Blitz educativa mobiliza população de Luís Eduardo Magalhães contra a dengue

Ação promovida pela Vigilância Epidemiológica reforça a importância da participação dos moradores no combate ao Aedes aegypti

Caso de Política com ASCOM LEM – A Secretaria Municipal de Saúde de Luís Eduardo Magalhães realizou, na manhã desta quinta-feira (13), uma blitz educativa para conscientizar a população sobre a prevenção da dengue. A iniciativa, conduzida pela Vigilância Epidemiológica, mobilizou agentes de endemias em pontos estratégicos da cidade, reforçando orientações sobre o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.

A ação ocorreu simultaneamente em três locais de grande circulação: os cruzamentos da Avenida Ibitiara com a Tancredo Neves, da Ibitiba com a João Dourado e da Avenida Salvador com a JK. Entre 7h e 10h, motoristas e pedestres receberam panfletos educativos e instruções sobre medidas preventivas para eliminar possíveis focos do mosquito.

A diretora de Vigilância em Saúde, Juliana Amaral, destacou que o município tem intensificado esforços na aplicação de larvicidas, visitas domiciliares e campanhas educativas, mas enfatizou que o sucesso dessas medidas depende do engajamento da população.

Nós, enquanto gestão, estamos desenvolvendo diversas ações de prevenção, mas a colaboração dos moradores é essencial. Se cada cidadão fizer sua parte, mantendo quintais limpos e eliminando recipientes que acumulem água, conseguimos frear a proliferação do mosquito e evitar surtos da doença”, ressaltou Juliana Amaral.

A Secretaria de Saúde reforça que a prevenção deve ser contínua e lista cuidados essenciais que a população deve adotar:

  • Eliminar recipientes que possam acumular água parada;
  • Manter caixas d’água, tonéis e barris sempre tampados;
  • Limpar ralos, calhas e terrenos baldios com frequência;
  • Colocar areia nos pratos de vasos de plantas;
  • Permitir a entrada dos agentes de endemias para vistorias e orientações.

A blitz educativa integra um conjunto de ações preventivas que serão intensificadas ao longo do ano. Com o aumento dos casos de dengue em diversas regiões do país, a gestão municipal busca reduzir os índices da doença em Luís Eduardo Magalhães por meio da conscientização e do envolvimento direto da comunidade.

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Governo Lula anuncia gratuidade de 41 medicamentos da Farmácia Popular

Medida beneficia imediatamente mais de um milhão de pessoas e amplia atendimento a 758 cidades que não contavam com o programa

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (13), a ampliação da gratuidade do Programa Farmácia Popular, garantindo que todos os 41 medicamentos disponibilizados pelo programa sejam distribuídos sem custo à população. A decisão foi divulgada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante o Encontro Nacional de Prefeitos, em Brasília.

Até então, parte dos medicamentos oferecidos exigia coparticipação do usuário. Com a nova medida, mais de um milhão de brasileiros serão beneficiados de imediato. O programa também passa a fornecer gratuitamente fraldas geriátricas para pessoas a partir de 60 anos que atendam aos critérios estabelecidos. A ministra destacou que a inclusão desse item reflete a necessidade de atender às demandas de uma população em processo de envelhecimento.

Em 2024, o Farmácia Popular atendeu mais de 24 milhões de pessoas. O número representa um crescimento significativo em relação a 2022, quando 20,7 milhões de brasileiros foram beneficiados. Além da gratuidade, o governo também ampliou o credenciamento do programa para 758 cidades que antes não contavam com farmácias conveniadas. Atualmente, o Farmácia Popular está presente em 4.812 municípios, cobrindo 86% das cidades e 97% da população, por meio de uma rede de mais de 31 mil farmácias credenciadas.

Criado em 2004, o programa tem como objetivo ampliar o acesso da população a medicamentos essenciais, incluindo aqueles para o tratamento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e asma. Com a nova medida, o governo federal busca garantir maior assistência farmacêutica e reduzir o impacto financeiro sobre os usuários que dependem desses medicamentos para tratamentos contínuos.

Prevenção e combate à dengue

Durante o evento, a ministra Nísia Trindade também reforçou o papel das prefeituras no enfrentamento à dengue e destacou a necessidade de um esforço conjunto entre União, estados e municípios para conter o avanço da doença. Segundo ela, 75% dos focos do mosquito transmissor estão dentro ou nos arredores das residências, o que torna fundamental o engajamento da população e das administrações municipais na eliminação de criadouros.

A ministra informou que o Brasil registrou 6,5 milhões de casos de dengue no ano passado, atribuindo o aumento ao impacto das mudanças climáticas e à circulação do sorotipo 3 do vírus, que preocupa as autoridades sanitárias por seu potencial de causar formas graves da doença. Para conter o avanço da epidemia, o Ministério da Saúde tem reforçado a distribuição de larvicidas, fortalecido a atuação dos agentes de endemias e ampliado o uso da bactéria Wolbachia, que reduz a transmissão do vírus pelo Aedes aegypti.

