BRF S.A. é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, resultado da fusão entre Sadia e Perdigão em 2009. Dona de marcas icônicas como Sadia, Perdigão, Qualy, Patitas e Doriana, a companhia tem sede em São Paulo e conta com mais de 30 unidades industriais espalhadas pelo Brasil, além de operações em mais de 130 países. No setor de proteínas e processados, a BRF é protagonista absoluta, respondendo por uma fatia expressiva das exportações brasileiras de frango e suíno.
No Repórter Brasil, a tag BRF reúne reportagens e análises sobre os principais desdobramentos envolvendo a gigante do setor alimentício. A cobertura abrange desde balanços financeiros trimestrais e resultados operacionais até investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, passando por questões trabalhistas e ambientais, movimentações no mercado de capitais, disputas societárias e o impacto das decisões da companhia no agronegócio e na economia brasileira.
A BRF também está frequentemente no centro de debates sobre segurança alimentar, bem-estar animal, sustentabilidade e práticas de governança corporativa. Por sua relevância sistêmica para a economia nacional, as notícias relacionadas à empresa atravessam diversas editorias do portal — Economia, Polícia, Justiça, Meio Ambiente e Brasil.
A BRF surpreendeu o mercado com balanço positivo, impulsionada pelo aumento das exportações de frango e pela recuperação do consumo interno. O lucro líquido superou as expectativas dos analistas, consolidando a retomada da companhia após anos de reestruturação.
A Polícia Federal deflagrou operação para apurar supostas irregularidades fiscais em unidade da BRF no Paraná. São investigados executivos e ex-funcionários da companhia por suspeita de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.
A empresa apresentou plano de redução de emissões de carbono e tratamento de resíduos, com investimentos em energia solar e modernização de parques industriais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
O mercado reagiu positivamente ao plano de reestruturação operacional e financeira da BRF, que inclui venda de ativos não estratégicos e foco em rentabilidade. As ações subiram mais de 7% no pregão.
A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul condenou a BRF ao pagamento de indenizações por condições degradantes de trabalho em unidades da empresa na região Sul. A decisão atinge três fábricas no interior do estado.
A companhia fechou novos contratos de exportação com países asiáticos e árabes, ampliando sua participação no mercado global de proteínas em um momento de alta demanda internacional.
O Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar denúncias de contaminação de recursos hídricos por resíduos industriais em uma unidade da BRF em Mato Grosso. A empresa pode ser multada em milhões.
A gigante de alimentos anunciou o lançamento de uma nova linha de produtos à base de vegetais, concorrendo diretamente com marcas emergentes do setor de proteínas alternativas no Brasil.