a conversa rememorando o convite que recebeu em 2022 para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, um chamado feito pelo então governador Rui Costa. Ele explicou que, embora contasse com amplo apoio político e visse viabilidade em sua candidatura, questões de problemas de saúde na família, o forçaram a declinar da oportunidade. Logo em seguida, surgiu o convite para assumir a primeira suplência do senador Otto Alencar, uma posição que, conforme destacou, se estende até 2031, e que lhe permite continuar a trabalhar ativamente em prol do desenvolvimento de sua região.

O ponto central da entrevista surgiu quando o entrevistador questionou diretamente Terence Lessa sobre a possibilidade de lançar seu nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia nas próximas eleições. Terence Lessa, sem rodeios, descartou a ideia, explicando que, apesar de ter sido procurado por diversas lideranças políticas, incluindo senadores e o próprio governador Jerônimo Rodrigues, o momento não é propício para que ele concorra a um cargo eletivo.

Terence Lessa enfatizou a importância estratégica de o Partido dos Trabalhadores (PT) eleger um representante genuíno da região Oeste para a Assembleia Legislativa, algo que não ocorre há um bom tempo. Nesse sentido, mencionou conversas que tem mantido com prefeitos e outras lideranças políticas locais, buscando construir uma candidatura forte, representativa e com chances reais de sucesso.

Foi nesse contexto que Terence Lessa revelou um encontro crucial que teve com Tito em dezembro de 2024. Tito, que já foi vereador por quatro mandatos, duas vezes presidente da Câmara de Barreiras e deputado federal, procurou Terence Lessa para manifestar seu apoio a uma possível candidatura do suplente de senador. Diante da decisão de Terence Lessa de não concorrer, ele expressou seu desejo de retribuir o gesto, apoiando Tito para que este possa representar a região na Assembleia Legislativa.

Terence defende o nome do ex-deputado Tito para uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia

Na minha concepção, Tito é um nome que está preparado, que merece a nossa confiança, e eu trabalharei para ele topar esse desafio”, afirmou Terence Lessa, deixando claro que a palavra final cabe ao ex-deputado federal. Terence Lessa ainda fez questão de relembrar que ele próprio teve um papel importante na filiação de Tito ao PT, pavimentando o caminho para sua candidatura à prefeitura de Barreiras.

Terence Lessa enfatizou que sua decisão de apoiar Tito foi cuidadosamente ponderada e tomada em conjunto com importantes lideranças políticas do estado, incluindo o governador Jerônimo Rodrigues e o senador Jacques Wagner. Ele explicou que, mesmo não sendo candidato, pretende continuar atuando em prol da região, buscando recursos e implementando projetos em parceria com outros parlamentares.

Ao concluir a entrevista, Terence Lessa agradeceu o apoio da população e reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento de Ibotirama e de toda a região Oeste, ressaltando as conquistas recentes, como a construção de um novo e moderno hospital e a pavimentação de diversas estradas vicinais. Ele também elogiou a gestão do atual prefeito de Ibotirama, o Dr. Laércio, afirmando que a cidade está em boas mãos.

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