Outro desafio destacado pela ministra é a ampliação da vacinação contra a dengue, que atualmente está disponível para crianças e adolescentes em mais de dois mil municípios. Ela reforçou a importância de que os pais levem seus filhos para tomar a segunda dose, garantindo assim a imunização completa.

A ministra finalizou afirmando que o Ministério da Saúde continuará a apoiar estados e municípios na implementação de medidas preventivas e emergenciais, buscando reduzir os impactos da dengue e garantir maior segurança sanitária para a população brasileira.

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Luís Eduardo Magalhães registra queda de 54,5% em casos de dengue, mas prevenção ainda é essencial

Apesar da redução expressiva dos casos de dengue nas primeiras seis semanas de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024, autoridades sanitárias reforçam a necessidade de manutenção das medidas preventivas. Especialistas alertam que a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti continua sendo fundamental para evitar novos surtos e proteger a população

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O número de casos prováveis de dengue em Luís Eduardo Magalhães apresentou uma redução significativa de 54,55% nas primeiras seis semanas de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, foram registrados 15 casos neste ano, contra 33 no ano anterior. O resultado reflete os esforços contínuos das autoridades sanitárias e da população no controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Fonte: Painel de Monitoramento das Arboviroses

Em 2023, os registros foram ainda menores, com apenas 2 casos no mesmo intervalo, evidenciando a oscilação da incidência ao longo dos anos. Mesmo com a redução atual, especialistas alertam para a necessidade de intensificar medidas preventivas para evitar novos surtos.

Perfil dos infectados e impactos na comunidade
Fonte: Painel de Monitoramento das Arboviroses

Entre os casos prováveis de 2025, a maioria dos pacientes se identifica como parda (80%), enquanto 6,7% são brancos e 13,3% não informaram raça/cor. A predominância feminina também se mantém expressiva, com 73% dos casos, distribuídos entre diversas faixas etárias, principalmente entre 20 e 39 anos. No grupo masculino (27%), as ocorrências estão mais equilibradas entre diferentes idades.

Fonte: Painel de Monitoramento das Arboviroses

Os dados reforçam a necessidade de campanhas direcionadas a todos os públicos, destacando medidas de prevenção e controle da proliferação do mosquito.

Ao final de abril de 2024, a prefeitura municipal de Luís Eduardo Magalhães inaugurou a Unidade LEM Contra a Dengue com o objetivo é otimizar os atendimentos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e separar os casos de síndromes gripais comuns do Outono dos suspeitos de Dengue. O local conta com recepção, triagem, dois consultórios médicos e uma sala de medicação, além de uma equipe formada por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

A secretaria de saúde do município orienta que procurem a unidade os pacientes com dor de cabeça, fadiga, cansaço, dores musculares e/ou articulares, febre, náuseas, manchas avermelhadas pelo corpo, dor retro orbital (fundo dos olhos).

De acordo com a prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, as ações práticas de combate e controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika tiveram início em dezembro de 2024, antecipando o período das chuvas.

Como combater a dengue e outras arboviroses

A melhor forma de evitar a dengue, chikungunya e zika é eliminar criadouros do mosquito. Para isso, recomenda-se:

  • Evitar água parada: Tampar caixas d’água, eliminar recipientes que acumulam líquido e limpar calhas regularmente.
  • Usar repelentes e telas: Proteger-se contra picadas utilizando produtos específicos e instalando barreiras físicas nas janelas.
  • Descartar corretamente resíduos: Pneus, garrafas e outros objetos devem ser descartados ou armazenados de forma segura para não acumularem água.
  • Participar de mutirões: Engajar-se em ações comunitárias de combate ao mosquito ajuda a reduzir focos e conscientizar a população.

A significativa queda nos casos em 2025 é um avanço, mas o combate à dengue exige vigilância constante. Manter hábitos preventivos e buscar atendimento médico ao surgirem sintomas são atitudes essenciais para proteger a saúde pública.

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Vereadora Graça Melo alerta para os riscos da dengue e cobra ação do município

Com aumento dos casos de dengue e água parada em pontos críticos da cidade, parlamentar destaca a necessidade de prevenção e ação do poder público

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – A vereadora de Barreiras, Drª Graça Melo, fez um alerta sobre os riscos da dengue, ressaltando a importância dos cuidados individuais e da atuação do município na prevenção da doença. Ela destacou que a cidade enfrenta um período chuvoso intercalado com dias de sol, criando um ambiente propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Eu gostaria de falar um pouco com vocês sobre um problema que, nesse momento, é crucial em todo o Brasil e que nossa cidade também vive, que é a dengue.”

Segundo a parlamentar, as condições climáticas atuais favorecem o acúmulo de água parada, facilitando a reprodução do mosquito transmissor da doença.

Sabemos que temos um período chuvoso intercalado com o sol e, andando pela cidade, vejo muita água parada, não só no centro, mas também na periferia.”

Ela ressaltou que a responsabilidade pelo combate à dengue não cabe apenas à população, mas também ao poder público, que precisa agir de forma mais eficaz.

Eu gostaria muito de alertar vocês em relação aos cuidados com a dengue, não deixar água parada na sua casa e também olhar a casa do vizinho. O município também precisa fazer sua parte.”

A vereadora chamou atenção para a presença de focos do mosquito em espaços públicos e citou um exemplo preocupante.

Água parada no chafariz na Praça das Corujas no centro de Barrreiras

Vemos ruas com água parada e cito, mais uma vez, o exemplo da fonte da Praça das Corujas, que continua igual.”

Além da prevenção, ela alertou para os principais sintomas da dengue e a necessidade de buscar atendimento médico ao menor sinal da doença.

As recomendações também valem para os sintomas que você ou alguém da sua família possa ter, como dores no corpo, dor de cabeça, olhos vermelhos e placas avermelhadas na pele. Caso isso ocorra, é fundamental procurar imediatamente o serviço médico.”

A vereadora reforçou a preocupação em suas redes sociais ao compartilhar um vídeo gravado na Praça Castro Alves, conhecida como Praça das Corujas, onde denunciou a situação da fonte inativa e cobrou providências da Prefeitura de Barreiras.

Oi, pessoal. Vocês que me acompanham nas redes sociais viram que postei um vídeo da nossa querida Praça Castro Alves, Praça das Corujas, onde temos uma fonte parada, com água suja.”

A parlamentar cobrou uma ação mais enérgica da administração municipal para evitar que pontos como esse se tornem criadouros do mosquito.

Pedimos à Prefeitura de Barreiras, através da Secretaria de Infraestrutura, que cuide dessa situação.”

Graça Melo destacou que o período chuvoso exige ainda mais atenção e que o risco da doença cresce em toda a cidade.

Sabemos que estamos no período de chuvas e, com isso, vem o surto de dengue, que não é um problema apenas do nosso município, mas de todo o país.”

A vereadora reiterou a necessidade de procurar atendimento médico diante dos primeiros sintomas e reforçou o apelo para que a população elimine focos de água parada.

Se vocês ou alguém próximo apresentarem sintomas como dores no corpo, calafrios e dores de cabeça, procurem imediatamente o serviço médico. É fundamental também eliminar focos de água parada, inclusive nas casas vizinhas.”

A fala da vereadora reforça a necessidade de um esforço coletivo para conter o avanço da dengue no município. Enquanto a população precisa redobrar os cuidados em suas residências, a atuação do poder público na eliminação de focos de proliferação do mosquito é essencial para evitar uma epidemia.

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Ribeirão Pires fortalece ação de combate ao mosquito Aedes Aegypti

A Prefeitura de Ribeirão Pires, através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), iniciou nesta quarta-feira (19) a Atividade de Densidade Larvária (ADL), uma ação para monitorar focos de arboviroses e conscientizar a população sobre a importância de prevenir doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

A iniciativa será realizada em duas fases, com a primeira fase contemplando bairros como Santa Rosa, Pilar Velho, Parque das Fontes, Vila Rica, Vila Bonita, Tecelão, Santa Luzia e Ouro Fino, onde serão visitadas mais de 70 ruas e mais de 350 casas serão vistoriadas. Na segunda fase, a ação ocorrerá nos bairros Bertoldo, Jardim Santana, Barro Branco, Alvorada, Centro, Vila Aparecida, Vila Guerra, Jardim Caiçara, Jardim Luzo, Estância Noblesse, Mortari, Vila Suissa, Centro Alto, Jardim Mirante, Parque Aliança, Vila Marquesa, Jardim Valentina, Jardim Caçula, Serrano/São Caetaninho, com a visita a mais de 107 ruas e mais de 530 imóveis.

O coordenador do CCZ, Paulo Sérgio França, explica que o município está trabalhando com ações amplas de combate à dengue, incluindo a instalação de armadilhas em locais públicos e vistorias nas casas. Ele ainda destaca que o combate ao Aedes Aegypti é uma ação conjunta entre poder público e sociedade civil. A iniciativa conta ainda com o investimento de mais de 700 armadilhas de auto disseminação para conter a dengue na região, uma parceria entre Ribeirão Pires e a Biovec Brasil, que serão instaladas em escolas, unidades de saúde, estação ferroviária e rodoviária, borracharias, comércios locais, entre outros.

“O município está trabalhando com ações amplas em combate a dengue, como instalações de armadilhas em locais públicos, ações de conscientização e vistorias nas casas. O combate ao Aedes Aegypti é uma ação conjunta entre poder público e sociedade civil, juntos podemos evitar os criadouros de mosquitos”, explicou o médico veterinário e Coordenador do CCZ, Paulo Sérgio França.